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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A REALIDADE DA GUERRA CONTRA O IRAQUE

Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 1/3


Dahr Jamail relata a trageda da Invasão Americana no Iraque




Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 2/3



Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 3/3

quarta-feira, 27 de maio de 2009

TERRORISMO CONTRA IRAQUIANOS APÓS A INVASÃO DO IRAQUE

Para não dizer que não falei do horror/terror

Essa é a "demo"-cracia que os EUA foram levar ao Iraque?
Esses prisioneiros estão presos desde a invasão do Iraque no ano de 2003. Foram torturados. Muitos massacrados!
UMA VERGONHA MUNDIAL!
A Comunidade Internacional é cúmplice desses crimes posto que calou-se, omitiu-se, infelizmente.Quem cala consente e é cúmplice.
Isso não pode ser JAMAIS esquecido.
Não são prisioneiros comuns. São prisioneiros de uma guerra estúpida, baseada em mentiras.
Milhões de Iraquianos têm sido torturados, massacrados e os responsáveis tem que ser PUNIDOS.
Pergunto aos que apóiam essas atitudes insanas, de crueldade e desrespeito máximos:
_Vocês gostariam de ter sua casa invadida e seus entes queridos torturados, massacrados, aprisionados SOMENTE porque RESISTEM por amor ao chão (Pátria) que pisam?
São uns HERÓIS que lutam pela SOBERANIA de seu país!
Os EUa e aliados tem que entender que o MUNDO abomina essas atitudes.
Basta de invasões, ocupações!
Basta de guerras pela ganãncia de ter o que não lhes pertence. Viva a Resistência Iraquiana!
Viva a Resistência Palestina!
Viva a Resistência Afegã!
O Oriente Médio/Próximo não quer esse tipo de "demo-cracia lá!
E esta então... o cara vai no âmago da questão:"... os lobbies, que representam interesses econômicos, sociais e políticos nos Estados Unidos são muito poderosos. Tendem sempre a pautar e delimitar a atuação do governo. Daí que o presidente Barack Obama, apesar das promessas de alterar as diretrizes políticas estabelecidas pelo presidente George W. Bush, só promoveu mudanças cosméticas. Até agora, meados de maio de 2009, com um pouco mais de 100 dias no governo, não fechou o campo de concentração de Guantánamo e recuou em diversas outras medidas..."Luiz Alberto Moniz Bandeira"
Obama não tem condições de reverter a política de Bush"
http://carosamigos.terra.com.br/Quem ainda consegue dar pelota pra mídia-lixo-corporativa?
É evidente que a inteligência está na rede e na mídia alternativa.
Sensacional entrevista do Luiz Alberto Moniz Bandeira na Caros Amigos..."Obama não tem condições de reverter a política de Bush"http://carosamigos.terra.com.br/"...devido às relações reais de poder nos Estados Unidos. Obama, por exemplo não pode cortar substancialmente as encomendas do Pentágono a fim de reduzir o déficit fiscal dos Estados Unidos, que cresce de ano a ano. Se tentasse fazê-lo, diversas indústrias de material bélico logo quebrariam, aumentando o desemprego e arruinando os Estados onde estão instaladas. Mas o complexo industrial-militar é uma bolha, inflada pelos recursos públicos, e mais dias menos dia vai estourar, como aconteceu com a bolha do sistema financeiro e a indústria automobilística..."
A internet não transmite cheiro mas por incrível que pareça ao ver estas imagens senti cheiro de sangue no meu nariz
"Depois não sabem porque o discurso do Ahmadinejad contra o ocidente ganha força."É uma pena que o discurso de Ahmadinejad ganhe força. Porém, também é uma pena que os EUA sejam comprados como os arautos da liberdade e da democracia, pois uma nação que permite que em suas forças armadas se cometam tais atrocidades - ou tentem ocultá-las ou minimizá-las - pode ser chamada de tudo, menos de uma democracia. Quando um soldado chega a cometer esse tipo de crime é porque ele traz no espírito sentimento imenso e profundo de superioridade e desprezo ante outros povos, e esse sentimento não é de um ou dois militares, ou de um batalhão isolado, mas é aprendido e alimentado ao longo dos anos, nos quartéis e bases militares espalhadas pelos quatro cantos da Terra. Os estadunidenses elegeram um negro para presidente (o que deveria ser visto como a coisa mais natural do mundo, uma vez que eles auto se definem como o país da liberdade e da tolerância), mas ainda estão muito longe de poder dar lição de moral ao Irã, ao Líbano, à Coréia do Norte ou a qualquer outra nação, menos ainda quando o assunto é armamentismo e testes nucleares, visto que os próprios EUA foram os predecessores do horror atômico e do terrorismo no mundo moderno, bem como os inventores do massacre cirúrgico de civis.Em suma: Torturar um torturador me faz tão vil quanto ele!
Sabem quem é um defensor destas barbaridades aí acima?Só o atual n2 nos eua... o Secretário da Guerra robert gates.Como negar que os eua são uma ditadura fascista?
Esta é a democracia estadunidense... mercenários neuróticos, formados para torturar, defender uma riqueza e um estilo de vida que eles mesmos nem vão usufruir... Mais ou menos como os babacas que ficam defendendo o patrimônio alheio e julgando aqueles que lutam por seus direitos.Quanto a Obama, só se desilude quem se iludiu que a elite estadunidense deixaria eleger alguém que lhe ameaçasse.
Quem quiser saber mais sobre as práticas SÓRDIDAS dos "americaninhos bonzinhos", basta assistir ao excelente documentário "The War on Democracy" do jornalista John Pilger, que inclusive foi premiado. Mostra como eles passaram a tratar TODA a América Latina a partir de 1945 até os dias atuais.
Da missa vocês não sabem a metade...
Os americanos só fazem isso com os mais fracos. Lembram-se que eles queriam invadir covardemente a Coréia do Norte e desistiram depois que descobriram que eles JÁ tem bomba atômica (sem falar que eles já sabiam a muito tempo que a Coréia do Norte é um dos maiores fabricantes de mísseis do mundo)? POR ISSO digo que o Brasil TEM QUE TER BOMBA ATÔMICA para poder ser respeitado por eles!
COVARDES!!!
Depois não sabem porque o discurso do Ahmadinejad contra o ocidente ganha força.
É apenas a "democracia made in USA" sendo colocada em prática. Em nossas terras já presenciamos coisa parecida. As ditaduras que assolaram a América Latina no século passado vieram com a estreita colaboração dos governos estadunidenses. A Escola das Américas, que era localizada no Canal do Panamá, formou levas de torturadores para evitar que a verdadeira democracia se estabelecesse em nossos países.Se Obama não quer expor seus soldados a perigo, não deve ficar apenas tergiversando. Chame-os para casa em definitivo.
As imagens são chocantes e mostram como funciona a verdadeira democracia americana.Com certeza existem muito mais fotos como estas, onde fica claro a humilhação,o constrangimento, ataque moral, ofensa a dignidade ou seja violação total dos direitos humanos. Mas a pergunta é onde estão os órgãos com competência para julgar genocídio e crimes contra humanidade? ONU,TPI? Com certeza essas organizações podem julgar e condenar países e quem comete genocídios, crimes de guerra, violação dos direitos humanos.George W. Bush é o maior criminoso do século 21. Só que essas organizações não têm feito nada mais nada mesmo para levá-lo a julgamento.
A questão aqui é o exemplo.
Os EUA sempre tiveram nos fóruns internacionais a postura de condenar a tortura, o desrespeito aos direitos humanos, a humilhação e morte de soldados sob tutela.Ao praticarem o que condenam, perdem a moral e igualam-se aos países que criticam."Faça o que eu digo não faça o que eu faço" é hipocrisia pura, para não dizer pior.
Como negar que os eua são uma ditadura descarada?A imundíce do fascismo ianque está aí acima.Só não vê quem não quer...
Essas fotos me fazem duvidar se a espécie humana tem alguma chance de sobrevivencia através dos tempos. Não evoluímos.Não adiantam os que lutaram para melhorar a humanidade trazendo conhecimento, sabedoria, luz. Não adiantam os novos instrumentos de informação, de comunicação. Continuamos bárbaros, selvagens e imbecis.Que tragédia. Tais brutalidades seriam compreensiveis se praticadas na idade media. Hoje,elas ja deveriam provocar a repulsa de todos.
OS AMERICANOS FAZEM DE TUDO PARA ROUBAR O PETRÓLEO IRAQUIANO E PROTEGER AS FAZENDAS DE ÓPIO NO AFEGANISTÃO CONTRA O TALIBAM PARA CUSTEAR ESSA GUERRA .
Obama corre o risco de ir para a lixeira da história, como Bush.
* A aquele que apóia essas atrocidades contra o Povo Iraquiano:
..se você pertencesse a um exercito que tivesse invadido meu país e tivesse feito o que os americanos estão fazendo, eu não cortaria tua garganta com uma faca enferrujada, eu cortaria com uma tampa enferrujada de lata de sardinha e deixava você morrendo no deserto.
Referindo-se ao Iraque:
...a terra é deles, imbecil. Entre você na minha casa e verá o que eu faço com você, infeliz... Você desmaiaria de pânico ao me ver,não queira isso...
Não é à toa que o apelido daquele hospício da Amércia do Norte é Estragos Unidos. Aquilo ali, que está repleto de assassinos em série, que adora filmes de violência, que adora roubar, invadir países e pilhar, têm apenas o apoio da impren$a. Todos sabemos que são verdadeiros lobos em pele de carneiro. Daqui a 20 ou 30 anos muitos verão a resposta de todos os povos que já foram massacrados por esse bando de assassinos!
Mas o Obama não era o cara que iria mudar tudo isso!!!Para quem acredita no saci...
vc gostaria que os mariners invadisse a sua casa e degolasse a sua família?
http://infinitoaldoluiz.blogspot.com/ (24/05/2009 - 15:11)O QUE SE PODE ARGUMENTAR DIANTE DE UM AMARILDO & SIMILARES COMO ESSE QUE POSTOU TAMANHA BARBARIDADE?DE QUANTA MISÉRIA É CAPAZ UM PROGRAMADO DA CIA REPETIDOR DE PROPAGANDA DA BARBÁRIE DA NOVA ORDEM MUNDIAL?É DE ESTARRECER O REPUGNANTE GRAU DE BARBARISMO DE SERES REPTILIANOS COMO ESTE E OUTROS QUE NOS APARECEM PARA EMPORCALHAR A HUMANIDADE. Ao divino em tudo e em todos nós eu PEÇO QUE LIMPE ESTE LIXO inumano! Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato!
...O IDIOTA faz a defesa desses torturadores e acusa os iraquianos que sofreram uma invasão covarde de serem eles os bárbaros nessa estória.
Francamente!
Podemos ver que os americanos também não ficam devendo nada em termos de barbaridades.
Acho isto abominável.Ninguém tem direito de torturar; os que torturam são covardes e cruéis.É preferível mata-los, se tiverem culpa. Para mim EUA/Israel são cruéis e covardes.

Como era aquela história de "Change, Yes, We Can" mesmo hein?

Abs

Aqueles que acham que o Iraqueano não hesitaria em cortar seu pescoço, digo como brasileiro que se bombardeassem meu país, matando familiares de amigos ou meus proprios, destruindo meu mundo, com a argumentação de que nunca saberei o que é melhor para mim, usando desculpa desculpa esfarrapada para roubar nosso pré-sal que temos armas quimicas, se eu pudesse tambem contaria o pescoço deste inimigo ladrão sem pestanejar.

...se entrar um estranho em sua casa e roubar-lhe o que de mais valioso você possua, matar seus filhos, abusar de sua mãe e esposa, por acaso, vc tambem não os degolaria com uma faca cega?

Vejam as fotos dos civis iraquianos torturados: http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/para-nao-dizer-que-nao-falei-do-horror/

Vários meios de comunicação publicaram hoje quinze fotografias que mostram torturas nos cárceres do Iraque e Afeganistão, que supostamente formam parte das 2.000 imagens que o presidente de Estados Unidos, Barak Obama, quer evitar que venham à luz.

A difusão das fotografias partiu da televisão australiana SBS, que supostamente as comprou em 2006 no início do escândalo de Abu Ghraib e decidiu torná-las públicas agora.
As fotografias mostram prisioneiros desnudos e ensangüentados, um homem com uma mensagem gravada nas nádegas que diz "Sou um violador" em inglês, um prisioneiro algemado, outro com o corpo cheio de excrementos e outro pendurado com a cabeça para baixo e sem roupa, entre outras aberrantes imagens.
A Administração Obama anunciou na quarta-feira passada que recorrerá da decisão de um tribunal de permitir a desclassificação das 2.000 fotos, tal como havia solicitado a Associação Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, por sua sigla em inglês).
A Casa Branca alega que a publicação das fotos poderiam desencadear uma nova onda de anti-americanismo no mundo muçulmano que poria em perigo a vida dos soldados estadunidenses ali destacados.
O novo escândalo chega em mau momento para o presidente Obama, depois de que ontem anunciara o restabelecimento das comissões militares criadas por seu predecessor, George W. Bush, para julgar a presos suspeitos de terrorismo detidos na prisão de Guantánamo, em Cuba.
Traduzido do espanhol por Rosalvo Maciel
Original em Rebelión

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

BANDEIRA DA VITÓRIA DA NAÇÃO IRAQUIANA

Nome de Sadam será a bandeira da vitória da nação iraquiana

Presidente do Iraque e líder da maior revolução nacional em um país árabe, pela coragem e serenidade com que enfrentou o martírio, tornou-se herói de seu povo e de todos os homens livres
Sadam Hussein viveu como um homem e morreu como um homem.

Presidente do Iraque e líder da maior revolução nacional em um país árabe, só comparável àquela liderada por Nasser no Egito dos anos 50, seu nome será para sempre a bandeira da vitória do povo iraquiano e da nação árabe.
Mais do que isso, seu martírio, por algozes particularmente repulsivos, deixou claro que se trata de um daqueles grandes homens dos quais a Humanidade pode se orgulhar e, antes de tudo, se identificar.
Sadam já havia conquistado esse lugar.
Mas seu assassinato, especialmente nas condições em que se deu, fará com que pessoas até então anestesiadas ou mesmo intoxicadas pela campanha difamatória contra ele, percebam a sua grandeza, a sua estatura heróica, o seu lugar naquela galeria de onde Lumumba, Che e outros da mesma estirpe hoje iluminam a condição humana.
Como disse ele em sua última carta ao povo iraquiano (V. a íntegra na página 6),
“A escória desaparece como a espuma se esvai, enquanto o que é para o bem da Humanidade permanece sobre a terra”.
Nenhum líder popular, com exceção provavelmente de Stalin, foi tão difamado.
E por quem?
Pelo aparelho de propaganda da CIA, pelos monopólios imperialistas, por seus beleguins escritos, impressos ou televisados.
E por quê?
Porque tornara o seu país independente do imperialismo, porque nacionalizara o petróleo iraquiano, porque chefiava um Estado popular, ou seja, democrático no mais preciso sentido do termo. O Iraque era, até a primeira invasão, e mesmo depois, sob o bloqueio que matou um milhão e meio de iraquianos, o país mais avançado entre os países árabes, o de maior nível de escolaridade, o de maior produção científica, o de maior desenvolvimento das relações sociais.

ÓDIO DE CAPACHO

Realmente, seria um fenômeno miraculoso se essa ralé gostasse de Sadam.
A prova mais cabal do que verdadeiramente Sadam significa, é esse ódio alucinado que todos os inimigos do gênero humano dedicaram a ele.
Um ódio contra alguém que havia dito, na década de 80, ao jornalista egípcio Amir Iskander:
“Eu não posso imaginar que o homem possa viver sem amor. Um homem assim é mais nocivo do que o homem que decide ser nocivo. Não concebo que possa existir a vida sem amor. O amor não é somente um estado que une aos noivos ou aos esposos. O amor é um vínculo entre o homem e seus filhos, entre o homem e a Humanidade. Mas o amor maior é aquele do homem pelo povo. Não minimizo, em absoluto, a importância da relação do homem com sua esposa ou com seus filhos. Digo simplesmente que o amor que descrevi é de natureza superior e mais profundo”.

Como sempre acontece com aqueles que generosamente doam suas vidas para que seu povo e a Humanidade sejam livres, o momento de sua morte foi a condensação de sua vida.
Assim ele entrou para a imortalidade: sereno, com a coragem que sempre demonstrou na luta pela liberdade.
Ante meia dúzia de lacaios asquerosos, desclassificados, marginais e vagabundos que traíram seu país e seu povo, Sadam mostrou-se o gigante, tanto quanto aquela corja mostrou sua natureza de inseto.

O VÍDEO E O CRIME

É sintomático que, depois de divulgado o vídeo do crime, a mídia americana e suas crias aqui no Brasil e em outros países queiram agora desvincular o establishment americano do assassinato. E, em seguida, tentou a mesma coisa o próprio governo americano, aquele mesmo que tem no cargo principal um elemento que dias antes havia dito que o assassinato de Sadam era uma “vitória da democracia”. Apareceu até um general americano para dizer que quis “adiar a execução”, mas que não podia ferir a “soberania” iraquiana.
Como se as quadrilhas financeiras que dominam o Estado dos EUA se preocupassem muito com a soberania do Iraque, ao qual invadiram, destruíram, derrubaram o governo constitucional, e implantaram uma ocupação fascista. Como se os seus lacaios fizessem alguma coisa que eles não quisessem, e não ficassem instantaneamente de quatro a um mero rosnado de um general ianque - aliás, nem precisa ser um general. E como se assassinar o líder da luta pela independência e soberania do Iraque não fosse, precisamente, a tentativa de destruir aquela independência e soberania.

Por ser o líder dessa luta, Sadam é, e agora mais será, querido por dezenas de milhões dentro do Iraque. Tão querido pelo povo que, na tentativa de eliminá-lo, a maior potência imperialista, com suas dezenas de agências especializadas em tramar golpes de Estado, teve que invadir o país, bombardear barbaramente as cidades, matar centenas de milhares de homens, mulheres e crianças, destruir a economia inteira, instalar campos de concentração, torturar e assassinar milhares de prisioneiros, e, mesmo assim, quatro anos depois, não conseguiram submeter esse povo indomável. Muito pelo contrário, a luta da qual Sadam é agora o símbolo, afoga as hordas invasoras no próprio sangue. A cada mês, segundo eles mesmos, aumenta o número de soldados que voltam para casa em sacos escuros e a legião de mutilados que deambula pelos hospitais militares americanos – que hoje já está em 20 mil homens e mulheres.

CASTA IMPERIAL

O assassinato de Sadam foi um crime típico da casta imperialista que sufoca os EUA.
Até mesmo na forma, onde o linchamento e enforcamento do inocente substitui a pena do culpado, e onde a Justiça é substituída pela Ku Klux Klan.
Que essa mídia nojenta queira desvincular os EUA desse crime hediondo ao mesmo tempo em que tenta justificá-lo, apenas mostra a sua decomposição moral, ideológica e política.
Porém, mostra, ao mesmo tempo, o seu fracasso e a sua impotência diante de seres humanos decididos a serem livres.

Não por acaso o crime se deu exatamente quando as hordas invasoras estão em sangria quase desatada, com perspectiva pior do que tinham no Vietnã. Que Bush e cia. tenham a ilusão de que podem escapar desse destino com o assassinato de Sadam, apenas demonstra que tipo de débeis mentais estão agora na cúpula do império americano. Mas, além desse delírio, por que assassinaram Sadam agora, sem nem esperar pela farsa do próximo “julgamento”, que seria, segundo eles, de crimes muito piores do presidente iraquiano?
Não é apenas porque esses “crimes”, ao contrário daqueles que perpetram, são uma farsa.
É, sobretudo, porque Sadam havia esfrangalhado a farsa, e continuaria a esfrangalhá-la, a acusar e desmoralizar publicamente os acusadores, a revelar o que são eles, a que interesses eles servem. No entanto, é talvez uma ilusão pior ainda, pois a própria coragem de Sadam na hora da morte é a acusação mais irretorquível que poderiam sofrer.
Para chegar até aí, assassinaram nove advogados e substituíram quatro vezes o “juiz” que eles mesmos nomearam, e isso somente fez com que, diante do mundo, eles próprios fossem réus marcados por um crime hediondo.

Os criminosos do império ianque pagaram caro – e ainda não terminaram de pagar – pelo assassinato de Lumumba e do Che.
Foram milhões, em todo o mundo, os que se levantaram, de repente atingidos pela luz do martírio desses heróis. Mas hoje a maior parte do planeta e, sobretudo, o povo iraquiano e os árabes, já estão, de uma forma ou de outra, em levante.
O Oriente Médio, onde é abundante o petróleo que move a economia imperialista, é hoje o principal campo de batalha da Humanidade. Ao mesmo tempo, a luta e a revolução avançam no outro reservatório de petróleo do mundo, a América Latina.

Sadam é agora herói de todos os homens livres e, sobretudo, daqueles que querem ser livres.

Foi isso o que os assassinos conseguiram.

CARLOS LOPES

segunda-feira, 30 de junho de 2008

INVASÃO DO IRAQUE SOB PRETEXTO INVENTADO

ESTADOS UNIDOS INVADIRAM IRAQUE SOB PRETEXTO INVENTADO
O Governo dos Estados Unidos mais de uma vez havia levado ao engano a opinião pública internacional antes de invadir o Iraque.
A conclusão consta do informe publicado por duas organizações jornalísticas americanas: o Centro pela Honestidade na Vida Pública e a Fundação de Jornalismo Independente.
Os autores do documento entendem que as muitas afirmações feitas em relação ao Iraque pelo presidente dos Estados Unidos e sua equipe eram parte de uma campanha organizada. Foi aquela campanha que acabou incitando a opinião pública e arrastou os Estados Unidos para uma guerra sob um pretexto sem dúvida inventado.
Trata-se dos dois argumentos propagandísticos fundamentais utilizados pelos Estados Unidos para invadir o Iraque.
O primeiro, a presença de um armamento de destruição em massa nas mãos do regime de Saddam Hussein.
O segundo, a cooperação entre aquele regime e o terrorismo islâmico, especialmente os contatos com a “Al-Qaeda”.
Como se verificaria mais tarde, ambos os argumentos eram falsos.
Não se pôde fazer passarem uns projéteis de artilharia velhos e já inservíveis contendo uma carga química por um “sinistro arsenal mortífero”.
Quanto à “Al-Qaeda”, o enforcado Saddam Hussein tinha as mesmas razões de peso de temê-la que os próprios Estados Unidos.
Entretanto, hoje em dia, a seguir à ocupação desse país por um exército de “democratizadores” com seus armamentos pesados, Osama Bin Laden poderia abrir seu escritório matriz em plena Bagdá.
Isso porque, segundo estimativas profissionais, estão agora operando no Iraque umas dezenas de milhares de extremistas islâmicos, entre os quais uma boa parte arvorando a bandeira da “Al-Qaeda”.
Os autores do informe acusam de difusão de informações falsas pessoalmente o presidente George Bush, o vice-presidente Dick Cheney, a atual secretária de Estado, Condoleezza Rice, que naquela época era assessora presidencial para a Segurança Nacional, assim como o então secretário de Estado, Colin Powell e o ex-secretário da Defesa, Donald Rumsfeld. Presentemente, conforme os últimos levantamento sociológicos, mais de 60 por cento dos Americanos consideram ser a guerra no Iraque um erro.
Esta opinião é compartilhada pelo analista russo Ievgheni Satanovski, que diz: Tendo entrado no Iraque, o Governo dos Estados Unidos viu-se de fato maniatado.
A campanha iraquiana mostrou que já não se pode se basear nas ultrapassadas tradições de operações bélicas no Oriente Médio.
Um corolário da campanha de desinformação que havia redundado na ocupação do Iraque foi terem os Estados Unidos perdido o instrumental de influência sobre a opinião pública.
Hoje, a perspetiva de retirada das tropas estadunidenses do Iraque poder-se-ia definir não como a necessidade de responder à pergunta “é ou não é necessário?” e sim como a necessidade de responder à pergunta “quando?”.
Washington sempre poderia dizer que estaria se retirando por ter vencido a “Al-Qaeda”. Agora, porém, já não há quem ouse garantir que essa decisão não seja mais um jeito propagandístico.
26.01.2008

quarta-feira, 30 de abril de 2008

ENVOLVIMENTO DE ISRAEL NA INVASÃO DO IRAQUE




O envolvimento de Israel na
invasão do Iraque
Revelados os planos que a mídia ocidental ignorará


Pelo menos 655 mil civis iraquianos morreram em conseqüência da
invasão estadunidense ao Iraque e a violenta ocupação do país que
se seguiu desde março de 2003.

Isso está claro, mas pouco se sabe
sobre o envolvimento direto de Israel na invasão.

Até o momento,
segundo as fontes estadunidenses, 4052 de seus soldados foram
mortos, e mais de 29 mil feridos, desde 2003, início da invasão
promovida pelos Estados Unidos.

Do lado iraquiano, estudos
apontam que entre 655 mil e 1 milhão de pessoas morreram em
conseqüência da ocupação no país.

Contudo, os números podem
ser muito mais altos em ambos os lados. 


O envolvimento de Israel na invasão
do Iraque
Pelo menos 655 mil civis iraquianos morreram em conseqüência da
invasão estadunidense ao Iraque e a violenta ocupação do país que
se seguiu desde março de 2003.

Mais de 4 mil soldados das forças
de ocupação foram mortos, e cerca de 500 bilhões de dólares
gastos pelos Estados Unidos.

Estes números são fidedignos e
incontestáveis.

Mas pouco se sabe sobre o envolvimento de Israel
na invasão, agindo como importante peça dos planos ocidentais no
Oriente Médio.
Abertamente se sabe que os principais mentores da invasão ao
Iraque foram Paul Wolfowitz, Richard Perle, Dick Cheney, Donald
Rumsfeld, Lewis Libby e George W. Bush.

Estes nomes não são
novos, mas um novo motivo para a invasão se tornou conhecido
recentemente: o sonho de um Iraque democrático que reconheça o
Estado de Israel.

O fato foi revelado por Richard Armitage, então
subsecretário de Estado de George W. Bush.

Em recente entrevista
ao programa de televisão estadunidense PBS Frontline, Armitage
revelou esse motivo ao questionar suas suspeitas quanto a Ahmed
Chalabi
, o político exilado iraquiano que havia sido escolhido pelos
Estados Unidos para governar o Iraque pós-invasão.



Armitage
confessou: “eu não recolhia recibos de gastos dele, e ele não
gostava da cobrança, por isso deixamos de financiá-lo”;
e depois:
“ele havia convencido a todos, pelo menos até o escritório do vicepresidente
(Dick Cheney)”.


Portanto, até o momento descobriu-se que o Departamento de
Estado dos Estados Unidos estava financiando o Congresso
Nacional do Iraque, o partido político exilado de Chalabi,
preparando-o para assumir o poder pós-Saddam Hussein.



Mas a
grande revelação veio a seguir, quando Armitage foi questionado
sobre de que maneira Chalabi havia “convencido a todos”.



Nas
palavras do subsecretário de Estado: “Quando você fala às pessoas
o que elas querem ouvir, que você irá reconhecer Israel, que
aceitarão bases estadunidenses no Iraque e que existirá uma nação
democrática no Oriente Médio, que pode mudar toda a estrutura da
região, a história se torna como um encanto de uma sereia”,
disse
Armitage.

Dessa forma, a promessa era de que o novo Iraque,
liderado por Ahmed Chalabi, reconheceria Israel e se tornaria o
segundo grande aliado estadunidense no Oriente Médio. Ao fazer o
enorme favor de colocar um político exilado no poder, pode-se
imaginar que tipo de negócio teria a Casa Branca com a “nova
democracia” em relação às reservas de petróleo.
Compreendendo dessa maneira, torna-se mais fácil entender certas
declarações de políticos estadunidenses, como o senador Ernest
Hollings, que ainda em 2004 afirmou:

“nós invadimos o Iraque para
dar segurança a Israel”, e que “todos nós sabemos disso”.


Ele ainda
identificou três peças vitais do governo estadunidense para colocar
em prática o plano: os judeus Richard Perle, presidente do conselho
de política do Pentágono, e Paul Wolfowitz, vice-secretário da
Defesa.



Hollings sofreu pressões no senado estadunidense para
calar-se, e deixou isso claro ao assegurar que “ninguém quer falar o
que acontece, devido às pressões políticas que recebemos”.
Obviamente, Hollings se referia aos lobbys sionistas internos,
responsáveis por adequar a política estadunidense aos interesses
do “lar nacional judaico”.

Os planos sionistas para atacar
o Iraque não eram recentes –
assim como o papel de Ahmed
Chalabi.



Em 1996, o Instituto
Judaico para Assuntos de
Segurança Nacional (conhecido
como Jinsa), que declara como

seu interesse “garantir uma efetiva política de segurança para os
Estados Unidos”,
admitia: “O Jinsa tem trabalhado em estreito
contato com o líder do Congresso Nacional do Iraque, Dr. Ahmed
Chalabi, a fim de promover a remoção de Saddam Hussein”.



Antes
da invasão ao país, um grupo de sionistas mantinha o seu próprio
serviço de inteligência dentro do Pentágono.



Conhecido como
Escritório de Planos Especiais, era administrado por Douglas Feith,
subsecretário da Defesa, oponente a qualquer paz negociada com
os palestinos.



Foi esse braço do Pentágono que incitou muitos dos
boatos sobre as “armas de destruição em massa” do Iraque.
Freqüentemente, a fonte original era o Estado de Israel.
Por muitos anos, presidentes estadunidenses de ambos os partidos
estiveram firmemente empenhados pela “segurança de Israel”.



Essa
política representa uma expressão do poder sionista israelense na
cultura política dos Estados Unidos.



Foi esse fervoroso apoio a
Israel – partilhado não só por George W. Bush, mas pelo alto
escalão da Casa Banca e por quase todo o Congresso – que se
revelou crucial na decisão de invadir o Iraque e submeter um dos
maiores inimigos regionais do estado sionista. 


Rabinos incitam discriminação e
assassinatos
Bombardeios contra áreas civis, anexação de terras privadas
palestinas e assassinatos de inocentes se tornaram eventos
costumeiros nos territórios ocupados da Palestina.

Entretanto,
quando rabinos influentes convocam abertamente a total
aniquilação dos palestinos, a comunidade internacional poderia dar
uma atenção mais expressiva à conduta do “lar nacional judaico”.
“Todos os palestinos deveriam ser mortos: homens, mulheres,
crianças e até mesmo os seus animais”.


Essa foi a opinião emitida
em meados de abril, durante a semana religiosa judaica, pelo rabino
Yisrael Rosen, diretor do Instituto Tsomet, uma entidade religiosa há
muito tempo estabelecida nas colônias judaicas da Cisjordânia, freqüentada por soldados e estudantes.


Ao mesmo tempo, Dov Lior,
principal rabino de Kiryat Arba e presidente do conselho de rabinos
Yesha, que operam nas terras invadidas por Israel após a guerra de
1967, emitiu uma lei proibindo que judeus empreguem árabes ou
aluguem a eles imóveis na Palestina.

Recentemente, diversos
rabinos emitiram resoluções semelhantes para que se apliquem tais
leis em Israel.

Segundo eles, “há provas evidentes na Torá que
justificam a posição”.

Em uma entrevista publicada no
jornal israelense Haaretz, em
26 de março, o rabino Dov Lior
explicou que “como se trata de
uma questão de colocar almas
judaicas em perigo, é
completamente proibido

empregá-los [os árabes] e alugar casas a eles em Israel, não
somente em yeshivás [instituições judaicas para estudo da Torá e
do Talmud], mas também em fábricas, hotéis e qualquer outro
lugar”
.



O outro rabino, Yisrael Rosen, uma autoridade capaz de
emitir decretos para a comunidade judaica, explicou que “o povo
palestino é como a nação dos Amaleques, que atacaram tribos
israelitas a caminho de Jerusalém”
.

Interpreta ainda que Deus
haveria enviado na Torá (que constitui o texto central do judaísmo)
“leis que permitiam aos judeus matar os Amaleques”, e que “essas
leis são reconhecidas na jurisprudência judaica”.

Citando
diretamente da tradição judaica: “Assim diz o Senhor dos Exércitos:
Castigarei a Amaleque pelo que fez a Israel. Vai, pois, agora e fere
a Amaleque, destrói totalmente a tudo o que tiver; nada lhe poupes;
matarás homem e mulher, meninos e crianças” (I Samuel
15:2,3,7,8).
A perseguição ao povo palestino é justificada por escrituras
religiosas pelo Estado de Israel.

Nos últimos tempos, tornou-se
comum a intensificação de certos decretos religiosos extremistas
quando as instituições oficiais políticas se encontram em crise.

Um
conhecido exemplo foram as leis do rabino Meir Kahane, na década
de 1980, para justificar a expulsão de civis palestinos das terras
invadidas por Israel.

Na prática, Israel encoraja qualquer movimento
que agrida palestinos.

Porém, o que sustenta e torna influente essa
retórica racista, acima de tudo, é o completo silêncio do povo
israelense – e o pior, da comunidade internacional.