Mostrando postagens com marcador árabes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador árabes. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de agosto de 2009

SOMOS TODOS PALESTINOS! PELA PAZ NA PALESTINA


Que esses desmandos contra o Povo Palestino não fiquem impunes!
Contra o massacre, somos todos palestinos!


A terra sagrada da Palestina iniciou o ano de 2009 sob o signo da morte.

O gueto de Gaza, sob bombardeio intenso, ardeu em chamas e desespero.

Os fogos de artifício das comemorações festivas da entrada do ano novo foram sobrepujados pelos fogos dos artefatos de guerra.

Transposta do festivo ao lutuoso, a consciência digna da cidadania mundial foi tomada de espanto diante da brutalidade dos acontecimentos.

Agora, depois do cessar-fogo precário, os jornais estampam a radiografia preliminar do desatino.


Quase cinco mil moradias destruídas; dezessete mil casas danificadas; mais de mil e quinhentos estabelecimentos – comércio, pequenas fábricas, oficinas - derrubados; vinte mesquitas bombardeadas; vinte e cinco hospitais, além de escolas, laboratórios, a Universidade e até cemitérios foram atingidos.


A contagem dos cadáveres ainda segue seu curso doloroso, na remoção dos escombros e no espocar das bombas de efeito retardado.

Fala-se, até agora, em mil e trezentos palestinos mortos, a maioria composta por civis, mulheres, idosos e, principalmente, crianças: um terço dos que perderam a vida.


São milhares os feridos e mutilados, sem contar aquele tipo de dano incalculável por cifras e inesgotável no tempo: o pavor dos sobreviventes que vivenciaram indefesos a catástrofe. Em tempo: morreram também treze israelenses, três civis e dez soldados, alguns dos quais capitulados na estranha categoria de “fogo amigo”.


A desproporção é patente, mas a estupidez da investida se espraia para muito além dela.


A faixa de Gaza, como o nome indica, é uma pequena tira de terra que, sem exagero, caberia como bairro em qualquer das nossas grandes capitais.


São 35 quilômetros de extensão por dez de largura, um milhão e quinhentas mil almas espremidas, acuadas, humilhadas e ofendidas no gueto que se constitui como a região de maior densidade populacional do planeta.


Quem despeja bombas em áreas densamente povoadas comete crime de guerra e perde o direito moral de falar em “escudos humanos”.

Quem bombardeia escolas, universidades, hospitais e até cemitérios agride o senso dos que acreditam nas mais prodigiosas realizações do espírito humano.


O ataque aos escritórios das Nações Unidas e aos galpões da ajuda humanitária é um procedimento próprio de quem ultrapassou todos os limites do razoável.


Quem tem a força, sem dúvida, pode avassalar, mas se coloca na contramão do processo civilizatório. Ao lançar mão da força bruta para impor seus desígnios, o Estado de Israel se candidata a um lugar de destaque na história universal da infâmia e da covardia.


Não vale invocar “queridas memórias” para justificar massacres.


Os palestinos, tanto quanto os hebreus, são semitas.


Nem o passado, sem dúvida tecido de heroísmo, deve ser usado para cristalizar intolerâncias.


Árabes e judeus, em outras eras, andaram juntos no sofrimento ou na glória.


Em vínculos de fogo: queimados nos Autos de Fé do Santo Ofício.

Ou em vínculos de luz: na floração cultural da Espanha do século XII, onde Maimônides e Averróis, pontos luminosos das duas culturas milenares do oriente, teceram pontes para que a nascente universidade européia retomasse contatos com o pensamento grego, origem da cultura ocidental, até então seqüestrado e segregado nos mosteiros do obscurantismo.


Jorge Luiz Borges, o grande escritor argentino, escreveu um belo poema por ocasião da guerra das Malvinas.


Fala de dois jovens, o argentino Juan López e o inglês John Ward, arrastados para a morte por “próceres de bronze”.


Diante da brutalidade que se abate sobre a terra prometida, vale recitá-lo:


“Tocou-lhes por azar uma época estranha.O planeta havia sido dividido em distintos países, cada um dotado de lealdades, de queridas memórias, de um passado sem dúvida heróico, de direitos, de agravos, de uma mitologia singular, de próceres de bronze, de aniversários, de demagogos e de símbolos. Essa divisão, cara aos cartógrafos, propiciava guerras. López nascera na cidade junto ao rio imóvel; Ward, nos arredores da cidade por onde andou Father Brown. Havia estudado castelhano para ler o Dom Quixote. O outro professava a paixão por Conrad, que lhe havia sido revelado em uma aula na rua Viamonte.Teriam sido amigos, mas só se viram uma vez, cara a cara, em umas ilhas por demais famosas, e cada um dos dois foi Caim, e cada um, Abel. Foram enterrados juntos. A neve a corrupção os conhecem.O caso que lhes conto ocorreu num tempo que não podemos entender”.


Rio, 22/01/2009

Léo Lince é sociólogo e mestre em ciência política pelo IUPERJ

quarta-feira, 17 de junho de 2009

MOMENTOS DE RELEXÃO

Arabes são semitas tambem!

Por Despertador de Consciências http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/07/358615.shtml

Mania dos Judeus de chamar quem faz criticas justas a eles de antisemita!

Como se semita se restringisse somente ao povo deles!

Isso revela claramente o quanto eles são arrogantes e preconceituosos!

Arabes são semitas tambem!


A Burrice e Teimosia parece não ter limites!

Arabes são semitas tambem!

Portanto quem defende os palestinos,libaneses e outros povos arabes que estão sofrendo na mãos dos judeus israelenses sionistas,jamais podem ser chamados de antisemitas!

Porque vocês não debatem de frente?

Em vez de sempre usar o subterfugio de chamar de nazista e antisemita quem os critica? Deixem de ser orgulhos e admitam seus erros é simples!

E faz bem a consciência.

Será que vocês não percebem que o Sionismo é o Nazismo em forma Judaica e que tem os mesmos elementos do Nacional Socialismo?

Será que vocês não percebem que estão cometendo os mesmos crimes e as mesmas barbaridades que os nazistas cometeram?

Se coloquem na posição dos palestinos ou dos libaneses

Que atitude vocês tomariam se estivessem na posição deles?

Se coloquem na posição deles só isso e reflitam.........

Muçulmanos árabes SÃO SEMITAS.

Tanto os judeus como os árabes descendem de Abraão e são semitas.

Os judeus, através de Isaac, e os árabes, através de Ismael.

Ambos filhos de Abraão.

(Semita = descendente de Sem, filho de Noé)

Quem são os Judeus?


Em torno do ano 740, o rei Bulan, do reino da Khazária [situado no sul da Rússia, entre o Mar Negro e o Mar Cáspio], adotou a religião do Judaísmo, para fugir da pressão dos mundos cristão e islâmico.

Toda essa nação de eslavos [não semitas, os cázaros] seguiu seu rei.

Os cázaros são os ancestrais de 90 a 95% daquelas pessoas que se julgam judeus, hoje em dia, e não tiveram qualquer relação histórica ou genética com a terra chamada Israel, nem com os israelitas citados no Velho Testamento da Bíblia.

Os judeus descendentes dos kházaros são chamados de Judeus Ashkenazi [plural: Ashkenazim, em português: Asquenazes ou Asquenazitas] e não são semitas.

Os outros judeus [5 a 10% do total] são os Judeus Sephardic [Sefarditas, em português], que são semitas [tem Sem como antecessor] e têm ascendência até Abraão, são descendentes daqueles citados na Bíblia e, portanto, possuem ligações históricas e genéticas com o Oriente Médio.

Os Ashkenazim são, hoje, minoria em Israel mas eles controlam o poder desde a criação desse país, em 1948.

Os 'judeus' Ashkenazi também foram perseguidos pelo nazismo da Alemanha, com o apoio da própria cúpula [Rothschild] Ashkenazi!


O Sionismo é um movimento político criado pela liderança Ashkenazi, principalmente pela Casa dos Rothschild.

A maioria das pessoas não sabe que o povo judeu [judaísmo] e o movimento político chamado Sionismo não são a mesma coisa.

O rabino Ahron Cohen disse que o movimento sionista, fundado cerca de 100 anos atrás, está baseado em objetivos nacionalistas seculares, sendo um "completo abandono de nossos ensinamentos religiosos e de nossa fé...".

A ideologia do sionismo é tomar a lei nas próprias mãos e tentar forçar o resultado na forma de um Estado, sem se importar com o custo em vidas e propriedades de qualquer pessoa que se coloque no caminho.

"Os Palestinos ficaram no caminho...", ele disse.

Ele condena o resultado prático do sionismo na forma do atual Estado de Israel como "completamente alheio ao Judaísmo e à fé judáica. O sionismo tem sido, e continua a ser, a causa de sofrimentos incontáveis e de derramamento de sangue, tanto para judeus como para não-judeus: "A aparente conexão entre Judaísmo e Sionismo é falsa".


É a agenda illuminati uma conspiração judáica, como alguns dizem?

Não, não, não. Mas está o movimento político chamado sionismo envolvido?

Certamente está!

Os judeus ashkeNAZI apenas escolheram o Judaísmo como religião, não sendo realmente Judeus - pelo menos não judeus de sangue.

Os judeus Sephardic são semitas e sempre estiveram no Oriente Médio e no norte da África, sendo descendentes de Abraão [através de seu filho Isaac, com a esposa Sara, e de Jacó com seus 12 filhos (tribos)]; eles sempre conviveram bem com seus irmãos árabes [semitas], descendentes de Abraão [através de seu filho com sua escrava egipcia Hagar]; estes judeus falavam a língua semítica, hebreu, em suas encarnações anteriores, e mais recentemente o aramaico e árabe.

Já os ashkenazi falavam o eslavo [não-semita] e, nos Estados Unidos, sua primeira língua é o inglês.

Eles possuem agências que defendem os judeus de críticas, chamando esses detratores de "anti-semitas" [na realidade seria "anti judeus sephardic" e "anti árabe", não incluindo eles, que não são semitas!].

De qualquer forma, "semita" refere-se à língua falada e não à genética.

O maior contingente de povos semitas do Oriente Médio são, na realidade, os ÁRABES.


Os sionistas ashkenazi colaboraram com o regime nazista.

Exemplo: o banqueiro Max Warburg, diretor da gigante química e farmacêutica I. G. Farben, encarregou-se do campo de concentração de Auschwitz.

Seu irmão, Paul Warburg, esteve envolvido na criação do sistema bancário Federal Reserve [FED] dos illuminati, que controla a economia norte-americana [e, por conseguinte, do mundo], e foi diretor da filial do I.G. Farben nos USA.


Não existe uma "raça" judáica, assim como não existe uma "raça" ariana.

Afinal, para que serve o conceito de "raça"?

É tudo uma ilusão e uma criancisse.

É uma estupidez julgar pessoas com base na genética do corpo.

Infelizmente, "raça" e seus "direitos históricos" relacionados e demandas são usados como ferramenta política e fonte de manipulações mentais sobre os desavisados.

Existem pessoas que seguem a fé judáica em todos os lugares do mundo.

Temos, portanto, os judeus brancos, judeus pretos, judeus espanhois, judeus chineses, etc.

Logo, não existe uma "raça" de judeus, apenas a preservação de certas "tradições" judáicas...


Existe um regime de apartheid em Israel, imposto pela cúpula ashkenazi.

Os judeus são divididos em níveis de previlégio, baseados na origem genética.

Na alocação de residências, por exemplo, tem-se a seguinte escala de prioridade [em ordem decrescente]:


1- Primeiro os ashkenazim que vive em Israel há muitos anos;
2- Segundo os ashkenazim da Europa, preferencialmente casado com ashkenazi de Israel;
3- Terceiro os ashkenazim dos Estados Unidos, com preferência para o casado com ashkenazi de Israel;
4
- Em seguida, os judeus sephardic, com conexões históricas com a região;
5- No fundo da lista: muçulmanos, cristãos,...


A cúpula ashkenazi illuminati tem ascendência até uma raça reptiliana, e podem chegar, em alguns casos, a modificar a forma do corpo [para uma forma de lagarto]...

Paz, saúde, alegria e amor.

Rui.

Fonte: David Icke, Tales from the Time Loop, Patterson Printing, outubro 2003. ISBN 0-9538810-4-0

Para saber mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Judeu

http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/03/quem-so-os-judeus.html


SINÉ HEBDO

Irreverente e mal-educado como o dono


Por Leneide Duarte-Plon, de Paris em 7/10/2008


Quando Siné foi despedido do Charlie Hebdo pelo diretor do jornal, Philippe Val, sob acusação de anti-semitismo (ver "Caricaturista acusado de anti-semitismo"), o humorista e caricaturista mais irreverente da imprensa francesa decidiu que não iria calar a boca.
Sentindo-se injustiçado ao ser demitido de Charlie Hebdo, Siné abriu um processo contra Val e fundou um jornal tão irreverente e mal-educado quanto o dono. Como carimbo, Siné Hebdo exibe um garoto levado fazendo caretas dentro de um círculo duplo onde se lê Le journal mal élevé (o jornal mal-educado). O número 1 de Siné Hebdo saiu dia 10 de setembro com uma capa em que uma caricatura sua faz um gesto obsceno com a mão que mostra um dedo e diz: "Olha eu de novo!"
E como prova de que as quatro edições já publicadas incomodam, os computadores da redação do jornal foram roubados no domingo (5/10). Obviamente, nos computadores estavam os textos da edição prevista para circular na quarta-feira (8/10). Catherine Sinet, diretora de redação do jornal, já tinha denunciado à polícia uma série de ameaças recebidas por telefone de uma organização extremista judaica.
Com a saída do número 4, em 1º de outubro, o jornal contabiliza um mês de vida e mantém o nível de interesse dos leitores dispostos a apoiar o trabalho de um grupo de cartunistas e jornalistas revoltados com a acusação a Siné, ao qual se juntaram nomes como Michel Onfray e Michel Warschawski. O primeiro é um professor de filosofia, um iconoclasta de carteirinha, que escreveu, entre outros, um Tratado de ateologia e cujos livros e DVDs são best-sellers em toda a França difundindo a filosofia entre o maior número possível de leitores. Para isso, ele fundou uma universidade livre, totalmente gratuita, na cidade de Caen, a poucas horas de Paris.


Título provocante


Warschawski é um intelectual israelense, autor de diversos livros sobre o conflito israelo-palestino e defensor incondicional da causa palestina.

No seu primeiro artigo para Siné Hebdo, o filho do rabino Warschawski diz que em seu artigo semanal não falará jamais do que se convencionou chamar "processo de paz".

"Siné me pediu uma coluna na qual falarei das realidades políticas, sociais e culturais dessa região do planeta na qual vivo, milito e escrevo. Ora, o `processo de paz´ é exatamente o contrário de uma realidade: é vento, virtual, alguns diriam que ele é pura propaganda política", diz o escritor.


Há três meses, ao ser acusado de anti-semitismo, Siné reagiu energicamente :


"Quanto ao meu suposto anti-semitismo, nunca fui anti-semita, não sou anti-semita, nunca serei anti-semita. Condeno radicalmente os que são anti-semitas, mas não tenho nenhum apreço pelos que, judeus ou não, jogam irresponsavelmente essa palavra abjeta na cara de seus adversários para desconsiderá-los, sabendo que esta acusação é o insulto supremo depois do Holocausto (Shoah). Isso está se tornando insuportável. No que me diz respeito, tenho tanta antipatia por todos os que, judeus ou não, defendem o regime israelense, quanto pelos que defendiam o apartheid na África do Sul. Há mais de 60 anos luto contra todas as formas de racismo e se tivesse tido idade de esconder judeus durante a ocupação o teria feito sem hesitar, como o fiz pelos argelinos durante a guerra da Argélia. Estou do lado de todos os oprimidos!"


O jornal de Siné tem o mesmo formato do outro do qual ele foi expulso. E se continuar a vender e despertar o interesse dos leitores como o primeiro número, vai longe. No editorial do número 2, o cartunista informa que o número 1 foi um sucesso de vendas (151 mil exemplares) e que o fato de terem conseguido fundar o jornal com tão pouco dinheiro era um milagre que deveria continuar a ser apoiado pelos leitores.
No primeiro número, o cartunista congratulou-se com os leitores pela criação do jornal mal-educado, impertinente, libertário, em cores e barato (2 euros). Para continuar a viver sem nenhum anúncio publicitário como outro tradicional e respeitado jornal satírico, Le Canard Enchaîné, Siné Hebdo só conta com o apoio de seus leitores. Siné escreveu um pequeno texto pedindo doações para a associação "Les mal-élevés":
"Não tenhamos ilusão. Temos de contar com o silêncio da mídia. Muitas pessoas nos detestam e vão fazer tudo para nos sabotar."
O texto tem um título provocante: "Pare de beber (provisoriamente) e de fumar (se for possível) e envie o dinheiro economizado pra gente."


Pedido de doações mais irreverente, impossível.

http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=506FDS002

Fariseu quer submeter cristãos ao judaísmo
Segundo o parecer do psicanalista Samuel Goldberg, “acho desnecessário, pela obviedade, provar que o filme [“A Paixão de Cristo”] é anti-semita, digno de Mel Gibson, que se afirmou orgulhoso do pai, que negou o Holocausto”.
O filme de Mel Gibson segue estritamente a letra dos evangelhos, em especial o de Mateus, o único escrito por um contemporâneo de Jesus, e em aramaico - língua usada na época de Cristo e na qual é falado o filme. Portanto, o que Goldberg acha, verdadeiramente, é que os evangelhos – todos escritos por indivíduos de origem judaica – são “anti-semitas”, ou seja, que o cristianismo é anti-semita. Aliás, explicitamente, ele diz que o filme é um produto do “anti-semitismo disseminado pelos cultores da nova religião”, ou seja, pelos primeiros cristãos, que, como se sabe, eram todos de origem judaica.
Mas veja o amigo leitor aonde chegamos: antigamente os psicanalistas achavam que aquilo que parecia “óbvio” era exatamente o que era preciso esclarecer. E, como o grande Freud, achavam que era uma vitória da saúde mental um sujeito que se orgulha do pai. No entanto, estamos diante de um psicanalista de novo tipo, que acha que não precisa provar alguma coisa apenas porque ele diz que é “óbvio” – ou seja, apenas porque acha que dizendo isso está dispensado de provar o que diz – e, além disso, acha uma lástima que alguém se orgulhe do seu pai.
Porém, Mel Gibson tem razão de se orgulhar do pai que teve: esse “holocausto” é meramente uma fabricação dos caifases modernos. Norman Finkelstein, judeu norte-americano cujos pais estiveram em Auschwitz, mostrou, em seu “A Indústria do Holocausto”, que essa fraude foi criada exatamente por judeus que jamais estiveram nem perto de um campo nazista, e exatamente para impor o seu próprio nazismo - e sua avidez por estipêndios à custa do sofrimento alheio.
Holocausto é sacrifício ritual, religioso – e consentido. Apesar da cumplicidade dos líderes sionistas com o nazismo, os judeus não se ofereceram para ser sacrificados pelos nazistas. Foram monstruosamente chacinados aos milhões nos campos de concentração, de extermínio e nos guetos. Falar em “holocausto” é aliviar esse crime horrendo, é, de certa forma, conciliar com os assassinos nazistas. É por isso, entre outras razões, que não se fala em “holocausto soviético”, apesar dos nazistas terem matado mais de 20 milhões de soviéticoso maior genocídio da História, segundo a Larousse.


JUDAÍSMO NÃO É RAÇA NEM ETNIA
O judaísmo não designa uma raça ou etnia. Há alguns milhares de anos, designava. Mas, hoje, é uma religião, e nada mais que uma religião. É verdade que loucos como Hitler acreditavam no contrário. Pelas mesmas razões, a “tese” de Goldberg, esta, sim, é, de fio a pavio, racista – e anti-semita. Aliás, há alguns meses, aqui no HP, tratamos de outro artigo dele, em que defendia que aqueles que repudiam os sanguinários crimes de Sharon contra os palestinos são, obviamente, “anti-semitas”, porque Sharon e sua quadrilha são judeus. Em suma, Goldberg nem reconhece que os árabes são semitas. Quer apagar este fato, num perfeito exemplo do que a psicanálise chama de “mecanismo de negação”. Mais anti-semita do que isso, somente os crimes de Sharon.
Voltando ao filme, como conta Mateus, foi a casta judaica que vivia em torno do templo de Jerusalém – Caifás e outros canalhas – que perseguiram Jesus e foram pedir a Pilatos que o condenasse à tortura e à morte. Evidente que não foram todos os judeus. Foi esse punhado de fariseus e vendilhões do templo – aqueles mesmos em quem Cristo distribuíra algumas generosas chibatadas e aos quais tinha verberado como “escribas e fariseus hipócritas, sepulcros caiados”. Quanto a Pilatos, resistiu o quanto pôde ou permitiu a sua debilidade de caráter. É isso que está no filme de Mel Gibson, e é verdade.
Os fariseus queriam exterminar Jesus precisamente porque sua doutrina era, na época, a mais contundente contestação do establishment judeu, e, em primeiro lugar, da ideologia racista do “povo eleito de Deus”. O cristianismo foi uma ruptura com o judaísmo – a bem dizer, uma revolução ideológica. O Deus cristão não tem “povo eleito”. É um Deus de toda a Humanidade. Por isso mesmo, é um Deus sem as características tribais, etnocêntricas, egocêntricas, vingativas e aterradoras daquele que aparece no Antigo Testamento, isto é, na Torá. Seria inconcebível ao Deus cristão o assassinato de todos os filhos mais velhos dos egípcios, tal como consta do Pentateuco; ou a sanção de Jacó como patriarca, depois de aproveitar-se da fome do irmão para roubar-lhe os direitos de herança e enganar o pai cego, Isaac; ou o assassinato de todos os homens da cidade de Salém, depois de terem se convertido ao judaísmo, quando padeciam da dor e febre resultante da circuncisão (Gênesis, 34).
Daí porque é ridícula a tentativa de Goldberg de opor a “mansidão e amor à vida” que seriam características do judaísmo, à “mecânica da agressividade”, “ódio ao prazer”, “conceito brutal de salvação” que seriam características do cristianismo. Pelo contrário, Cristo sintetizou a inovação de sua mensagem em relação ao judaísmo exatamente na palavra “misericórdia”. Por isso, também, chama a todos os homens de “próximos”. E, não por acaso, a parábola em que definiu a solidariedade como um sentimento do homem em relação aos seus semelhantes foi a do bom samaritano - uma etnia odiada pelos judeus da época.


COLETIVISMO E SOLIDARIEDADE
Esse foi o avanço do cristianismo em relação ao judaísmo. No entanto, Goldberg acha que só existe uma salvação para os cristãos: submeter-se ao judaísmo, isto é, regredir. Aliás, diz ele que “acentua-se um processo de judaização do pensamento cristão”, que incluiria até João XXIII, papa cuja ação foi exatamente no sentido de desenvolver a essência coletivista, solidária, do cristianismo, ou seja, afastando-o mais ainda de resquícios do judaísmo...
Em suma, se os cristãos reconhecerem a superioridade do judaísmo, aí sim, deixarão de ser “anti-semitas”. Quem não se submete ao judaísmo – e ao que há de pior no judaísmo – é “anti-semita”, ainda que seja árabe, ou seja, semita. Daí, tira ele da cartola que Jesus foi apenas um “rabino judeu como milhares”. “Em abono desta tese poderíamos transcrever inúmeras passagens do Novo Testamento”, passagens que, naturalmente, ele não cita uma sequer porque “inútil. Ou o leitor percebe [isso], ou escolhe a via tortuosa do sadomasoquismo anti-semita”. Em suma, ou o leitor se submete ou é “anti-semita”.
O judaísmo é, evidentemente, uma religião mais atrasada que o cristianismo. Aliás, Freud, que era, como se sabe, de origem judaica, o reconheceu explicitamente em sua última grande obra, “Moisés e o Monoteísmo”. Mas o psicanalista de novo tipo deve achar que Freud foi um anti-semita - principalmente depois que, na obra citada, argumentou que Moisés nunca foi judeu, mas um príncipe egípcio que, na tentativa de propagar o monoteísmo entre os judeus, foi assassinado por eles...
CARLOS LOPES

http://www.horadopovo.com.br/2004/marco/30-03-04/pag7e.htm

sábado, 14 de março de 2009

TERRORISMO E TERRORISTAS/SEMITISMO E SIONISMO

Só os terroristas concordam com o terrorismo. Mas, para que possamos esclarecer tudo que a sua pergunta envolve, devemos melhor esclarecer alguns conceitos que nela estão explícitos e implícitos.
Primeiramente, não devemos confundir antissemitismo com anti-sionismo.
Embora em seu sentido histórico tenha aplicação restrita aos judeus e ao judaísmo, o termo anti-semita, em seu sentido literal significa atitude de preconceito e de rejeição quanto aos semitas.
E qual é a diferença?
A diferença é que semitas não são apenas os judeus, mas também os árabes. Confira:http://pt.wikipedia.org/wiki/Semitahttp://www.aulete.portaldapalavra.com.br...
Portanto o termo semita tem como principal designação o conjunto lingüístico composto por uma família de vários povos, entre os quais se destacam os árabes e hebreus, que compartilham as mesmas origens culturais.
Consequentemente, por mais incrível que possa parecer, quando o governo de Israel toma medidas contra os árabes está a tomar medidas anti-semitas.
Agora, há de se diferenciar antissemitismo de antissionismo.
O que é o sionismo?
O termo, em princípio, designa o movimento nacionalista judaico do fim do séc. XIX, que visou estabelecer um Estado judaico na Palestina, o que se concretizou em maio de 1948. Segundo os próprios sionistas, “sionismo é o movimento nacional de libertação do povo judeu – uma expressão das legítimas aspirações de um povo antigo à autodeterminação e independência nacional. O movimento sionista foi fundado para prover um Estado soberano próprio na sua terra ancestral. Israel é a encarnação moderna e política desse sonho ancestral.”
Alguém pode ser contra a que um povo deseje e lute por sua própria autodeterminação e independência?
Claro que não.
Qualquer pessoa normal apóia todo e qualquer movimento de um povo para ter reconhecido pela comunidade internacional o seu direito de decidir por si mesmo, de ser autônomo, de ter direito a um território no qual possa exercer poder e autoridade sem restrições.
O problema é quando esse movimento, em sua raiz legítimo, desvirtua-se ao longo do tempo e passa a ser um instrumento de opressão a outros povos que, igualmente, querem ter seu direito a um território e neste ser autônomo, independente e soberano.
Infelizmente, há algumas décadas, talvez já há um século, o sionismo vem sendo sistematicamente desvirtuado.
Hoje, seus mentores passaram a crer - e a tentar convencer todos os povos do mundo, através da mídia e de literatura política, explícita e subliminarmente - que os judeus têm direitos sobranceiros, superiores a todos os povos e nações.
Essa noção está explícita no judaísmo que afirma ser o povo judeu - “o povo escolhido”. Escolhido para quê?
Para sobreviver a todos os outros?
Eu sou judeu, mas e quem não é?
Aceita estar reservado à destruição total e definitiva?
É neste ponto especificamente que reside a gravidade do sionismo: ele quer que todos os outros povos se convençam e resignem a serem exterminados em favor da sobrevivência “do povo de Israel”.
A manutenção do mundo em permanente estado de alerta contra “inimigos” - que, na verdade, só constituem “ameaças” aos mentores do sionismo -, levou o mundo a se descarrilar no plano familiar, social, político, ético, moral e, agora, financeiro-econômico. Pensando que a possibilidade de destruição pode ser iminente e imprevisível, o homem passou a viver como se estivesse em seus últimos momentos de vida.
Por isso, a maioria das pessoas que se orientam por essa ideologia, vivem a zombar dos valores morais, éticos e a buscar, desenfreadamente, o prazer, a riqueza, o poder aqui e agora, a qualquer custo - pois acreditam que se os fins não justificam os meios, a iminência de exterminação os justifica.
Na verdade, a degradação moral das sociedades é muito mais real e perniciosa do que a “ameaça” que Hamas, Hezbollah, Al Qaeda, Jihad Islâmica e o Talibã possam representar. Porque Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica e Talibã não conseguem ser ameaça real nem para o Estado de Israel, quanto mais para o mundo todo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

POEMA PALESTINO DEDICADO AO MÁRTIR SADDAM HUSSEIN

Emotional Palestinian Poem to Saddam (English Translation)

As you can see I am not a professional translator, but I tried to translate this, I know it does not sound as good in English as it does in Arabic.

لا تأسفنّ على غدر الزمان لطالما رقصت على جثث الأسـود كلابُ لا تحسبنّ برقصـها تعلـو على أسيادها فالاسدُ أسدٌ والكلابُ كلابُ تبقى الأسود مخيفةً في أسـرها حتى وإن نبحتْ عليها كـــلابُالرئيس صدام حسي
Categoria:
Notícias e política



"Allah bless oh Saddam and grant you paradise to enter from all the 8 doors. you defended the Arabs and the Muslims when others betrayed them. you gave welfare to ur nation and helped the needy palestinians. you stood up to the zionists, when other Arabs didnt. you sacrificed ur self and 2 sons for Islam and Iraq........ you are a true hero.... enoy paradise". crazyyafai

domingo, 13 de julho de 2008

COMENTÁRIO SOBRE SADDAM HUSSEIN

Foi um otimo presidente, o único que conseguiu unir o Iraque, tinha um sonho de transformar o Iraque no páis mais prospero do Oriênte Médio, o problema é que os IsraEUA são os donos da mídia no mundo e fizeram de Sadan um diabo(Tatica para satanizar), muitos repetem que Sadan era Diabo porque são meras raparigas dos IsraEUA, são bichinhas delicadas que defendem os IsraEUA incondicionalmente de qualquer crime e repetem todas as suas retóricas mentirosas, essas bichinhas ficam dizendo que Sadan era isso e aquilo porque adoram servir as mentiras Americanas. No Iraque de Sadan existia ate Colonia Judaica, era um dos países mais tolerantes da região. Meu camarada procura saber da BIOGRAFIA de Sadan Hussen contada pelo mundo ARABE, A Biografia de Sadan Hussen contada pelos AMERICANOS é FULEIRA. Qual é o inimigo dos IsraEUA que não é pixado como terrorista, genocida ou ditador cruél, diz ai somente um inimigo dos IsraEUA que não é o diabo?
Carlos Humberto de C. Neto

2 meses atrás
http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=AkGdS7SB9WDVSg5uyKwCS2PJ6gt.;_ylv=3?qid=20080421184510AAAQdU0&show=7#profile-info-3cHWzu13aa

quarta-feira, 14 de maio de 2008

MANIFESTO DE GANDHI E OUTRAS CONSIDERAÇÕES



Manifesto de Gandhi sobre os judeus na Palestina*

M. K. Gandhi
Harijan, 26 de novembro de 1938

In M.K.Gandhi, My Non-Violence
Editado por Sailesh K. Bandopadhaya
Navajivan Publishing House
Ahmedabad, 1960

Recebi muitas cartas solicitando a minha opinião sobre a questão judaico-palestina e sobre a perseguição aos judeus na Alemanha.


Não é sem hesitação que ouso expor o meu ponto-de-vista.(1)
Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus.

Eu os conheci intimamente na África do Sul.

Alguns deles se tornaram grandes amigos.

Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram.

Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus.

Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles.

Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus.

No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça.
O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence.
Por quê eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar?
(2)
A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses.
É errado e desumano impor os judeus aos árabes.

O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética.
Os mandatos não têm valor.
Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
O caminho mais nobre seria insistir num tratamento justo para os judeus em qualquer parte do mundo em que eles nascessem ou vivessem.
Os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.
Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados?
Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?(3)
Este pedido por um lar nacional oferece várias justificativas para a expulsão dos judeus da Alemanha.
Mas a perseguição dos alemães aos judeus parece não ter paralelo na História.

Os antigos tiranos nunca foram tão loucos quanto Hitler parece ser.
E ele está fazendo isso com zelo religioso.
Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro.

Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável.(4)
Se houver sempre uma guerra justificável em nome da humanidade, a guerra contra a Alemanha para prevenir a perseguição desumana contra uma raça inteira seria totalmente justificável.

Mas eu não acredito em guerra nenhuma.

A discussão sobre a conveniência ou inconveniência de uma guerra está, portanto, fora do meu horizonte.

Mas se não pode haver guerra contra a Alemanha, mesmo por crimes que estão sendo cometidos contra os judeus, certamente não pode haver aliança com a Alemanha.
Como pode haver aliança entre duas nações que clamam por justiça e democracia e uma se declara inimiga da outra?

Ou a Inglaterra está se inclinando para uma ditadura armada, e o que isso significa?
A Alemanha está mostrando ao mundo como a violência pode ser eficientemente trabalhada quando não é dissimulada por nenhuma hipocrisia ou fraqueza mascarada de humanitarismo; está mostrando como é hediondo, terrível e assustador quando isso aparece às claras, sem disfarces.
Os judeus podem resistir a esta organizada e desavergonhada perseguição?

Existe uma maneira de preservar a sua auto-estima e não se sentirem indefesos, abandonados e infelizes?

Eu acredito que sim.

Ninguém que tenha fé em Deus precisa se sentir indefeso, ou infeliz.

O Jeová dos judeus é um Deus mais pessoal que o Deus dos cristãos, muçulmanos ou hindus, embora realmente, em sua essência, Ele seja comum a todos.

Mas como os judeus atribuem personalidade a Deus e acreditam que Ele regula cada ação deles, estes não se sentiriam desamparados.

Se eu fosse judeu e tivesse nascido na Alemanha e merecido a minha subsistência lá, eu reivindicaria a Alemanha como o meu lar, do mesmo modo que um "genuíno" alemão o faria, e desafiaria qualquer um a me jogar na masmorra; eu me recusaria a ser expulso ou a sofrer discriminação.

E fazendo isso, não deveria esperar por outros judeus me seguindo em uma resistência civil, mas teria confiança que no final estariam compelidos a seguir o meu exemplo.
E agora uma palavra aos judeus na Palestina:
Não tenho dúvidas de que os judeus estão indo pelo caminho errado.

A Palestina, na concepção bíblica, não é um tratado geográfico.

Ela está em seus corações.

Mas se eles devem olhar a Palestina pela geografia como sua pátria mãe, está errado aceitá-la sob a sombra do belicismo britânico.

Um ato religioso não pode acontecer com a ajuda da baioneta ou da bomba.

Eles poderiam estabelecer-se na Palestina somente pela boa vontade dos palestinos.

Eles deveriam procurar convencer o coração palestino.
O mesmo Deus que rege o coração árabe, rege o coração judeu.

Só assim eles teriam a opinião mundial favorável às suas aspirações religiosas.

Há centenas de caminhos para uma solução com os árabes, se descartarem a ajuda da baioneta britânica.
Como está acontecendo, os judeus são responsáveis e cúmplices com outros países, em arruinar um povo que não fez nada de errado com eles.
Eu não estou defendendo as reações dos palestinos.

Eu desejaria que tivessem escolhido o caminho da não-violência a resistir ao que eles, corretamente, consideraram como invasão de seu país por estrangeiros.

Porém, de acordo com os cânones aceitos de certo e errado, nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos.(5)
Deixemos os judeus, que clamam serem os Escolhidos por Deus, provar o seu título escolhendo o caminho da não-violência para reclamar a sua posição na Terra.

Todos os países são o lar deles, incluindo a Palestina, não por agressão mas por culto ao amor.
Um amigo judeu me mandou um livro chamado A contribuição judaica para a civilização
(6), de Cecil Roth.

O livro nos dá uma idéia do que os judeus fizeram para enriquecer a literatura, a arte, a música, o drama, a ciência, a medicina, a agricultura etc., no mundo.

Determinada a vontade, os judeus podem se recusar a serem tratados como os párias do Ocidente, de serem desprezados ou tratados com condescendência.
Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites.
(7) Eles podiam somar às suas várias contribuições, a contribuição da ação da não-violência. ______________________________________________________________________________

Tornei-me acaso vosso inimigo porque vos digo a verdade?
Gálatas 4: 16


(1) A estatura ética e política de Gandhi é absolutamente incontestável, e os grandes homens do século XX até hoje, o tiveram sempre como exemplo a seguir e imitar.
A sua lucidez e a sua coragem ao denunciar a injustiça e a insolência do povo inglês sobre a Índia e sobre o povo indiano, são as mesmas que demonstra neste manifesto de repúdio à violência dos nazistas na Alemanha, e à injustiça e brutalidade da invasão dos judeus na Palestina.
Portanto, é bastante significativo que este documento sobre o horror e a injustiça impostos aos palestinos, nunca tenha sido divulgado ou comentado por nossos atentos analistas políticos, nem tampouco seja citado por eruditos ou catedráticos das nossas universidades.
A única exceção, em português, devemos à Drª. Kátia Mendonça, da Universidade Federal do Pará que em seu trabalho, Ética e política no pensamento de Buber e Gandhi, sem citar a fonte de onde retirou o texto, aborda este manifesto há tanto tempo ocultado.

Mas, não obstante estar a usar o nome e a autoridade moral de Gandhi, logo se percebe que a oblíqua intenção da autora é abrir um leque de rasgados elogios ao sionista Buber e invocar uma plêiade de intelectuais judeus para desviar a atenção do texto, e assim tentar justificar, de algum modo, a perversidade sionista e a criminosa invasão e ocupação da Palestina.
Além desse desvio da cátedra universitária para fins de proselitismo judaico-sionista, e da impertinente comparação entre Buber e aquele homem evidentemente superior, o Mahatma Gandhi, decorre que temos sido enganados, durante décadas, por todos esses — historiadores, sociólogos, jornalistas — que por obrigação profissional e moral, deviam informar e esclarecer os cidadãos. Lamentavelmente não foi assim que essas pessoas agiram; ao contrário: sistematicamente esconderam e escamotearam as
denúncias e advertências que expusessem ao mundo, a crueldade, a ganância e a violência dos judeus na Palestina.
O expressivo exemplo da deselegância desses acadêmicos, continua em outros trabalhos divulgados pela imprensa, e em diversas páginas da web, como se fossem pesquisas sérias e imparciais; encontra-se à venda nas livrarias, obras assinados por professores doutores de universidades famosas, que no decorrer de leitura mais cuidadosa vão mostrando sorrateiramente, o mesmo viés e a mesma ladina intenção que a professora paraense não soube disfarçar tão bem.
Em várias dessas "obras de fôlego" sobre a questão palestina, é demasiado evidente — e esclarecedor — que entre as inúmeras citações de textos de autores judeus, não se encontre nenhuma que aponte para trabalhos de professores de
universidades palestinas, obviamente os que mais de perto conhecem o processo da invasão e ocupação da Palestina.
Enfim, é um campo maliciosamente minado, por onde devemos andar com atenção, pois, ao contrário da límpida objetividade do texto de Gandhi, os trabalhos desses acadêmicos, desviam-se propositalmente do foco da questão para enfatizarem aspectos secundários ou pormenores irrelevantes e, desse modo, darem ao leitor a falsa impressão de que está sendo corretamente informado.
Por isso, é ainda mais espantoso, o "esquecimento" e a tentativa de apagamento da fundamentada e isenta denúncia de Gandhi sobre a injustiça e a brutalidade da ocupação da Palestina:
"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."

(2) "........ Por quê eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? ........"
A oportuna sugestão de Gandhi ao indagar o porquê dos judeus não fazerem como os outros povos, decorre do fato histórico de estarem sempre envolvidos em fugas precipitadas ou
invasões de terras prometidas e depois, também por ele conhecer a violência daqueles bandos de terroristas judeus como o Irgun, o Stern, o Haganah.
Já desde remota antiguidade, depois que Ramsés II, por algum grave motivo (que o bíblico narrador preferiu esquecer, ou contar de outra maneira) os expulsou do Egito, e depois que Iavé lhes prometeu as terras de Canaã (como se pode prometer bens e terras que pertencem a outros?) e Josué, com a celestial trombeta, demoliu as muralhas de Jericó e trucidou os seus habitantes, a história do "povo escolhido" tem sido esse interminável rol de intrigas e perfídias, traçando a obscura trajetória judia, até à invasão da atual Palestina, desta vez através de
chantagens e subornos, tanques de sessenta e cinco toneladas e bombardeiros F-16.


"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão.

Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu.

Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32



Por que essa gente não faz como todos os outros povos nos países onde foram acolhidos, em lugar de estarem constantemente criando esse interminável mal-estar e constrangimento em todas as épocas e em todos os continentes por onde andaram?

Por que essas pessoas não mudam as suas condutas e os seus procedimentos, em vez de acusarem perpetuamente a humanidade pelo resultado de suas próprias atitudes?

Ou eles ainda acham que a humanidade inteira está errada, e que o "povo escolhido" é o dono da verdade?

Se, como argumentam, apenas postulam o direito por uma pátria espiritual a fim de preservar a "identidade judaica", porquê eles, em vez de usurparem as terras de outro povo, não fazem como os católicos de todo o mundo, cuja pátria espiritual, o Vaticano, ocupa apenas algumas quadras, sem muralhas e sem canhões?

Essas perguntas ocorrem a qualquer pessoa, mas as respostas a essas questões nunca foram convincentes, nem para alguém de tão boa vontade quanto o Mahatma Gandhi.

(3) "Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?"


Essa pergunta de Gandhi, também não é uma pergunta casual, ou meramente retórica, ao contrário, é o ponto focal da questão: Afinal, que Estado, ou povo, beligerante e expansionista como o judeu, não gostaria de ter os seus patrícios dirigindo — à vontade — os mais altos cargos e postos nos órgãos de segurança e de administração dos outros países?
Só os muito distraídos ainda não perceberam como os israelitas — com a sua habitual desfaçatez — vão usufruindo, descaradamente, as vantagens dessa indecente aberração:
Henry Kissinger e Alan Greenspan, o anterior presidente do Fed (o banco central americano) cujo cargo foi ocupado pelo também judeu Benjamin Schalom Bernank, são claros exemplos, entre alguns milhares de cidadãos de origem judaica, nem sempre tão em evidência, mas que estão atuando, à vontade, em todas as camadas das nossas sociedades, nos
governos, nas universidades, na imprensa, no mundo da arte, na indústria de diversão e suas obscuras e perversas ramificações, no cinema etc..
Isso é notório e irrefutável e, até certo ponto, "normal", não fosse essa flagrante incompatibilidade de intenções, ou descarado conflito de interesses.

Por exemplo: poderia alguém, honestamente, propor Henry Kissinger (judeu-alemão naturalizado americano) como mediador entre palestinos e judeus?

Logo ao término da II Guerra Mundial, Henry Kissinger já era o Chefe da Contra Espionagem do Exército Americano; depois foi Assessor da Casa Branca, e a seguir, Secretário de Estado durante dois governos; agora é o Presidente da Comissão Independente de Inquérito sobre o 11 de setembro...
Para que essa esquisita situação das agências de inteligência americanas — e as dos outros países — não venha a se tornar um escândalo público, de tempos em tempos, para reiterar a sua "independência" e "soberania" junto à "opinião pública", os governos mandam prender um ou outro
espião judeu a serviço dos interesses de Israel... Então, tudo volta ao normal, e os outros, continuam... à vontade.
Por aqui, não é difícil imaginar como estarão os nossos órgãos de segurança nacional, ou as nossas agências de pesquisa nuclear e espacial... Ainda agora, num "acidente" muito mal explicado, foram pelos ares juntamente com um foguete e a plataforma de lançamento, todos os engenheiros, cientistas e técnicos daquela equipe do nosso projeto aeroespacial.

Um prejuízo incalculável na perda de vidas humanas e de saberes específicos em diversos ramos da ciência e da tecnologia nacional.


"Não admitiremos um outro Japão ao sul do equador."
Henry Kissinger

Citado por
Bautista Vidal em entrevista à revista Caros Amigos.

Com patrícios sempre tão bem posicionados, porquê Ben Gurion, ou Ariel Sharom, ou qualquer outro Primeiro Ministro de Israel, iam precisar de um serviço secreto, senão para justificar a origem dos movimentos de exata eficiência sugeridos aos terroristas do Irgun e do Stern, e agora às suas forças armadas, por esses mesmos "leais" cidadãos que foram acolhidos e abrigados em outros países de qualquer parte do mundo?

Hoje podemos perceber, pelo decorrer da História, essa ancestral estratégia israelita, ou hebréia, ou judia, ou sionista, de induzir e incitar animosidades entre os povos e as nações, desde o antigo Egito e por toda a Idade Média, intrigando uns contra os outros, provocando conflitos locais e mundiais, cujos desastrosos resultados só interessam aos judeus e ao sinistro Congresso Mundial Judaico.
O chamado "conflito oriente-ocidente" é uma ladina falácia da imprensa judeo-sionista: São os judeus que odeiam tanto o islamismo, quanto o catolicismo.

É a brutal ocupação da Palestina, e o expansionismo judeu que está contra os povos e as nações.

O Vaticano exalta a paz entre os homens de boa vontade, ao contrário dos governos fantoches, europeus e americanos, tanto do norte, quanto do sul, reféns do tentacular lobby do judaísmo internacional.
Em todas as nações onde estão instalados — atropelando os órgãos competentes, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, e em grosseira afronta aos governos e às instituições nacionais — surgem inúmeras organizações judaicas como a nazi-fascistóide
Liga Anti-Difamação, a hipócrita Beth-Shalom e centenas e centenas de outras, ou "nacionais" ou estrangeiras, sempre com as mais variadas aparências e fachadas, mas cuja implícita e verdadeira função — além da disseminação de informações deturpadas e de contra-informação — é monitorar e patrulhar insolentemente, os cidadãos nacionais que tenham opiniões diversas daquelas da conveniência e dos interesses judaicos e da indecente Inquisição Sionista.
O Mossad, e as outras agências ditas de inteligência israelitas, não passam, em realidade, de gangues de psicopatas homicidas e de grupos de facínoras, para execuções extrajudiciais e assassinatos seletivos, em qualquer país ou região do planeta.
As ações de
intimidação dessas "entidades religiosas", ou "organizações não governamentais", nem sempre dissimuladas, vão desde insinuações maldosas, dificuldades e empecilhos criados no ambiente de trabalho — com estratégias semelhantes às do assédio moral — até à perda de cargos e empregos, ou mesmo destruição de carreiras profissionais — o que é uma espécie de lento assassinato — e por fim, a assassinatos, como o de Naji Al-Ali.
Os recursos para sustentar essas organizações parasitas não vêm — como se faz entre as pessoas honestas — das suas comunidades e associações judaicas, ou dos abarrotados cofres dos banqueiros internacionais, mas são
ladinamente subtraídos dos nossos próprios bolsos, através de certas "leis de incentivo" e de outras brechas e desvãos, por onde se exaurem aqueles recursos públicos que deviam ser destinados ao bem-estar e à educação do nosso povo.
Esses cidadãos com "duplo lar" têm acesso a segredos de estado e militares, e a tecnologias de ponta das nações mais desenvolvidas.

Qualquer estratégia, seja de relações exteriores, seja da área econômica, ou em educação, ou na saúde, em qualquer país, sempre será do conhecimento de Israel muito antes de ser efetivada ou abandonada, assim como pesquisas avançadas, desenvolvidas em qualquer departamento ou instituto das nossas universidades.
É assim que é "produzida" a tão alardeada "tecnologia de ponta israelense" e a maioria dos Prêmios Nobel de que se jactam certos grupos judeus.
Por exemplo, a vacina "Sabin" (vacina oral de aplicação em gotas contra a poliomielite) em realidade foi descoberta e desenvolvida por alunos residentes do departamento chefiado pelo médico judeu Albert Sabin, o qual imediatamente registrou em seu próprio nome, como se fosse obra sua, a descoberta daqueles talentosos jovens, ingenuamente distraídos dos trâmites de registro de patentes, ou dos créditos por suas pesquisas e trabalho acadêmico.
Com essa mesma espécie de "genialidade",
Albert Einstein já havia se apropriado do trabalho desenvolvido pelo matemático e filósofo francês, Henri Poincaré. Por isso, e apesar da insistente movimentação das instituições judaicas e da furiosa campanha de publicidade e propaganda sobre os méritos de Einstein, Cesar Lattes nunca se esquivou de denunciar esse roubo e essa fraude praticada pelo venerado cientista judeu.
Essa notável e esquisita característica da "inteligência judia", avança por todas as outras áreas do esforço humano; assim com na Física, também na Filosofia, ou na Psiquiatria, e até no chamado "milagre" das fazendas e granjas judias na Palestina, sempre se encontrará alguma espécie de roubo e de fraude: O decantado sucesso da "agrotecnologia israelita" só existe como o óbvio resultado do criminoso desvio das águas do rio Jordão e de outros importantes mananciais, o que vem provocando a acelerada degradação e desertificação daquelas antigas terras e campos, cuidadosamente cultivados por gerações e gerações de agricultores palestinos, desde tempos imemoriais.
Não é por acaso, nem por coincidência, que os enaltecidos sucessos da "genialidade" e competência israelitas, sempre sejam fruto de alguma espécie de ladino "desvio".


"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).


Jung sabia muito bem do que estava falando; e é natural que nem todos concordem com o elevado pensamento do Mahatma Gandhi quando este diz que os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.

Sobre essa espécie de "dupla cidadania", Simon Wiesenthal, o mórbido "caçador" de nazistas, desprezando a sabedoria de Gandhi, afirma com o seu rancoroso nacional-socialismo judaico, e de maneira muito clara, que não há judeus franceses, ou judeus ingleses, e sim judeus que moram na França, ou judeus que moram na Inglaterra.
Insolentemente dizem o que querem, de acordo com as circunstâncias e conveniências, ou com o que lhes seja mais proveitoso e lucrativo em qualquer lugar ou país.

Se agora são brasileiros, de uma hora para outra também irão dizer que não são brasileiros, mas apenas judeus que eventualmente moram no Brasil. Entretanto, a morte, a dor, a humilhação que levam à Palestina, e a outras nações do Oriente Médio, são mostradas na televisão, como se fosse um problema distante e localizado, sem graves conexões com outros países e nações, nem com o Brasil.
A descomunal vantagem em equipamentos militares — com recursos
"drenados" de todos os países do mundo, sejam pobres ou ricos — informações estratégicas e influência diplomática, faz com que Israel não mais contenha a sua truculência nos territórios ocupados, nem a sua insolência na construção de mais e mais "assentamentos" de ladrões de terras por trás daquela vergonhosa muralha da prepotência judaica.
E o mundo, entorpecido, ou pela fome, ou pela desinformação — ou contra-informação — ou pelo egoísmo e preguiça das classes privilegiadas, assiste, atônito, à escalada da arrogância e da brutalidade israelitas.
A miséria que foi imposta ao Afeganistão, primeiramente por russos e depois por americanos — tanto faz, não importa qual é a marionete da vez — vai se espalhando, como mancha de tinta derramada sobre o mapa do Oriente Médio, à volta do usurpador judeu.
Logo será a vez de outras nações, pois, em sua ganância expansionista, Israel já exige que os seus títeres americanos e ingleses, ou de qualquer outra nacionalidade, ataquem aquelas nações islâmicas que não aceitam o jugo ocidental (leia-se capitalismo predatório e decadência moral).
Quando outro desses países estiver suficientemente debilitado por pressões políticas, diplomáticas e econômicas, e as classes médias do ocidente acreditarem que é lá que fermenta o "Império do Mal", esse país será invadido e ocupado por aquele exército de robôs, como aconteceu ao Iraque e ao Afeganistão, e como parece que logo acontecerá ao Irã, à Síria, ao Líbano.
Por trás da estupidez dessas nações testas-de-ferro — cujos cidadãos arcam com os custos da guerra e com o grave ônus da responsabilidade moral e o julgamento da História — acoberta-se o macabro lobby judeo-sionista, o verdadeiro mentor do que vem acontecendo em todo o Oriente Médio, e não por acaso, à volta do arrogante Estado judeu, no grande cinturão das maiores
reservas de petróleo do mundo.
Agora já se ouve, ainda em voz baixa, que "está na hora de democratizar o Grande Médio-Oriente". Nada menos; e assim — sem nenhuma sutileza — vai aparecendo a outra obscura acepção e serventia para a complacente e elástica palavra "democracia", descaradamente conveniente para o sinistro projeto sionista. (Por aqui também já se ouve, nem tanto à boca pequena, uns descarados ensaios para se
"democratizar a Amazônia"; e Israel, muito solícito, já se oferece para ajudar na nossa esquisita reforma agrária... talvez com a vasta experiência daqueles "colonos" usurpadores das terras e fazendas palestinas ...?)

(4) "E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável."


Essa passagem também descreve admiravelmente o sionista Ben Gurion, e o genocídio que vem sendo perpetrado, desde então, contra o povo palestino por esses ministros-generais, sempre sob o olhar e o feroz aplauso e cinismo do povo judeu.
Auschwitz — o esquisito curinga da "argumentação" judaico-sionista, e desavergonhada "justificativa" para os hediondos crimes abençoados por seus fanáticos rabinos — avança em cada cidade palestina, em cada lar bombardeado, em cada raid dos tanques e helicópteros israelitas, e em cada gueto criado pela selvagem cupidez daqueles bandos de "colonos" judeus.
A indecente muralha, que já ultrapassa todas as medidas da dignidade humana, vai criando bolsões de miséria nas cidades, aldeias e povoados palestinos, somente comparáveis aos dos piores anos do
Apartheid sul-africano.

A cada ação do desvairado expansionismo israelita, demolindo casas e destruindo aldeias e campos cultivados com os seus macabros buldôzeres caterpillar, mais esses dirigentes judeus se assemelham aos piores carrascos da história da humanidade.
Aquela ferocidade que Gandhi referia com espanto e indignação, hoje é a indecente e mal disfarçada
ferocidade racista apresentada pelos judeus em todo o mundo.

(5) "..... nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos."
Esta clara afirmação de Gandhi, apesar da sua inabalável postura de não-violência, ensina que a luta contra a injustiça e a barbárie israelitas, é um direito fundamental do povo palestino. Qualquer argumento que tente desvirtuar a importância do clamor da Nação Palestina por justiça — como faz o descarado "pacifista" judeu,
Amos Oz — só pode vir daqueles que desprezam a justiça, e a dignidade do ser humano.
Israel, e as miríades de seus pequenos agregados e colaboradores — aqueles analistas-políticos e uns certos chefes-de-redação, cineastas, intelectuais e artistas aparentemente bem intencionados, uns professores universitários e outros do ensino médio — todos querem fazer crer que a Resistência desses povos e dessas nações contra a violência e injustiça que vêm sofrendo, seja uma simples questão de fanatismo religioso; como se a destruição de lares, habitações e lavouras de milhares de famílias, e o assassinato de parentes, amigos e vizinhos, não desencadeassem uma dolorosa revolta contra o Estado judeu e aqueles que o financiam.
A Intifada — a Revolta das Pedrasnão é um movimento de fanáticos religiosos: É a indignação justa de um povo que vem sendo roubado, humilhado, dizimado — há cem anos — em sua própria terra, em seu próprio país e pátria ancestral; também não é um conflito entre Oriente e Ocidente (como pretendem as intrigas judaico-sionistas e a venenosa maquinação contra o Islã e o Catolicismo) mas a
heróica luta da Nação Palestina contra o usurpador judeu.
Para se compreender a matriz e a manutenção do horror imposto ao povo palestino, é preciso reparar que os dirigentes de Israel são escolhidos pelos eleitores judeus — não por acaso, nem por coincidência — entre os mais violentos terroristas do Haganah, do Irgun e do Stern: Esses grupos de extermínio — cujos chefes agora são ministros e generais de Israel — mataram e torturaram famílias inteiras e arrasaram centenas de pequenas aldeias e povoados palestinos, já desde antes de 1.917. Há documentos e relatos terríveis sobre as desvairadas atividades criminosas dessas organizações judias.
Todos os dias, Israel segue cometendo assassinatos e atos de metódico terrorismo de Estado contra crianças, velhos e mulheres de uma espoliada Palestina e seu povo abnegado.

Os massacres de
Sabra e Chatila, e os requintes de terror perpetrados em Jenín, Ramallah, Bethlehem e Nablus pelos fanáticos soldados judeus, mostram o que esses tristes seres humanos — psicologicamente deformados — conseguem entender por humanidade e civilização.
A completa ausência de arrependimento ou remorso, o comportamento amoral, e a fundamental incapacidade de aprender com a História, são características da perversão, não só da personalidade psicopata desses dirigentes judeus mas, principalmente, daqueles que votam, e cinicamente os escolhem para essa hedionda função de exterminadores do povo palestino.

E tão espantosa quanto a bestialidade do Estado judeu, enquanto executa o seu macabro plano de extermínio de um povo e de uma nação, é a covarde neutralidade, ou a preguiçosa indiferença e alienação, dos meus amigos, dos meus vizinhos, e das pessoas nas ruas que não se importam.
Também não são poucos os que se calam, constrangidos e intimidados por um certo tipo de insolente patrulhamento, pois temem ser caluniados e perseguidos, de várias maneiras, como se eles é que fossem racistas. Mas não podemos mais tolerar essa chantagem da hipocrisia israelita; não é sobre raças que estamos falando, mas sobre assassinos e ladrões.
Falamos sobre um país que assalta bancos com as suas forças armadas; sobre usurpadores de terras e fazendas palestinas; sobre psicopatas sionistas e a sua furiosa estratégia expansionista, arrasando campos cultivados, casas, fábricas, hospitais e escolas; sobre pessoas hipócritas que há várias décadas vêm choramingando por um
holocausto judeu, enquanto vão cometendo atrocidades e imoralidades contra a humanidade; sobre a selvagem ganância e a feroz cupidez dos "colonos" judeus por terras alheias; e sobre as monstruosidades perpetradas por Israel e seu povo delirante.

Não acredito que alguém ousasse chamar Gandhi de racista, ou anti-semita, por expressar a sua indignação frente às atrocidades cometidas pelos judeus contra o povo palestino:


O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética.
Gandhi


A crescente mancha da invasão judia sobre a Palestina


Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
Gandhi

É espantoso como as forças de "defesa" judias invadem as terras palestinas, e imediatamente instalam aqueles bandos de "colonos" enlouquecidos pela sanha dos seus fanáticos rabinos.
As táticas desses ladrões de terras — provoque o fato e discuta depois — são as mesmas de gangsters que primeiro barbarizam e aterrorizam os cidadãos, para depois "negociar".

Esses bandidos "religiosos", fortemente armados com metralhadoras Uzi e fuzis M-16, são apoiados por tanques de guerra do exército judeu, e por grandes torres de vigia daquela indecente muralha judaica, num terrível gueto às avessas: Neste exato momento, o horror do holocausto acontece do outro lado.

A chamada "opinião pública" vem sendo amaciada e enganada — há muitos anos — por uma cuidadosa campanha muito bem arquitetada, em que os judeus se apresentam sempre como "as eternas vítimas" mas, aquelas vítimas sem voz é que surgem como terroristas... enquanto os seus jovens vão sendo torturados e assassinados, as suas mulheres desrespeitadas, as suas terras usurpadas, os mananciais criminosamente poluídos ou desviados, as suas casas bombardeadas, a sua pátria arrasada...

Agora, frente aos fatos que ninguém pode negar, ou esconder — como fizeram por tantas décadas — muitas perguntas, há muito tempo reprimidas, precisam de urgentes respostas:
— Que devasso deus é esse Yahweh que induz seus adoradores ao embuste, ao roubo, ao assassinato?
— Que sinistros rabinos são esses que abençoam o hediondo genocídio do povo palestino?
— Que tenebrosa espécie de gente é essa que constrói o seu lar sobre os cadáveres das suas vítimas?

(6) "A contribuição judaica para a civilização"...
Essa descarada propaganda, e a cínica autopromoção com os méritos alheios, é a velha e conhecida característica da arrogância israelita, como também o é a ladina falácia judeo-sionista ao tentar cunhar a expressão "judaico-cristã" para denominar a nossa milenar civilização católica — a qual emana da arte e da filosofia gregas, do direito romano, e da religião cristã — e, dessa maneira, insinuar que a contribuição hebréia para a cultura ocidental teria se estendido para além do velho testamento, ou para fora das sinagogas:


"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).


Contudo, precisamente por essa peculiar característica judaica, só muito recentemente o judaísmo passou a ter alguma importância no ocidente; e essa estrangeira influência — absolutamente perniciosa, como agora se vê — vem gradualmente transpirando e emergindo, através da obscuridade da maçonaria e do não menos sinistro judeo-sionismo, em suas várias modalidades de atuação, enquanto procuram nos despojar da nossa herança histórica e, rancorosamente, denegar e destruir os nossos valores ancestrais:


"Nós julgamos sempre que o Cristianismo consiste em pertencer à Igreja e perfilhar certa fé. Na realidade, o cristianismo é o nosso mundo. Tudo o que pensamos é fruto da Idade Média cristã, até a nossa ciência; em resumo, tudo o que se move dentro de nossos cérebros é, necessariamente, moldado por essa época histórica que vive, ainda, em nós, pela qual estamos definitivamente impregnados e que representará sempre, no mais distante futuro, uma camada da nossa constituição psíquica, nisso se assemelhando aos vestígios que o nosso corpo traz do seu desenvolvimento filogenético. A nossa mentalidade, a nossa concepção das coisas, nasceu na Idade Média cristã, quer se queira quer não. A época das luzes nada apagou. A marca do Cristianismo encontra-se, até, presente na maneira como o homem quer racionalizar o mundo. A visão cristã do universo é, assim, um dado psicológico que escapa às explicações intelectuais."
C.G.Jung
O homem à descoberta da sua alma, Brasília Editora, Porto, 1975, p. 411.

(7) "Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites."


Se Gandhi tivesse assistido a esta escalada da imoralidade judeo-sionista, hoje não seria tão ameno em sua denúncia daquela "brutalidade sem limites" que agora atinge paroxismos nunca imaginados.

O próprio Estado de Israel, tal como se mostra em sua estrutura parasitária e tentacular, é uma aberração política e moral e imperdoável crime contra a humanidade. Nessa desavergonhada estratégia ancestral, os fanáticos rabinos do Congresso Mundial Judaico se mostram como "as eternas vítimas" enquanto insistem, cinicamente, que não há nenhuma conspiração em curso.


Há três mil e duzentos anos, Ramsés II já tinha visto essa mesma insídia e perfídia dentro do seu reino: Quanta inveja, quanto veneno, quanto rancor destilaram contra o brilho daquela avançada e poderosa nação que os havia recolhido — bando de analfabetos e esfarrapados nômades — e abrigado em sua sofisticada sociedade. Logo depois, os hicsos e os hititas, povos inimigos do Egito, se valeram da venenosa intriga e da ladina espionagem e traição de Moisés e de seus protegidos.

Eis porquê os judeus foram expulsos... e dizem que a História não se repete... talvez para justificar essa dificuldade, ou a rígida incapacidade judaica de aprender com a própria História.


"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32


Se na conformação de nossas sociedades, alguém deve mudar alguma coisa em suas noções de ética e de convivência, sem dúvida devem ser aqueles que não costumam agir — como advertiu Gandhi — do mesmo modo como agem, naturalmente, todos os outros povos do planeta.

Mas hoje parece que já não lhes basta a invasão e a ocupação da Palestina, que não lhes basta nos espionar e intimidar em nossos próprios lares, em nossas cidades e países, em nossa própria terra. Agora, em completo e arrogante desvario, ameaçam os povos e as nações.

Desprezam qualquer noção de sanidade e equilíbrio; não conseguem entender que além dos judeus, vivem neste mundo seis bilhões de seres humanos, e que não se pode enganar, nem calar tanta gente.


Apesar da estratégia orientada para desacreditar certos documentos e relatos esclarecedores sobre as suas obscuras atividades, e tentar ridicularizar o que eles chamam de "teorias de conspiração", a cada dia, mais evidente fica a insidiosa movimentação judeo-sionista; e a cada hora, a cada minuto, esse conluio vai se mostrando ainda mais insolente.

Paralelamente ao recrudescimento da cínica campanha de falsificação dos fatos históricos — e violenta propaganda do "sofrimento" e da "superioridade" do povo judeu — através de filmes e desavergonhadas "descobertas" pseudo-histórico-científicas, em "reportagens" nos jornais e revistas e nas televisões, e em sites da web, também verificamos a criminosa sonegação de informações já nas fontes de pesquisa: As bibliotecas públicas e universitárias, vêm sendo alvo de vandalismo seletivo.

Vários títulos e autores foram excluídos e eliminados dos fichários e estantes, com a conivência dos bibliotecários; outros, simplesmente vão sendo proibidos por força de leis forjadas, ou "reinterpretadas" à conveniência de última hora, como no tempo de Torquemada. Mas agora, contra essa indecente campanha obscurantista, somos nós que precisamos ler e comentar, com redobrada atenção, os livros e os textos proibidos pelo absurdo Índex judeo-sionista. Devemos procurar as edições citadas pela Academia Brasileira de Letras (Editora Civilização Brasileira, 1934 – 1938) pois algumas mais recentes — as que não foram proibidas — são incompletas e ladinamente modificadas, obviamente com o deliberado intuito de abalar a credibilidade e a legitimidade documental dos textos originais.


Ao publicarem os seus manifestos, Rogério César de Cerqueira Leite — Duas guerras que são uma só — e José Saramago — Das pedras de Davi aos tanques de Golias — diferentemente de outros intelectuais de língua portuguesa, tiveram a coragem e a honestidade de resgatar o direito à lucidez e à crítica; direito que vem sendo seqüestrado pela chantagem sionista, ao acusar de racistas, anti-semitas, ou reacionários, a todos os que não se deixam levar pelo jargão da propaganda judia de contra-informação.
Talvez por isso, muitos profissionais — historiadores, jornalistas, magistrados — fingem desconhecer indiscutíveis advertências, como as de Gandhi, e se esgueiram por entre falaciosos argumentos, ou certos textos de uns acadêmicos, para justificarem a sua frouxidão, ou esquisita moralidade.

Quanta vergonha, quanta tristeza devem sentir esses homens e essas mulheres, já de idade madura, quando sozinhos à noite, vão se lembrando das tantas vezes que se omitiram e se esconderam, preguiçosos e acovardados.
Mas, quem sabe, talvez o exemplo de Rogério César de Cerqueira Leite e de José Saramago, ainda possa inspirar, a essas e a outras pessoas, as raras virtudes da coragem e da honra, e recuperar o significado daquele comentário do Mahatma Gandhi ao exortar os seus concidadãos para a luta contra o truculento usurpador: — O medo ainda tem alguma serventia, a covardia não.

Alfredo Braga
http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/gandhiepalestina.html#_ftn*