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domingo, 20 de dezembro de 2009

O QUE HÁ POR DETRÁS DA COCA DA BOLÍVIA

Uma Entrevista com o Presidente da Bolívia, Evo Morales, costura este documentário que trata da folha da coca e suas implicações políticas.



Coca não se cheira, "MASCA".
Desde quando "coca" é "cocaína"?
"A folha de coca não é cocaína, não é nociva para a saúde, nem cria dependência", acrescentando que "estas folhas são cultivadas há três mil anos, sendo um símbolo da identidade e cultura dos povos andinos".

A folha da coca é utilizada pelos povos andinos há mais de 4 mil anos para COMBATER OS MALES DA ALTITUDE.Como reduz o SONO e a FOME, a coca foi muito consumida pelos mineiros para SUPORTAR as LONGAS JORNADAS de TRABALHO IMPOSTAS PELOS COLONIZADORES.A coca era usada somente para "MASTIGAR". Não havia NARCOTRAFICANTES no Trópico.O PRIMEIRO QUE FEZ COCAÍNA NÃO É AYMARA NEM QUECHUA NEM BOLIVIANO. O PRIMEIRO QUE FEZ COCAÍNA NA BOLÍVIA FOI UM NORTEAMERICANO.

A luta contra o NARCOTRÁFICO é uma mentira. A maior mentira que existe. É um BLEFE.EUA NÃO LUTAM CONTRA O NARCOTRÁFICO!FOMENTA O NARCOTRÁFICO PARA GANHAR MAIS DINHEIRO."Se queremos uma luta contra o NARCOTRÁFICO, por que os EUA não erradicam a DEMANDA DE MERCADO?"

Se não HÁ DEMANDA e MERCADO de COCAÍNA, nenhuma FOLHA DE COCA vai se transformar em COCAÍNA. Por que IMPORTAM ácido sulfúrico e agentes químicos?Isso não sse industrializa na Bolívia.

EVO DA COCA A CHAVEZ EN VIVO POR TELEVISORA VTV



Ignorantes, a ver si aprendéis a diferenciar entre coca (planta con una numerosa lista de propiedades beneficiosas) y cocaína (sustancia puramente química con una mínima parte de componente de la hoja de coca e inventada por los europeos)
Bien hace Chávez en DESdemonizar esta beneficiosa planta, que además favorece a muchos campesinos q viven de su cultivo. Y, por supuesto, beneficia a quien la consume.. (
by bodtorent)





El hombre sabio no debe abstenerse de participar en el gobierno del Estado,
pues es un delito renunciar a ser útil a los necesitados y
un cobardía ceder el paso a los indignos.

Epicteto de Frigia (50-135) Filósofo grecolatino.

domingo, 9 de agosto de 2009

A ONU E A INVASÃO DA AMAZÔNIA











A ONU aprova invasão da Amazônia
Notícia do Jornal do Commércio de 20/06/2003 às 00:05

Se os Estados Unidos decidirem um dia invadir a Amazônia terão de imediato um respaldo da ONU, segundo alertou ontem na Câmara Municipal de Manaus o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz.

Se os Estados Unidos da América resolverem invadir e internacionalizar a Amazônia Brasileira, terão respaldo em resoluções da ONU (Organização das Nações Unidas) que admitem pelo menos três justificativas para a tomada da região:
*o narcotráfico,
*a destruição da floresta tropical e
*a proteção das comunidades indígenas.

Para o general-de-brigada Thaumaturgo Sotero Vaz, que falou sobre o tema ontem na Câmara Municipal de Manaus, pretextos não faltarão aos norte-americanos, a menos que o governo brasileiro adote providências imediatas para ocupar e desenvolver a região.
Thaumaturgo, ex-comandante do CMA (Comando Militar da Amazônia) e estudioso dos problemas da região, disse que as pressões sobre o governo brasileiro pela internacionalização da Amazônia remontam ao ano de 1918, quando o presidente Epitácio Pessoa foi "peitado" pelo governo dos Estados Unidos para ceder a região.
O general receia que as recentes resoluções da ONU, que admite intervenção nos países envolvidos com terrorismo internacional, narcotráfico, imigração ilegal, destruição das florestas tropicais e ameaça às comunidades indígenas sejam usadas como pretextos para os EUA invadirem a Amazônia.

Ele acrescentou que a região está enquadrada em pelo menos três desses itens já aprovados em resoluções na ONU - índios, floresta e narcotráfico.
De acordo com Thaumaturgo, o que antes era apenas uma questão geopolítica passou a ter aspectos econômicos.

Ele citou o caso do estanho e cassiterita de Rondônia e do Amazonas, cujas minas, quando foram ativadas, derrubaram os preços dos minérios no mercado mundial e obrigaram a Austrália, Inglaterra e França a fecharem quarenta minas até nas possessões africanas, porque não podiam concorrer com os minérios da Amazônia.

ERON: "FHC AUTORIZOU A INVASÃO"

A questão da internacionalização da Amazônia foi discutida ontem também na Assembléia Legislativa, onde o deputado Eron Bezerra (PC do B) acusou o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) de ter liberado a metade da região para eventuais invasões.
De acordo com o parlamentar comunista, 60 milhões de hectares serão bloqueados e loteados por ONG’s internacionais.

"Como não cabe mais a invasão militar pura e simples, como fizeram no Iraque, o esquema agora é o do bloqueio da região", denunciou o político.

Bezerra lembrou que o Estado do Amazonas possui 1,5 milhão de quilômetros quadrados, o que significa 150 milhões de hectares, dos quais a metade está bloqueada pelas ONG’s internacionais por determinação de Fernando Henrique.

O mais grave, citou o parlamentar, é que o Ministério do Meio Ambiente está sendo conivente com a situação.

""Isso é lamentável e perigoso"", alertou.

DOMÍNIO SUTIL

Eron disse que nenhuma nação estrangeira tem, nesse momento, como fazer uso da força militar para invadir a Amazônia, porque o Brasil tem forte representação no sistema democrático mundial.

Diante disso, a estratégia de dominação seria a sutileza do bloqueio, tomando aos poucos grandes áreas da região.

"Há anos venho denunciando esse esquema e agora acredito que seja materializado com o único legado que o ex-presidente FHC deixou para os amazônidas", protestou o parlamentar.

Eron Bezerra convocou os amazônidas e, principalmente, os amazonenses, a se unirem e lutarem na defesa da região amazônica, para que não seja invadida a partir do Amazonas.

Para ele, é preciso bloquear o Ministério do Meio Ambiente, não permitindo que o governo autorize o loteamento dos 60 milhões de hectares e a entrega da biodiversidade amazônica às potências estrangeiras.
Email:: jc@jcam.com.br

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

NOSSOS PEITOS, NOSSOS BRAÇOS SÃO MURALHAS DO BRASIL

PERIGO NA AMAZÔNIA
Artigo publicado no jornal Monitor Mercantil em 27.03.2003.
Prof. Marcos Coimbra
Professor Titular de Economia junto à Universidade Candido Mendes, Professor na UERJ e Conselheiro da ESG.
Com o pretexto de combate ao narcotráfico, os americanos já estão na parte colombiana da floresta amazônica.
Não é de hoje que a rica região amazônica brasileira é alvo da cobiça internacional.
A estratégia atualmente adotada pelos "donos do mundo" para conquistar a Amazônia não é pelo confronto direto e sim por via indireta, como, por exemplo, através da demarcação de terras indígenas.
Já existem precedentes bem conhecidos por todos nós, brasileiros.
Em 1850, os EUA já pregavam a ocupação internacional da região.
Em 1930, o Japão defendeu a tese de abrigar naquela área excedentes populacionais. Em 1949, a UNESCO sugeriu a criação do Instituto Nacional da Hiléia Amazônica, com funções executivas.
Em 1960, o Instituto Hudson defendeu a tese da criação de sete lagos na região.
Em 1992, a chamada ECO-92 (Conferência Internacional), realizada no Rio de Janeiro, avançou o processo.
A seguir, constatamos a realização, em maio de 1993, de manobras das Forças Armadas dos EUA, a menos de 100 km de nosso território, sob a desculpa de combate ao narcotráfico, ao mesmo tempo em que construíram gigantesca base aérea no Paraguai e adestraram uma divisão especial para combate na selva.
Em novembro de 1993
, a ONU proclamou a Declaração Universal dos Direitos dos Índios, já preparando a criação da chamada "nação yanomami", a ser transformada posteriormente num "estado soberano".
O Conselho Mundial das Igrejas, em seu documento "Diretrizes para a Amazônia", prescreve a internacionalização da área.
O ex-presidente François Mitterand declarou que "alguns países deveriam abrir mão de sua soberania em favor dos interesses globais".
O ex-presidente Gorbachev afirmou "O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais".
O ex-vice-presidente dos EUA, Sr. Al Gore, bradou: "a Amazônia é um patrimônio da humanidade e não dos países que a ocupam".
E o homem da guerra do Vietnã, Sr. Henry Kissinger, enfatiza: "não devemos permitir que surja, ao sul do Equador, mais um tigre asiático".
Todos na linha da defesa da extinção do Estado Nacional Soberano brasileiro, da restrição da soberania, da reunião das nações indígenas, do desmonte das Forças Armadas brasileiras, da prevalência das questões ecológicas.
Qualquer semelhança não é mera coincidência.
E há "brasileiros" que estão de acordo com isto. Por muito menos Joaquim Silvério dos Reis passou à História como traidor.
Na atual conjuntura, o Brasil não tem nem poder nuclear, nem mais indústria bélica própria, enquanto os EUA e a Grã-Bretanha massacram um país soberano, sem o aval da ONU, contra a vontade dos seus aliados, de um grande número de norte-americanos e até do Papa.
No passado recente, a OTAN aniquilou um país soberano.
E amanhã?
Sabemos que numa guerra convencional não temos chance, só restando a guerrilha na selva, pois aos invasores não interessa a destruição das riquezas existentes através de bombardeios.
O senador republicano Paul Coverdell, presidente do subcomitê de relações exteriores do Senado norte-americano para assuntos do hemisfério ocidental, pregou, no dia 25.02.99, em Washington-EUA, a intervenção direta, de maneira unilateral, na América Latina, a pretexto de "proteger" a democracia.
O senador afirmou que as ações da OEA (Organização dos Estados Americanos) na região têm sido insuficientes e chegou a afirmar que a América Latina atingiu um estágio em que golpes militares já não são aceitos.
De acordo com ele, os EUA "devem ir mais fundo no combate a golpes em câmara lenta, em que um líder eleito livremente esmaga a democracia em seu país".
Como exemplo, o senador citou Peru e Venezuela, onde, segundo ele, os presidentes Alberto Fujimori e Hugo Chávez teriam adotado medidas para concentrar o poder em suas mãos, passando por cima de controles constitucionais. As idéias de Coverdell serão difundidas no Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, de tendência conservadora.
A história mostra que, ao longo do tempo, os EUA já realizaram diversas intervenções diretas militares, como no Panamá e Granada, mas a maior parte é feita através de ações indiretas, como, recentemente, no Paraguai e no Equador, quando ameaçaram impor sanções econômicas, chegando até a perspectiva de um bloqueio de comércio, a exemplo do ocorrido em Cuba, além de empregar na coação administrações caudatárias, como a do Brasil.
No Paraguai, o objetivo explícito era esmagar o general nacionalista Lino Oviedo, próximo de empalmar o poder, pois elegeu, com seu apoio, o candidato vencedor, obrigado a renunciar.
No Equador, chegaram a derrubar, em questão de horas, a junta constituída após a renúncia formal do presidente deposto, depois de "dolarizar" a economia, para mantê-la.
Contam com a cumplicidade, a subserviência, a vassalagem de grande parte das elites dos países periféricos.
Por intermédio dos "neoentreguistas", bem como dos velhos entreguistas, dominam a economia, controlam os centros de irradiação de prestígio cultural (meios de comunicação de massa, universidades, teatro, cinema), financiam os seus servos em campanhas a cargos eletivos, de vereador a presidente, elegendo os mais dóceis ao seu comando.
Basta o leitor olhar para as administrações de vários países integrantes da América Latina, para constatar a realidade.
E, não satisfeitos, chegam ao acinte de empregar seu aparato de inteligência, braço do complexo militar-industrial norte-americano, para, em cooperação com países cúmplices (anglo-saxões), praticar espionagem industrial de seus próprios "aliados", inclusive na Europa, por meio da NSA (Agência Nacional de Segurança), capaz de interceptar as comunicações de qualquer natureza, seja qual for o meio utilizado.
É a rede Echelon.
Até o Projeto SIVAM foi alvo destas ações, beneficiando a Raytheon e afastando a concorrente francesa.
Querem roubar-nos a Amazônia para usar suas incomensuráveis riquezas (solo, subsolo, água, biogenética) como reserva técnica do primeiro mundo.
Nós, brasileiros, não permitiremos que tal crime seja perpetrado, A Amazônia brasileira é nossa e continuará sendo, a qualquer preço!
Afinal "nossos peitos, nossos braços são muralhas do Brasil".

domingo, 17 de fevereiro de 2008

MAL DE FAMÍLIA: URIBE E PABLO ESCOBAR

Uribe foi o "garoto" de Pablo Escobar
Uribe, o "presidente" da Colômbia, esteve envolvido até o pescoço com o narcotráfico.
Foi um dos "garotos" de Pablo Escobar, nada mais que isso...
O mal é de família: o pai de Uribe era sócio e amicíssimo de Pablo Escobar.
ESSE É O CARA EM QUEM OS EUA CONFIAM PARA "GOVERNAR" A COLÔMBIA.
Abaixo, link do texto do National Security Archive que expõe o envolvimento do presidente Uribe com o narcotráfico, revelado por pesquisadores da George Washington University.
U.S.INTELLIGENCE LISTED COLOMBIAN PRESIDENT URIBE AMONG"IMPORTANT COLOMBIAN NARCO-TRAFFICKERS" IN 1991
Then-Senator "Dedicated to Collaboration with the Medellín Cartel at High GovernmentLevels"
MAIS UM TEXTO:
Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Colômbia: denúncias revelam ligações de Uribe com narcotráfico e indisposição do governo colombiano para uma verdadeira trégua com as FARC
Segundo Alberto Pinzón Sanchez, relatório do Governo dos EUA afirma que existiram ligações entre o presidente da Colômbia, Álvaro Uribe Velez, e o narcotráfico do Cartel de Medellin
Parte do relatório secreto da U.S. Defense Intelligence Agency (D.I.A), de 23 de setembro de 1991, relativo a Álvaro Uribe Velez.
Este relatório foi desclassificado em 01 de agosto de 2004 em cumprimento do Ato de Liberdade de Informação (Freedom Informormation Act), interposto por um grupo de investigação estabelecido na Universidade George Washington:"82.
Álvaro Uribe Velez - um político e senador colombiano dedicado à colaboração com o Cartel de Medellín em altos níveis governamentais.
Uribe esteve ligado a um negócio envolvido em atividades de narcóticos nos EUA.
Seu pai foi assassinado na Colômbia devido às suas conexões com traficantes de narcóticos.
Uribe trabalhou para o Cartel de Medellin e é amigo pessoal próximo de Pablo Escobar Gaviria.
Ele participou na campanha política de Escobar para obter a posição de assistente parlamentar para Jorge Ortega.
Uribe foi um dos políticos que atacou, no Senado, todas as formas do Tratado de Extradição." (tratado que tinha como objetivo extraditar para os EUA os narcotraficantes presos e envolvidos em operações internacionais)
posted by Jaime