
sexta-feira, 10 de abril de 2009
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
HOMENAGEM AO MÁRTIR SADDAM HUSSEIN
DIGNIDADE JUSTIÇA ORGULHO
"Estamos prontos para sacrificarmos nossas almas, nossas crianças e nossas famílias para não entregar o Iraque. Assim dizemos e ninguém acreditará que a América é capaz de violar a vontade dos iraquianos com suas armas."
"Não estamos intimidados pelo tamanho do exército, nem pelo tipo de armamento que os EUA trouxeram."
"Lembrem do corajoso camponês do Iraque e de como ele derrubou um Apache americano com uma velha arma." [ Saddam Hussein ]
CORAGEM GUERRA POLÍTICA
"Não esperem nossas ordens, apenas lutem contra o inimigo." [ Saddam Hussein ]
ATITUDE GUERRA OUSADIA
"Quem não puder combater, que desista e deixe outros comandarem." [ Saddam Hussein ]
ATITUDE GUERRA PODER
"Não estou tendo dificuldade para dormir. Caio no sono assim que coloco a cabeça no travesseiro." [ Saddam Hussein ]
GUERRA POLÍTICA
GUERRA POLÍTICA TRAIÇÃO
Cada um de nós da família do fiel e paciente Iraque, oprimido por seus inimigos malignos, deve se lembrar e não esquecer que estes dias o ajudarão a conquistar a glória que merece diante de Deus.
Alumie seu candeeiro e mantenha o fogo ardendo, temido pelos vis subservientes.
O Iraque será vitorioso, e, com o Iraque, nossa nação e a humanidade serão vitoriosas, e o mal será atingido a tal ponto que não mais poderá cometer crimes, e será atingido pelo que a aliança criminosa americano-sionista cometeu contra nações e povos, principalmente contra nossa gloriosa nação árabe.
Nome de Sadam será a bandeira da vitória da nação iraquiana
Presidente do Iraque e líder da maior revolução nacional em um país árabe, pela coragem e serenidade com que enfrentou o martírio, tornou-se herói de seu povo e de todos os homens livres
Sadam Hussein viveu como um homem e morreu como um homem.
Presidente do Iraque e líder da maior revolução nacional em um país árabe, só comparável àquela liderada por Nasser no Egito dos anos 50, seu nome será para sempre a bandeira da vitória do povo iraquiano e da nação árabe. Mais do que isso, seu martírio, por algozes particularmente repulsivos, deixou claro que se trata de um daqueles grandes homens dos quais a Humanidade pode se orgulhar e, antes de tudo, se identificar.
Sadam já havia conquistado esse lugar. Mas seu assassinato, especialmente nas condições em que se deu, fará com que pessoas até então aneste-siadas ou mesmo intoxicadas pela campanha difamatória contra ele, percebam a sua grandeza, a sua estatura heróica, o seu lugar naquela galeria de onde Lumumba, Che e outros da mesma estirpe hoje iluminam a condição humana.
Como disse ele em sua última carta ao povo iraquiano (V. a íntegra na página 6), “A escória desaparece como a espuma se esvai, enquanto o que é para o bem da Humanidade permanece sobre a terra”. Nenhum líder popular, com exceção provavelmente de Stalin, foi tão difamado. E por quem? Pelo aparelho de propaganda da CIA, pelos monopólios imperialistas, por seus beleguins escritos, impressos ou televisados. E por quê? Porque tornara o seu país independente do imperialismo, porque nacionalizara o petróleo iraquiano, porque chefiava um Estado popular, ou seja, democrático no mais preciso sentido do termo. O Iraque era, até a primeira invasão, e mesmo depois, sob o bloqueio que matou um milhão e meio de iraquianos, o país mais avançado entre os países árabes, o de maior nível de escolaridade, o de maior produção científica, o de maior desenvolvimento das relações sociais.
ÓDIO DE CAPACHO
Realmente, seria um fenômeno miraculoso se essa ralé gostasse de Sadam. A prova mais cabal do que verdadeiramente Sadam significa, é esse ódio alucinado que todos os inimigos do gênero humano dedicaram a ele. Um ódio contra alguém que havia dito, na década de 80, ao jornalista egípcio Amir Iskander: “Eu não posso imaginar que o homem possa viver sem amor. Um homem assim é mais nocivo do que o homem que decide ser nocivo. Não concebo que possa existir a vida sem amor. O amor não é somente um estado que une aos noivos ou aos esposos. O amor é um vínculo entre o homem e seus filhos, entre o homem e a Humanidade. Mas o amor maior é aquele do homem pelo povo. Não minimizo, em absoluto, a importância da relação do homem com sua esposa ou com seus filhos. Digo simplesmente que o amor que descrevi é de natureza superior e mais profundo”.
Como sempre acontece com aqueles que generosamente doam suas vidas para que seu povo e a Humanidade sejam livres, o momento de sua morte foi a condensação de sua vida. Assim ele entrou para a imortalidade: sereno, com a coragem que sempre demonstrou na luta pela liberdade. Ante meia dúzia de lacaios asquerosos, desclassificados, marginais e vagabundos que traíram seu país e seu povo, Sadam mostrou-se o gigante, tanto quanto aquela corja mostrou sua natureza de inseto.
O VÍDEO E O CRIME
É sintomático que, depois de divulgado o vídeo do crime, a mídia americana e suas crias aqui no Brasil e em outros países queiram agora desvincular o establishment americano do assassinato. E, em seguida, tentou a mesma coisa o próprio governo americano, aquele mesmo que tem no cargo principal um elemento que dias antes havia dito que o assassinato de Sadam era uma “vitória da democracia”. Apareceu até um general americano para dizer que quis “adiar a execução”, mas que não podia ferir a “soberania” iraquiana.
Como se as quadrilhas financeiras que dominam o Estado dos EUA se preocupassem muito com a soberania do Iraque, ao qual invadiram, destruíram, derrubaram o governo constitucional, e implantaram uma ocupação fascista. Como se os seus lacaios fizessem alguma coisa que eles não quisessem, e não ficassem instantaneamente de quatro a um mero rosnado de um general ianque - aliás, nem precisa ser um general. E como se assassinar o líder da luta pela independência e soberania do Iraque não fosse, precisamente, a tentativa de destruir aquela independência e soberania.
Por ser o líder dessa luta, Sadam é, e agora mais será, querido por dezenas de milhões dentro do Iraque. Tão querido pelo povo que, na tentativa de eliminá-lo, a maior potência imperialista, com suas dezenas de agências especializadas em tramar golpes de Estado, teve que invadir o país, bombardear barbaramente as cidades, matar centenas de milhares de homens, mulheres e crianças, destruir a economia inteira, instalar campos de concentração, torturar e assassinar milhares de prisioneiros, e, mesmo assim, quatro anos depois, não conseguiram submeter esse povo indomável. Muito pelo contrário, a luta da qual Sadam é agora o símbolo, afoga as hordas invasoras no próprio sangue. A cada mês, segundo eles mesmos, aumenta o número de soldados que voltam para casa em sacos escuros e a legião de mutilados que deambula pelos hospitais militares americanos – que hoje já está em 20 mil homens e mulheres.
CASTA IMPERIAL
O assassinato de Sadam foi um crime típico da casta imperialista que sufoca os EUA. Até mesmo na forma, onde o linchamento e enforcamento do inocente substitui a pena do culpado, e onde a Justiça é substituída pela Ku Klux Klan. Que essa mídia nojenta queira desvincular os EUA desse crime hediondo ao mesmo tempo em que tenta justificá-lo, apenas mostra a sua decomposição moral, ideológica e política. Porém, mostra, ao mesmo tempo, o seu fracasso e a sua impotência diante de seres humanos decididos a serem livres.
Não por acaso o crime se deu exatamente quando as hordas invasoras estão em sangria quase desatada, com perspectiva pior do que tinham no Vietnã. Que Bush e cia. tenham a ilusão de que podem escapar desse destino com o assassinato de Sadam, apenas demonstra que tipo de débeis mentais estão agora na cúpula do império americano. Mas, além desse delírio, por que assassinaram Sadam agora, sem nem esperar pela farsa do próximo “julgamento”, que seria, segundo eles, de crimes muito piores do presidente iraquiano? Não é apenas porque esses “crimes”, ao contrário daqueles que perpetram, são uma farsa. É, sobretudo, porque Sadam havia esfrangalhado a farsa, e continuaria a esfrangalhá-la, a acusar e desmoralizar publicamente os acusadores, a revelar o que são eles, a que interesses eles servem. No entanto, é talvez uma ilusão pior ainda, pois a própria coragem de Sadam na hora da morte é a acusação mais irretorquível que poderiam sofrer. Para chegar até aí, assassinaram nove advogados e substituíram quatro vezes o “juiz” que eles mesmos nomearam, e isso somente fez com que, diante do mundo, eles próprios fossem réus marcados por um crime hediondo.
Os criminosos do império ianque pagaram caro – e ainda não terminaram de pagar – pelo assassinato de Lumumba e do Che. Foram milhões, em todo o mundo, os que se levantaram, de repente atingidos pela luz do martírio desses heróis. Mas hoje a maior parte do planeta e, sobretudo, o povo iraquiano e os árabes, já estão, de uma forma ou de outra, em levante. O Oriente Médio, onde é abundante o petróleo que move a economia imperialista, é hoje o principal campo de batalha da Humanidade. Ao mesmo tempo, a luta e a revolução avançam no outro reservatório de petróleo do mundo, a América Latina.
Sadam é agora herói de todos os homens livres e, sobretudo, daqueles que querem ser livres.
Foi isso o que os assassinos conseguiram.
CARLOS LOPES
http://www.horadopovo.com.br/
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
PACIÊNCIA TEM LIMITES
domingo, 9 de novembro de 2008
IRAQUE ANTES E DEPOIS DO PRESIDENTE SADDAM

incógnito !!
Na ocasião de nenhuma ocasião especial
eu gostaria, hoje, de olhar para trás e refletir.
Qualquer apreciação tem se ser contextualizada
e acompanhada de uma comparação.
Depois de qualquer comparação, o consequente contraste
ajuda bastante no estabelecimento de um juízo.
Então reflito sobre o Iraque
e sobre a guerra que foi feita contra ele
e eu comparo o Iraque , antes do Presidente Saddam Hussein
e depois.
Se perguntarem aos cristãos do Iraque, eles vão recordar
que o vice-presidente era um cristão e que
o próprio Presidente estava a construir as suas igrejas.
Hoje a Mossad e os curdos fazem o contrário.
Se perguntarem às mulheres, elas vão recordar
o alto grau de literacia e as posições profissionais
e de gestão que eles tinham.
Hoje os Mullahs de todas as seitas estão a mandá-las
para casa.
Se perguntarem a qualquer minoria eles respondem
o mesmo que as mulheres e que os cristãos
Não perguntem aos curdos porque 30% não é uma minoria
e serem armados por potências estrangeiras não faz deles
fracos nem indefesos......mas antes colaboradores,
se não mesmo traidores.
E os meus irmãos xiitas foram sempre uma maioria,
logo, nunca uma minoria.....e têm de começar por limpar
os seus próprios elementos, primeiro.
Perguntem aos académicos!! aos que pelo menos sobreviveram
a todos aqueles assassinatos feitos por agentes da Mossad.
Perguntem à imprensa !! àqueles que já não estão dependentes
do Ministério da Informação, mas dependentes
de indivíduos milionários, de embaixadas estrangeiras sujas
e de ricos Senhores da Guerra.....
Perguntem aos médicos e pessoal da saúde !!
que estavam disponíveis, de forma abundante e grátis
e hoje nem uma nem outra coisa.
Perguntem a qualquer simples sinaleiro !!
que já nem tem semáforos a funcionar.
Perguntem a qualquer Enfermeira !!
se ela se atreve a ir a pé para casa de noite,
e se é paga como deve ser.
Perguntem às crianças da escola !!
que nunca tiveram de pagar a sua refeição escolar
nem os livros.
Perguntem a qualquer taxista !!
que nunca precisaram de andar com armas.
Perguntem aos agentes iranianos e aos agentes de israelenses !!
que já não se escondem atualmente.
Perguntem a uma viúva iraquiana, e se não encontrarem uma,
perguntem a uma viúva americana.
Em breve George Bush vai para casa livre e inocente
vai-se reformar no seu iate.....outro idiota o vai substituir
e vai dizer-nos "Foi errado, mas não fui eu que fiz !"
Raja Chemayel
26.10.2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
BUSH AUTORIZOU TORTURAS
“The New York Times” confirma, ainda, a existência de mais dois memorandos secretos, de 2005, mandando torturar, e que, depois de breve intervalo em 2006, Bush ordenou à CIA em julho deste ano a retomada da tortura e das prisões secretas
Com três anos de retardo, mas enfim, o jornal “The New York Times” confirmou na primeira página, no dia 4 de outubro de 2007, que “Bush autorizou tortura”, como disse o HP em junho de 2004 nas manchetes do dia 16 e do dia 18.
“LEGADO ENCOBERTO”
Em editorial, o “NYT” afirmou, também, que “os pareceres secretos são um legado encoberto do segundo mandato de Bush”.
ABU GRAIB
Em decorrência do escândalo de Abu Graib, assim como no Senado houve a iniciativa, do senador John McCain, de restaurar no exército dos EUA o respeito às Convenções de Guerra de Genebra, ignoradas por Bush, o Departamento de Justiça emitiu um parecer de que a tortura era “hedionda” em dezembro de 204.
Quando a Suprema Corte, depois de meia década de omissão, assegurou a todos os presos em campos de concentração dos EUA a proteção das Convenções de Guerra de Genebra, Bush encenou uma breve parada na tortura. Mas, informa o “NYT”, isso já acabou.
Os memorandos Baybee-Gonzáles estabeleceram uma verdadeira “jurisprudência da tortura”, asseverando que, para “ser tortura”, os atos praticados “têm de ser de uma natureza extrema” ao infligir, ou ter a intenção de infligir, “severa dor ou sofrimento, seja mental ou físico”.
O memorando ia além: o Código Penal, “tomado como um conjunto”, só proibiria plenamente “os atos extremos”.
IMPUNIDADE
Outro parágrafo considera que essa mesma seção 2340-A [do Código Penal dos EUA] “pode ser inconstitucional se aplicada a interrogatórios feitos de conformidade com os poderes do comandante-em-chefe” [isto é, Bush]. Ou seja, seria inconstitucional proibir a tortura, se for Bush quem a ordenar.
O memorando também socorre os torturadores caso ocorram os tais “extremos” – “falência de órgãos, morte, dano permanente das funções mentais”, ou seja, as condições que no início eram apresentadas como supostas restrições à tortura.
BOM MOTIVO
O artigo do “NYT” também cita um bom motivo, para parar com a tortura e o desrespeito às Convenções de Genebra, a exemplo do HP de três anos antes.
ANTONIO PIMENTA
http://www.horadopovo.com.br/2007/outubro/2609-10-10-07/P7/pag7a.htm
sexta-feira, 11 de julho de 2008
HOMENAGEM À RESISTÊNCIA DO POVO IRAQUIANO
Homenagem ao extremo valor e coragem de um povo que luta para não cair diante dos seu algozes... Uma pequena homenagem a inspiradora bravura do povo iraquiano.
Homenagem ao extremo valor e coragem de um povo que luta para não cair diante dos seu algozes...
Irak résistance
Histoire d'une naissance logique de la résistance irakienne contre l'occupation de l'Irak par les Etats-Unis. Des images que vous ne verrez jamais dans les informations Tv occidentaux!
terça-feira, 13 de maio de 2008
ONU, ISRAEL, EUA X LÍBANO
Os vôos israelenses sobre o Líbano constituem uma violação da resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU.

http://images.google.com.br/url?q=http://www.galizacig.com/actualidade/200608/ab_hora_de_romper_relacoes_com_israel.htm&usg=AFQjCNFnl3bvT9xT_xC-6PFN6p9p_Hf_jg
sábado, 19 de abril de 2008
MENSAGEM DE FALLUJA



Massacres de civis: Testemunhas oculares contam acerca de Falluja
por Ewa Jasiewicz
A situação em Falluja está numa escalada e o povo aguarda um ataque maciço nas próximas 24-48 horas. É necessária acção urgente para assinalar e denunciar os crimes de guerra que estão a ser perpetrados aqui.
Informação urgente e apelo de Ewa Jasiewicz, uma activista da solidariedade que trabalhou no Iraque com as organizações Voices in the Wilderness e Occupation Watch, viveu ali durante 8 meses (Bassorá e Bagdad) e na Palestina, sobretudo no campo de Jenin durante 6 meses, fala árabe, e que voltou do Iraque há 2 meses. Ela está em contacto regular com os seus amigos em Bassorá e Bagdad.
Acabo de falar com amigos em Bagdad — Paola Gaspiroli, italiana, do Occupation Watch e Bridge to Baghdad, o jornalista Leigh Gordon, inglês (NUJ, Tribune, Mail on Sunday) e um palestiniano amigo com família em Falluja e amigos no Partido Islâmico Iraquiano. Tanto ele como Leigh têm estado a transportar os feridos de Falluja para Bagdad nos últimos três dias. Ambulâncias têm sido impedidas de entrar na cidade ensopada em sangue. Eis as suas notícias, as quais foram-me contadas esta noite (sexta-feira) ao telefone: Paola Gaspiroli:
"Houve um massacre em Falluja. Falluja está sob sítio. 470 pessoas foram assassinadas e 1700 feridas. Não houve cessar fogo. Eles (os americanos) disseram às pessoas para abandonar, disseram que tinham 8 horas para abandonar e as pessoas começaram a abandonar mas elas foram aprisionadas no deserto. Os americanos têm estado a bombardear com B52s (confirmado também por Leigh num email de três dias atrás). As pontes para Bagdad são tiradas. Temos voos marcados para Amman. Amanhã uma equipe irá a Sadr City para distribuir medicamentos. 50 pessoas foram mortas ali. ?? (esqueci o nome) o 'elástico' chefe em Sadr City (conheci-o, jovem, rapaz brilhante, descreve-se a si próprio como 'elástico' porque ele é tão flexível quanto às suas interpretações do Islão e definições de conduta etc que é muito liberal) disse-me que eu deveria sair. Ele diz mesmo que não pode controlar o seu povo. Estrangeiros estão a ser alvejados. Seis novos estrangeiros foram tomados como reféns. Quatro deles são empregados de uma firma de segurança italiana — foram retirados do seu carro, o qual foi encontrado cheio de armas e cheio de uniformes negros. Bagdad estava silenciosa hoje excepto quanto a Abu Ghraib (Bagdad ocidental, onde se localiza uma vasta prisão a arrebentar pelas costuras com 12 mil prisioneiros), onde um comboio americano foi atacado e nove soldados feridos e 27 sequestrados. É isso mesmo, foram 27. Contudo, nenhum noticiário relatou isto. E eu ouvi isto de (nome a não divulgar sem permissão). Está realmente mau. Eles (os americanos) têm estado a atirar contra ambulâncias, atiradores (snipers) estão a seguir as ambulâncias. Há pessoas de Falluja no deserto. Elas deixaram Falluja mas não lhes é permitido entrar em Bagdad, elas estão presas no deserto, elas são como refugiados. É terrível, mas o povo, o povo iraquiano, está a dar tudo o que pode, estão trazer abastecimentos, toda a gente está a dar toda a sua ajuda para apoiar Falluja. Eu quero permanecer aqui mas tenho de ir, se quiser voltar e ser útil, penso que é melhor sair, Bridges to Baghdad tem de decidir isso. Está a ficar realmente perigoso para italianos. Sentimos como estamos a ser alvejados agora. (a Itália tem uma força de mais de 2500 homens, incluindo Carabinieri ocupando Nassiriya que tem estado sujeita a um certo número de ataques da resistência incluindo o devastador ataque à esquadra de polícia que tirou as vidas de quatro soldados, um civil, um operador de filmes documentários, 12 polícias Carabinieri e oito iraquianos). (...) e Leigh tem sido notável. Eles têm estado a conduzir para Falluja e a trazer pessoas para fora, indo e voltando. Sabem o que se está a passar, eles têm sido realmente notáveis. Querem mais pessoas para ajudá-los mas nós não podíamos daqui. Isto está a ficar muito muito pior. Do meu amigo que tem estado em Falluja hoje e nos últimos poucos dias:
Estamos a ver isto com os nossos próprios olhos. Disseram às pessoas para deixar Falluja e agora há milhares presas no deserto. Há um longo comboio com 13 km de comprimento de pessoas que tentam chegar a Bagdad. Os americanos estão a lançar bombas e tudo o que têm sobre eles. Eles estão a disparar sobre famílias! São todos crianças, velhos e mulheres no deserto. Outros iraquianos estão a tentar ajudá-los. Em Falluja eles (os americanos) estiveram a bombardear hospitais. As crianças estão a ser evacuadas para Bagdad. Há uma criança agora, um bebé, que teve 25 membros da sua família assassinados, ele está no hospital e alguém precisa estar com ele, por que não há ninguém ali para ficar com ele, ele que acaba de perder 25 membros da sua família!? Os americanos estão a despejar bombas de fragmentação (cluster bombs) e novos morteiros, os quais saltam 3-4 metros. Eles estão a bombardear do ar. Há pessoas que jazem mortas nas ruas. Eles disseram que havia um cessar fogo e então entraram, eu vi-os, e começaram a bombardear. Estão a combater outra vez em Falluja e estão a combater bem. Mas estamos à espera do grande ataque em 24-48 horas. Será o ataque principal. Eles irão tomar a cidade rua a rua e vasculhar e atacar. Já fizeram isso numa aldeia próxima, esqueci o nome, mas irão fazer isso em Falluja. Consiga ajuda por favor, junte pessoas para protestar, leve-os à embaixadas, ponha-os a fazer alguma coisa. Há um massacre. E precisamos estrangeiros, os estrangeiros podem fazer algo. Estamos a fazer um protesto, Jo (Jo Wilding www.wildfirejo.org.uk) e os outros do seu grupo estão a vir aos pontos de controle americanos amanhã. Não temos dormido nos últimos 3 ou 4 dias. Precisamos atenção. Tenho fotos, filme, demos para a Al Jazeera, Al Arabiya mas tiramos outras. Faça tudo o que puder. Voltamos amanhã".
Leigh Gordon:
Conseguir por todos os meios mas eu e (...) provavelmente não estaremos por aqui. Quero dizer que eles estão a ficar loucos. (...) está a dizer aos estrangeiros para virem mas não é seguro. O chefe de Falluga disse que não podia garantir minha segurança. Parece que está a enlouquecer, penso que os estrangeiros começaram a ser assassinados em breve — quero dizer que as pessoas estão a ficar desesperadas, quando elas vêm a sua mãe, pai, casa, gato, cão, tudo bombardeado ao começar o ataque. Eles (os americanos) disseram que estas operações durariam só 5 dias e chegariam ao fim. Eles precisam libertar tropas de outras frentes irrompendo por todo o país. Eles estão a vir para matar. Não há meio de garantir a segurança de ninguém. Penso que você pode ser útil mas não como voce possa contar à sua mãe e pensar que estará de volta em uma semana. Nós provavelmente seremos mortos amanhã. Venha, mas nós podemos não estar aqui.
Quando você ler isto, um massacre está a ter lugar em Falluja, Iraque. Falluja é uma cidade que tem estado a resistir à ocupação do Iraque desde Junho. As tropas americanas foram empurradas para a beira da cidade desde então. Combateu duramente e a sobretudo com firmeza e tem sido regularmente golpeada por jactos F16 e helicópteros Apache artilhados desde então, com civis a serem sacrificados numa base regular. Bem mais de 470 pessoas foram agora assassinadas pelas tropas americanas em Falluja, nesta semana. 1700 foram feridas. Espera-se que a portagem da morte ascenda devido à natureza do cordão militar do sítio em torno da cidade. Ambulâncias estão a ser alvejadas e seguidas por atiradores sniper se elas tentam entrar na cidade. Testemunha oculares relatam terem visto corpos a jazer nas ruas. Hospitais foram atacados. Abastecimentos médicos e camas escassas estão em níveis de crise. Os residentes chamam a isto um massacre. Pessoas de toda a parte estão a tentar, algumas com êxito, entrar em Falluja para ajudar a evacuar os feridos por carro. Pessoas estão a doar comidas, medicamentos e água àqueles que fogem. Todo o Iraque está a observar e simpatizar com Falluja dizem as pessoas ali no terreno. No momento em que se escreve (10/Abr/04) uma coluna de 13 km de residentes de Falluja foge da cidade massacrada por bombas, presos no deserto e rodeados por tropas americanas as quais, relatam testemunhas oculares, estão a disparar sobre elas. A maior parte dos abandonados no deserto é constituída por velhos, mulheres e crianças. Para os soldados americanos estacionados próximos à cidade, a situação é impossível e o seu sangue também está a ser derramado para os aproveitadores de lucro do mercado que promovem os interesses dos governos dos EUA e RU e interesses corporativos. Recentemente, a longa fermentação do descontentamento, frustração, humilhação e ódio crescente contra a ocupação explodiu. A ocupação está a ser combatida pela sua simples existência, o seu racismo, a sua violência. Está a reciclar e a devolver o poder da elite dirigente neo-baathista, a retreinar e recontratar mais de 10 mil torturadores e agentes de inteligência baathistas, está a rescrever as leis do Iraque através das ordens da Autoridade Provisória de Coligação (principalmente a Ordem 30 sobre Condições de Salário e Emprego para Empregados do Serviço Civil o qual estabelece o salário mínimo para os trabalhadores do Sector Público Iraquiano em 69.000 ID (US$ 40 por mês — menos da metade do salário recomendado para um trabalhador explorado numa zona de livre comércio no vizinho Irão), mais a Ordem 39 sobre Investimento Estrangeiro que permite em 100% a propriedade estrangeira — privatização — e corta a mais elevada taxa do imposto sobre o rendimento de 45% para 15%) resultaram na insurreição. O clima no Iraque modificou-se do protesto à resistência, e agora à insurreição. Manifestações têm decorrido todos os dias por todo o país desde o princípio da ocupação, com protestários que vão desde estudantes a pensionistas, desempregados, mulheres, antigos soldados e crianças. Este novo levantamento foi etiquetado como um revolta em apoio ao clérigo anti-ocupação Mugtada al Sadr, mas na realidade ele é generalizado, incontrolável, rudimentar e variado. Ele não é islâmico, não é apenas nacionalista, não é baathista. É uma luta generalizada contra a ocupação — o maior incitamento à violência no país. Por favor, manifeste solidariedade com o povo do Iraque neste momento de sublevação e banho de sangue. Por favor, junte-se aos protestos contra o sangrento massacre em Falluja, o qual espalhar-se-á se os exércitos de ocupação continuarem incontrolados e não desafiados. Parem a guerra em curso contra o Iraque Tropas fora do Iraque. O original encontra-se em http://globalresearch.ca/articles/JAS404A.html .
I WILL GIVE YOU A SECRET
OPEN YOUR HEART
HERE IS MY MOTHERLAND
EITHER LIVING OR DYING IS MY PAY
MOSTLY, BECAUSE OF THIS
REASON I WILL CONVERT
THIS LAND INTO HELL
FOR YOU AND INTO
PARADISE FOR ME
I WILL GIVE YOU A SECRET
OPEN YOUR HEART
YOU ARE IN MY RESURRECTION
RANGE EVERY
SECOND YOU LIVE
YOU ARE IN MY
RESURRECTION
RANGE DURING
EVERY BREATH
YOU TAKE!
THIS IS MY MOTHERLAND!
THE CITY OF MOSQUES,
FALLUJA!
I
LIVE
INDEPENDENTLY!
I CAN LIVE WITHOUT MY MOTHER
I CAN LIVE WITHOUT MY FATHER
I CAN LIVE WITHOUT MY SON & DAUGHTER
HOWEVER, I CAN NOT LIVE WITHOUT MY MOTHERLAND!
DO NOT FORGET!
I AM DYING IN MY OWN MOTHERLAND AND YOU?
DYING AND KILLING IS A HONOUR FOR ME!
IT IS A SHAME FOR YOU
IT IS DISGRACEFUL FOR YOU
I WILL GIVE YOU A SECRET
OPEN YOUR HEART!
YOU MAKE US SLEEP
LET THE WHOLE WORLD SLEEPS!
BUT I AM AS AWAKE I HAD NEVER BEEN!
I WILL RESIST!
MY SHROUD IS MY MORTAL BODY!
DIRGES ECHO INSIDE THE FALLUJA!
PAY ATTENTION!
WHAT DOES THE HEART SING?
THOSE WHO DO NOT WANNA HEAR ME,
YOU WILL PAY BACK!
I WILL GIVE YOU A SECRET!
OPEN YOUR HEART!
YOU ARE IN THE RESURRECTION RANGE!
YOU ARE IN THE RESURRECTION RANGE!
I WILL GIVE YOU A SECRET!
OPEN YOUR HEART!
THE FESTIVAL BEGINS WITH MY INDEPENDENCE!
THE FESTIVAL BEGINS WITH MY INDEPENDENCE!
THE FESTIVAL BEGINS WITH MY INDEPENDENCE!
FUCK MIDDLE AMERICA!
sexta-feira, 18 de abril de 2008
IRAQUE ANTES E DEPOIS DA GUERRA (2003/2008)
a slideshow about the war
Allahu Akhbar. May Allah bring peace to Iraq.
Iraque antes da guerra por jonty717
IRAQ IN THE GOOD OLD DAYS
- No beheadings of Western Hostages
- No Secterian fighting between Shia and Sunni
- No Al-Queda in Iraq
- No Iranian backed Shia Milita
- No persecution of Yizidi and Christians
- No Cholera
- No car bombs
- No Suicide Bombers
- No Mullahs
-No death squads
O POVO IRAQUIANO VIVIA COM PAZ E LIBERDADE
Propaganda americana: A imprensa americana disse ao povo americano que o povo Iraquiano queria guerra. Então, nós fomos às ruas de Baghdad e perguntamos a eles. Filmado em 2003, duas semanas antes da última invasão americana do Iraque.
Tags:
Iraq war propaganda
segunda-feira, 17 de março de 2008
TROCA DE DÓLARES POR EUROS
Chávez e Hussein: passeio em BagdáSó Hugo Chávez visita o ditador
Reuters
Chávez e Hussein: passeio em Bagdá
Com seu mandato referendado pelas urnas, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, lançou-se numa ousada operação internacional: quer ressuscitar a Opep, o cartel dos produtores de petróleo, e impor preços mais salgados aos compradores.


