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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MÁRTIR SADDAM REVELA A VERDADE SOBRE A PALESTINA E AMERICA

Martyr Saddam speaks the TRUTH
about Palestine and America

(Mártir Saddam fala a VERDADE sobre a Palestina e America)

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This is rare footage about The Martyred President of Iraq, Saddam Hussein, speaking the TRUTH about Palestine and America.
All Muslims, pray over his soul that Allah may grant him heaven and have mercy on him.
صدام حسين

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

Guerra imperialista deixa 5 milhões de crianças órfãs

Em 20 de março de 2003, as tropas norte-americanas invadiram o Iraque. Após cinco anos de invasão, a vida do povo iraquiano tornou-se um inferno.
Segundo pesquisa divulgada em 31 de janeiro deste ano pelo instituto britânico Opinion Research Business, mais de 1 milhão de pessoas já morreram em conseqüência da invasão.

Na verdade
, os EUA promovem no Iraque um dos maiores genocídios do nosso tempo.
Depois da invasão, o sistema de saúde e saneamento entrou em completo colapso.

De acordo com o jornal inglês The Independent, apenas 30% da população tem acesso a água apropriada para o consumo humano e mais de 70% das mortes entre crianças são devidas a doenças facilmente tratáveis, como a diarréia.
“A realidade é que não temos condições de dar tratamento algum para muitos dos pacientes”, diz o dr. Bassim Al Sheibani, médico da cidade iraquiana de Diwaniyah.
Recentemente, um surto de cólera tem se alastrado no país, devido à destruição do sistema de saneamento.
Mesmo o Iraque sendo o segundo maior produtor de petróleo do mundo, várias cidades estão tendo que aprender a sobreviver sem energia elétrica, gás de cozinha e combustível. Nessas condições, 50 a 60 mil iraquianos, por mês, abandonam tudo que lhes resta e juntam-se aos mais de 4 milhões de refugiados que a guerra gerou.

Todos os dias, os iraquianos são submetidos a maus-tratos das tropas norte-americanas. Suas casas são invadidas a qualquer hora do dia ou da noite.
Os iraquianos podem ser presos sem qualquer acusação.

Nas prisões sob o controle dos EUA, a tortura é uma prática comum.
Em 12 de março de 2006, 5 soldados norte-americanos invadiram uma casa na cidade de Al-Mahmudiyah, estupraram Abeer Qasim Hamza, jovem de apenas 14 anos, e em seguida mataram seus pais e sua irmã mais nova, de cinco anos.
Em 19 de março de 2004, as tropas norte-americanas bombardearam uma cerimônia de casamento na cidade de Mukaradeeb. Morreram 42 civis, entre eles 13 crianças.
Em 19 de novembro de 2005, na cidade de Haditha, 24 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, foram fuziladas por soldados dos EUA. O episódio ficou conhecido como o Massacre de Haditha.

Infelizmente, esses são apenas alguns dos muitos crimes semelhantes que acontecem todos os dias, mas que são cuidadosamente censurados pelo governo de Bush.

Com tantas agressões e humilhações, o povo iraquiano tem aumentado sua resistência à invasão e os grupos insurgentes são cada vez mais fortes e contam com maior apoio da população.
De fato, o número de soldados estadunidenses mortos já chega a 4 mil e em todas as esferas do governo dos EUA já se planeja a retirada das tropas.
Porém, independentemente de quando os iraquianos irão conseguir conquistar sua liberdade, os crimes cometidos pelos EUA serão sentidos por muitos anos.
Hoje, já são 5 milhões de crianças iraquianas órfãs de

pai e mãe.

Que destino terão elas sem seus pais e vivendo em um país destruído?


Humberto Lima
Última Edição (Nº 98)

http://www.averdade.org.br/ler.php?secao=4&nota=67


terça-feira, 1 de julho de 2008

CINCO ANOS DE GENOCÍDIO NO IRAQUE



CINCO ANOS DE GENOCÍDIO NO IRAQUE
atualizado e Publicado em 22 de março de 2008 às 10:34
por ALTAMIRO BORGES
Às 23h35 de 19 de março de 2003, no horário de Brasília – ou 5h35 da madrugada 20 de março, no horário de Bagdá –, os EUA iniciaram o brutal bombardeio aéreo ao Iraque com o objetivo de invadir esta nação soberana.

Ao completar cinco anos desta tragédia, crescem as analises sobre os seus efeitos na geopolítica mundial.

Num discurso mentiroso, o presidente-terrorista George Bush defendeu a ação militar e a permanência no país por tempo indefinido.
“Remover Saddam Hussein do poder foi uma decisão correta. Esta é uma luta que a América pode e deve vencer. Os homens e mulheres que entraram no Iraque há cinco anos removeram um tirano, libertaram um país e resgataram inúmeras pessoas de horrores inomináveis”, vociferou o sádico “imperador”.

Esta visão doentia, difundida por boa parte da mídia venal até recentemente – agora, diante do desastre, ela muda o enfoque, mas não faz autocrítica –, felizmente hoje não corresponde mais à leitura da maioria dos estadunidenses e das pessoas amantes da paz e com maior senso crítico no planeta.

Cerca de 850 manifestações contra o bárbaro genocídio ocorreram nestes dias nos EUA, inclusive diante da Casa Branca – “para lembrar os sacrifícios de famílias e os bilhões de dólares gastos no Iraque, que podiam ser investidos no país”, informa a ONG Moveon.

Fruto da tragédia, Bush está totalmente isolado e caminha para uma humilhante derrota na eleição do final do ano.
Números horripilantes da invasão

Os números da bárbara invasão são horripilantes e reforçam a revolta frente ao “império do mal”.

Eles ajudam a entender a grave crise da economia ianque e a insatisfação do seu povo.

Nos cinco anos de ocupação, os custos militares chegaram a US$ 3 trilhões e já superam os gastos na guerra do Vietnã, segundo cálculo de Joseph Stiglitz, prêmio Nobel de Economia.
O plano criminoso de Bush de invadir o Iraque e rapidamente controlar suas riquezas petrolíferas revelou-se um fiasco.

Os 157 mil soldados da tropa regular, além dos 130 mil mercenários, não conseguiram dobrar a resistência da guerrilha iraquiana.

Até a semana passada, 3.983 militares estadunidenses tinham sido mortos e enviados em sacos pretos aos EUA – o que reforça a trágica lembrança do Vietnã.






Já as mortes, torturas e destruições no Iraque causam maior repulsa dos povos do mundo inteiro contra o imperialismo.

Estudos indicam que o número de mortes varia de 800 mil a 1 milhão de inocentes.

“Nós não fazemos a contagem de corpos”, disse, arrogante, o general Tommy Frank, que comandou a invasão.

Segundo a Cruz Vermelha, a situação humanitária no país é “uma das mais críticas do mundo”.
Milhões de iraquianos vegetam sem acesso à água tratada, saneamento básico ou atendimento à saúde. Mais de 4 milhões de pessoas, o equivalente a 16% da população do Iraque, vivem refugiadas em outros países da região, sem lares, sem presente ou futuro.

O imperialismo não é invencível
O saldo da invasão imperialista é devastador.

Mesmo assim, George Bush insiste em manter as tropas ianques por “tempo indefinido” e o candidato do seu partido, John McCain, promete mais “cem anos de ocupação”.

Já os democratas procuram “reciclar” a desgastada imagem do império, mas não ousam propor a imediata retirada.

Hillary Clinton inclusive votou a favor da invasão; Barack Obama promete deixar o Iraque, mas “após vencer a guerra”.

Como afirma Frei Betto, os EUA se afundam num novo Vietnã.

“Se ficar o bicho come, se correr o bicho pega”.

O fim da ocupação dependerá exclusivamente do aumento da pressão interna e internacional e da força da Resistência Iraquiana.

A guerra do Vietnã durou de 1958 a 1975; esta pode ser ainda mais longa.

É possível derrotar os planos expansionistas dos EUA.

O desastre no Iraque comprova que o imperialismo não é invencível.

O crescente desgaste dos senhores da guerra, dos neocons de Bush, e a grave recessão neste país revelam que o império está em declínio.

Para acelerar este processo, indispensável à paz no mundo e ao bem-estar da humanidade, é preciso reforçar as denúncias do genocídio e a solidariedade aos povos vítimas da ação imperial.

Ao lembrar os cinco anos da bárbara invasão, urge fortalecer o internacionalismo ativo no mundo – incluindo o Brasil.








O imperialismo não cairá de maduro; depende da ação enérgica e militante dos povos.

Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB e autor do livro “Venezuela: originalidade e ousadia” (Editora Anita Garibaldi, 3ª edição).