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quarta-feira, 17 de junho de 2009

MOMENTOS DE RELEXÃO

Arabes são semitas tambem!

Por Despertador de Consciências http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/07/358615.shtml

Mania dos Judeus de chamar quem faz criticas justas a eles de antisemita!

Como se semita se restringisse somente ao povo deles!

Isso revela claramente o quanto eles são arrogantes e preconceituosos!

Arabes são semitas tambem!


A Burrice e Teimosia parece não ter limites!

Arabes são semitas tambem!

Portanto quem defende os palestinos,libaneses e outros povos arabes que estão sofrendo na mãos dos judeus israelenses sionistas,jamais podem ser chamados de antisemitas!

Porque vocês não debatem de frente?

Em vez de sempre usar o subterfugio de chamar de nazista e antisemita quem os critica? Deixem de ser orgulhos e admitam seus erros é simples!

E faz bem a consciência.

Será que vocês não percebem que o Sionismo é o Nazismo em forma Judaica e que tem os mesmos elementos do Nacional Socialismo?

Será que vocês não percebem que estão cometendo os mesmos crimes e as mesmas barbaridades que os nazistas cometeram?

Se coloquem na posição dos palestinos ou dos libaneses

Que atitude vocês tomariam se estivessem na posição deles?

Se coloquem na posição deles só isso e reflitam.........

Muçulmanos árabes SÃO SEMITAS.

Tanto os judeus como os árabes descendem de Abraão e são semitas.

Os judeus, através de Isaac, e os árabes, através de Ismael.

Ambos filhos de Abraão.

(Semita = descendente de Sem, filho de Noé)

Quem são os Judeus?


Em torno do ano 740, o rei Bulan, do reino da Khazária [situado no sul da Rússia, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio], adotou a religião do Judaísmo, para fugir da pressão dos mundos cristão e islâmico.

Toda essa nação de eslavos [não semitas, os cázaros] seguiu seu rei.

Os cázaros são os ancestrais de 90 a 95% daquelas pessoas que se julgam judeus, hoje em dia, e não tiveram qualquer relação histórica ou genética com a terra chamada Israel, nem com os israelitas citados no Velho Testamento da Bíblia.

Os judeus descendentes dos kházaros são chamados de Judeus Ashkenazi [plural: Ashkenazim, em português: Asquenazes ou Asquenazitas] e não são semitas.

Os outros judeus [5 a 10% do total] são os Judeus Sephardic [Sefarditas, em português], que são semitas [tem Sem como antecessor] e têm ascendência até Abraão, são descendentes daqueles citados na Bíblia e, portanto, possuem ligações históricas e genéticas com o Oriente Médio.

Os Ashkenazim são, hoje, minoria em Israel mas eles controlam o poder desde a criação desse país, em 1948.

Os 'judeus' Ashkenazi também foram perseguidos pelo nazismo da Alemanha, com o apoio da própria cúpula [Rothschild] Ashkenazi!


O Sionismo é um movimento político criado pela liderança Ashkenazi, principalmente pela Casa dos Rothschild.

A maioria das pessoas não sabe que o povo judeu [judaísmo] e o movimento político chamado Sionismo não são a mesma coisa.

O rabino Ahron Cohen disse que o movimento sionista, fundado cerca de 100 anos atrás, está baseado em objetivos nacionalistas seculares, sendo um "completo abandono de nossos ensinamentos religiosos e de nossa fé...".

A ideologia do sionismo é tomar a lei nas próprias mãos e tentar forçar o resultado na forma de um Estado, sem se importar com o custo em vidas e propriedades de qualquer pessoa que se coloque no caminho.

"Os Palestinos ficaram no caminho...", ele disse.

Ele condena o resultado prático do sionismo na forma do atual Estado de Israel como "completamente alheio ao Judaísmo e à fé judáica. O sionismo tem sido, e continua a ser, a causa de sofrimentos incontáveis e de derramamento de sangue, tanto para judeus como para não-judeus: "A aparente conexão entre Judaísmo e Sionismo é falsa".


É a agenda illuminati uma conspiração judáica, como alguns dizem?

Não, não, não. Mas está o movimento político chamado sionismo envolvido?

Certamente está!

Os judeus ashkeNAZI apenas escolheram o Judaísmo como religião, não sendo realmente Judeus - pelo menos não judeus de sangue.

Os judeus Sephardic são semitas e sempre estiveram no Oriente Médio e no norte da África, sendo descendentes de Abraão [através de seu filho Isaac, com a esposa Sara, e de Jacó com seus 12 filhos (tribos)]; eles sempre conviveram bem com seus irmãos árabes [semitas], descendentes de Abraão [através de seu filho com sua escrava egipcia Hagar]; estes judeus falavam a língua semítica, hebreu, em suas encarnações anteriores, e mais recentemente o aramaico e árabe.

Já os ashkenazi falavam o eslavo [não-semita] e, nos Estados Unidos, sua primeira língua é o inglês.

Eles possuem agências que defendem os judeus de críticas, chamando esses detratores de "anti-semitas" [na realidade seria "anti judeus sephardic" e "anti árabe", não incluindo eles, que não são semitas!].

De qualquer forma, "semita" refere-se à língua falada e não à genética.

O maior contingente de povos semitas do Oriente Médio são, na realidade, os ÁRABES.


Os sionistas ashkenazi colaboraram com o regime nazista.

Exemplo: o banqueiro Max Warburg, diretor da gigante química e farmacêutica I. G. Farben, encarregou-se do campo de concentração de Auschwitz.

Seu irmão, Paul Warburg, esteve envolvido na criação do sistema bancário Federal Reserve [FED] dos illuminati, que controla a economia norte-americana [e, por conseguinte, do mundo], e foi diretor da filial do I.G. Farben nos USA.


Não existe uma "raça" judáica, assim como não existe uma "raça" ariana.

Afinal, para que serve o conceito de "raça"?

É tudo uma ilusão e uma criancisse.

É uma estupidez julgar pessoas com base na genética do corpo.

Infelizmente, "raça" e seus "direitos históricos" relacionados e demandas são usados como ferramenta política e fonte de manipulações mentais sobre os desavisados.

Existem pessoas que seguem a fé judáica em todos os lugares do mundo.

Temos, portanto, os judeus brancos, judeus pretos, judeus espanhois, judeus chineses, etc.

Logo, não existe uma "raça" de judeus, apenas a preservação de certas "tradições" judáicas...


Existe um regime de apartheid em Israel, imposto pela cúpula ashkenazi.

Os judeus são divididos em níveis de previlégio, baseados na origem genética.

Na alocação de residências, por exemplo, tem-se a seguinte escala de prioridade [em ordem decrescente]:


1- Primeiro os ashkenazim que vive em Israel há muitos anos;
2- Segundo os ashkenazim da Europa, preferencialmente casado com ashkenazi de Israel;
3- Terceiro os ashkenazim dos Estados Unidos, com preferência para o casado com ashkenazi de Israel;
4
- Em seguida, os judeus sephardic, com conexões históricas com a região;
5- No fundo da lista: muçulmanos, cristãos,...


A cúpula ashkenazi illuminati tem ascendência até uma raça reptiliana, e podem chegar, em alguns casos, a modificar a forma do corpo [para uma forma de lagarto]...

Paz, saúde, alegria e amor.

Rui.

Fonte: David Icke, Tales from the Time Loop, Patterson Printing, outubro 2003. ISBN 0-9538810-4-0

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu

http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/03/quem-so-os-judeus.html


SINÉ HEBDO

Irreverente e mal-educado como o dono


Por Leneide Duarte-Plon, de Paris em 7/10/2008


Quando Siné foi despedido do Charlie Hebdo pelo diretor do jornal, Philippe Val, sob acusação de anti-semitismo (ver "Caricaturista acusado de anti-semitismo"), o humorista e caricaturista mais irreverente da imprensa francesa decidiu que não iria calar a boca.
Sentindo-se injustiçado ao ser demitido de Charlie Hebdo, Siné abriu um processo contra Val e fundou um jornal tão irreverente e mal-educado quanto o dono. Como carimbo, Siné Hebdo exibe um garoto levado fazendo caretas dentro de um círculo duplo onde se lê Le journal mal élevé (o jornal mal-educado). O número 1 de Siné Hebdo saiu dia 10 de setembro com uma capa em que uma caricatura sua faz um gesto obsceno com a mão que mostra um dedo e diz: "Olha eu de novo!"
E como prova de que as quatro edições já publicadas incomodam, os computadores da redação do jornal foram roubados no domingo (5/10). Obviamente, nos computadores estavam os textos da edição prevista para circular na quarta-feira (8/10). Catherine Sinet, diretora de redação do jornal, já tinha denunciado à polícia uma série de ameaças recebidas por telefone de uma organização extremista judaica.
Com a saída do número 4, em 1º de outubro, o jornal contabiliza um mês de vida e mantém o nível de interesse dos leitores dispostos a apoiar o trabalho de um grupo de cartunistas e jornalistas revoltados com a acusação a Siné, ao qual se juntaram nomes como Michel Onfray e Michel Warschawski. O primeiro é um professor de filosofia, um iconoclasta de carteirinha, que escreveu, entre outros, um Tratado de ateologia e cujos livros e DVDs são best-sellers em toda a França difundindo a filosofia entre o maior número possível de leitores. Para isso, ele fundou uma universidade livre, totalmente gratuita, na cidade de Caen, a poucas horas de Paris.


Título provocante


Warschawski é um intelectual israelense, autor de diversos livros sobre o conflito israelo-palestino e defensor incondicional da causa palestina.

No seu primeiro artigo para Siné Hebdo, o filho do rabino Warschawski diz que em seu artigo semanal não falará jamais do que se convencionou chamar "processo de paz".

"Siné me pediu uma coluna na qual falarei das realidades políticas, sociais e culturais dessa região do planeta na qual vivo, milito e escrevo. Ora, o `processo de paz´ é exatamente o contrário de uma realidade: é vento, virtual, alguns diriam que ele é pura propaganda política", diz o escritor.


Há três meses, ao ser acusado de anti-semitismo, Siné reagiu energicamente :


"Quanto ao meu suposto anti-semitismo, nunca fui anti-semita, não sou anti-semita, nunca serei anti-semita. Condeno radicalmente os que são anti-semitas, mas não tenho nenhum apreço pelos que, judeus ou não, jogam irresponsavelmente essa palavra abjeta na cara de seus adversários para desconsiderá-los, sabendo que esta acusação é o insulto supremo depois do Holocausto (Shoah). Isso está se tornando insuportável. No que me diz respeito, tenho tanta antipatia por todos os que, judeus ou não, defendem o regime israelense, quanto pelos que defendiam o apartheid na África do Sul. Há mais de 60 anos luto contra todas as formas de racismo e se tivesse tido idade de esconder judeus durante a ocupação o teria feito sem hesitar, como o fiz pelos argelinos durante a guerra da Argélia. Estou do lado de todos os oprimidos!"


O jornal de Siné tem o mesmo formato do outro do qual ele foi expulso. E se continuar a vender e despertar o interesse dos leitores como o primeiro número, vai longe. No editorial do número 2, o cartunista informa que o número 1 foi um sucesso de vendas (151 mil exemplares) e que o fato de terem conseguido fundar o jornal com tão pouco dinheiro era um milagre que deveria continuar a ser apoiado pelos leitores.
No primeiro número, o cartunista congratulou-se com os leitores pela criação do jornal mal-educado, impertinente, libertário, em cores e barato (2 euros). Para continuar a viver sem nenhum anúncio publicitário como outro tradicional e respeitado jornal satírico, Le Canard Enchaîné, Siné Hebdo só conta com o apoio de seus leitores. Siné escreveu um pequeno texto pedindo doações para a associação "Les mal-élevés":
"Não tenhamos ilusão. Temos de contar com o silêncio da mídia. Muitas pessoas nos detestam e vão fazer tudo para nos sabotar."
O texto tem um título provocante: "Pare de beber (provisoriamente) e de fumar (se for possível) e envie o dinheiro economizado pra gente."


Pedido de doações mais irreverente, impossível.

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=506FDS002

Fariseu quer submeter cristãos ao judaísmo
Segundo o parecer do psicanalista Samuel Goldberg, “acho desnecessário, pela obviedade, provar que o filme [“A Paixão de Cristo”] é anti-semita, digno de Mel Gibson, que se afirmou orgulhoso do pai, que negou o Holocausto”.
O filme de Mel Gibson segue estritamente a letra dos evangelhos, em especial o de Mateus, o único escrito por um contemporâneo de Jesus, e em aramaico - língua usada na época de Cristo e na qual é falado o filme. Portanto, o que Goldberg acha, verdadeiramente, é que os evangelhos – todos escritos por indivíduos de origem judaica – são “anti-semitas”, ou seja, que o cristianismo é anti-semita. Aliás, explicitamente, ele diz que o filme é um produto do “anti-semitismo disseminado pelos cultores da nova religião”, ou seja, pelos primeiros cristãos, que, como se sabe, eram todos de origem judaica.
Mas veja o amigo leitor aonde chegamos: antigamente os psicanalistas achavam que aquilo que parecia “óbvio” era exatamente o que era preciso esclarecer. E, como o grande Freud, achavam que era uma vitória da saúde mental um sujeito que se orgulha do pai. No entanto, estamos diante de um psicanalista de novo tipo, que acha que não precisa provar alguma coisa apenas porque ele diz que é “óbvio” – ou seja, apenas porque acha que dizendo isso está dispensado de provar o que diz – e, além disso, acha uma lástima que alguém se orgulhe do seu pai.
Porém, Mel Gibson tem razão de se orgulhar do pai que teve: esse “holocausto” é meramente uma fabricação dos caifases modernos. Norman Finkelstein, judeu norte-americano cujos pais estiveram em Auschwitz, mostrou, em seu “A Indústria do Holocausto”, que essa fraude foi criada exatamente por judeus que jamais estiveram nem perto de um campo nazista, e exatamente para impor o seu próprio nazismo - e sua avidez por estipêndios à custa do sofrimento alheio.
Holocausto é sacrifício ritual, religioso – e consentido. Apesar da cumplicidade dos líderes sionistas com o nazismo, os judeus não se ofereceram para ser sacrificados pelos nazistas. Foram monstruosamente chacinados aos milhões nos campos de concentração, de extermínio e nos guetos. Falar em “holocausto” é aliviar esse crime horrendo, é, de certa forma, conciliar com os assassinos nazistas. É por isso, entre outras razões, que não se fala em “holocausto soviético”, apesar dos nazistas terem matado mais de 20 milhões de soviéticoso maior genocídio da História, segundo a Larousse.


JUDAÍSMO NÃO É RAÇA NEM ETNIA
O judaísmo não designa uma raça ou etnia. Há alguns milhares de anos, designava. Mas, hoje, é uma religião, e nada mais que uma religião. É verdade que loucos como Hitler acreditavam no contrário. Pelas mesmas razões, a “tese” de Goldberg, esta, sim, é, de fio a pavio, racista – e anti-semita. Aliás, há alguns meses, aqui no HP, tratamos de outro artigo dele, em que defendia que aqueles que repudiam os sanguinários crimes de Sharon contra os palestinos são, obviamente, “anti-semitas”, porque Sharon e sua quadrilha são judeus. Em suma, Goldberg nem reconhece que os árabes são semitas. Quer apagar este fato, num perfeito exemplo do que a psicanálise chama de “mecanismo de negação”. Mais anti-semita do que isso, somente os crimes de Sharon.
Voltando ao filme, como conta Mateus, foi a casta judaica que vivia em torno do templo de Jerusalém – Caifás e outros canalhas – que perseguiram Jesus e foram pedir a Pilatos que o condenasse à tortura e à morte. Evidente que não foram todos os judeus. Foi esse punhado de fariseus e vendilhões do templo – aqueles mesmos em quem Cristo distribuíra algumas generosas chibatadas e aos quais tinha verberado como “escribas e fariseus hipócritas, sepulcros caiados”. Quanto a Pilatos, resistiu o quanto pôde ou permitiu a sua debilidade de caráter. É isso que está no filme de Mel Gibson, e é verdade.
Os fariseus queriam exterminar Jesus precisamente porque sua doutrina era, na época, a mais contundente contestação do establishment judeu, e, em primeiro lugar, da ideologia racista do “povo eleito de Deus”. O cristianismo foi uma ruptura com o judaísmo – a bem dizer, uma revolução ideológica. O Deus cristão não tem “povo eleito”. É um Deus de toda a Humanidade. Por isso mesmo, é um Deus sem as características tribais, etnocêntricas, egocêntricas, vingativas e aterradoras daquele que aparece no Antigo Testamento, isto é, na Torá. Seria inconcebível ao Deus cristão o assassinato de todos os filhos mais velhos dos egípcios, tal como consta do Pentateuco; ou a sanção de Jacó como patriarca, depois de aproveitar-se da fome do irmão para roubar-lhe os direitos de herança e enganar o pai cego, Isaac; ou o assassinato de todos os homens da cidade de Salém, depois de terem se convertido ao judaísmo, quando padeciam da dor e febre resultante da circuncisão (Gênesis, 34).
Daí porque é ridícula a tentativa de Goldberg de opor a “mansidão e amor à vida” que seriam características do judaísmo, à “mecânica da agressividade”, “ódio ao prazer”, “conceito brutal de salvação” que seriam características do cristianismo. Pelo contrário, Cristo sintetizou a inovação de sua mensagem em relação ao judaísmo exatamente na palavra “misericórdia”. Por isso, também, chama a todos os homens de “próximos”. E, não por acaso, a parábola em que definiu a solidariedade como um sentimento do homem em relação aos seus semelhantes foi a do bom samaritano - uma etnia odiada pelos judeus da época.


COLETIVISMO E SOLIDARIEDADE
Esse foi o avanço do cristianismo em relação ao judaísmo. No entanto, Goldberg acha que só existe uma salvação para os cristãos: submeter-se ao judaísmo, isto é, regredir. Aliás, diz ele que “acentua-se um processo de judaização do pensamento cristão”, que incluiria até João XXIII, papa cuja ação foi exatamente no sentido de desenvolver a essência coletivista, solidária, do cristianismo, ou seja, afastando-o mais ainda de resquícios do judaísmo...
Em suma, se os cristãos reconhecerem a superioridade do judaísmo, aí sim, deixarão de ser “anti-semitas”. Quem não se submete ao judaísmo – e ao que há de pior no judaísmo – é “anti-semita”, ainda que seja árabe, ou seja, semita. Daí, tira ele da cartola que Jesus foi apenas um “rabino judeu como milhares”. “Em abono desta tese poderíamos transcrever inúmeras passagens do Novo Testamento”, passagens que, naturalmente, ele não cita uma sequer porque “inútil. Ou o leitor percebe [isso], ou escolhe a via tortuosa do sadomasoquismo anti-semita”. Em suma, ou o leitor se submete ou é “anti-semita”.
O judaísmo é, evidentemente, uma religião mais atrasada que o cristianismo. Aliás, Freud, que era, como se sabe, de origem judaica, o reconheceu explicitamente em sua última grande obra, “Moisés e o Monoteísmo”. Mas o psicanalista de novo tipo deve achar que Freud foi um anti-semita - principalmente depois que, na obra citada, argumentou que Moisés nunca foi judeu, mas um príncipe egípcio que, na tentativa de propagar o monoteísmo entre os judeus, foi assassinado por eles...
CARLOS LOPES

http://www.horadopovo.com.br/2004/marco/30-03-04/pag7e.htm

terça-feira, 4 de março de 2008

MATANÇA SELECIONADA DA RESISTÊNCIA


Israel e seus assassinatos
selecionados

No curso de sua história, Israel desenvolveu a especialidade de
conduzir missões de assassinatos selecionadoso envio de
terroristas para eliminar inimigos em outros países
.
A estratégia foi
utilizada pela última vez no dia 12 de fevereiro em Damasco, com o
assassinato de Imad Mughniyeh, um dos comandantes do
Hizbollah.
A tática terrorista deixa evidente a crença israelense de
que a melhor forma de lidar com os movimentos de resistência é
extinguir fisicamente os seus líderes.
Ao longo das últimas décadas,
diversos ativistas, intelectuais e cientistas foram eliminados dessa
maneira.
O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert rapidamente negou
qualquer envolvimento do “lar nacional judaico” no atentado
terrorista que matou Imad Mughniyeh, comandante palestino e
muçulmano sunita do Hizbollah.
Mas os aplausos públicos de
ministros israelenses, o clima de festividade e os relatórios
vingativos da mídia israelense contam outra história.
“As contas
foram acertadas”
foi a manchete do YNetnews, o website oficial do
jornal israelense Yedioth Ahronoth.
A manchete comemorativa
sugere que o assassinato de Mughniyeh foi uma resposta à
humilhante derrota sofrida pelo “lar nacional judaico” na Guerra do
Líbano de 2006.
Mas será que Israel saiu mesmo vitorioso?
A história é testemunha
de que assassinatos como esse provocam novas matanças – como
Hassan Nasrallah, Secretário-Geral do Hizbollah, rapidamente
alertou.
Em um discurso para dezenas de milhares de libaneses no
funeral de Mughniyeh, Nasrallah falou diretamente a Israel:
“Vocês
mataram Imad fora dos campos de batalha.
A nossa luta é dentro
do território libanês.
Vocês cruzaram os limites.
Sionistas, se vocês
querem uma guerra aberta, que seja então uma guerra aberta em
qualquer lugar”
.
É certo que o Hizbollah buscará a retaliação em
novos alvos judaicos.
Cabe então entender o que levou Israel a
pensar que a eliminação de Mughniyeh foi mesmo uma boa idéia.
As explicações são muitas.
Uma delas é que os
assassinatos selecionados é de
fato o que Israel sabe fazer de
melhor.
Outra é uma prova de
força do estado judaico, não só
para o Hizbollah, mas também
para o Irã e a Síria– uma amostra de que os braços sionistas podem
penetrar profundamente em território inimigo.
Ao mesmo tempo,
Israel lembrou o seu aliado incondicional, os Estados Unidos, que
apesar da humilhante derrota militar em 2006, o “lar nacional
judaico”
ainda pode ser considerado uma entidade estratégica
valiosa na “guerra contra o terrorismo”.
O atentado terrorista na
capital síria pode ser visto também como um simples “acerto de
contas”
contra um dos autores dos contra-ataques à embaixada dos
Estados Unidos em Beirute, realizados durante a Guerra Civil do
Líbano, no qual todos os agentes da inteligência estadunidense no
Oriente Médio foram mortos, forçando a retirada das forças
estrangeiras do país.
É importante lembrar que o estado judaico recusa-se a entrar em
sérias discussões de paz com a Síria ou com os próprios palestinos
– ou mesmo a se comprometer a um completo cessar-fogo, como
fora proposto pelo Hamas – em função de que em qualquer
negociação teria que lidar com concisões territoriais – algo que vai
diretamente contra os planos expansionistas sionistas.
Para evitar a
perda de territórios, a estratégia de Israel tem sido radicalizar
perante o ambiente árabe que o cerca.
Os palestinos “moderados”
como a mídia ocidental os classifica – como Mahmoud Abbas
servem apenas aos interesses israelenses
, uma questão de ganhar
tempo sem negociar, enquanto a expansão continua.
O “lar nacional
judaico” parece preferir estar cercado de comprometidos

movimentos de resistência, como o Hamas e o Hizbollah – que
nasceram como conseqüência direta da política militar israelense –
pois, como seus líderes gostam de descrever, “como podemos
negociar com alguém que quer nos matar?”
A resposta de Israel é
óbvia – matá-los antes.

domingo, 2 de março de 2008

APOIO A RESISTÊNCIA DOS POVOS ÁRABES























Protestos contra agressão do império
Resistência dos povos árabes recebe apoio dos trabalhadores europeus

Enquanto o imperialismo comandado pelo USA pede ajuda aos seus aliados europeus para tentar superar as dificuldades no Oriente Médio, a resistência popular no Iraque, no Líbano e na Palestina recebe apoio cada vez maior dos trabalhadores da Europa.
O aumento dos esforços imperialistas para evitar a derrota naquela região coincide com o recrudescimento das ofensivas do capital internacional sobre os direitos das populações de todo o mundo.
Dessa forma, e a despeito das posições oficiais e subservientes da União Européia, o povo europeu percebe que a luta dos povos árabes precisa da sua solidariedade, e entende que a liberdade de iraquianos, libaneses e palestinos depende da sua resistência de classe.
A percepção e o entendimento são de que a solidariedade com os povos árabes precisa ir além das declarações de apoio.

Os massacres empreendidos pelo USA no Oriente Médio representam uma ameaça ao internacionalismo da própria resistência classista.
A corrida capitalista para reduzir custos, minimizar riscos e aumentar as taxas de lucro de suas empreitadas prevê ofensivas contra os direitos dos trabalhadores de todo o mundo e contra a resistência dos povos árabes à opressão perpetrada por meio da máquina de guerra.
Contra o inimigo comum que ora assume a faceta de guerras de rapina, ora empenha-se como feitor dos trabalhadores do mundo, a luta é em nome da liberdade de todos os povos.

Diante das derrotas nesses enfrentamentos, Bush vem levando a cabo a “teoria do homem louco”, certa vez esboçada por Richard Nixon e há tempos aplicada com rigor: “Convém que nos vejam como um regime incontrolável, que responde pela força a qualquer obstáculo”.

Segundo essa doutrina, a resistência árabe não passa de “terrorismo” ou “fanatismo” a serem abatidos, assim como os resistentes colombianos não passam de traficantes de drogas os quais urge eliminar.
As campanhas difamatórias variam de acordo com as calúnias mais convenientes, e dessa forma os próprios trabalhadores europeus mais empenhados na luta contra a precarização são comumente tratados como agentes do atraso — quando não como criminosos.

A Europa — a Europa do povo trabalhador — parece estar farta dessa máquina de produção de pavor.
Parece farta também de assistir seus governantes compactuarem com o banho de sangue no Iraque, no Líbano e na Palestina — e no Afeganistão— e ainda com ameaças de incursões de pilhagem na Síria e no Irã.
Estão cansados de argumentos mentirosos utilizados para justificar a “guerra contra o terror” e os massacres em nome do “Novo Oriente Médio”.

Essa Europa vem se posicionando com frontalidade contra a Europa que funciona nos corredores e gabinetes do Parlamento Europeu e da Comissão Européia.

Contra o imperialismo
O dia 29 de novembro é o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo da Palestina, instituído sob o signo do cinismo em 1977 pela Organização das Nações Unidas– ONU.
Um dia que vem sendo instrumentalizado demagogicamente pela própria Organização das Nações Unidas desde que, em 29 de novembro de 1947, dividiu a Palestina pela força, criando o Estado de Israel e um imenso campo de refugiados onde foram despejadas as vítimas da limpeza étnica contra os próprios palestinos.
Não por acaso, os usurpados chamam esse dia de Naqbah — a catástrofe.
O dia em que o Estado Palestino foi uma promessa natimorta da chamada “comunidade internacional”.

Mas, a despeito da hipocrisia da ONU e de sua colaboração mal disfarçada com o imperialismo, o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino vem sendo convertido num dia de solidariedade autêntica.
Em toda a Europa, o último 29 de novembro foi, para as vozes legítimas do povo europeu, um dia de marcar posições contra a catástrofe deliberadamente construída ao longo de décadas.

Aconteceu um dia de levante contra o bloqueio econômico imposto contra a Faixa de Gaza com a cumplicidade da ONU e de repúdio às chacinas diárias realizadas pelo exército israelenseentre outubro e novembro 172 palestinos foram assassinados.
Os europeus se levantaram contra Israel, o USA, a União Européia e os castigos que esses cúmplices impõem a um povo que reclama o direito a uma pátria.

No mesmo sentido, as organizações que integram a Campanha Espanhola contra a Ocupação e pela Soberania do Iraque — CEOSI têm pressionado os cidadãos europeus para que exijam do Conselho de Segurança da ONU e da União Européia a suspensão de seus pareceres pró-Israel e pró-USA.
Exigem também a adoção de medidas concretas de isolamento político e econômico de Israel até que seja respeitada a soberania do Líbano e os direitos nacionais do povo palestino.

A própria Resistência Iraquiana, por meio de um comunicado de 3 de agosto, saudou a importância das lutas desses povos irmãos para o sucesso dos seus próprios combates travados contra os agressores ianques.

No dia 26 de julho, mais de mil pessoas foram para frente da embaixada de Israel em Lisboa protestar contra o massacre dos povos palestino e libanês.
No dia 12 de novembro um número semelhante de pessoas participou de uma marcha na cidade espanhola de Torrejón para denunciar a política imperialista apoiada pelo governo espanhol.
Em outubro, milhares de espanhóis já haviam se reunido no centro de Madrid pelo mesmo motivo.
Aliás, o apoio dos trabalhadores europeus à resistência dos povos árabes é particularmente significativo na Espanha, fazendo-se notar principalmente em cidades como Vigo, Málaga e Barcelona.
Existe profundo descontentamento com o envio de mais de mil militares espanhóis para a “pacificação” do Líbano, sob a bandeira formal da ONU, mas na prática a serviço da Aliança do Tratado do Atlântico Norte – OTAN, através da qual foi institucionalizada a subserviência européia aos interesses imperialistas. Os soldados espanhóis foram enviados ao Líbano não para impedir as afrontas bélicas de Israel ao Estado libanês, mas para tentar minar a resistência legítima às invasões.

Os trabalhadores espanhóis repudiaram ainda a atitude demagógica do primeiro-ministro José Luis Zapatero, que no auge dos ataques ao Líbano ofereceu 100 leitos nos hospitais espanhóis para atendimento de libaneses e outros 100 para o atendimento de soldados israelenses, sendo que a proporção exata dos feridos era de cem para um!
Além de tudo isso, aqueles que saem às ruas em defesa da legitimidade da resistência dos povos do Oriente Médio não ignoram o quanto os interesses da transnacional de energia Repsol na região têm sido determinantes para o alinhamento do Estado espanhol às mentiras que tentam justificar as invasões.
O apoio organizado às lutas populares do Oriente Médio manifesta-se legítimo, sobretudo, quando a natureza da solidariedade vai além da mera caridade, ou seja, além da falácia “humanitária” que via de regra se cala no que toca às ingerências e agressões ianques.

Na Europa existem entidades organizadas que atuam através da denúncia e do trabalho político antiimperialista, como a Associação de Solidariedade Franco-Palestina e o Tribunal Mundial Sobre o Iraque.
No entanto, o momento mais significativo do apoio dos trabalhadores de todo o mundo aos povos do Oriente Médio foi solenemente boicotado pelo monopólio mundial dos meios de comunicação.
Entre os dias 16 e 21 de novembro aconteceu, no Líbano, o Encontro Internacional de Solidariedade com a Resistência, do qual participaram 400 pessoas de 130 organizações de todos os continentes, entre partidos comunistas, sindicatos e organizações representativas dos trabalhadores de todo o mundo.
Além de reafirmarem o compromisso de denunciar a hipocrisia dos seus governos em matéria de política externa para o Oriente Médio, os europeus participaram de painéis sobre as estratégias dos movimentos de solidariedade com a resistência e estabeleceram pontos de vista comuns na luta contra o imperialismo.

O encontro foi organizado pelas principais forças políticas que organizaram o povo libanês na luta contra a invasão israelense — como o Hezbollah, aclamado como o “partido da resistência” — e seus participantes puderam ouvir dos libaneses como a população enfrentou corajosamente as agressões imperialistas e sionistas.
Viram de perto as consequências da brutalidade, pediram medidas jurídicas no sentido da condenação de Israel por crimes de guerra e contra a humanidade, e estabeleceram convergências para as lutas dos povos trabalhadores de todos os países.

Hora de desmascarar
Há trinta anos o moçambicano Yiossuf Adamgy traduz para o português tudo o que considera interessante para a comunidade árabe em Portugal.
É também o diretor da Feira do Livro Islâmico, que este ano levou muitas pessoas à Mesquita de Lisboa em sua 12ª edição.
Foram 200 títulos nos estandes, metade deles traduzida pelo próprio Yiossuf, e vendidos a preço de custo — outros vêm de Moçambique e do Brasil.
Os livros saem sob o selo da Al Furqan, editora criada por ele próprio e que empresta o nome à única revista islâmica produzida em Portugal, fundada em 1981 também por Yiossuf.
Seu trabalho é responsável pelo mais significativo esforço político para apresentar aos portugueses uma outra visão sobre o islão e sobre a real natureza do sofrimento dos povos árabes, frequentemente caluniados pelos meios de comunicação portugueses.

Para tanto, trata logo de reafirmar que as lutas contra o imperialismo são legítimas, lembrando que o Islão, ainda que não seja violento, é altamente combativo:
— Os acontecimentos atuais no Líbano, no Iraque e na Palestina estão relacionados com a injustiça em nível internacional promovida pelo USA.

Assistimos hoje a uma opressão estrangeira a esses países.
Nesses casos são, obviamente, lutas em defesa da terra e, por vezes, em defesa da fé.
Yiossuf percebe maior conscientização dos portugueses quando se trata do que o monopólio dos meios de comunicação apresenta simplesmente como “conflitos” no Oriente Médio:
— Cinco anos após o 11 de Setembro, a maioria das pessoas bem informadas chegou à conclusão de que estas guerras foram manipuladas pela administração Bush, e que o poder econômico impõe-se através delas. Quanto à causa palestina, regra geral, todos são a favor.

Mas quando se trata de real solidariedade entre as organizações dos trabalhadores portugueses com as resistências dos trabalhadores no Oriente Médio, Yiossuf lamenta:

— Na maioria dos países europeus existe esse tipo de interlocução. Em Portugal creio que é fraca.
Apesar de comparecerem ao Encontro Internacional de Solidariedade com a Resistência, no Líbano, de fato os trabalhadores portugueses ainda carecem de maiores articulações para apoios mútuos contra as várias faces do imperialismo — talvez pela urgência das imensas lutas que o povo português vem travando contra as gerências político-partidárias locais.
Portugal ainda está por assumir um desafio que a maioria dos países europeus parece estar enfrentando com sucesso: a convergência das lutas internacionais contra um inimigo comum.
Em poucas palavras, um desafio internacionalista contra pretensões imperialistas geoestratégicas; descobrir o que há de comum entre as lutas contra a opressão comandada pelos senhores da guerra do período imperialista posta em prática pelo patronato e pelos governos nacionais ditos democráticos.
Um desafio que a imprensa fascista mundial tenta a todo custo desqualificar, via de regra, através da criminalização dos movimentos populares autênticos, principalmente aqueles que fazem parte das resistências árabes.

Os ”fanáticos”
Em meados de setembro, a ONU publicou um relatório sobre o número de mortos civis e a generalização da tortura no Iraque desde a invasão do país pelo USA, em 2003.
No dia 23 daquele mês, o jornal Le Monde, da França, comentou o relatório em editorial, sob o título A guerrilha iraquiana transforma reféns em kamikazes.
O texto, cujo subtítulo foi Iraque: violências comunitárias, torturas e raptos, associava a resistência do povo iraquiano ao banditismo e aos esquadrões da morte — esquadrões que, na verdade, são colaboradores do imperialismo ianque.
Para o Le Monde, portanto, o drama iraquiano — raptos, torturas, mortes, destruição e pilhagem — nada tem a ver com os invasores estrangeiros que tomaram o país de assalto, mas com a disposição do povo para resistir às humilhações e defender sua dignidade.
Tido como um jornal de “centro-esquerda”, o Monde não é exceção.

Quando se trata dos fatos que torna inegável a realidade da resistência dos povos do Oriente Médio — e as profundas dificuldades para a ação imperialista na região — o discurso onipresente nos meios de comunicação europeus é aquele recheado de palavras pejorativas para caracterizar lutas legítimas.
Em reportagens sobre episódios violentos no Iraque, mas também naquelas sobre o Líbano e a Palestina, abundam as referências a “terroristas” e fanáticos” que estariam empenhados em fazer água aos esforços democráticos daqueles que são apresentados sob o eufemismo “forças de intervenção”.

O monopólio da imprensa na Europa — começando pelas agências noticiosas que o abastecem — é dedicado em fazer repercutir as manobras militares dos invasores e a agenda diária dos responsáveis pela invasão.

Ao mesmo tempo, essa mesma imprensa fascista ignora por completo a revolta generalizada que toma conta do mundo árabe desde o início da intensificação das ações imperialistas em seus territórios. Ela se esmera em fazer ecoar as explicações falsas apresentadas pelos agressores para explicar a crise que enfrentam e desqualificar aqueles que insistem em não lhes baixar as cabeças.

Mas o combativo povo árabe não se deixa vencer nem pelas bombas em seus tetos, nem pelas humilhações publicadas nas primeiras páginas.
Nos primeiros dias de dezembro, centenas de milhares de libaneses cercaram a sede do governo para exigir a demissão do primeiro-ministro Fuad Siniora que, encurralado diante da força popular, telefonou aos comparsas da Liga Árabe e do USA.
À frente estava não uma organização terrorista, mas o Hezbollah, “partido da resistência”, liderando o povo libanês na árdua tarefa de não arrefecer.