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sábado, 7 de março de 2009

A BASE DA ECONOMIA MUNDIAL

Quem criou a Al-Qaeda ?

Os Eua usaram o Talibã para expulsar os soviéticos do Afeganistão.

Bush através de sua empresa Arbusto Energy estabeleceu negócios de petróleo com membros da família Bin Laden.

Como a Al-Qaeda serve para influenciar as nossas vidas e a economia mundial ( preço do Petróleo).

Homens da CIA encontraram-se com Bin Laden.


O que é a "Al-Qaeda" ?

Após o 11 de setembro a Al-Qaeda tornou-se mundialmente famosa.
O nome significa "a Base", segundo a versão oficial, esse grupo terrorista seria fundado em 1987 ou 1988 pelo famoso Bin Laden.
Existem muitas coisas que não batem certo, relativamente à Al-Qaeda, muitas coisas sem sentido.
Irei abordar aqui.

Podem ter certeza que a Al-Qaeda vai influenciar as nossas vidas, mas não como se pensa.
Os Eua usam a Al-Qaeda para justificar tudo, para justificar a "guerra contra o terrorismo", a invasão do Iraque, a subida dos preços do petróleo!

Algo que se reflete nos bolsos de todos nós.
Eles, desde 2001, lançam "alertas" de eventuais ataques, mantendo a população americana sob constante guerra psicológica, controle mental.
Em setembro de 2001 a Al-Qaeda atacava o World Trade Center e de repente torna-se uma ameaça a nível mundial, sabendo que o atentado do World Trade Center tem muitas inverdades, muita conspiração, e serviu de lançamento para a luta contra o terrorismo,
como poderemos acreditar que foi a Al-Qaeda a realizar tal atentado?

O que ganha a Al-Qaeda com mortes de reféns jornalistas, de várias nacionalidades?
Nada.
Mas os Eua assim poderão ter apoio de outros países, cujos cidadãos reféns foram mortos, eis a questão.
Mais tarde surge um vídeo de um americano decapitado, que se comprovou ser uma video-montagem!

Mais e mais mentiras.

Como tudo começou, Estados Unidos apoiaram o Taliban

Os Eua têm interesse no Afeganistão, não só pelo negócio do ópio ( 80% do ópio a nível mundial vem do Afeganistão) mas também porque querem construir lá um oleoduto e gasoduto.
O Paquistão e Afeganistão suportam cerca de 60% da droga que é enviada para os Estados Unidos.

Segundo o relato histórico oficial.

Os Soviéticos invadiram o Afeganistão em meados de 1979.
Entre 1982 e 1992 os Estados Unidos, operação através da Cia, apoiaram cerca de 100.000 radicais islâmicos ( de 40 países islâmicos) que se uniram para expulsar os Soviéticos. Conseguiram expulsar os Russos, com apoio dos Eua , isto é sabido em todo o mundo e notificado em inúmeros jornais.
A Cia ( Central Intelligence Agency ) apoiou a Jihad ( Guerra Santa ) em conjunto com o ISI do Paquistão ( Inter Services Intelligence ).

Os Estados Unidos injetaram cerca de 6 bilhões de dólares no Afeganistão, em armamento, treinos, etc.

Os Taliban foram muito úteis aos Eua para expulsar os inimigos Russos.

Porém a verdade é um pouco diferente, os Estados Unidos provocaram os Soviéticos para que esses invadissem o Afeganistão.
A invasão Soviética deu-se em Dezembro de 1979, mas em Julho de 1979 ( 5 meses antes ) o presidente Jimmy Carter assinou a diretiva para o apoio aos afegãos contra soviéticos, de acordo com declarações de Zbigniew Brzezinski, conselheiro de segurança do presidente.
Uma operação secreta da CIA "empurrou" os soviéticos para a armadilha dos Taliban.

Ou seja , os Eua, de algum modo, queriam arrasar os soviéticos e, quando eles se dirigiam para o Afeganistão, os Eua, meses antes, já preparavam a guerra contra eles, usando os Taliban, muito bem treinados e armados, injetando ainda no país , 6 bilhões de dólares.

Os taliban conheciam bem o terreno do Afeganistão, eram os homens indicados.

O Jornal New York Times noticiou dia 15/09/01 que, pelo menos, sete dos "pilotos suicidas" do 11 de setembro foram treinados em bases militares dos Eua.

Bin Laden foi para o Afeganistão em 1980, especialista em recrutar e treinar mujaidins, ele foi também treinado pela CIA.
Sabe-se que a família Bush tem negócios de armamento e petróleo com a família Laden, por isso é que as declarações "oficiais" do Pentágono sempre diziam que Bin Laden não tinha contato com a família, que era um renegado, o que é falso.

Ele mantém laços com a família, a sua fortuna estima-se em cerca de 300 milhões de dólares, contudo deve ter muito mais.


Bush e família Laden - Negócio de petróleo

Em 1979 o primeiro negócio de Bush era a "Arbusto Energy" ( arbusto é Bush em espanhol).
James Bath um amigo próximo da família apoiou-o com 50 mil dólares, ficando com 5% de ações .
James era representante de negócios de Salem Bin Laden, nos Eua, ( Salem é um dos 17 irmãos de Bin Laden ), Bush teve algumas empresas nos últimos anos e faliram todas.

Bush (pai), enquanto presidente, fora também diretor da CIA.

Para invadir o Iraque , os Eua inicialmente usaram alguns argumentos alegando que haviam ligações entre Iraque e Al-Aaeda, o que é falso.
Saddam sempre foi inimigo de Bin Laden.
Além disso também nunca foram encontradas armas nucleares no Iraque.

Como a Al-Qaeda ( organização encoberta da CIA) vai influenciar as nossas vidas?

Daqui para frente , na Tv, iremos sempre ouvir "alertas" de perigo e ainda vão ocorrer alguns atentados, sempre em nome da Al-Qaeda, está claro.

Após o atentado em Khobar, o preço do petróleo atingiu máximos históricos, tudo por causa das "ameaças" da Al Qaeda, toda esta especulação faz subir o preço da gasolina, que todos nós ( em todos os países) vamos sentir na carteira.

Cada vez ressente-se mais no final do mês as despesas com a gasolina, cada vez estamos mais em crise.

Em consequência disso, todos os transportadores de bens e alimentos, face ao preço dos combustíveis, aumentam o preço, assim temos bens e alimentos, cada vez mais caros! Além disso, esta crise do petróleo afeta a economia dos países europeus e de outros.

Basta algum americano da Casa Branca berrar: "A Al-Qaeda vai atacar!" e é o suficiente para o mundo inteiro entrar em crise e o petróleo subir de preço, já viram ?!

Tudo não passam de interesses, as grandes multinacionais produtoras de petróleo querem lucrar com os aumentos, reparem em Portugal, a Galp, Shell e Bp subiram mais de 15 vezes o preço, e continuam a subir 1 cêntimo, aumentam umas 15 vezes o preço e depois baixam 1 ou 2, voltando a subir.

É incompreensível como a Galp aumenta aqui o preço (devido ao aumento do preço de petróleo) mas na Espanha têm um ponto onde a gasolina é 14 centímos por litro mais barata! A crise só afeta certas zonas?

Devemos recordar também que a família Bush, Laden e o grupo Carlyle têm negócios de petróleo, eles adoram a subida dos preços lucram bilhões de dólares, quando quiserem mais basta dizer "a Al-Qaeda vai atacar".

Nós estamos financiando a guerra:

Repare eu, você, todos nós, ao pagarmos combustíveis cada vez mais caros e consequentemente o gás doméstico também, estamos contribuindo para que essas empresas lucrem bilhões de dólares.
Se a família Bush, Grupo Carlyle, família Laden têm negócios do petróleo , eles lucram.

A Guerra no Iraque ( que custa trilhões $ ) é, em parte, financiada pelo dinheiro que eles lucram com o aumento do preço de petróleo.
Eles têm que pagar aos homens e pagar tanques de algum modo!
E dentro de um ou dois anos ficam com o petróleo Iraquiano ( 11% das reservas mundiais).

Então, nós vamos pagar petróleo, que eles exportam para cá, pagamos ao preço que Eles quiserem!

Continua a Guerra psicológica agressiva e sutil aos cidadãos americanos e do mundo

Al-Qaeda pode fabricar arma suja contra os Eua, afinal quando ouvi isso?
Foi em 2002, em 2003 também, e agora novamente em 2004.
Ameaças de um grande atentado nos Eua, quase todos os meses lançaram alertas desses!
Digam-me , é ou não é guerra psicológica? !!!

Notícia na sic:

A rede terrorista Al-Qaeda tem tecnologia e os meios necessários para fabricar uma "bomba suja" radioativa contra os Estados Unidos e outros países ocidentais, alertou, ontem, a CIA ( serviços secretos). Esta agência diz que o perigo de um ataque com armas não convencionais "permanece elevado".

No seu relatório anual sobre as ameaças de proliferação das armas, a agência de serviços secretos norte-americanos refere que a rede liderada por Osama Bin Laden tem também os "meios rudimentares" essenciais para a produção de armas químicas.

A CIA revela ainda que o Irã tem "um programa clandestino de armas nucleares" mas nada diz sobre as acusações lançadas este mês pelo secretário de Estado norte-americano, Colin Powell, segundo as quais Teerã está a tentar dotar os seus mísseis com cargas nucleares.

A agência dos serviços secretos faz soar o alarme junto dos membros do Congresso sobre as ameaças colocadas por organizações terroristas no domínio dos materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares, susceptíveis de serem empregues contra os Estados Unidos e seus aliados.

COMENTÁRIO: Novamente os aliados em questão, ou seja a CIA quer lançar o pânico nos Eua, mas também por toda a Europa e países aliados, vamos meter todos ao barulho nesse guerra, eis a questão!

Eu vejo isso como uma história de lobo, tantas vezes gritam "lobo", e nada ocorre (porque são falsos alertas, já deve ser o centésimo alerta) e qualquer dia quando realmente fizerem sujeira, já ninguém acredita na história , porque tantas vezes a ouviram.

Bin Laden - o bode expiatório...

Os americanos criaram o Bin Laden, "o diabo dos tempos atuais, que ameaça o mundo inteiro".
Ninguém capturou o Bin Laden porque não quiseram , ainda custa a acreditar que a família Laden e a família Bush têm ligações, negócios de armamento e petróleo ?

Que Bin Laden é um homem da CIA, um bode expiatório islâmico apenas para justificar esta "guerra contra o terrorismo" ?

Se ainda duvidam, aqui ficam mais umas notícias intrigantes!

Em janeiro de 2001 após eleições presidenciais, foi dito ás agências de inteligência ( exemplo: CIA, FBI ), para parar com as investigações acerca da família Bin Laden e famílias reais sauditas ( foi noticiado pela BBC no dia 06/11/01 )

Maio de 2001, chefes da segurança nacional dos Eua rejeitaram diversas vezes a oferta de documentos secretos que o Sudão lhes oferecia a respeito da família Laden e Al-Qaeda, investigações, etc, os Eua não se mostraram interessados nesses documentos ( noticiado pelo The Guardian, a 30/09/01 )

Maio de 2001, o secretário de Estado Colin Powell dá 43 milhões de dólares aos Talibans, ( foi noticiado pelo Los Angeles Times em 22/05/01 ),
no ano 2000, já haviam fornecido 113 milhões de dólares ao regime Taliban ( State Department Fact Sheet 12/11/01).

Porque capturaram Saddam e
ainda não capturaram Bin Laden?

Porque não querem , estão enganando o mundo e forjando vídeos dele a todo o momento. Não capturaram Bin Laden porque ele é apenas um personagem fachada, querem mais provas ??

14 de junho de 2001, Bin Laden recebeu tratamento hospitalar de um doutor canadense ( Dr. Callaway ) no hospital americano do Dubay ( esse Dr. nunca quis prestar declarações à imprensa), Bin Laden recebeu também a visita de dois agentes da CIA. ( Este fato é amplamente conhecido, divulgado em vários meios, entre eles o London Times em 11/01/01 e no The Guardian a 11/01/01).

sábado, 23 de agosto de 2008

ENGENHEIRO DA PETROBRÁS CULPA CIA E HALLIBURTON PELO FURTO DE INFORMAÇÕES DA PETROBRÁS


Engenheiro da Petrobrás culpa CIA e Halliburton pelo furto de informações da empresa. Sabiam disso?


O Diretor de Comunicação da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), Fernando Siqueira, apontou a CIA (agência de inteligência dos Estados Unidos) e a empresa estadunidense Halliburton como os POTENCIAIS RESPONSÁVEIS pelo FURTO dos equipamentos da empresa com informações estratégicas e confidenciais sobre as descobertas recentes de grandes reservas de GÁS E PETRÓLEO na Bacia de Santos


Siqueira, em declaração ao Brasil de Fato, justifica sua hipótese argumentando que os Estados Unidos vivem uma situação delicada em relação ao abastecimento de petróleo e sendo O MAIOR CONSUMIDOR do planeta, é o maior interessado na obtenção destes dados.


O Brasil de Fato lembra ainda a Halliburton é uma das principais fornecedoras do Pentágono e mantém vínculos estreitos com membros do primeiro escalão do GOVERNO BU$H, como o vice-presidente Dick Cheney.

http://naperiferiadoimperio.blogspot.com...

terça-feira, 15 de julho de 2008

BUSH AUTORIZOU TORTURAS

NYT afirma em 1ª página que governo Bush autorizou tortura

“The New York Times” confirma, ainda, a existência de mais dois memorandos secretos, de 2005, mandando torturar, e que, depois de breve intervalo em 2006, Bush ordenou à CIA em julho deste ano a retomada da tortura e das prisões secretas

Com três anos de retardo, mas enfim, o jornal “The New York Times” confirmou na primeira página, no dia 4 de outubro de 2007, que “Bush autorizou tortura”, como disse o HP em junho de 2004 nas manchetes do dia 16 e do dia 18.
O HP obteve, na época, os memorandos da tortura - esses assinados em 2002 - da própria mídia dos EUA, em meio ao escândalo de Abu Graib.
O “NYT” revelou, ainda, a existência de mais dois memorandos secretos, de 2005, mandando torturar, e que, depois de breve intervalo em 2006 por causa da decisão da Suprema Corte mandando respeitar as Convenções de Genebra,
Bush ordenou à CIA em julho deste ano a retomada da tortura e das prisões secretas.

“LEGADO ENCOBERTO”

Em editorial, o “NYT” afirmou, também, que “os pareceres secretos são um legado encoberto do segundo mandato de Bush”.
Talvez seja por isso que trate secundariamente os pareceres de 2002 a favor da tortura, mas que foram os que deram base aos seguintes.
Esses memorandos de 2002 foram pedidos pela Casa Branca ao Departamento de Justiça, para “orientação” em “campo” da CIA, sobre “os padrões de conduta sob a Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos e Punições Cruéis, Desumanas e Degradantes, tal como implementado nas seções 2340-2340 do título 18 do Código Penal dos EUA”.
A “consulta” foi respondida pelo chefe do “Office Legal Counsel”- OLC (Advocacia da União), Jay Baybee, e devolvida ao então “conselheiro jurídico” de Bush, Alberto Gonzáles, depois seu ministro da Justiça, para entrega à CIA.
A ordem era estripar, organizar campos de concentração, prisões secretas e vôos de “rendição”, a título da “guerra ao terror”, e com impunidade garantida por Bush.

ABU GRAIB

Em decorrência do escândalo de Abu Graib, assim como no Senado houve a iniciativa, do senador John McCain, de restaurar no exército dos EUA o respeito às Convenções de Guerra de Genebra, ignoradas por Bush, o Departamento de Justiça emitiu um parecer de que a tortura era “hedionda” em dezembro de 204.
Foi um salve-se quem puder, o secretário de Justiça John Ashcroft caiu e Bush colocou no lugar seu fiel Gonzáles.
Enquanto o Departamento encenava considerar “hedionda” a tortura, Bush cuidava de emitir, em 2005, através deles dois pareceres mantidos secretos, que autorizavam a tortura.

Quando a Suprema Corte, depois de meia década de omissão, assegurou a todos os presos em campos de concentração dos EUA a proteção das Convenções de Guerra de Genebra, Bush encenou uma breve parada na tortura. Mas, informa o “NYT”, isso já acabou.
“Em julho, após um mês de debate dentro do governo, o presidente Bush assinou uma nova ordem executiva autorizando o uso do que o governo chama de técnicas ‘acentuadas’ de interrogatório e autoridades dizem que a CIA está de novo mantendo presos em prisões secretas no exterior”.

Os memorandos Baybee-Gonzáles estabeleceram uma verdadeira “jurisprudência da tortura”, asseverando que, para “ser tortura”, os atos praticados “têm de ser de uma natureza extrema” ao infligir, ou ter a intenção de infligir, “severa dor ou sofrimento, seja mental ou físico”.
“Certos atos podem ser cruéis, desumanos e degradantes, mas ainda assim não produzir dor e sofrimento para ser enquadrada na proibição contra a tortura da Seção 2340-A”, assinalou o documento.
Tortura, só com “dor que é difícil agüentar.”
Continuando, diz que tal dor teria de ser “equivalente em intensidade à dor que acompanha sérios ferimentos físicos, falência de órgãos, parada de função corporal, ou mesmo morte” e, para que “a dor ou sofrimento mental chegue à tortura, deve causar dano psicológico significante, e de significativa duração, por exemplo, meses ou mesmo anos”.

O memorando ia além: o Código Penal, “tomado como um conjunto”, só proibiria plenamente “os atos extremos”.
Já a Convenção contra a Tortura, assinada pelos EUA, supostamente proibiria “somente os mais extremos atos, reservando penalidades criminais unicamente para a tortura e deixando de requerer essas penalidades para tratamento e punições cruéis, desumanas e degradan-tes”.
Uma fraude de Bush: naturalmente, a Convenção Contra a Tortura e Outros Tratamentos e Punições Cruéis, Desumanos e Degradantes, como bem diz o nome, é um tratado que proíbe qualquer tratamento cruel, desumano e degradante, isto é, tortura – o que foi estabelecido no texto legal exatamente para evitar que a CIA e outros criminosos pudessem torturar impunemente, apenas alegando que não é tortura.
Assim, a lei de proibição da tortura seria travestida de lei sobre o direito de torturar, já que, pelo parecer dos juristas da CIA e Bush, só os “atos extremos” seriam “limitações à lei”.

IMPUNIDADE

Outro parágrafo considera que essa mesma seção 2340-A [do Código Penal dos EUA] “pode ser inconstitucional se aplicada a interrogatórios feitos de conformidade com os poderes do comandante-em-chefe” [isto é, Bush]. Ou seja, seria inconstitucional proibir a tortura, se for Bush quem a ordenar.
Tal proibição de torturar [da seção 2340-A do Código Penal dos EUA] “nas circunstâncias atuais pode ser barrada porque representaria uma infração da autoridade do presidente para conduzir a guerra. A necessidade de auto-defesa pode justificar métodos de interrogatórios que podem violar a seção 2340-A”.
Para completar, uma cláusula de impunidade total para os torturadores: “a necessidade de auto-defesa poderia fornecer justificativas que eliminariam qualquer responsabilidade criminal”.

O memorando também socorre os torturadores caso ocorram os tais “extremos” – “falência de órgãos, morte, dano permanente das funções mentais”, ou seja, as condições que no início eram apresentadas como supostas restrições à tortura.
O torturador não seria culpado de nada perante a Lei porque lhe faltaria “a intenção específica”. É o que pretendem Bush e seus juristas: “violar a seção 2340-A [proibição do Código Penal à tortura] requer que a dor e sofrimento severo deva ser infligido com intenção específica.
Se o acusado [de torturar] agiu com o conhecimento de que a dor e sofrimento severos eram razoavelmente adequados para o resultado que pretendia, ele teria agido somente com intenção geral”, portanto, não seria culpado e não teria que pagar por seus crimes.

BOM MOTIVO

O artigo do “NYT” também cita um bom motivo, para parar com a tortura e o desrespeito às Convenções de Genebra, a exemplo do HP de três anos antes.
No caso do “HP”, o senador democrata Joseph Biden interpelou o então ministro Ashcroft, lembrando-lhe de uma outra boa razão para a proibição contra a tortura, “caso não seja pelo motivo que a Humanidade a repudia.
Destina-se a proteger meu filho no exército.
É por isso que nós temos esses tratados. Então, quando americanos são capturados, eles não são torturados.
Essa é a razão, caso alguém a tenha esquecido”.
John Hutson, um dos principais advogados da marinha dos EUA de 1997 a 2000, disse ao “NYT” temer que tal tratamento ponha em risco no futuro americanos.
“O problema é que, uma vez que você tenha uma opinião legal dizendo que tal técnica é OK, o que acontece quando um dos seus é capturado e eles fazem isso com ele?
Como nós protestamos, então?”


ANTONIO PIMENTA
http://www.horadopovo.com.br/2007/outubro/2609-10-10-07/P7/pag7a.htm

domingo, 6 de julho de 2008

APOIO AS RESISTÊNCIAS

No meu ponto de vista apoiar a causa Palestina é uma questão de carater. A verdade está estampada para todos olharem. O unico país do mundo que tem suas fronteiras muradas e vigiadas metro a metro é Israel, mas Israel não vive com suas fronteiras muradas e fortemente armada para empedir seus inimigos de entrar em seus territórios, Israel tem suas fronteiras muradas para garantir o pedaço de terra surrupiado, e outros países jogam pedras na fronteira e usam cercas de arame farpado junto aos muros de Israel para Israel não furtar ou se apropriar de mais territórios. Israel e o Governo Americano formado por descendêntes de Judeus são os donos do poder no mundo, são juizes e promotores, tudo que acontece ou se fala no mundo tem que ser confirmado por americanos para ser legitimado. Israelenses e americanos usam uma tatica suja que chama todos os seus inimigos de terroristas e que terrorista não tem direito a nada e quem der espaço a palavras, opiniões e argumentos desses supostos terroristas são também terroristas, portanto, quando americanos e Israelenses proibem qualquer forma de contato ou da população saber o argumento da outra parte sendo os unicos a informar a noticia e a mostrar os culpados, automaticamente americanos e Israelenses passam a ser os donos da verdade, quando vc cala a boca do inimigo e passa a ser o unico a apresentar argumentos e criticas vc também passa a ser o dono da verdade, mesmo que essa verdade seja uma mentira desvairada. Desde o dia que o HAMAS assumiu o governo da palestina os EUA e Israel fizeram de tudo para provocar essa situação, desde matar os palestinos de fome e doenças até assasinar inocêntes e prender políticos palestinos diariamente. Israel nitidamente provocou tudo isso, mais infelizmente os governos cretinos e vasalos fingem que não viram nada e não estão vendo nada, repetindo a retórica americana que Israel é vítima e a culpa é de quem realmente não tem culpa e é marginalizado pelo verdadeiro terrorista(Israel x EUA). Hafik Hariri foi morto pela CIA e pelo serviço secreto de Israel para que o mundo forsa-se a Síria a sair do Libano, era a Síria quem tinham os jatos, os mísseis terra ar que derrubariam os jatos Israelenses, os tankes, artilharia e 38 mil soldados. Como fizeram no Iraque, desarmaram o país e depois atakaram. Porque vcs acham que os EUA fizeram o maior estardalhaço para retirar a Síria do Libano? Por Bondade!!!! Os Americanos e Israelenses são perigosos pois eles tentam jogar o mundo na fogueira, com essa História de que todos os inimigos dos EUA e Israel são terroristas inimigos da liberdade e da democracia americanos e israelenses impõe ao mundo que seus inimigos são tambem nossos inimigos. Temos que dizer a Americanos e Judeus que nós não somos marionetes tapadas e que os inimigos de Israel e EUA não são nescessariamente nosso inimigos. Na minha ópinião essa é a luta do bem contra o mau, e o mau o lucifer e o diabo são os governantes dos EUA de Israel e seus seguidores. O Hizbolla nasceu do nazismo dos Israelenses no Libano, Hizbola é muito mais que um grupo de resistencia, é o Hizbola que vai para a linha de frente morrer pelo o povo do Libano.

Comentário de: Carlos Humberto de Carvalho Neto
Ligação permanente 09-08-2006 @ 02:31

http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/bolindri/2006/07/18/invasao_do_libano_ou_so_mortes

sábado, 31 de maio de 2008

FIDEL DESAFIA CALUNIADORES IMPERIALISTAS


FIDEL DESMENTE FORBES

“Desafio-os a que demonstrem que eu tenho um só dólar!”

O presidente Fidel Castro desafiou e instou Bush, a CIA, os 33 organismos da Inteligência dos Estados Unidos, os milhares de bancos existentes no mundo e os “serventes” da revista Forbes, que lhe atribuem uma fortuna de US$ 900 milhões, que demonstrem que ele tem um só dólar no exterior.


Se conseguirem uma só prova, disse que lhes ofereceria tudo que pretenderam e não conseguiram ao longo de quase meio século, durante o qual, têm tentado destruir a Revolução, assassiná-lo por meio de centenas de planos de atentados. Dou-lhes de presente tudo que têm pretendido”, afirmou, “e que se deixem de histórias e de bobagem. Tentem encontrar uma conta, um só dólar”, sublinhou.

“Se provam que eu tenho um só dólar, demito-me do meu cargo e das responsabilidades que tenho. Já não precisariam de planos, nem de transições, se provassem que tenho um só dólar”, manifestou enfaticamente o líder da Revolução cubana.

“Meteram-se em problemas com todas essas mentiras e esse nó górdio é preciso desatá-lo e, com certeza, vamos desatá-lo”, referiu-se à publicação norte-americana que lhe atribui os benefícios das empresas públicas da Ilha.

Para que eu estaria querendo dinheiro, se vou fazer 80 anos e outrora nunca quis?, perguntou.
E depois enfatizou que, durante sua vida, se entrincheirou nos princípios e nunca abriu mão deles.

Disse que esteve fazendo as contas do número de malas que teria precisado para levar esse dinheiro e comentou que teria necessitado por volta de mil.
“Quem levou? Em que avião? Que escolta carregou? Como é possível que eu tirasse dinheiro por tantos anos? São burros, à parte dos argumentos morais que derivam disso”.

“É simplesmente um xingamento”, afirmou.
Denunciou que querem assemelhá-lo aos ladrões que eles próprios amamentaram.
“Onde está o dinheiro de Mobutu? Onde está o dos Somoza? referiu que, nos Estados Unidos, há centenas de biliões de dólares roubados, através dos bancos americanos. Aí estão, procurem as listas e publiquem-nas”, salientou.

Fidel expressou que “ainda mais horrível que ‘mostrar’ a gente roubando é mostrá-la traindo os mortos, os que morreram no ataque ao quartel Moncada, na expedição do iate Granma, na serra Maestra, em Escambray, na Baía dos Porcos, nas missões internacionalistas ou defendendo o país das acções terroristas. É como trair gerações inteiras que combateram” frisou.

Acrescentou que o que os bandidos da Forbes deveriam publicar é o recorde olímpico dele, ao ser ao longo da história, a pessoa contra quem mais atentados planejou o mais poderoso império da Terra.

Destacou que, enquanto são publicadas tais infâmias contra Cuba e seus líderes, o país está trabalhando num programa que tornará possível que milhões de latino-americanos sejam operados à vista.

Referiu-se aos milhares de pacientes que se beneficiaram da Operação Milagre e perguntou o que pensariam essas pessoas quando lerem os jornais com notícias de que ele possui essa riqueza.
“É uma campanha para me mostrar como um ladrão”, disse.

E acrescentou que “isso tem um objectivo: anular Cuba, mostrar Castro como um ladrão para ninguém reconhecer nada do que fazemos a favor do mundo, ainda quando em nosso país há 25 mil profissionais da saúde que trabalham gratuitamente num número considerável de países.

“E isso tudo, porque dispomos de capital humano, e com certeza, contamos com US$ 100 bilhões em capital humano”, ressaltou.

Leu algumas notícias divulgadas em várias publicações que repetiram a infâmia da Forbes, e assinalou aesse respeito que, enquanto propositadamente publicam mentiras, não falam nada dos cerca de 20 mil estudantes latino-americanos de medicina que se formam em Cuba; ou de que neste país se formarão por volta de 100 mil médicos, nos próximos anos.

FORBES: LIBELO A SERVIÇO DO IMPÉRIO

As infâmias e mentiras propaladas pela revista Forbes, libelo ao serviço do império, a respeito do presidente cubano, foram desmentidas com verdades irrefutáveis expostas, no dia 15, à noite, ao nosso povo e ao mundo, por um grupo de personalidades importantes, que o acompanharam durante a apresentação especial, transmitida por rádio e televisão, em Havana.

Foi posto a descoberto o complô da publicação e do seu director com o presidente George W. Bush e a sua política obstinada anticubana e os serviços secretos dos Estados Unidos e o servilismo dos media aos ditames de Washington.

Com sólidos argumentos e razões, todos os participantes da Mesa-Redonda demonstraram que o império fica com raiva dos avanços de uma Revolução imaculada, honesta, justa e transparente, como a que se leva a cabo no nosso país.

No início da sua apresentação especial, Fidel confessou que sentia nojo pela mentira publicada no libelo, ao inclui-lo numa lista de governantes que amassavam vultosas fortunas pessoais, em meio de monarcas e ditadores.

Há mais de um ano, em 17 de março de 2005, referiu-se à infame publicação, mas naquele momento, preferiu encaminhar oseu discurso para um fato de importância transcendental para nosso povo: a revalorização do peso.

Relembrou que, noutra ocasião, ao responder aos depoimentos falazes do presidente dos Estados Unidos, diante de seus parceiros da máfia cubana de Miami, acerca de que o comércio com Cuba “somente encheria os bolsos de Castro e de seus sequazes”, manifestou:
“Não nasci completamente pobre. Meu pai possuía milhares de hectares de terra. Quando da vitória da Revolução, todas essas terras foram entregues aos operários e camponeses. Tenho a honra de poder afirmar que não possuo um só dólar. Toda minha fortuna, sr. Bush, cabe no bolso de sua camisa. Se um dia qualquer, precisasse guardá-la num lugar bem protegido de ataques preventivos e improvisados, rogaria que me emprestasse, e se for muita, vou doá-a a você de antemão, para pagar o aluguer.”

Além disso, assinalou que, no passado ano, Bush e as autoridades foram apanhados cometendo uma falta séria, ao protegerem o terrorista Luis Posada Carriles e somente a duras penas — não Bush, mas outros funcionários — tiveram que admitir que as denúncias de Cuba a respeito da acolhida do criminoso nos Estados Unidos eram certas e irrefutáveis.

A ofensa lançada pela revista Forbes foi reiterada novamente numa data recente e a mídia dependente do império noticiou.
Fidel advertiu que pusessem as barbas de molho e comparou, com termos do beisebol, a tarefa de desvendar a mentira com uma rebatida frente a um arremesso fraco, em que a bola sairia fora dos limites do campo, pelo jardim central.

Fidel explicou que, para desmascarar as calúnias, pensou: “Vou ficar diante do povo para me defender dessa porcaria?”
Julgou, contudo, que era conveniente conceder a palavra a várias personalidades que poderiam ilustrar diversos aspectos referidos ao assunto:
O ministro-presidente do Banco Central de Cuba, Francisco Soberón, a quem qualificou como um dos homens mais honestos que ele tinha conhecido; o ministro da Cultura, Abel Prieto, que teve contacto permanente com os movimentos sociais e intelectuais que resistem ao império; os cientistas Concepción Campa, criadora principal da vacina contra a meningite tipo B, e Agustín Lage, que à frente do Centro de Imunologia Molecular elaborou fármacos promissores contra o câncer, e o historiador Eusebio Leal, promotor do enorme empreendimento de resgatar a Havana Velha, e sumidade mundial quanto à remodelação de cidades históricas.

COMPLÔ DA EXTREMA DIREITA E DA CIA

Soberón ofereceu o perfil do dono da revista, Steve Forbes: um homem da extrema direita, associado aos presidentes Ronald Reagan e George Bush pai na desestabilização do antigo bloco socialista europeu.
Um empresário estadunidense rico, muito interessado em conhecer a origem de fortunas alheias, mas relutante em expor publicamente donde provém a sua, que ultrapassa US$ 1,83 biliões.
Ao demonstrar os métodos grosseiros e muito inconsistentes empregues para calcular a fortuna inexistente do líder da Revolução Cubana, o ministro-presidente do Banco Central de Cuba sugeriu, entre outras questões, que Forbes podia atribuir a George W. Bush 10% dos US$ 50 bilhões que são lavados anualmente de maneira impune nos bancos norte-americanos, provenientes do narcotráfico e do crime organizado, a mesma percentagem de multas e subornos dos US$ 280,25 bilhões que custou ao contribuinte norte-americano a agressão contra o Iraque.
Em vez de dedicar-se a difundir colossal mentira, com a qual quer macular a trajectória impoluta do líder da Revolução, a revista deveria pesquisar e publicar dados sobre os manejos sujos de Bush para aumentar a sua fortuna, como é o caso provado da compra e venda do time de beisebol dos Rangers, do Texas, e seu estádio, sobre sua responsabilidade pelas irregularidades financeiras da petroleira Harken Energy e sobre suas relações com a corporação Enron, protagonista da maior fraude na história recente dos EUA.

Como uma prova contundente da confiança de muitos no mundo no sistema cubano, o ministro do Banco Central anunciou que essa instituição conseguiu, recentemente, colocar na Bolsa Profissional de Valores de Londres, uma emissão de bónus, no valor de 400 milhões de euros, a pagar num ano com 7% de juros, os quais foram completamente comprados por bancos estrangeiros e cubanos, na mesma data de sua emissão.

Soberón salientou que “nos últimos nove anos, Cuba pagou importações no valor de US$ 44 biliões, entre as quais, se encontram as divisas recebidas pelo Cimex, pela venda de vacinas e as verbas que arrecada o Palácio das Convenções e outras quantias que aumentam nossas contas para despesas da nação que incluem a educação, a saúde, a previdência, a defesa interior e a reserva para enfrentar catástrofes climáticas e epidemias naturais ou introduzidas pelo inimigo.

“Na nossa economia, muito bem planificada e que conta com um sistema bancário nacional que maneja todas as divisas, é absolutamente impossível que uma pessoa da mais alta esfera do país possa dispor de contas no exterior”, sublinhou.

Completou sua intervenção ao afirmar: “Com absoluta autoridade moral e olhando de frente para o nosso povo e à opinião pública, afirmamos que o seu máximo líder constitui um exemplo de dignidade e pulcritude”.

A MENTIRA COMO ARMA DO PODER DA MÍDIA

“Erraram na escolha do milionário”, comentou ironicamente Abel Prieto a pretensão da revista Forbes ao incluir Fidel em sua lista de magnatas governantes.
O ministro da Cultura referiu-se à longa cadeia de calúnias e mentiras, à qual recorreu sistematicamente o imperialismo para desprestigiar aqueles que não se submetem a seu projecto hegemônico.
Entre os muitos e ilustrativos exemplos do uso da mentira como arma do poder da mídia, Abel comparou o escândalo, em 1986, que inventou uma ficha do “suposto poeta e suposto inválido” de Armando Valladares, premiado por Reagan com a nomeação de embaixador dos EUA na Comissão de Direitos Humanos em Genebra, com o silêncio que impediu que se soubesse a verdade a respeito do que investigou o activista salvadorenho Herbert Anaya, em torno dos crimes e torturas que se cometeram em La Esperanza: nenhum órgão da grande media quis publicar o relatório nem difundir o vídeo com os depoimentos das vítimas.

Tal prática de desinformação ganhou magnitude invulgar durante a actual administração norte-americana, como demonstram as mentiras que justificam a agressão ao Iraque e o assassinato, em Bagdad, do operador de câmara espanhol José Couso e de outros jornalistas.

O ministro da Cultura disse que, apesar do exercício da mentira, vai se abrindo cada vez mais caminho à verdade e ao pensamento emancipado.
Nesse sentido, considerou que seria muito útil a leitura do livro Cien horas con Fidel, conversações com Ignacio Ramonet, que estava entre os convidados ao comparecimento no estúdio da televisão.
O livro, na sua edição cubana, foi lançado em Havana.

“Viemos acusar aqueles que roubam e mentem”, resumiu o importante cientista Agustín Lage.


“Não precisamos de defender-nos, Fidel é defendido pela sua obra, pela sua ética, pela coerência de toda sua vida”, ressaltou.

Segundo o deputado à Assembléia Nacional do Poder Popular, a nova calúnia espelha a conduta durante décadas dos adversários ideológicos da Revolução, e constitui um verdadeiro insulto ao povo cubano, pois deviam ter pensado que nos convertemos num país de tolos ou de covardes para eles imaginarem que os cubanos não temos memória histórica e permitirmos ter à frente da nação um líder capaz de roubar e enriquecer-se.
Este povo lutou com as armas para derrubar os políticos corruptos do capitalismo e Fidel foi um dos primeiros a pegar as armas para pôr fim a tais desmandos.

Lage, director de um dos centros do Pólo Científico, no oeste da capital, sublinhou que o texto publicado por Forbes evidencia, em primeiro lugar, a ignorância absoluta a respeito da realidade cubana, pois, por exemplo, a empresa Medicuba, referida como uma das presumíveis fontes de receitas pessoais do presidente, não inclui, entre suas actividades, a venda de medicamento algum no exterior, nem de nenhum outro remédio da biotecnologia.

Indicou que “o que se pode ler entrelinhas, no artigo do referido libelo, é que reconhecem que a indústria biotecnológica criada e desenvolvida por Cuba obtém receitas consideráveis, quando muitas companhias no mundo não conseguem ser rentáveis por meio da comercialização de suas produções. Por exemplo, nos Estados Unidos, 70% das empresas do sector sobrevivem e obtêm ganhos por meio da especulação financeira e de outros negócios.
Nem um só centavo dos lucros obtidos no sector vai parar à fortuna pessoal de pessoa nenhuma. Somente, entre 1980 e 1990, foi libertado mais de um bilião de dólares para os investimentos da infra-estrutura no ramo da biotecnologia.

Além disso, fábricas com tecnologia cubana já foram montadas na Índia e na China”, afirmou Agustín Lage.

As divisas obtidas permitem também financiar os programas de assistência da saúde ao nosso povo.
“Se não for assim, não se poderia falar de que as crianças cubanas são imunizadas contra 13 doenças mediante vacinas aplicadas de graça; nem tampouco de que todos os doentes com SIDA são submetidos à tripla terapia”, explicou.

Da mesma maneira, os lucros obtidos das vendas no exterior são empregues no desenvolvimento da pesquisa científica, a qual precisa de aparelhos muito custosos, encarecidos pelo efeito das leis extra territoriais ditadas pelo governo dos Estados Unidos e pela perseguição de suas autoridades a qualquer empresa disposta a comercializar com nosso país.

Lage precisou que “neste momento, estão sendo implementados mais de 150 projectos de pesquisa e há mais de 900 patentes, em consequência da actividade científica neste sector. Acrescenta-se a isso, o aumento das contribuições da indústria biotecnológica para o Orçamento do Estado”.

“O inimigo é perverso, porém não tolo. Sabe que Cuba, sendo um ícone, é preciso isolá-la e impedir, a qualquer preço, todos seus sucessos. O ataque a Fidel é um ataque à Revolução, aos alicerces de nosso sistema político, às concepções cubanas do desenvolvimento económico”, disse Lage.

A RIQUEZA DAS VIRTUDES

Eusebio Leal, historiador da Cidade, prestou depoimento inédito a respeito do desprendimento e desinteresse pelos bens materiais que caracterizam Fidel Castro.
Durante muitos anos, guardou silêncio dessas vivências pessoais, mas agora é que pôde revelar: Entre 1991 e 1995, foi incumbido pessoalmente por Fidel de distribuir 11.687 presentes recebidos de 133 países, pelo presidente dos Conselhos de Estado e de Ministros. Entre esses bens, encontram-se pinturas, jóias, pedras preciosas, obras em marfim, tapetes valiosos, armas antigas, roupas, mobília, máquinas fotográficas, peças pessoais...

Apesar da pertinácia de Leal, que, como historiador teria preferido mostrar tais objectos como colecção relacionada com Fidel, o presidente Fidel Castro — contou Eusebio — deu a ordem expressa de entregar todas essas peças a centros culturais e a pessoas necessitadas, sem aparecer uma só nota pública referida à doação.
Somente nos registros dos museus e de outros centros beneficiados aparece a confirmação da sua procedência.

Se não for pela nova calúnia imperialista, com certeza, Leal não teria contado que o museu numismático recém-inaugurado conta com peças equivalentes a mil onças de ouro, doadas por Fidel, entre elas, 920 moedas norte-americanas de diferentes períodos históricos.

Eusebio lembrou que esse sentido de austeridade e o exemplo pessoal têm sido traços que caracterizam Fidel durante toda sua vida.


Foi assim que aconteceu no período da luta insurreccional, quando resolveu dar em penhor bens pessoais para custear o combate, antes que pedir dinheiro para outros ou utilizar os recursos de seus pais.
Comportamento semelhante manteve a família Castro Ruz, quando uns meses depois da vitória da Revolução, cedeu suas terras da área de Birán.

“O exemplo de desinteresse, austeridade, desprendimento pessoal, generosidade e ética de Fidel animou os mais novos, que nesse momento resolveram acompanhá-lo e hoje e amanhã, estão dispostos a fazê-lo”, assinalou Leal.
Acrescentou que, de seu valor como ser humano, é bom salientar que nunca abandonou nenhum companheiro na luta, a sua elevada exigência consigo mesmo e o esforço especial em salvaguardar o património cultural da nação, em que obteve classificação de excelente no resgate material, social e espiritual da Havana Velha.

Para a membro do Bureau Político e directora do Instituto Finlay, a doutora Concepción Campa, as mentiras da Forbes evidenciam que os nossos inimigos são incapazes de compreender aqueles que nunca consideraram nem considerarão o dinheiro como se fossem Deus.
Disse que Fidel soube ensinar que não é mais rico aquele que mais tem, senão aquele que necessita menos.
Contudo, os autores de guerras de agressão que deixam vestígios por longo tempo, como os da guerra no Vietname, onde continuam nascendo bebés com deformações congénitas, devido ao emprego do agente laranja há mais de 30 anos, dificilmente compreenderão isso.

A notável cientista salientou a ajuda solidária de nosso país a muitas nações, por meio do envio de vacinas, sem lhe importar a posição política dos governos de turno nesses países.
Prova disso foi a doação feita ao povo uruguaio, em 2002, para fazer face a uma epidemia de meningite meningocócica, quando as autoridades desse Estado sul-americano aderiam aos planos do império de condenar Cuba na Comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas.

Ver também:
2006 -
Quem é Forbes?
2005 -
Forbes y la fortuna de Fidel Castro

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

EUA: MUNDO DE MENTIRAS E ILUSÕES


Ao abrir o último ano do governo de George W. Bush, o povo
estadunidense se vê aprisionado em um mundo de mentiras e
ilusões
criado pelo seu governante eleito e seus comparsas do
Congresso. 

EUA: Prisioneiros de si
mesmos
Estadunidenses vivem em um mundo à parte

Ao abrir o último ano do governo de George W. Bush, o povo
estadunidense se vê aprisionado em um mundo de mentiras e
ilusões criado pelo seu governante eleito (e reeleito) e seus
comparsas (tanto Republicanos como Democratas) do Congresso.
Graças a uma estrutura de propaganda midiática bem financiada e
estruturada pelos seus aliados do governo, um povo que
certamente se esqueceu de todos os “princípios dos pais
fundadores”
, se verá livre de mais um regime de criminosos de
guerra, mas continuarão detidos em um mundo à parte.
Aprisionados sob a constante ameaça fabricada pelo “terrorismo”,
o
povo estadunidense se mostrou incapaz de abrir os olhos e
perceber que, desde o famoso 11 de setembro, as principais
ameaças de terrorismo foram cometidas pelo próprio governo.
Uma
clara evidência disso foi a tentativa de explodir em 2006 o edifício
Sears Tower, em Chicago, em que rapidamente a Al-Qaeda foi
acusada, mas que pouco depois se ficou sabendo que se tratava de
um plano interno de um agente do FBI.
Algumas vítimas inocentes
foram detidas como bode expiatório, e logo depois foram todas
libertadas.
Muitos políticos consideram os ataques de 11 de setembro, o ícone
maior da ilusão do “terrorismo” para o povo estadunidense, como
um evento orquestrado.
Membros dos gabinetes da Alemanha,
Canadá, Reino Unido e o atual Chefe de Estado da Rússia
declararam publicamente as suas dúvidas sobre a “história oficial”
do caso.
Recentemente, o ex-presidente italiano, Francesco
Cossiga, em uma entrevista ao diário italiano Corriere della Sera[1], na
edição de 30 de novembro de 2007, afirmou que “elementos
democráticos na América e Europa hoje sabem que os ataques de
11 de setembro foram planejados e executados pela CIA e pelo
Mossad (organização terrorista do governo israelense), para culpar
os países árabes e persuadir os poderes ocidentais a tomar ação
militar no Afeganistão e Iraque”.
As palavras de Cossiga refletem o
que muitos fora dos Estados Unidos pensam.
As citações de Cossiga foram ignoradas por absolutamente todos
os jornais e redes de notícia dos Estados Unidos, o que mostra para
quem está a lealdade da imprensa ocidental – para seus líderes, e
não para seu povo.
Dessa forma, a população daquele país vive em
um mundo de propaganda voltada para a aceitação de crimes de
guerra, tortura, agressão militar injustificada e opressão, enquanto
os “cidadãos da liberdade e democracia”, os estadunidenses e
israelenses, são contemplados em um universo marcado pelas
“constantes ameaças dos muçulmanos extremistas”.
Fato é que a
liberdade nos Estados Unidos não existe mais – isso é resumido
nas listas de proibição de vôo, nos casos de espionagem secreta de
cidadãos, na detenção de suspeitos sem acusação formal e nem

sequer evidências criminosas, nos casos confirmados de tortura e
uma longa lista de crimes contra estadunidenses (ou não) em nome
da ilusória “liberdade”.
Afeganistão e Iraque, alguns passaram a sentir o peso das suas
decisões em seus bolsos nesse último ano, mas poucos conseguem
entender que a maior perda é mesmo a ausência de qualquer noção
de liberdade.
Por exemplo: em outubro de 2007, os Democratas
colocaram em votação uma legislação que oficialmente destruiria
qualquer sentimento de liberdade de expressão, abrindo por um
período de 18 meses uma campanha nacional de “descobrir
estadunidenses com visões políticas extremas”
e dando liberdade
ao governo de detê-los sem aviso prévio.
Em uma decisão quase
unânime, a legislação foi aprovada no Congresso por 404 votos
contra 6.
Como de costume, adjetivos como “extremismo” e “radicalismo” são
usados pelo governo como se tais julgamentos fossem possíveis –
as definições das palavras dependem simplesmente da opinião
subjetiva dos membros do Congresso.
Existe algo que expresse
melhor o fim da autoridade da Constituição estadunidense?
Mas um
fato deve ser levado em consideração – os Estados Unidos são
uma democracia,
e o povo elegeu os líderes que lhes convêm. 
http://www.orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_89.pdf
[1]O Corriere della Sera (em português "Correio da Noite") é um jornal diário italiano, impresso em Milão, pertencente ao grupo RCS Mediagroup. É o primeiro da Itália, seguido pelo "La Repubblica" e pelo "La Stampa" . Foi fundado em 1876 pelo jornalista Eugenio Torelli Viollier. Tem este nome porque originalmente era vendido a partir da 21 horas.