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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MÁRTIR SADDAM REVELA A VERDADE SOBRE A PALESTINA E AMERICA

Martyr Saddam speaks the TRUTH
about Palestine and America

(Mártir Saddam fala a VERDADE sobre a Palestina e America)

Please SEND THIS TO OTHERS.
(Por favor, envie este para outros)
DIVULGUE
This is rare footage about The Martyred President of Iraq, Saddam Hussein, speaking the TRUTH about Palestine and America.
All Muslims, pray over his soul that Allah may grant him heaven and have mercy on him.
صدام حسين

sábado, 23 de agosto de 2008

ROUBO DE PETRÓLEO


ROUBO DE PETRÓLEO. Será que isso vai acontecer com o Brasil também?


NÃO PODEMOS deixar as grandes companhias de petróleo falarem mais alto que o interesse do povo iraquiano.

Eu acabei de ficar sabendo que a Avaaz - um grupo de ativismo online que eu faço parte - está organizando uma campanha para manter o petróleo iraquiano nas mãos do Iraque.

O governo americano está pressionando o governo iraquiano a passar uma Lei Nacional do Petróleo que pode dar a maioria do petróleo para empresas estrangeiras.

Mais de 900,000 pessoas de todas as partes do mundo já participaram de campanhas de importância global através da Avaaz.org.

Eles tiveram um grande impacto.

Essa petição será apresentada ao Parlamento Iraquiano - Sunita, Shiita e Kurdo - para que os líderes iraquianos saibam que o mundo os apóia em resistir às pressões do Bush.


Leia o email abaixo que eles me enviaram e assine a petição!---------------------------


Prezado(a) apoiador(a) da Avaaz,


Enquanto o derramamento de sangue aumenta, o Parlamento Iraquiano está sendo pressionado para passar uma LEI DO PETRÓLEO que pode dar um poder incrível para as companhias de petróleo estrangeiras controlarem os CAMPOS DE PETRÓLEO DO IRAQUE.


Bush colocou um prazo e as grandes companhias de petróleo estão fazendo sua pressão. Porém líderes iraquianos corajosos estão RESISTINDO- e eles precisam da nossa ajuda.


Membros do Parlamento Iraquiano - incluindo um Sunita, um Shiita e um Kurdo - vão ler a nossa petição de solidariedade para seus colegas no Parlamento Iraquiano.


Muitos estão em cima do muro, COM MEDO de ir contra a vontade do Bush.


Uma mensagem do mundo pode ser justamente o incentivo que eles precisam para continuar lutando.


Assine a petição hoje -- vamos levar 100.000 vozes para o Parlamento Iraquiano antes do voto:
http://www.avaaz.org/po/iraq_oil_law

Nossa mensagem é simples: nós apoiamos o direito soberano do Iraque sobre seu próprio petróleo, ele deve ser distribuído de maneira justa para o benefício do povo do Iraque, e o Parlamento Iraquiano deve decidir isso sem interferência estrangeira.

O petróleo representa 70% do PIB do Iraque.

Essa proposta de lei propõe acordos desleais beneficiando companhias de petróleo internacionais, acordos estes que não são aceitas em nenhum outro país do Oriente Médio por comprometerem os recursos do país por 20 a 30 anos.

Aqui está um recente depoimento do Chefe da Federação Iraquiana dos Sindicatos do Petróleo, Hassan Jum'a Awwad: "O Iraque está passando por um dos momentos mais difíceis porque todos estão especulando como lucrar com suas riquezas. Todos sabem que a Lei do Petróleo não beneficia o povo iraquiano, que só serve ao Bush, seus apoiadores e as empresas multinacionais".

É um raro sinal de esperança ver iraquianos se unindo, e essa lei é ruim o suficiente para unir muitos.

Eles estão pedindo a nossa ajuda, então vamos dizer a eles que o mundo os apóia no seu direito de determinar seu próprio futuro.


Assine a petição para conseguirmos 100.000 vozes antes deles apresentarem a petição para o Parlamento: http://www.avaaz.org/po/iraq_oil_law


Com esperança,


Ricken, Graziela, Tom, Paul e toda a equipe Avaaz


Nossa mensagem será lida no Parlamento Iraquiano em solidariedade ao povo do Iraque.


Juntos não podemos ser ignorados.




domingo, 20 de julho de 2008

DAHR JAMAIL REVELANDO A VERDADE SOBRE O IRAQUE

Entrevista com o repórter americano Dahr Jamail

O jovem repórter americano de origem libanesa Dahr Jamail relata a tragédia do Iraque no livro "Fora da Zona Verde", um quadro pessimista da realidade no país.

http://globonews.globo.com/Jornalismo/Gnews/0,,3291,00.html


domingo, 13 de julho de 2008

CONTRA A GUERRA NO IRAQUE



Es un video con imagenes de la guerra, para reflexionar jaja eso que, con musica de fondo de gun´s n roses la cancion no llores o don´t cry espero su comentario, yo se que la rola es romanticona y no tiene nada que ver con la guerra, pero aun asi para mi le quedo chingon.

lyrics:

Talk to me softly
There's something in your eyes
Don't hang your head in sorrow
And please don't cry
I know how you feel inside I've
I've been there before
Somethin's changin' inside you
And don't you know

Don't you cry tonight
I still love you baby
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight

Give me a whisper
And give me a sigh
Give me a kiss before you
tell me goodbye
Don't you take it so hard now
And please don't take it so bad
I'll still be thinkin' of you
And the times we had...baby

And don't you cry tonight
Don't you cry tonight
Don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry tonight

And please remember that I never lied
And please remember
how I felt inside now honey
You gotta make it your own way
But you'll be alright now sugar
You'll feel better tomorrow
Come the morning light now baby

And don't you cry tonight
An don't you cry tonight
An don't you cry tonight
There's a heaven above you baby
And don't you cry
Don't you ever cry
Don't you cry tonight
Baby maybe someday
Don't you cry
Don't you ever cry
Don't you cry
Tonight
Categoria: Música

quarta-feira, 9 de julho de 2008

DISCURSO DE SADDAM HUSSEIN


21/03/2003 - 02h49
Leia íntegra do discurso de Saddam da Folha de S.Paulo


A seguir, a íntegra do discurso de Saddam Hussein levado ao ar pela TV iraquiana logo após os primeiros ataques americanos, na quarta-feira (19):


"No ano de 1424 do calendário Hijra [muçulmano], o criminoso insensato pequeno Bush e seus cúmplices cometeram o crime com o qual ele ameaçara o Iraque e a humanidade.

Ele cometeu seu ato criminoso _com aqueles que o ajudaram_ e, ao lado de seus cúmplices, acrescentou à série de crimes desavergonhados cometidos contra o Iraque e a humanidade o início de crimes adicionais.

Ó iraquianos e bravos homens de nosso país.

Em nome de vocês, em nome de nossa gloriosa nação, em nome da bandeira do jihad e de sua religião, dos valores preciosos, da família e das crianças.

Não quero repetir o que deve ser e o que precisa ser feito para defender a querida nação e tudo o que é sagrado, mas o direi.

Cada um de nós da família do fiel e paciente Iraque, oprimido por seus inimigos malignos, deve se lembrar e não esquecer que estes dias o ajudarão a conquistar a glória que merece diante de Deus.

Que os infiéis, inimigos de Deus e da humanidade, sejam humilhados.

Vocês serão vitoriosos, iraquianos, e, com vocês, os filhos de sua nação.

Pela vontade de Deus, vocês serão vitoriosos e seus inimigos serão humilhados e desonrados, se Deus quiser.

Desembainhe sua espada sem medo, sem hesitação.

Desembainhe sua espada, e que Saturno seja testemunha.

Desembainhe sua espada, o inimigo arde em fogo lento.

Ninguém pode intrigá-lo exceto um herói prudente.

Sele os cavalos e solte seus arreios.

Pois em sua união há esperança.

Que o raio ecoe na noite de fogo, assim a verdade aparece e a injustiça é derrotada, brilha, no rosto da escuridão, enquanto se aprofunda.

Alumie seu candeeiro e mantenha o fogo ardendo, temido pelos vis subservientes,

Empunhe sua espada e a faça brilhar nenhum vencedor, exceto o homem determinado.

Faça a bandeira tremular em cada mastro.

Ore a Deus, a ferida vai curar.

Ó bravos homens, opositores do mal no mundo.

Vocês notaram como o insensato Bush zombou de suas posições e opiniões contra a guerra e seu chamado honesto por paz, cometendo seu crime terrível hoje.

Juro a vocês, em nome da liderança e da população iraquianas, que o Iraque vai conduzir o jihad com o Exército heróico do Iraque da civilização, da história e da crença; vamos combater os invasores e, se Deus quiser, levá-los a perder a paciência e se perderem.

Eles _que exageraram com seus crimes e atos maus_ vão sofrer a derrota que todo fiel zeloso e amante da humanidade deseja para eles.

O Iraque será vitorioso, e, com o Iraque, nossa nação e a humanidade serão vitoriosas, e o mal será atingido a tal ponto que não mais poderá cometer crimes, e será atingido pelo que a aliança criminosa americano-sionista cometeu contra nações e povos, principalmente contra nossa gloriosa nação árabe.

Allahu Akbar Allahu Akbar [Deus é grande].

Viva a nossa gloriosa nação e os amantes da paz, da segurança e do direito das pessoas de viver livremente com base na justiça. Viva o jihad. Viva a Palestina."


Tradução de Clara Allain

terça-feira, 1 de julho de 2008

CINCO ANOS DE GENOCÍDIO NO IRAQUE



CINCO ANOS DE GENOCÍDIO NO IRAQUE
atualizado e Publicado em 22 de março de 2008 às 10:34
por ALTAMIRO BORGES
Às 23h35 de 19 de março de 2003, no horário de Brasília – ou 5h35 da madrugada 20 de março, no horário de Bagdá –, os EUA iniciaram o brutal bombardeio aéreo ao Iraque com o objetivo de invadir esta nação soberana.

Ao completar cinco anos desta tragédia, crescem as analises sobre os seus efeitos na geopolítica mundial.

Num discurso mentiroso, o presidente-terrorista George Bush defendeu a ação militar e a permanência no país por tempo indefinido.
“Remover Saddam Hussein do poder foi uma decisão correta. Esta é uma luta que a América pode e deve vencer. Os homens e mulheres que entraram no Iraque há cinco anos removeram um tirano, libertaram um país e resgataram inúmeras pessoas de horrores inomináveis”, vociferou o sádico “imperador”.

Esta visão doentia, difundida por boa parte da mídia venal até recentemente – agora, diante do desastre, ela muda o enfoque, mas não faz autocrítica –, felizmente hoje não corresponde mais à leitura da maioria dos estadunidenses e das pessoas amantes da paz e com maior senso crítico no planeta.

Cerca de 850 manifestações contra o bárbaro genocídio ocorreram nestes dias nos EUA, inclusive diante da Casa Branca – “para lembrar os sacrifícios de famílias e os bilhões de dólares gastos no Iraque, que podiam ser investidos no país”, informa a ONG Moveon.

Fruto da tragédia, Bush está totalmente isolado e caminha para uma humilhante derrota na eleição do final do ano.
Números horripilantes da invasão

Os números da bárbara invasão são horripilantes e reforçam a revolta frente ao “império do mal”.

Eles ajudam a entender a grave crise da economia ianque e a insatisfação do seu povo.

Nos cinco anos de ocupação, os custos militares chegaram a US$ 3 trilhões e já superam os gastos na guerra do Vietnã, segundo cálculo de Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia.
O plano criminoso de Bush de invadir o Iraque e rapidamente controlar suas riquezas petrolíferas revelou-se um fiasco.

Os 157 mil soldados da tropa regular, além dos 130 mil mercenários, não conseguiram dobrar a resistência da guerrilha iraquiana.

Até a semana passada, 3.983 militares estadunidenses tinham sido mortos e enviados em sacos pretos aos EUA – o que reforça a trágica lembrança do Vietnã.






Já as mortes, torturas e destruições no Iraque causam maior repulsa dos povos do mundo inteiro contra o imperialismo.

Estudos indicam que o número de mortes varia de 800 mil a 1 milhão de inocentes.

“Nós não fazemos a contagem de corpos”, disse, arrogante, o general Tommy Frank, que comandou a invasão.

Segundo a Cruz Vermelha, a situação humanitária no país é “uma das mais críticas do mundo”.
Milhões de iraquianos vegetam sem acesso à água tratada, saneamento básico ou atendimento à saúde. Mais de 4 milhões de pessoas, o equivalente a 16% da população do Iraque, vivem refugiadas em outros países da região, sem lares, sem presente ou futuro.

O imperialismo não é invencível
O saldo da invasão imperialista é devastador.

Mesmo assim, George Bush insiste em manter as tropas ianques por “tempo indefinido” e o candidato do seu partido, John McCain, promete mais “cem anos de ocupação”.

Já os democratas procuram “reciclar” a desgastada imagem do império, mas não ousam propor a imediata retirada.

Hillary Clinton inclusive votou a favor da invasão; Barack Obama promete deixar o Iraque, mas “após vencer a guerra”.

Como afirma Frei Betto, os EUA se afundam num novo Vietnã.

“Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”.

O fim da ocupação dependerá exclusivamente do aumento da pressão interna e internacional e da força da Resistência Iraquiana.

A guerra do Vietnã durou de 1958 a 1975; esta pode ser ainda mais longa.

É possível derrotar os planos expansionistas dos EUA.

O desastre no Iraque comprova que o imperialismo não é invencível.

O crescente desgaste dos senhores da guerra, dos neocons de Bush, e a grave recessão neste país revelam que o império está em declínio.

Para acelerar este processo, indispensável à paz no mundo e ao bem-estar da humanidade, é preciso reforçar as denúncias do genocídio e a solidariedade aos povos vítimas da ação imperial.

Ao lembrar os cinco anos da bárbara invasão, urge fortalecer o internacionalismo ativo no mundo – incluindo o Brasil.








O imperialismo não cairá de maduro; depende da ação enérgica e militante dos povos.

Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB e autor do livro “Venezuela: originalidade e ousadia” (Editora Anita Garibaldi, 3ª edição).





segunda-feira, 30 de junho de 2008

MORTE E DESTRUIÇÂO DO IRAQUE

Morte e Destruição significam Liberdade para América. Conhecem esse filme?

FILME: Morte e Destruição significam Liberdade para América
Um Engenheiro do Petróleo Iraquiano mostra um filme sobre os cinco anos de ocupação do Iraque.
O filme é chocante.
Começa mostrando os belos tesouros do Iraque antes do caos e morte que sobrevieram a tudo.
Depois, imediatamente mostra cenas do Iraque de hoje: Incêndios, corpos mortos, bombas são coisas cotidianas hoje em dia.
Como se não fosse chocante o suficiente, as cenas que se seguem despertam uma raiva ainda maior, principalmente porque se está consciente de sua impotência diante do que você vê.
O Sol da liberdade em breve vai brilhar no céu do Iraque!

Do começo ao fm, o filme mostra como tema, o orgulho da Nação Iraquiana em resistir à ocupação, informando a todos que o Iraque não está de joelhos!
O filme termina com a mensagem de que a Resistência Iraquiana viva para sempre. The whole story really recalls the events of the Second World War, especially because the Iraqis, and not only them, compare Bush with Hitler. A história toda lembra muito os acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, principalmente porque os iraquianos, e não só eles, comparam Bush a Hitler.

NA VERDADE, mais de um milhão de iraquianos já morreram por causa da guerra no Iraque desde que que os E.U. levou invasão ao país em 2003.

Fonte: mais detalhes sobre a participação especial do Irã na entrada dos EUA no Iraque como revanche pela guerra contra o Irã na época de Saddam bem como mostra cenas sobre os Crimes dos EUA no Iraque, envolvendo os Iraquianos, mulheres e crianças. Além disso, esclarece e informa acerca da matança de intelectuais Iraquianos feitas por Iranianos que pessoalmente decapitaram nossos cientistas, professores universitários e intelectuais em geral.
We are talking about almost 10 thousand people, whose names I have written in documents which are available on the internet – said Ali Kadhim, adding that everything Iran and the USA are bring up now is only a play in front of the world. (Estamos a falar de quase 10 mil pessoas, cujos nomes tenho escrito em documentos que estão disponíveis na internet - disse Ali Kadhim, acrescentando que tudo o Irã e os E.U.A. são trazer até agora é apenas uma peça de teatro na frente de todo o mundo. What is really happening takes place under the table.
No entanto, independentemente do facto de que os iraquianos vivem actualmente com uma hora de electricidade e de água por dia e de morte que vem com cada passo, Ali Kadhim revelou que o movimento de opossição ao agressor está crescendo, e que vitória está próxima. - It is worst than Vietnam to them, today we have the internet, we have cameras, mobile phones, the world sees everything they do. -- É pior do que Vietnã para eles, hoje temos a internet, nós temos câmeras, telefones celulares, o mundo vê tudo quanto fazem. The sun of freedom will soon shine in the sky of Iraq Ali said, and he presented the film on five years of occupation of Iraq.
O sol da liberdade em breve vai brilhar no céu do Iraque

Mais detalhes sobre o filme e video na fonte:http://209.85.171.104/translate_c?hl=pt-...

sexta-feira, 6 de junho de 2008

MENSAGEM DE RESISTÊNCIA







A message from resistance.

This video is a direct message to the US from the jihadist army, funny how this was never shown in our media.


sábado, 31 de maio de 2008

FIDEL DESAFIA CALUNIADORES IMPERIALISTAS


FIDEL DESMENTE FORBES

“Desafio-os a que demonstrem que eu tenho um só dólar!”

O presidente Fidel Castro desafiou e instou Bush, a CIA, os 33 organismos da Inteligência dos Estados Unidos, os milhares de bancos existentes no mundo e os “serventes” da revista Forbes, que lhe atribuem uma fortuna de US$ 900 milhões, que demonstrem que ele tem um só dólar no exterior.


Se conseguirem uma só prova, disse que lhes ofereceria tudo que pretenderam e não conseguiram ao longo de quase meio século, durante o qual, têm tentado destruir a Revolução, assassiná-lo por meio de centenas de planos de atentados. Dou-lhes de presente tudo que têm pretendido”, afirmou, “e que se deixem de histórias e de bobagem. Tentem encontrar uma conta, um só dólar”, sublinhou.

“Se provam que eu tenho um só dólar, demito-me do meu cargo e das responsabilidades que tenho. Já não precisariam de planos, nem de transições, se provassem que tenho um só dólar”, manifestou enfaticamente o líder da Revolução cubana.

“Meteram-se em problemas com todas essas mentiras e esse nó górdio é preciso desatá-lo e, com certeza, vamos desatá-lo”, referiu-se à publicação norte-americana que lhe atribui os benefícios das empresas públicas da Ilha.

Para que eu estaria querendo dinheiro, se vou fazer 80 anos e outrora nunca quis?, perguntou.
E depois enfatizou que, durante sua vida, se entrincheirou nos princípios e nunca abriu mão deles.

Disse que esteve fazendo as contas do número de malas que teria precisado para levar esse dinheiro e comentou que teria necessitado por volta de mil.
“Quem levou? Em que avião? Que escolta carregou? Como é possível que eu tirasse dinheiro por tantos anos? São burros, à parte dos argumentos morais que derivam disso”.

“É simplesmente um xingamento”, afirmou.
Denunciou que querem assemelhá-lo aos ladrões que eles próprios amamentaram.
“Onde está o dinheiro de Mobutu? Onde está o dos Somoza? referiu que, nos Estados Unidos, há centenas de biliões de dólares roubados, através dos bancos americanos. Aí estão, procurem as listas e publiquem-nas”, salientou.

Fidel expressou que “ainda mais horrível que ‘mostrar’ a gente roubando é mostrá-la traindo os mortos, os que morreram no ataque ao quartel Moncada, na expedição do iate Granma, na serra Maestra, em Escambray, na Baía dos Porcos, nas missões internacionalistas ou defendendo o país das acções terroristas. É como trair gerações inteiras que combateram” frisou.

Acrescentou que o que os bandidos da Forbes deveriam publicar é o recorde olímpico dele, ao ser ao longo da história, a pessoa contra quem mais atentados planejou o mais poderoso império da Terra.

Destacou que, enquanto são publicadas tais infâmias contra Cuba e seus líderes, o país está trabalhando num programa que tornará possível que milhões de latino-americanos sejam operados à vista.

Referiu-se aos milhares de pacientes que se beneficiaram da Operação Milagre e perguntou o que pensariam essas pessoas quando lerem os jornais com notícias de que ele possui essa riqueza.
“É uma campanha para me mostrar como um ladrão”, disse.

E acrescentou que “isso tem um objectivo: anular Cuba, mostrar Castro como um ladrão para ninguém reconhecer nada do que fazemos a favor do mundo, ainda quando em nosso país há 25 mil profissionais da saúde que trabalham gratuitamente num número considerável de países.

“E isso tudo, porque dispomos de capital humano, e com certeza, contamos com US$ 100 bilhões em capital humano”, ressaltou.

Leu algumas notícias divulgadas em várias publicações que repetiram a infâmia da Forbes, e assinalou aesse respeito que, enquanto propositadamente publicam mentiras, não falam nada dos cerca de 20 mil estudantes latino-americanos de medicina que se formam em Cuba; ou de que neste país se formarão por volta de 100 mil médicos, nos próximos anos.

FORBES: LIBELO A SERVIÇO DO IMPÉRIO

As infâmias e mentiras propaladas pela revista Forbes, libelo ao serviço do império, a respeito do presidente cubano, foram desmentidas com verdades irrefutáveis expostas, no dia 15, à noite, ao nosso povo e ao mundo, por um grupo de personalidades importantes, que o acompanharam durante a apresentação especial, transmitida por rádio e televisão, em Havana.

Foi posto a descoberto o complô da publicação e do seu director com o presidente George W. Bush e a sua política obstinada anticubana e os serviços secretos dos Estados Unidos e o servilismo dos media aos ditames de Washington.

Com sólidos argumentos e razões, todos os participantes da Mesa-Redonda demonstraram que o império fica com raiva dos avanços de uma Revolução imaculada, honesta, justa e transparente, como a que se leva a cabo no nosso país.

No início da sua apresentação especial, Fidel confessou que sentia nojo pela mentira publicada no libelo, ao inclui-lo numa lista de governantes que amassavam vultosas fortunas pessoais, em meio de monarcas e ditadores.

Há mais de um ano, em 17 de março de 2005, referiu-se à infame publicação, mas naquele momento, preferiu encaminhar oseu discurso para um fato de importância transcendental para nosso povo: a revalorização do peso.

Relembrou que, noutra ocasião, ao responder aos depoimentos falazes do presidente dos Estados Unidos, diante de seus parceiros da máfia cubana de Miami, acerca de que o comércio com Cuba “somente encheria os bolsos de Castro e de seus sequazes”, manifestou:
“Não nasci completamente pobre. Meu pai possuía milhares de hectares de terra. Quando da vitória da Revolução, todas essas terras foram entregues aos operários e camponeses. Tenho a honra de poder afirmar que não possuo um só dólar. Toda minha fortuna, sr. Bush, cabe no bolso de sua camisa. Se um dia qualquer, precisasse guardá-la num lugar bem protegido de ataques preventivos e improvisados, rogaria que me emprestasse, e se for muita, vou doá-a a você de antemão, para pagar o aluguer.”

Além disso, assinalou que, no passado ano, Bush e as autoridades foram apanhados cometendo uma falta séria, ao protegerem o terrorista Luis Posada Carriles e somente a duras penas — não Bush, mas outros funcionários — tiveram que admitir que as denúncias de Cuba a respeito da acolhida do criminoso nos Estados Unidos eram certas e irrefutáveis.

A ofensa lançada pela revista Forbes foi reiterada novamente numa data recente e a mídia dependente do império noticiou.
Fidel advertiu que pusessem as barbas de molho e comparou, com termos do beisebol, a tarefa de desvendar a mentira com uma rebatida frente a um arremesso fraco, em que a bola sairia fora dos limites do campo, pelo jardim central.

Fidel explicou que, para desmascarar as calúnias, pensou: “Vou ficar diante do povo para me defender dessa porcaria?”
Julgou, contudo, que era conveniente conceder a palavra a várias personalidades que poderiam ilustrar diversos aspectos referidos ao assunto:
O ministro-presidente do Banco Central de Cuba, Francisco Soberón, a quem qualificou como um dos homens mais honestos que ele tinha conhecido; o ministro da Cultura, Abel Prieto, que teve contacto permanente com os movimentos sociais e intelectuais que resistem ao império; os cientistas Concepción Campa, criadora principal da vacina contra a meningite tipo B, e Agustín Lage, que à frente do Centro de Imunologia Molecular elaborou fármacos promissores contra o câncer, e o historiador Eusebio Leal, promotor do enorme empreendimento de resgatar a Havana Velha, e sumidade mundial quanto à remodelação de cidades históricas.

COMPLÔ DA EXTREMA DIREITA E DA CIA

Soberón ofereceu o perfil do dono da revista, Steve Forbes: um homem da extrema direita, associado aos presidentes Ronald Reagan e George Bush pai na desestabilização do antigo bloco socialista europeu.
Um empresário estadunidense rico, muito interessado em conhecer a origem de fortunas alheias, mas relutante em expor publicamente donde provém a sua, que ultrapassa US$ 1,83 biliões.
Ao demonstrar os métodos grosseiros e muito inconsistentes empregues para calcular a fortuna inexistente do líder da Revolução Cubana, o ministro-presidente do Banco Central de Cuba sugeriu, entre outras questões, que Forbes podia atribuir a George W. Bush 10% dos US$ 50 bilhões que são lavados anualmente de maneira impune nos bancos norte-americanos, provenientes do narcotráfico e do crime organizado, a mesma percentagem de multas e subornos dos US$ 280,25 bilhões que custou ao contribuinte norte-americano a agressão contra o Iraque.
Em vez de dedicar-se a difundir colossal mentira, com a qual quer macular a trajectória impoluta do líder da Revolução, a revista deveria pesquisar e publicar dados sobre os manejos sujos de Bush para aumentar a sua fortuna, como é o caso provado da compra e venda do time de beisebol dos Rangers, do Texas, e seu estádio, sobre sua responsabilidade pelas irregularidades financeiras da petroleira Harken Energy e sobre suas relações com a corporação Enron, protagonista da maior fraude na história recente dos EUA.

Como uma prova contundente da confiança de muitos no mundo no sistema cubano, o ministro do Banco Central anunciou que essa instituição conseguiu, recentemente, colocar na Bolsa Profissional de Valores de Londres, uma emissão de bónus, no valor de 400 milhões de euros, a pagar num ano com 7% de juros, os quais foram completamente comprados por bancos estrangeiros e cubanos, na mesma data de sua emissão.

Soberón salientou que “nos últimos nove anos, Cuba pagou importações no valor de US$ 44 biliões, entre as quais, se encontram as divisas recebidas pelo Cimex, pela venda de vacinas e as verbas que arrecada o Palácio das Convenções e outras quantias que aumentam nossas contas para despesas da nação que incluem a educação, a saúde, a previdência, a defesa interior e a reserva para enfrentar catástrofes climáticas e epidemias naturais ou introduzidas pelo inimigo.

“Na nossa economia, muito bem planificada e que conta com um sistema bancário nacional que maneja todas as divisas, é absolutamente impossível que uma pessoa da mais alta esfera do país possa dispor de contas no exterior”, sublinhou.

Completou sua intervenção ao afirmar: “Com absoluta autoridade moral e olhando de frente para o nosso povo e à opinião pública, afirmamos que o seu máximo líder constitui um exemplo de dignidade e pulcritude”.

A MENTIRA COMO ARMA DO PODER DA MÍDIA

“Erraram na escolha do milionário”, comentou ironicamente Abel Prieto a pretensão da revista Forbes ao incluir Fidel em sua lista de magnatas governantes.
O ministro da Cultura referiu-se à longa cadeia de calúnias e mentiras, à qual recorreu sistematicamente o imperialismo para desprestigiar aqueles que não se submetem a seu projecto hegemônico.
Entre os muitos e ilustrativos exemplos do uso da mentira como arma do poder da mídia, Abel comparou o escândalo, em 1986, que inventou uma ficha do “suposto poeta e suposto inválido” de Armando Valladares, premiado por Reagan com a nomeação de embaixador dos EUA na Comissão de Direitos Humanos em Genebra, com o silêncio que impediu que se soubesse a verdade a respeito do que investigou o activista salvadorenho Herbert Anaya, em torno dos crimes e torturas que se cometeram em La Esperanza: nenhum órgão da grande media quis publicar o relatório nem difundir o vídeo com os depoimentos das vítimas.

Tal prática de desinformação ganhou magnitude invulgar durante a actual administração norte-americana, como demonstram as mentiras que justificam a agressão ao Iraque e o assassinato, em Bagdad, do operador de câmara espanhol José Couso e de outros jornalistas.

O ministro da Cultura disse que, apesar do exercício da mentira, vai se abrindo cada vez mais caminho à verdade e ao pensamento emancipado.
Nesse sentido, considerou que seria muito útil a leitura do livro Cien horas con Fidel, conversações com Ignacio Ramonet, que estava entre os convidados ao comparecimento no estúdio da televisão.
O livro, na sua edição cubana, foi lançado em Havana.

“Viemos acusar aqueles que roubam e mentem”, resumiu o importante cientista Agustín Lage.


“Não precisamos de defender-nos, Fidel é defendido pela sua obra, pela sua ética, pela coerência de toda sua vida”, ressaltou.

Segundo o deputado à Assembléia Nacional do Poder Popular, a nova calúnia espelha a conduta durante décadas dos adversários ideológicos da Revolução, e constitui um verdadeiro insulto ao povo cubano, pois deviam ter pensado que nos convertemos num país de tolos ou de covardes para eles imaginarem que os cubanos não temos memória histórica e permitirmos ter à frente da nação um líder capaz de roubar e enriquecer-se.
Este povo lutou com as armas para derrubar os políticos corruptos do capitalismo e Fidel foi um dos primeiros a pegar as armas para pôr fim a tais desmandos.

Lage, director de um dos centros do Pólo Científico, no oeste da capital, sublinhou que o texto publicado por Forbes evidencia, em primeiro lugar, a ignorância absoluta a respeito da realidade cubana, pois, por exemplo, a empresa Medicuba, referida como uma das presumíveis fontes de receitas pessoais do presidente, não inclui, entre suas actividades, a venda de medicamento algum no exterior, nem de nenhum outro remédio da biotecnologia.

Indicou que “o que se pode ler entrelinhas, no artigo do referido libelo, é que reconhecem que a indústria biotecnológica criada e desenvolvida por Cuba obtém receitas consideráveis, quando muitas companhias no mundo não conseguem ser rentáveis por meio da comercialização de suas produções. Por exemplo, nos Estados Unidos, 70% das empresas do sector sobrevivem e obtêm ganhos por meio da especulação financeira e de outros negócios.
Nem um só centavo dos lucros obtidos no sector vai parar à fortuna pessoal de pessoa nenhuma. Somente, entre 1980 e 1990, foi libertado mais de um bilião de dólares para os investimentos da infra-estrutura no ramo da biotecnologia.

Além disso, fábricas com tecnologia cubana já foram montadas na Índia e na China”, afirmou Agustín Lage.

As divisas obtidas permitem também financiar os programas de assistência da saúde ao nosso povo.
“Se não for assim, não se poderia falar de que as crianças cubanas são imunizadas contra 13 doenças mediante vacinas aplicadas de graça; nem tampouco de que todos os doentes com SIDA são submetidos à tripla terapia”, explicou.

Da mesma maneira, os lucros obtidos das vendas no exterior são empregues no desenvolvimento da pesquisa científica, a qual precisa de aparelhos muito custosos, encarecidos pelo efeito das leis extra territoriais ditadas pelo governo dos Estados Unidos e pela perseguição de suas autoridades a qualquer empresa disposta a comercializar com nosso país.

Lage precisou que “neste momento, estão sendo implementados mais de 150 projectos de pesquisa e há mais de 900 patentes, em consequência da actividade científica neste sector. Acrescenta-se a isso, o aumento das contribuições da indústria biotecnológica para o Orçamento do Estado”.

“O inimigo é perverso, porém não tolo. Sabe que Cuba, sendo um ícone, é preciso isolá-la e impedir, a qualquer preço, todos seus sucessos. O ataque a Fidel é um ataque à Revolução, aos alicerces de nosso sistema político, às concepções cubanas do desenvolvimento económico”, disse Lage.

A RIQUEZA DAS VIRTUDES

Eusebio Leal, historiador da Cidade, prestou depoimento inédito a respeito do desprendimento e desinteresse pelos bens materiais que caracterizam Fidel Castro.
Durante muitos anos, guardou silêncio dessas vivências pessoais, mas agora é que pôde revelar: Entre 1991 e 1995, foi incumbido pessoalmente por Fidel de distribuir 11.687 presentes recebidos de 133 países, pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros. Entre esses bens, encontram-se pinturas, jóias, pedras preciosas, obras em marfim, tapetes valiosos, armas antigas, roupas, mobília, máquinas fotográficas, peças pessoais...

Apesar da pertinácia de Leal, que, como historiador teria preferido mostrar tais objectos como colecção relacionada com Fidel, o presidente Fidel Castro — contou Eusebio — deu a ordem expressa de entregar todas essas peças a centros culturais e a pessoas necessitadas, sem aparecer uma só nota pública referida à doação.
Somente nos registros dos museus e de outros centros beneficiados aparece a confirmação da sua procedência.

Se não for pela nova calúnia imperialista, com certeza, Leal não teria contado que o museu numismático recém-inaugurado conta com peças equivalentes a mil onças de ouro, doadas por Fidel, entre elas, 920 moedas norte-americanas de diferentes períodos históricos.

Eusebio lembrou que esse sentido de austeridade e o exemplo pessoal têm sido traços que caracterizam Fidel durante toda sua vida.


Foi assim que aconteceu no período da luta insurreccional, quando resolveu dar em penhor bens pessoais para custear o combate, antes que pedir dinheiro para outros ou utilizar os recursos de seus pais.
Comportamento semelhante manteve a família Castro Ruz, quando uns meses depois da vitória da Revolução, cedeu suas terras da área de Birán.

“O exemplo de desinteresse, austeridade, desprendimento pessoal, generosidade e ética de Fidel animou os mais novos, que nesse momento resolveram acompanhá-lo e hoje e amanhã, estão dispostos a fazê-lo”, assinalou Leal.
Acrescentou que, de seu valor como ser humano, é bom salientar que nunca abandonou nenhum companheiro na luta, a sua elevada exigência consigo mesmo e o esforço especial em salvaguardar o património cultural da nação, em que obteve classificação de excelente no resgate material, social e espiritual da Havana Velha.

Para a membro do Bureau Político e directora do Instituto Finlay, a doutora Concepción Campa, as mentiras da Forbes evidenciam que os nossos inimigos são incapazes de compreender aqueles que nunca consideraram nem considerarão o dinheiro como se fossem Deus.
Disse que Fidel soube ensinar que não é mais rico aquele que mais tem, senão aquele que necessita menos.
Contudo, os autores de guerras de agressão que deixam vestígios por longo tempo, como os da guerra no Vietname, onde continuam nascendo bebés com deformações congénitas, devido ao emprego do agente laranja há mais de 30 anos, dificilmente compreenderão isso.

A notável cientista salientou a ajuda solidária de nosso país a muitas nações, por meio do envio de vacinas, sem lhe importar a posição política dos governos de turno nesses países.
Prova disso foi a doação feita ao povo uruguaio, em 2002, para fazer face a uma epidemia de meningite meningocócica, quando as autoridades desse Estado sul-americano aderiam aos planos do império de condenar Cuba na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Ver também:
2006 -
Quem é Forbes?
2005 -
Forbes y la fortuna de Fidel Castro

domingo, 18 de maio de 2008

DO ORIENTE MÉDIO VIVO PARA O MUNDO

Anunciando mais um projeto do jornal Oriente Médio Vivo.


Se trata da TV Oriente Médio Vivo.
Abaixo, a primeira produção do novo projeto:
Jornal Oriente Médio Vivo, Edição 84 –
Resistência Iraquiana: eventos da 4º semana de novembro

Com certeza, infelizmente aqui no Brasil somos manipulados pela mídia de direita, que lógico tenta impor sua ideologia em nossa mente. Onde difícilmente mostra a verdade ao povo brasileiro do que realmente aconteçe no Oriente Médio e em varias áreas de conflito.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

O SOFRIMENTO DOS CÃES NA GUERRA

A nova vítima da guerra no Iraque, os cães

"Chegará o dia em que o homem conhecerá o intimo de um animal, e nesse dia todo crime contra um animal será considerado um crime contra a propria humanidade."
Leonardo da Vinci


Se já não bastasse as pessoas que vivem num país que passou por uma terrível guerra e hoje se encontra no status de nação ocupada, sofrerem com a violência diária, a guerra como sempre, converte tudo e todos em pasto de sua fúria, onde o injustificável se justifica.
Esta semana deparei-me, com cenas cruéis, cenas que mostram soldados americanos torturando um cachorro a tiros e jogando um filhote do alto de um penhasco, este vídeo é perturbador, o soldado que lança o filhote penhasco abaixo sorri para câmera de outro soldado que filma a “brincadeira” doentia.
Mas segundo o jornal Herald não se tem ainda certeza se filhote jogado do alto do penhasco estava vivo ou morto, já que ele não emitiu nenhum som durante o vídeo, porém em outro vídeo um dos soldados grita com um filhote amedrontado ainda vivo.
O jornal online relata também que o soldado que aparece no vídeo jogando o filhote, foi identificado, e as autoridades do exército americano que investigam o caso prometem punição rigorosa.

É muito triste saber que fatos assim acontecem, revelando a face cruel do ser humano e contrariando o que em minha opinião deveria ser o princípio maior de um exército garantirá a paz, seja para os homens, seja para os animais.
Nota: não publiquei os vídeos por conterem cenas fortes, quem for maior de idade e quiser assisti-los pode me solicitar os links dos mesmos por comentário ou por e-mail.

sábado, 10 de maio de 2008

É HORA DE DIZER A VERDADE... NADA MAIS QUE A VERDADE

Quem não conhece a verdade não passa de um tolo; mas quem a conhece e a chama de mentira é um criminoso!
Por que é proibido dizer a verdade?

A que ponto chegou a "Humanidade" que aceita passivamente ser enganada tão brutalmente?
Onde estão os princípios de ética, de moral, de bem estar social onde o inverso que é aceito como certo e verdadeiro?
Apenas mais um exemplo:
VERDADES EVIDENTES DA GUERRA CONTRA O IRAQUE
Despedido por dizer verdades evidentes
Esta guerra não funciona
por Peter Arnett [*]
Ainda estou em estado de choque e pavor por ter sido despedido.
Há uma enorme sensibilidade dentro do governo americano em relação a reportagens vindas de Bagdad.
Eles não querem organizações críveis a informar a partir daqui porque isso lhes causa enormes problemas.
Porque a administração Bush está baseada na mentira.
Porque quase toda a sociedade estadunidense está baseada na mentira.
Há muito tempo que a mídia norte-americana não transmite a notícia como ela é: a notícia tem de sempre ser transformada em informações que confirmem a "realidade" que os grupos poderosos que controlam o mundo político-financeiro estão construindo.
Só que a verdade não é manipulável.
Por exemplo, durante meses, a mídia norte-americana tentou construir o franco favoritismo de Hilary Clinton. Pelo que a mídia noticiava, sua vitória só esperava o tempo determinado pela legislação eleitoral para se confirmar.
De repente, diante da adesão de superdelegados à candidatura de Barack Obama, a mídia hoje diz que Hilary tem uma candidatura que a cada dia mais se inviabiliza... Ela mesma já acenaria a Obama com uma aceitação de um possível convite para vice-presidência...
Tudo isso soou estranho para um telespectador comum do Jornal Nacional, mas não para aqueles que acompanham outros tipos de informação mais independente.
O mundo ocidental está baseado na mentira.
Por isso, o JN de hoje não mostrou o Lula falando sobre o risco Brasil, porque ele diz o que alguns já sabem: os EUA estão atolados em problemas de toda ordem: político-financeiro-econômico-social-cul... Dividas - interna e externa e interna - não lhes falta e são as maiores do mundo.
O plano da guerra - no Iraque - que manteria o poderio norte-americano por, pelo menos, mais um século - mesmo com todos os objetivos de usurpação sendo alcançados - não surtiram os efeitos esperados.
Fizeram a guerra, assassinaram Saddam Hussein e tantas outras pessoas inocentes para, por exemplo, manter o petróleo em U$ 6,00. E a quanto ele está hoje? A mais de U$ 120...
Tudo que foi roubado violentamente do Iraque não resultou em riqueza para os EUA.
Eles empobrecem em ritmo vertiginoso.
Mas a mídia dominante esconde isso, como se ao esconder, impedisse que o mal continuasse a se aprofundar. A mentira é sempre abrigo dos inconscientes, daqueles que, por excesso de egoísmo, se tornaram autistas e não mais têm consciência de que realmente acontece em seu derredor.
http://br.answers.yahoo.com/my/profile;_ylt=At4U7oAeO3WNmwdUMF_iYEPpExV.;_ylv=3?show=2fRLEuzRaa

quarta-feira, 30 de abril de 2008

BILAL HUSSEIN ESTÁ LIVRE

Bilal Hussein trabalha para Associated Press e já ganhou o Pulitzer
Pentágono vai processar fotojornalista iraquiano acusado de ter ligações aos separatistas

20.11.2007 - 17h30 Reuters
O Pentágono vai processar o fotojornalista iraquiano Bilal Hussein, da Associated Press, que, segundo a agência de segurança norte-americana, mantém ligações com os rebeldes separatistas.
O processo será apresentado ainda este mês ao Centro Criminal Iraquiano, revelou Geoff Morrell, assessor de imprensa do Pentágono que se recusou a debater as queixas contra Hussein.
Segundo a AFP, o fotógrafo teria na sua posse documentos dos rebeldes, tais como planos para uma bomba, panfletos de propaganda e uma foto de reconhecimento de uma instalação aliada.
A agência francesa refere ainda que o fotojornalista tinha “acesso constante a actividades rebeldes, aparentemente sem risco próprio”.
“Desde a sua detenção, surgiram novas provas que indicam que Hussein é um operacional de comunicações rebelde que se infiltrou na AP”, diz Morrell do fotógrafo que, em 2005, fez parte de uma equipa da agência americana galardoada com o prémio Pulitzer.
A AP pediu a libertação imediata de Bilal Hussein, considerando que os seus direitos estão a ser “ignorados”.
“O tratamento de Bilal representa uma deturpação da mesma justiça e lei que os Estados Unidos dizem estar a ajudar o Iraque a construir”, diz Tom Curley, presidente da AP.
Hussein, de 36 anos, é repórter da AP desde 2004 e fotografou várias zonas de perigo no Iraque.

Fallujah - Iraqi insurgents fire a mortar and small arms during the U.S.-led offensive against insurgents in the city.
(Photo by Bilal Hussein, November 8, 2004.)
©Associated Press

eduspaces.net/tanias/weblog/218403.html
BILAL HUSSEIN IS FREE!





News just came in that our dear colleague Bilal Hussein is free at last!!




Hemos recibido la noticia que nuestro querido colega Bilal Hussein esta libre al fin!!



Congrats to all who helped/made it happen!!!!!!
Pzdrv & Sayonara,
Ndljko@
45.247° N19.875° E

Published on Monday, November 15, 2004 by the Associated Press
AP Photographer Flees FallujahWitnesses US Helicopter Kill Fleeing Family of 5
by Katarina Kratovac

BAGHDAD, Iraq - In the weeks before the crushing military assault on his hometown, Bilal Hussein sent his parents and brother away from Fallujah to stay with relatives.
The 33-year-old Associated Press photographer stayed behind to capture insider images during the siege of the former insurgent stronghold.
"Everyone in Fallujah knew it was coming. I had been taking pictures for days," he said.
"I thought I could go on doing it."

In the hours and days that followed, heavy bombing raids and thunderous artillery shelling turned Hussein's northern Jolan neighborhood into a zone of rubble and death.
The walls of his house were pockmarked by coalition fire.

"Destruction was everywhere. I saw people lying dead in the streets, wounded were bleeding and there was no one to come and help them. Even the civilians who stayed in Fallujah were too afraid to go out," he said.

"There was no medicine, water, no electricity nor food for days."

By Tuesday afternoon, as U.S. forces and Iraqi rebels engaged in fierce clashes in the heart of his neighborhood, Hussein snapped.

"U.S. soldiers began to open fire on the houses, so I decided that it was very dangerous to stay in my house," he said.

Hussein said he panicked, seizing on a plan to escape across the Euphrates River, which flows on the western side of the city.

"I wasn't really thinking," he said. "Suddenly, I just had to get out. I didn't think there was any other choice."

In the rush, Hussein left behind his camera lens and a satellite telephone for transmitting his images.
His lens, marked with the distinctive AP logo, was discovered two days later by U.S. Marines next to a dead man's body in a house in Jolan.

AP colleagues in the Baghdad bureau, who by then had not heard from Hussein in 48 hours, became even more worried.

Hussein moved from house to house — dodging gunfire — and reached the river.

"I decided to swim ... but I changed my mind after seeing U.S. helicopters firing on and killing people who tried to cross the river."

He watched horrified as a family of five was shot dead as they tried to cross.
Then, he "helped bury a man by the river bank, with my own hands."

"I kept walking along the river for two hours and I could still see some U.S. snipers ready to shoot anyone who might swim. I quit the idea of crossing the river and walked for about five hours through orchards."

He met a peasant family, who gave him refuge in their house for two days. Hussein knew a driver in the region and sent a message to another AP colleague, Ali Ahmed, in nearby Ramadi.

Ahmed relayed the news that Hussein was alive to AP's Baghdad bureau.
He sent a second message back to Hussein that a fisherman in nearby Habaniyah would ferry the photographer to safety by boat.

"At the end of the boat ride, Ali was waiting for me. He took me to Baghdad, to my office."

Sitting safely in the AP's offices, a haggard-looking Hussein offered a tired smile of relief.

"It was a terrible experience in which I learned that life is precious," he said.
"I am happy that I am still alive after being close to death during these past days."
© 2004 AP







Bilal Hussein, a photographer for The Associated Press based in Fallujah, Iraq, visits with his brother Dr. Abdul Hadi, left, and Hadi's daughters Ban, 14, and Batool, 7, in Baghdad, Iraq, Sunday Nov. 14, 2004.


Hussein went missing for several days when forced to flee Fallujah during the U.S. incursion earlier this week. (AP Photo/Karim Kadim)


www.commondreams.org/headlines04/1115-04.htm

sábado, 26 de abril de 2008

SANGUE POR PETRÓLEO DO IRAQUE

















Na “Nova Cruzada” de George W. Bush, pouco se comenta sobre as
vítimas dos ataques estadunidenses.

Tal realidade não representa
simplesmente um “dano colateral” da frustrada “Guerra Contra o
Terrorismo”, como a mídia ocidental insiste em explicar.



As vítimas da “Nova Cruzada”


Enquanto bombas continuam a cair sobre os territórios marcados
pela “Nova Cruzada” de George W. Bush, pouco se comenta sobre
as vítimas civis dos ataques estadunidenses.

Fato é que o número
delas é incalculavelmente maior do que de supostos “terroristas”.
Tal realidade não representa um “dano colateral” da frustrada
“Guerra Contra o Terrorismo”, como a mídia ocidental insiste em
explicar, mas sim a sua verdadeira natureza.
Não é mais novidade que a maioria dos invasores, militares ou não,
são destituídos de qualquer noção sobre inimigos e aliados.

Isso se
torna ainda mais evidente e perigoso quando “pilotos” de veículos
aéreos não tripulados em uma base em Las Vegas (nos Estados
Unidos) são escalados a conduzir missões pelo Iraque, Afeganistão,
Somália e áreas tribais do Paquistão, derrubando mísseis sobre
residências de “homens suspeitos”.

Um exemplo evidente
aconteceu em 23 de março desse ano, em Baquba, no norte do
Iraque, em que 16 pessoas de uma mesma família (homens,
mulheres e crianças) foram mortas por um veículo aéreo não
tripulado estadunidense.

Segundo a história oficial, produzida pelos
militares, “homens suspeitos armados abriram fogo”.

Na realidade,
tratava-se do fim de uma festa de casamento, enquanto a família
comemorava o que poderia ser um dia de paz em tantos anos de
injustiças e incertezas.

Fato é que, não importa o quão “preciso” as
“armas inteligentes” possam ser, guerras aéreas sempre foram – e
continuam a ser – o meio mais duvidoso e devastador de se
conduzir uma guerra.
No terreno montanhoso do Afeganistão, e mais recentemente no
Iraque, além de escassas incursões ilegais em áreas tribais do
Paquistão, o uso desse “poder aéreo” tem aumentado.

Desde os
últimos meses de 2007, o número de vítimas civis também voltou a
crescer, simultaneamente às operações militares estadunidenses
sem o uso da força aérea, que se tornaram inexistentes.

Isso
significa mais “erros de precisão”, e mais “investigações” sobre as
mortes de “insurgentes” e “militantes” que, em solo, parecem se
transformam em crianças, mulheres e idosos tentando levar uma
“vida normal” em meio ao caos criado pela invasão do país.
Um dos resultados naturais dessa violência alheia é que uma força
gera uma resistência.

O uso desnecessário de força, especialmente
a imprecisão dos bombardeios aéreos, é um gerador de inimigos.
Toda vez que um bombardeio é ordenado, sabe-se que em
decorrência existirão maridos, esposas, irmãos e irmãs de luto,
atrás de vingança

– uma verdadeira união de potenciais candidatos
consumidos pela fúria de uma genuína injustiça.

De acordo com o
estudo do conceituado jornal médico britânico The Lancet, a única
análise científica realizada sobre o número de civis mortos no
Iraque, desde a invasão do país, conta com
“pelo menos 655 mil
civis iraquianos mortos como resultado direto da invasão e
ocupação do país”, desde 2003.

Outro estudo com credibilidade,
mais atualizado em termos de data, realizado pela
organização
britânica Opinion Research Business
, anunciou em setembro de
2007 que
“cerca de 1,2 milhões de pessoas foram mortas como
resultado da guerra”.

Considerando isso, é difícil de imaginar todas
as conseqüências dessa devastação.

Isso constitui algo implacável:
inocentes foram mortos e talvez
não tenham estado nos planos,
talvez não foram assassinados
com intenção, mas os
criminosos são responsáveis de
qualquer maneira – isso é

incontornável.

Mesmo se os culpados se recusarem a reconhecer
isso (e é o que acontece com os militares estadunidenses),
aqueles
que sofrem as conseqüências nunca esquecerão o que realmente
aconteceu.

E essas vítimas sem rostos, sem nomes, são
simplesmente esquecidas em meio às centenas de notícias e
propagandas militares disseminadas pela mídia ocidental – mais
uma vez abandonados pelos causadores de toda a tortura.
Afinal, o que não sabemos, ou não nos importamos de saber, outros
podem saber e se preocupar intensamente.


Quem esquece quando
um ente querido é inesperadamente morto?

Certamente muitos
estão contando cada corpo deixado para trás pela máquina de
destruição em massa que é o exército dos Estados Unidos.

É
intrigante que as vítimas do 11 de setembro se consideram
especiais, mas eles não são os únicos que perderam suas vidas por
um ataque aéreo.

Portanto, as famílias e conhecidos daqueles
classificados como “dano colateral”, os mais de 650 mil deles,
sabem muito bem o que e porque aconteceu.

E toda ação tem uma
reação. 




As vítimas da “Nova
Cruzada”
Sangue por petróleo resume a ocupação do Iraque