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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

RESSUCITANDO A GRIPE H1N1

Cientistas recriam vírus da gripe espanhola
NOTÍCIA DE 05 de outubro de 2005 • 15h33 • atualizado às 15h33
Notícias
Os cientistas que ressuscitaram o vírus da gripe espanhola disseram que estão começando a entender por que ele causou uma epidemia tão mortal, com cerca de 50 milhões de vítimas fatais, e advertiram que a pandemia pode se repetir.

Eles começaram a comparar as mutações genéticas da gripe de 1918 com as que estão sendo observadas no vírus H5N1, da gripe aviária — que já matou milhões de aves, além de alguns seres humanos, na Ásia —, na esperança de conseguir prever e talvez prevenir uma pandemia semelhante.

"Achamos que tínhamos de recriar o vírus e realizar essas experiências para compreender as propriedades biológicas que tornaram a variante de 1918 tão mortal," disse Terrence Tumpey, dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) em Atlanta, que ajudou a escrever as reportagens publicadas em conjunto esta semana pelas revistas Nature e Science.
O experimento, no qual o vírus foi recriado através de um processo chamado genética reversa, com amostras do vírus de 1918, permitiu aos pesquisadores testá-lo em laboratório e em vários animais.
O estudo vai ajudar a responder dúvidas importantes, disse Jeffery Taubenberger, do Instituto de Patologia das Forças Armadas em Rockville, Maryland.

"Como o vírus passou para os seres humanos e como a pandemia começou? A segunda questão é compreender por que esse vírus em particular foi tão virulento", disse Taubenberger a repórteres numa entrevista por telefone.
"O que podemos aprender em cima do que ocorreu em 1918 para nos prepararmos para uma futura pandemia de influenza?," perguntou ele.
Taubenberger afirmou que é possível criar vacinas que tenham como alvo as mutações observadas na pesquisa.
A equipe utilizou fragmentos do vírus retirados de amostras preservadas das vítimas da epidemia, e também do cadáver de uma vítima retirado de um túmulo congelado no Alasca em 1998.
Com esses fragmentos, fizeram uma réplica do vírus de 1918 e trouxeram-no de volta à "vida" — os vírus não estão exatamente vivos, como os outros micróbios — combinando-o com frangmentos de vírus modernos da gripe e cultivando-o em bactérias.

"Acreditamos hoje, com a melhor interpretação dos dados disponíveis, que o vírus de 1918 era um vírus semelhante ao aviário que se adaptou nos seres humanos," disse Taubenberger.
Isso o torna diferente dos vírus que provocaram as outras duas pandemias de gripe do século 20, em 1958 e em 1967.
Naqueles casos, vários vírus de gripe trocaram genes entre si e se tornaram especialmente virulentos.
"Os dados indicam que as pandemias podem se formar de mais de uma maneira," afirmou ele.
Houve várias alterações em cada gene do vírus de 1918, disse Taubenberger, e o vírus da gripe aviária está começando a apresentar algumas dessas alterações, mas o processo parece estar no princípio, afirmou.
As conclusões reforçam a preocupação das autoridades de saúde com o vírus H5N1, que ainda não infecta os seres humanos com facilidade, mas que já matou mais de 60 pessoas em quatro países da Ásia.
São necessárias apenas algumas mutações para que o vírus que matou milhões de pássaros se torne tão infeccioso e mortal quanto entre os seres humanos.

Mas agora os cientistas estão começando a entender quais são essas mutações, e podem começar a tentar produzir drogas e vacinas para combatê-las.

"Identificamos várias proteínas do vírus que foram essenciais para o desenvolvimento da doença pulmonar grave," disse Tumpey.

A principal, afirmou, foi uma proteína chamada hemaglutinina — o "H" dos nomes dos vírus da gripe.
Quando a hemaglutinina do vírus de 1918 foi substituída pela hemaglutinina da gripe moderna, o vírus resultante não foi mortal.
Uma outra proteína, a neuraminidase, sofreu mutação no vírus da gripe espanhola de modo a conseguir se replicar sob condições incomuns, talvez numa área mais profunda do pulmão que outros vírus da gripe.
A neuraminidase responde pelo "N" dos nomes das gripes.
A gripe espanhola foi uma H1N1
, bem diferente da H5N1, ressaltaram os pesquisadores.
Eles também afirmaram que suas experiências não trazem nenhum perigo, pois estão sendo realizadas em laboratórios especiais.
Todos os vírus humanos da gripe descendem do da gripe espanhola, o que significa que as pessoas têm alguma imunidade a eles, disse Julie Gerberding, diretora do CDC. O que é perigoso em relação à H5N1, a gripe aviária, é que as pessoas não têm imunidade a ela.

Se não for o H5N1, algum outro vírus influenza com certeza causará uma pandemia, que será muito pior que a da gripe espanhola, disse Gerbeding.
"A maioria dos especialistas concorda que não se trata de uma questão de ''se'' — e sim de ''quando,"'' disse ela.

"Essas importantes pesquisas criam novas informações e novas pistas que nos ajudam a nos preparar para a pandemia."
Vírus criado em laboratório, pandemia h1n1, gripe suina, gripe A.
www.pandemia-h1n1.com


A Verdadeira Face do Vírus H1N1 (Gripe Suína) – Parte I

ARTIGO número # Whataheal University
Quinta-feira, 30 de julho de 2009.

A VERDADEIRA FACE DO VÍRUS H1N1 (GRIPE SUÍNA) - PARTE I
O M I T O S O B R E A O R I G E M D O V Í R U S

A pandemia global da gripe suína foi criada em laboratório para a redução populacional gradativa

A VERDADEIRA FACE DO VÍRUS INFLUENZA A (H1N1) – A PANDEMIA GLOBAL DA GRIPE SUÍNA

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o vírus teve origem através da transmissão da gripe de porcos para humanos.
Isto ocorreu no México, porém a composição do vírus Influenza A (H1N1) foi publicada como desconhecida pela Comunidade Internacional.
Mas por mera coincidência ao H5N1” (vírus das aves – gripe aviária) e este vírus dos porcos é H1N1.
Pela internet, a drª Wilma Wooten, médica pública em San Diego ,disse que não é claro como é que as pessoas contrairam o vírus ,nenhum dos pacientes que viu tinham tido contato com porcos.
MÉXICO,
um país extremamente visitado, em essência é um país turístico e que possui a 11ª maior população do planeta (108.700.891 hab*). É mais do o lugar perfeito para iniciar o processo de contaminação (atualmente no nível 5 da OMS, para pandemia global) entre humanos.
Uma vez que cada turista volta para seu país de origem com a gripe suína, fazendo com que a contaminação interna nacional ocorra em todas as nações em que houve turistas infectados.
.
=====> C O M E N T Á R I O S interessantes achados na internet.
Mr Frederico Mustard disse…
E por coincidencia dizem que o Tamiflu, anteriormente receitado para o H5N1, poderá combater o H1N1… é um escandalo da industria farmaceutica. Tentaram vender milhoes com a gripe das aves mas foi coisa pouca, agora arquitectaram isto para ja haver humanos em zonas nobres(USA) infectados para começarem a vender mt mais!
27 de Abril de 2009 21:45
Anônimo disse…
Mr Eistein
Repararam que essa pandemia coincide com a crise mundial, com a falta de empregos, com a fome que pode vir a assolar o planeta, neste caso matem os pobres, e assim que eles(governo) pensam. Reparem que os mortos em sua grande maioria sao de classe media abaixo.
28 de Abril de 2009 14:47

=====> ‘ C R O N O L O G I A
Nova Gripe _ Vírus “Influenza A” denominado “H1N1″, conhecido por “Gripe Suína”.
Cronologia da epidemia pelo vírus influenza A.

24 de abril de 2009

A Organização Mundial da Saúde (OMS) demonstra preocupação com a confirmação de casos de uma nova gripe nos Estados Unidos e no México.
Cinco casos são confirmados na Califórnia, e 2 no Texas.
Há evidências de que mais de 60 mortes estariam relacionadas com a nova doença no México.
====> EVIDÊNCIAS
Catálogo de Provas e Evidências do Vírus ter Sido Produzido em Laboratório:
O vírus H1N1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária, gripe suína asiática e européia e gripe Humana.
TRATA-SE DE UMA MISTURA NUNCA VISTA ANTES E O MAIS INCRÍVEL DE TUDO…TEM MENOS DE 1% DE CHANCES DE OCORRER NATURALMENTE!
Fonte: Agência Reuters
Link: http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N24524032.htm

“The virus is an influenza A virus, carrying the designation H1N1.It contains DNA from avian, swine and human viruses, including elements from European and Asian swine viruses, the CDC has said. [nN23355101] ( Center for Disease Control : Centro de Controle de Doenças)”
Os cientistas haviam recriado o vírus H1N1 para “estuda-lo”.
Cada vez se torna mais evidente que esta gripe suína foi arquitectada.
O Reuters menciona ESTE ARTIGO POSSUI MAIS 8 PARTES..
Ler a segunda parte.

INFORMAÇÃO ASSOCIADA
- A gripe suína foi criada em laboratório para a redução populacional e te obrigará a ser vacinado pela OMS.
- Há indícios de que as vacinas serviram como propósito de matar, e consequentemente gerar lucros ás grandes corporações.
- O vírus foi disseminado propositalmente no México, país turístico para se ter eficiência na propagação mundial do vírus.
- Um denúncia de uma americana, leva a busca do caminhão que transportava de bases militares a gripe suína para o México.
- Os EUA construíram 700 prisões FEMA e o CDC juntamente com a OMS irá lotar essas prisões de quarentena através de Lei Marcial.
EUA já tem mais de 700 prisões FEMA (campos de concentração) construídos e vazios
Para que os EUA teria construído 700 prisões FEMA? Em época de crise, quase sem dinheiro, mas sempre há dinheiro!?? Leia a notícia
OMS pode obrigar a vacinação massiva de 194 nações, através do acordo das farmacêuticas
http://whatafolha.wordpress.com/2009/08/04/oms-pode-obrigar-a-vacinacao-massiva-de-194-nacoes-atraves-do-acordo-das-farmaceuticas/

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Todas as informações presentes neste artigo são factuais.
“Estou pedindo ajuda numa tremenda tarefa de informar e alertar o povo Americano.Crente que com a sua ajuda as pessoas serão aquilo que nasceram para ser:
livres e independentes!”
- JOHN KENNEDY
Neste caso tentamos alertar a todos os povos.Whataheal University
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Julho 31, 2009 / 12:48 am
Category:
Pandemia Global, Redução Populacional
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A livre expressão do pensamento é um direito inalienável e garantido pela Magna Carta, em seu art. 5°, que rege o nosso Ordenamento Jurídico Pátrio, que consolida o pensamento liberal expresso nas Constituições atuais. E mais, o artigo 13, item 1 do Pacto de São José de 1969, advindo da Convenção Americana de Direitos Humanos a qual o Brasil aderiu e recepcionou no plano interno em 1992, afirma: " Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento e expressão." Esse direito inclui a liberdade de procurar, receber e difundir informações e idéias de qualquer natureza, sem considerações de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer meio de sua escolha.
A Verdadeira Face do Vírus H1N1 (Gripe Suína) – Parte II

ARTIGO número # Whataheal University
Quinta-feira, 30 de julho de 2009.

A VERDADEIRA FACE DO VÍRUS H1N1 (GRIPE SUÍNA) - PARTE II
E S T A D O D E A L E R T A
Como isso será usado contra você!
====> EVIDÊNCIAS

Catálogo de Provas e Evidências do Vírus ter Sido Produzido em Laboratório:
O vírus H1N1 contém uma mistura de ADN de gripe aviária, gripe suína asiática e européia e gripe Humana.
TRATA-SE DE UMA MISTURA NUNCA VISTA ANTES E O MAIS INCRÍVEL DE TUDO…TEM MENOS DE 1% DE CHANCES DE OCORRER NATURALMENTE!
Fonte: Agência Reuters
Link: http://www.alertnet.org/thenews/newsdesk/N24524032.htm

“The virus is an influenza A virus, carrying the designation H1N1.It contains DNA from avian, swine and human viruses, including elements from European and Asian swine viruses, the CDC has said. [nN23355101] ( Center for Disease Control : Centro de Controle de Doenças)”

Os cientistas haviam recriado o vírus H1N1 para “estuda-lo”. Cada vez se torna mais evidente que esta gripe suína foi arquitectada.
O Reuters menciona

=====> GUIA DE PERGUNTAS NO YAHOO RESPOSTAS

//#01 – Será que a gripe suína e aviária não foram criadas pelo mesmo laboratório que vende o Tamiflu?
Link da pergunta, aqui.

PERGUNTA DE: Icaro
Eu sei que pode parecer teoria de conspiração, mas eu fico pensando cá com os meus botões se isso não está estranho pq normalmente as doenças aparecem primeiro que os remédios.E dessa vez a coisa está ao contrário.Pensem só gripe existe desde que o homem colocou os pés na terra e porco apareceu bem antes que o homem de forma que se essa mutação desse vírus fosse mesmo uma coisa espontânea pq não ocorreu antes?E me parece meio estranho que a medicação seja nova pois ainda não houve quebra de patente e seja a única a conseguir a cura .E tem mais ela custa caro e se hoje vc procurar na farmácia não encontra pois os governos foram obrigados a comprar todo o estoque para controlar uma possível epidemia.Será que tudo isso é uma simples coincidência ou o próprio laboratório “Roche” se eu não me engano que é o fabricante do Tamiflu criou isso para poder vender uma medicação.Eu desconfio que somos reféns dessas empresas faz tempo.Uma vez eu lí uma estória de um profeta que previu uma série de coisas e foi super cultuado até o dia que o pegaram colocando fogo em um teatro que ele anteriormente dito que previa um grande incêndio.Isso pode ser aplicado nessa situação pois uma vez que eles possuem e digo somente eles a cura disseminam a doença e nos torna reféns.Vcs não acham que isso mereceria uma investigação mais profunda?
MELHOR RESPOSTA: Cruella
Eu particularmente já desconfio disso tem um bom tempo, e devemos fazer um boicote a tal laboratório e ainda deveríamos nos unir e cobrar investigações mais sérias em relação a isso. Que bom que existem pessoas como vc que pensam, isso é importante.Eu mesma já me questionei sobre alguns procedimentos na área da medicina veterinária que é onde eu atuo, o que ocorre é que hoje somos reféns das indústrias farmacêuticas que se transformou numa enorme máquina de fazer dinheiro e na verdade e o mercado da doença e não da saúde pq eles precisam da nossa doença para eles encherem os bolsos de dinheiro em cima da desgraça alheia. Eu ha vinte anos , mudei minha alimentação e a de meus animais e graças a isso eu não tenho uma doença sequer, nem gripe. Meu organismo está forte e combativo, pois eu tive uma visão das coisas além do que as pessoas comuns podem observar, questionei e mudei. As pessoas em geral deveriam fazer isso, mas a massa é burra.
***** Terceira parte em produção…

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Todas as informações presentes neste artigo são [...]

quarta-feira, 20 de maio de 2009

DE INTERESSE PÚBLICO

Baxter, Tamiflu, Rumsfeld e a gripe


28/04/2009 Matéria publicada em 8 de março de 2009, no site português da MRA Alliance, intitulada: “Baxter, Tamiflu, Rumsfeld e a gripe aviária”.
(A MRA Alliance é uma rede de advogados construída a partir dos relacionamentos da Miguel Reis & Associados - Sociedade de Advogados, com sede em Lisboa, e da Miguel Reis Advogados Associados, com sede em São Paulo)
Caso Baxter: a multinacional farmacêutica norte-americana Baxter International, com sede em Deerfield, Illinois, nos últimos meses vendeu vacinas contaminadas com o vírus da gripe aviária a duas dezenas de países, entre os quais europeus, alerta o site científico alemão LifeGen.
Esta notícia tem implicações diretas com uma substância ativa patenteada pela Gilead Sciences, uma empresa fundada há 20 anos pelo ex-chefe do Pentágono, Donald Rumsfeld. O caso foi descoberto pela rede científica PROMED, segundo a qual a Baxter, através da sua subsidiária na Áustria, “forneceu, não intencionalmente (!!?? – grifo e exclamações da Gazeta), amostras contaminadas com o vírus da gripe aviária, que foram usadas em laboratórios de três países vizinhos.”
A PROMED revelou que a contaminação foi descoberta em fevereiro, num laboratório da República Checa, após a morte de doninhas inoculadas com vacinas produzidas a partir das amostras enviadas da sede da Baxter, em Deerfield, Illinois, para a sua subsidiária na Áustria.
A empresa norte-americana comunicou o incidente ao Ministério da Saúde, em Viena.
A porta-voz do ministério, Sigrid Rosenberger, confirmou à PROMED a contaminação das amostras com o vírus H5N1.
Vlad Dan Georgescu, co-autor do livro “A máfia da Saúde: como nós, pacientes, somos lesados”, no artigo “Fora de controle: laboratórios sob ameaça bioterrorista e pandêmica”, levanta uma série de dúvidas sobre a negligência da empresa e das autoridades sanitárias dos EUA e da UE relativamente à manipulação de amostras de alto risco.
Georgescu considera o “Caso Baxter” uma real ameaça à saúde pública.
Num outro texto refere a existência de “sérios sinais de a muito esperada pandemia da gripe aviária estar prestes a contaminar o mundo, mesmo sem o erro da Baxter.”
Caso Tamiflu: sob a designação comercial Tamiflu, o medicamento antigripal é atualmente produzido pela multinacional suíça Hoffman-La Roche. Porém, os méritos curativos do Tamiflu são questionados por vastos setores das comunidades médica e científica e desencadearam acesa controvérsia, conforme notícias publicadas nos sites MSNBC, New York Times, Medical News Today e Bloomberg.
Denúncias de efeitos psiquiátricos colaterais abundam em publicações especializadas acessíveis via Internet.
Em 1996, a Roche adquiriu da Gilead Sciences os direitos para a produção do Tamiflu.
Em 2005, as duas empresas acertaram o pagamento de royalties. Desde então, a Gilead recebe entre 14% a 22% do resultado das vendas líquidas do antiviral seletivo.
Em 1988, o médico Michael Riordan e o político e gestor profissional Donald Rumsfeld fundaram a Gilead Sciences.
Durante quatro anos (1997-2001), Rumsfeld presidiu os destinos da empresa, cargo que abandonou para assumir o posto de secretário da Defesa, em janeiro de 2001, na primeira administração Bush/Cheney.
Quando se encontrava na direção do Pentágono, Rumsfeld mobilizou esforços para que a gripe aviária fosse vista pelos poderes executivo e legislativo como “uma ameaça à segurança nacional”.
A tese vingou e foi bem acolhida pelo Partido Democrata, então na oposição: “Uma pandemia de gripe é real, e as suas consequências seriam dramáticas”, pode-se ler num de seus documentos. Em julho de 2005, o Pentágono, dirigido por Rumsfeld, encomendou à Gilead USD 58 milhões de Tamiflu para “tratamento das tropas estacionadas no estrangeiro”.
Meses depois, em novembro, o Congresso aprovou um pacote legislativo para a criação de um fundo de emergência para combate à possível pandemia gripal, no montante de USD 7,1 bilhões.
A lei previa a compra e distribuição de Tamiflu. Valor orçamentado a favor da Roche/Gilead – 1 bilhão de dólares.
Quem é quem na Gilead?
Os lucros de Rumsfeld através das suas participações na Gilead foram noticiados em outubro de 2005, por, entre outros, o jornalista Nelson D. Schwartz, no site da CNN.
“Os receios de uma pandemia e as subsequentes disputas sobre o Tamiflu fizeram passar os títulos da Gilead de USD 35 para USD 47 dólares por ação, tornando o chefe do Pentágono - que já é um dos homens mais abastados do governo Bush - ainda mais rico em, pelo menos, um milhão de dólares.”
Refira-se que, quando Rumsfeld abandonou a presidência da companhia (2001), as ações estavam cotadas a USD 7 dólares. A partir de 2004, o valor dos títulos registraram um aumento superior a 57%, voltando a subir mais 20% até novembro último. As valorizações correspondem aos meses em que o Pentágono realizou as primeiras compras e à aprovação do fundo de emergência, pelo Congresso. Entre os atuais acionistas e diretores mais conhecidos da farmacêutica norte-americana destacam-se dois pesos pesados da política global: um belga, Étienne Davignon, e outro, norte-americano, George Schultz. O primeiro, antigo vice-presidente da Comissão Européia, é destacado membro do Bilderberg, organização de acesso ultra restrito, que reúne 130 pessoas muito influentes, em nível mundial, num evento anual rodeado de segurança e secretismo. O segundo desempenhou importantes cargos governamentais em administrações republicanas - secretário de Estado (Reagan), secretário do Tesouro e do Trabalho (Nixon) - presidiu aos destinos da poderosa Bechtel Corporation, uma das principais fornecedoras do Pentágono, e foi administrador do grupo financeiro Charles Schwab. A sua ligação com a Gilead remonta a 1996. (http://www.lawrei.eu/MRA_Alliance/?p=3333)
No diário La Jornada, México, hoje, 28 de abril de 2009, num artigo da jornalista Silvia Ribeiro, sob o título “Epidemia de lucro”, lê-se:
“Com a gripe aviária, todas elas (as indústrias farmacêuticas multinacionais) obtiveram centenas de milhões ou alguns bilhões de dólares de lucros. Com o anúncio da nova epidemia no México, as ações da Gilead subiram 3%, as da Roche 4% e as da Glaxo 6%, e isto é só o começo.”
E no site espanhol Sin Permiso, também hoje, 28 de abril de 2009, lemos num artigo do editor Mike Davis, intitulado “O monstro bate à nossa porta:
“Roubando o protagonismo do nosso último assassino oficial, o vírus H5N1, este vírus suíno representa uma ameaça de ignota magnitude. Parece menos letal que o SARS (Síndrome Repiratória Aguda, na sigla em inglês) em 2003, porém, como gripe, poderia resultar mais duradoura que a SARS. Dado que as domesticadas gripes do tipo A matam nada menos que um milhão de pessoas por ano, incluindo-se um modesto incremento de virulência, especialmente se combinada com elevada incidência, [este novo vírus] poderia produzir uma matança equivalente a uma guerra importante.” (http://www.sinpermiso.info/textos/index.php?id=2528)
Bem, ficamos aqui, por agora. Sem paranóia, temos de entender o “sistema”.
Segundo o diário mexicano La Jornada, as mortes no México atingem as pessoas mais pobres, com deficiências nutricionais, de higiene, de agasalho, etc. Pobreza, eis a principal causa de vítimas fatais, a grande maior parte nas periferias urbanas e rurais, dessa mais recente contaminação urdida nos desesperos e alucinações macabras dos doutores sartanas que proliferam nesse mundo capitalista e globalizante. Outras mais letais, com certeza, já estão sendo sacudidas em seus tubos de ensaio.
Para não ficar muito longa esta edição, transferimos os comentários da Gazeta e outras informações para a próxima.
Até lá.
Abs
Mario Drumond
Revisão: Frederico de Oliveira (para quem curte textos bons e bem escritos, recomendo o blog de Frederico – O Apito - no endereço http://www.thetweet.blogspot.com)
Copyleft e copyright totalmente liberados.
“Direito de ser traduzido, reproduzido e deformado em todas as línguas.”

segunda-feira, 18 de maio de 2009

MISTÉRIOS DA ATUALIDADE

Misterios sobre el origen de la “Gripe Porcina”

fuente: http://agenciadin. com.ar
07-Mai-2009

Expertos alertan sobre guerra biológica y negocio de Donald Rumsfeld con la “gripe porcina”
Sabía usted que el virus de la influenza porcina apareció por primera vez en Estados Unidos y que el único medicamento al que parece responder es producido por un laboratorio del que es directivo y propietario Donald Rumsfeld?
Un revelador trabajo de investigación del Informativo Pacífica, elaborado por el colectivo periodístico con base en California Pueblos Sin Fronteras, plantea varias interrogantes que los medios hegemónicos de comunicación han obviado, en su afán por generar terror entre la población.
Cuál es el origen del nuevo virus que ya ha matado a más de cien personas en México?
A quién beneficia esta epidemia?
Qué otras noticias está sepultando?
Para qué se está utilizando la emergencia en México?
El reporte de Fernando Velázquez menciona un artículo de la investigadora Lori Price en el sitio web Globalresearch.ca , titulado “La gripe acaba con los memos de la tortura”, en el que ésta señala que la influenza porcina, fabricada probablemente en laboratorios militares de Estados Unidos, ha acabado con la noticia de los memos sobre la tortura ordenada por la Agencia Central de Inteligencia (CIA) contra prisioneros en Guantánamo, Abu Ghraib, y cárceles secretas.
El artículo mencionado señala que un investigador de biodefensa indonesio declaró el año pasado que Estados Unidos ya podía fabricar armas biológicas en el laboratorio de Los Álamos, usando muestras de la gripe aviar enviadas por Indonesia a la Organización Mundial de la Salud. Detalles sobre el tema aparecen en el libro “Es tiempo de que cambie el mundo: manos divinas detrás de la gripe aviar”, escrito por el ministro de Salud indonesio.
Lori Price subraya que la actual histeria provocada por el virus porcino podría dar grandes ganancias a Donald Rumsfeld.
El ex secretario de Defensa de Bush es directivo desde hace 20 años del laboratorio Gilead Sciences, Inc.
la firma con sede en California que fabrica y tiene los derechos de “Tamiflu”, el supuesto remedio contra la influenza que aterroriza al mundo.
Fernando Velázquez también entrevistó para su reporte al periodista Ralph Schoenman, productor del programa radial “Taking Aim” (Apuntando) que se transmite en la emisora WBAI de Nueva York.
Schoenman afirma que los laboratorios militarizados a lo largo de Estados Unidos han estado perfeccionando armas biológicas con el virus porcino, aviar, el asiático y otras enfermedades para las que no hay respuesta inmunológica.
“En laboratorios de nivel 4 y 5 en todo el país las enfermedades más virulentas han sido alteradas de tal forma que no hay defensa contra ellas, y han sido arrojadas en varias partes del mundo. Se han dispersado en África, y han sido monitoreadas por militares estadounidenses”, afirma Schoenman.
Velázquez también menciona en su reporte el libro “Clouds of Secrecy” (Nubes de secretos), del profesor de políticas de Salud Pública Leonard Cole, quien documenta que por 40 años el Pentágono ha estado esparciendo billones de vacilos I en el metro de Nueva York, en las escuelas públicas de Minneapolis y Saint Louis y, en particular, en la bahía de San Francisco.
En esa ciudad, los efectos fueron un incremento en un 10% de meningitis de la espina dorsal.
El número de personas impactadas por el vacilo I asciende a 10 millones. Velázquez recuerda el libro “Matando la esperanza”, donde William Bloom describe que en 1971 la central de inteligencia proveyó a exiliados cubanos con un virus que causa fiebre porcina africana.
Seis semanas después, un brote de la enfermedad obligó al gobierno cubano a sacrificar a medio millón de puercos.
Diez años después la población fue atacada por una epidemia de dengue transmitida por mosquitos, que se extendió por la isla enfermando a más de 300 mil personas y matando a 158 (de los que más de un centenar eran niños menores de 15 años).
Reporta también Fernando Velázquez que documentos desclasificados en 1956 y 1958 revelan que el ejército estadounidense crió grandes cantidades de mosquitos en La Florida y en Georgia para ver si los insectos podían ser usados como armas diseminando enfermedades, y que en 1969 más de 500 estudiantes de 36 países se graduaron en cursos sobre guerra epidemiológica en la escuela de química del ejército en Fort McClellan en Alabama.
A epidemia de gripe suína que dia-a-dia ameaça expandir-se a mais regiões do mundo não é um fenómeno isolado. Faz parte da crise generalizada e tem as suas raízes no sistema de criação industrial de animais dominado por grandes empresas transnacionais.
No México, as grandes empresas de criação de aves e suínos têm proliferado amplamente nas águas (sujas) do Tratado de Livre Comércio da América do Norte.
Um exemplo é a Granja Carroll, em Veracruz, propriedade da Smithfield Foods, a maior empresa de criação de porcos e processamento de produtos suínos no mundo, com filiais nos EUA, na Europa e na China.
Na sua sede em Perote começou há algumas semanas uma virulenta epidemia de enfermidades respiratórias que atingiu 60% da população de La Gloria, fato informado por La Jornada em várias oportunidades a partir das denúncias dos habitantes locais.
Desde há vários anos eles travam uma dura luta contra a contaminação provocada pela empresa e têm sofrido, inclusive, repressão das autoridades devido às suas denúncias.
A Granjas Carroll declarou que não está relacionada nem é a origem da actual epidemia, alegando que a população tinha uma gripe “comum”.
Por via das dúvidas, não fizeram análises para saber exactamente de que vírus se tratava.

Em contraste, as conclusões do painel Pew Commission on Industrial Farm Animal Prodution (Comissão Pew sobre Produção Animal Industrial), publicadas em 2008, afirmam que as condições de criação e confinamento da produção industrial, sobretudo em suínos, criam um ambiente perfeito para a recombinação de vírus de diferentes estirpes.
Mencionam inclusive o perigo de recombinação da gripe avícola e da suína e como finalmente podem chegar a recombinar-se em vírus que afectem e sejam transmitidos entre humanos.
Mencionam também que por muitas vias, incluindo a contaminação das águas, pode chegar a localidades afastadas, sem aparente contacto directo.
Um exemplo do que devemos aprender é o surgimento da gripe avícola – ver, por exemplo, o relatório da GRAIN, que ilustra como a indústria avícola criou a gripe avícola: http://www.grain.org/ .

Porém, as respostas oficiais à crise actual, além de tardias (esperaram que os Estados Unidos anunciassem primeiro o surgimento do novo vírus, perdendo dias preciosos para combater a epidemia), parecem ignorar as causas reais e mais contundentes.

Mais do que enviar estirpes de vírus para o seu sequenciamento genómico a cientistas, como Craig Venter, que enriqueceram com a privatização da investigação e dos seus resultados (sequenciamento que certamente já foi feito por pesquisadores públicos do Centro de Prevenção de Enfermidades em Atlanta, EUA), o que é preciso entender é que esse fenómeno irá continuar a repetir-se enquanto existirem as incubadoras destas doenças.

Já na epidemia, são também transnacionais as que mais lucram: as empresas biotecnológicas e farmacêuticas que monopolizam as vacinas e os antivirais.
O governo anunciou que tinham um milhão de doses de antígenos para atacar a nova variedade de gripe suína; porém, nunca informou a que custo.

Os únicos antivirais que ainda têm acção contra este novo vírus estão patenteados na maior parte do mundo e são de propriedade de duas grandes empresas farmacêuticas: o zanamivir, com nome comercial Relenza, comercializado pela GlaxoSmithKline, e o oseltamivir, cuja marca comercial é Tamiflu, patenteado pela Gilead Sciencies, licenciado de forma exclusiva pela Roche.
A Glaxo e a Roche são, respectivamente, a segunda e a quarta empresas farmacêuticas à escala mundial e, igualmente como no restante de seus remédios, as epidemias são as suas melhores oportunidades de negócio.

Com a gripe avícola, todas elas lucraram centenas ou milhões de dólares.
Com o anúncio da nova epidemia no México, as acções da Gilead subiram 3%, as da Roche 4% e as da Glaxo 6%; e isso é só o começo.

Outra empresa que persegue esse sumarento negócio é a Baxter, que solicitou amostras do novo vírus e anunciou que poderia dispor da vacina em 13 semanas.
A Baxter, outra farmacêutica global (22º lugar), em Fevereiro de 2009 teve um “acidente” na sua fábrica na Áustria, Enviou um produto contra a gripe para a Alemanha, Eslovênia e República Tcheca contaminado com vírus da gripe avícola.
Segundo a empresa “foram erros humanos e problemas no processo”, do qual não pode dar patenteados, “porque teria que revelar processos patenteados”.

Precisamos não só enfrentar a epidemia da gripe como também a do lucro.

29/Abril/2009
[*] Investigadora do grupo ETC
Ver também:
• Como um laboratório médico “socialista” no Canadá salvou o mundo de uma nova pandemia de gripe
• A food system that kills
O original encontra-se em La Jornada
Este artigo encontra-se em http://resistir.info
Texto: Silvia Ribeiro [*]