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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

CONDENANDO O TERRORISMO DE ISRAEL

As crianças de Gaza
7/1/2009 1:22:30

Do milhão e meio de pessoas que estão enjauladas sob bombardeio em Gaza, quase 50% é composta de crianças de menos de 15 anos de idade. Os palestinos, e muito especialmente os palestinos de Gaza, são regularmente submetidos a um dos maiores horrores imagináveis: pais e mães enterrando filhos.
O vídeo que se segue vale a pena ser visto:



Já são, confirmadas, pelo menos oitenta e nove crianças mortas pela chacina israelense, além, claro, das milhares de fisicamente feridas e das centenas de milhares traumatizadas psicologicamente de forma severa, talvez irrecuperável.

Código: http://www.idelberavelar.com/archives/2009/01/as_criancas_de_gaza.php

http://www.idelberavelar.com/archives/2009/01/as_criancas_de_gaza.php

"Yo lloré porque no tenía zapatos hasta que vi a un niño que no tenía pies".- Oswaldo Guayasamín
As criancinhas... As criancinhas...
Que desespero, santo Deus!
É de cortar o coração...
****
E agora vemos a foto de Somaeah Hassan, de 6 anos morta (assassinada) na franja de Gaza. Uma flor fuzilada entre gases, com os olhinhos semicerrados, sem entender onde nem porque se tornou para o mundo um símbolo - a Rosa da Palestina, irmãzinha da Rosa de Hiroshima cantada no poema de Vinícius que ordena, suplica, que "Pensem nas crianças mudas telepáticas. Pensem nas meninas cegas inexatas. Pensem nas mulheres rotas alteradas. Pensem nas feridas como rosas cálidas...".
Por quê tem que ser a morte e não a vida?
Por quê entre a alegria das festas de fim de ano temos que ser submetidos a tanto horror humano? A uma verdadeira carnificina?
E não podemos nos calar.
As palavras não salvam, mas se calarmos contribuiremos para justificar um crime, e a perpetuá-lo.
Não vivemos nos séculos passados. Vivemos no século XXI - Este crime está sendo feito diante dos olhos do mundo .
Jamais poderemos dizer que nos calamos porque não sabíamos.
Em Gaza não é uma guerra, não há luta entre tropas. Trata-se de uma ofensiva planejada por Israel já algum tempo. É uma matança de crianças, mulheres, idosos, civis. É sim um crime e envergonha a toda a humanidade.
E que providencias os EUA, debilitado moral e politicamente, e a hipócrita diplomacia Européia tomaram para que essa chacina anunciada fosse evitada?
O que vemos, na omissão, é senão uma cumplicidade vergonhosa.
O mundo sabe que se aproxima uma campanha eleitoral.
O mundo não é “tão” idiota assim.
São cínicas as desculpas de Israel de que “atacam” os membros de Hámas.
Então devemos entender que as pequenas criancinhas são terroristas?
Os civis, pais, mães, velhinhas, velhinhos e deficientes físicos e visuais também?
Os doentes internados nos hospitais, os médicos, enfermeiros e auxiliares.
Serão então estes os terroristas?
Isto não é uma represália e nem uma guerra, e sim uma chacina.
Assassinato!
Na verdade, usam da estratégia de aniquilamento da vontade e da resistência da população palestina com a ocupação da Cisjordania e em Gaza submetendo-a a viver um verdadeiro inferno na própria terra para atingirem seus "verdadeiros objetivos" acobertado pelas grandes potencias mundiais.
Onde é que se lê mesmo sobre os Direitos Humanos?
O Estatuto da Criança?
E não vai acontecer nada!
Israel vai sair impune para que o mundo se escandalize e se indigne mais.
Somos pobres na ação.
Forças maiores nos aniquilam.
Somos os mortos vivos das guerras e das chacinas.
Os sobreviventes visuais de um mundo “globolizado”.
A violação contínua da legalidade internacional, os termos da Convenção de Genebra e as mínimas normas de humanidade, não tem conseqüências alguma.
– Israel, depois de se tornar assassina de crianças e bebês, ainda acabará sendo "premiada" com um convite a ingressar na "OCSE - Office of Child Support Enforcement". - Aguardem!Somente nos resta rezar e procurar entender esse tal “Deus”!
Vamos nos unir em prece, já que estamos impossibilitados de parar com estes crimes que afronta a razao dos seres humanos (humanos!?).
Paz e Luz para todos e para o mundo.

terça-feira, 20 de maio de 2008

REFLETINDO SOBRE A HISTÓRIA

Refletindo sobre a História, muitos continuam a defender os EUA porque ainda crêem que aquele país é rico.
Eles não acompanham as notícias de hoje: ainda vivem nas décadas de 50, 60, 70, quando as indústrias norte-americanas eram fortes, competitivas...
Outros defendem os EUA porque são do mesmo naipe daqueles que pediram a libertação de Barrabás e a crucificação de Jesus; da mesma igualha daqueles que apoiaram o Império Romano quando este perseguiu, torturou e matou os cristãos - acusados de traírem Roma e de serem “inimigos do gênero humano”...
Sim, durante o Império Romano, os cristãos primitivos também foram alvo de terríveis mentiras - como a de que matavam crianças durante o culto e depois bebiam seu sangue...
Esses são da mesma espécie daqueles que, depois que toda aquela engrenagem sob a forma de Império ruiu e se travestiu de religião - a Igreja Católica Apostólica ROMANA - ou seja, da mesma forma que, sob a forma de Império, pretendia que sua dominação abrangesse todo o planeta, se intitula “católica”, ou seja, universal (e alguns de seus “braços” também assim se intitulam)...
A ICAR já conduziu perseguições, já praticou torturas, já perpetrou assassinatos que infligiram às vítimas dolorosíssimo sofrimento (ou será que queimar um ser vivo na fogueira é um ato piedoso?).
Mesmo ostentando grande luxo e riqueza, quantos miseráveis se recusam a lhes dar o último centavo?
Hoje, muitos seus representantes são pedófilos, raríssimos são os realmente respeitam o celibato: mas ninguém seriamente se escandaliza com isso e muitos não deixam de se referir a eles como santos...
Voltando aos EUA, quem ignora que esta foi a única nação a fazer uso - covarde - da bomba atômica - uma arma de destruição em massa - contra populações civis?
As seqüelas daquelas duas bombas - a de Hiroshima e a de Nagasaki - persistiram e persistem...
Mas perceba que poucos a eles se referem com indignação: para a maioria aquelas duas bombas e um tiro de fuzil são a mesmíssima coisa, têm os mesmos efeitos...
No entanto, quando se refere a Saddam Hussein, quantos não se levantam para demonstrar que o detestam, para demonizá-lo, para execrá-lo, abominá-lo, amaldiçoá-lo etc.?
Lembra-se como foi difícil para a maioria aceitar que não haviam as armas de destruição em massa?
Percebe que ainda há quem esteja pronto para acreditar que elas existam?
Por que - até hoje - tantos recriminam o uso de armas químicas contra os curdos, quando a autoria é atribuída à Saddam Hussein, mas se mostram totalmente indiferentes e ignorantes quando os autores são os turcos, por exemplo?
“Desde 1989 a Turquia utilizou, pelo menos em 29 ocasiões, armas químicas contra os redutos curdos nas montanhas, na tentativa de exterminar a guerrilha do PKK. Nos últimos 4 anos, esta guerra produziu uma média de 2.500 vítimas anuais, entre soldados, guerrilheiros e civis, estes últimos os mais afetados. Em 1995, 35 mil soldados turcos voltaram a fustigar as áreas controladas pelo PKK no Iraque. Por ser país membro da OTAN e aliado dos EUA, a Turquia nunca sofreu qualquer tipo de sanção internacional.”
Muitos torcem ainda para que Bush ganhe, enfim, sua guerra, pois seria a vitória da mentira, da intriga, da usurpação, da violência, da ignorância...
As administrações dos EUA já se mostraram injustas, já mentiram diversas vezes - mas por que tantos continuam a lhe dar crédito?
Por que, com tantas provas de que os sucessivos governos americanos sempre fizeram uso da intriga e de seu enorme poderio bélico para derrubar presidentes e impor fantoches, para perpetrar genocídios, para usurpar as riquezas de países alheios, tantos ainda lhe dão total crédito moral?
Observe que falar o que realmente os governos norte-americanos vêm fazendo é classificado como antiamericanismo; mas e quando os governos daquele país põem toda a mídia ocidentalizada para formar a opinião dos povos contra os Islamismo?
E quando os governos das grandes potências, seguindo os governos estadunidenses, reproduzem matérias contra os árabes?
Assassinaram Saddam Hussein e 2/3 de toda sua família, mas a campanha contra os árabes e os muçulmanos continua na grande mídia: isso não é crime?
Por que?
E o povo estadunidense tem sua grande parcela de culpa - sim! - pois reelegeram um fascínora, que com gastos extraordinários, estratosféricos terminou por destituir os EUA de sua posição de hiperpotência.
Gastos que se aproximam a U$ 1 trilhão, para promover genocídios (genocídios: emprego deliberado da força, visando ao extermínio ou à desintegração de grupos humanos, por motivos raciais, religiosos, políticos etc.).
Tanto dinheiro para patrocinar a destruição de uma etnia, de uma nação, antes soberana... Tantos esforços - militares, econômico-financeiros, da mídia global etc. - tudo em nome de uma implacável vingança.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

AS ARMAS DE DESTRUIÇÃO EM MASSA DOS EUA



Prelúdio aos bombardeios
Os Estados Unidos, com auxílio do Reino Unido e Canadá, projectaram e construíram as bombas sob o nome de código Projeto Manhattan inicialmente para o uso contra a Alemanha Nazista.
O primeiro dispositivo nuclear, chamado Gadget, foi testado em Los Alamos, no Novo México a 16 de Julho de 1945.
As bombas de Hiroshima e Nagasaki foram a segunda e terceira a serem detonadas e as únicas que já foram empregadas como armas de destruição em massa.
Hiroshima e Nagasaki
não foram as primeiras cidades do Eixo a serem bombardeadas pelas forças Aliadas, nem foi a primeira vez que tais bombardeamentos causaram um grande número de mortes civis e foram (ou, antes, viriam a ser) considerados controversos.

A explosão da bomba de Hiroshima.
O bombardeamento de Tóquio em março de 1945 poderá ter matado até 100 mil pessoas.
Cerca de sessenta cidades japonesas tinham, a essa altura, sido destruídas por uma campanha aérea massiva, incluindo grandes ataques aéreos na capital e em Kobe.
Na Alemanha, o bombardeio Aliado de Dresden teve como resultado quase 30 mil mortes.
Ao longo de três anos e meio de envolvimento directo dos E.U.A. na II Guerra Mundial, aproximadamente duzentas mil vidas estadounidenses tinham sido perdidas, cerca de metade das quais na guerra contra o Japão.
Nos meses anteriores aos bombardeios, da Batalha de Okinawa resultaram as mortes de 50-150 mil civis, 100-110 mil militares japoneses e cerca de 16 mil soldados dos EUA.
Esperava-se que uma invasão do Japão traria um número de baixas muitas vezes superior àquele de Okinawa.
A decisão de jogar as bombas sobre o Japão foi tomada pelo então Presidente Harry Truman, que havia substituído há poucos meses no cargo o falecido Franklin Roosevelt.
A sua intenção pública de ordenar os bombardeamentos foi de trazer um fim célere à guerra por inflicção de destruição e terror de subsequente destruição, obrigando o Japão a apresentar a sua rendição.
Em 26 de Julho, Truman e outros líderes aliados redigiram a Declaração de Potsdam, a qual delineava os termos da rendição do Japão:
"...O poder que agora converge sobre o Japão é imensuravelmente superior ao que, quando aplicado ao Nazis resistentes, semeou de forma necessária a destruição pelas terras, pela indústria e forma de vida de todo o povo alemão. A plena aplicação do nosso poder militar, apoiado pela nossa determinação, significará a inevitável e completa destruição das forças armadas japonesas e a igualmente inevitável e completa devastação da pátria japonesa..."
"...Apelamos ao Governo do Japão que proclame agora a rendição incondicional de todas as suas forças armadas e o fornecimento de garantias próprias e adequadas da sua boa fé em tal acção. A alternativa para o Japão é a rápida e total destruição."
No dia seguinte, jornais japoneses noticiavam que a declaração, cujo texto tinha sido radiodifundido e largado em papéis sobre o Japão, tinha sido rejeitada.
A bomba atómica era ainda um segredo fortemente guardado e não mencionado na declaração.

Na manhã de 6 de Agosto de 1945, um bombardeiro da Força Aérea dos Estados Unidos lançou a bomba atômica Little Boy na cidade japonesa de Hiroshima, à qual se seguiu, três dias mais tarde, outra detonação nuclear, Fat Man, sobre Nagasaki.

As estimativas do número total de mortos variam entre 100 mil e 220 mil, sendo algumas estimativas consideravelmente mais elevadas quando são contabilizadas as mortes posteriores devido à exposição à radiação.

Mais de 90% dos mortos eram civis.

As explosões nucleares, a destruição das duas cidades e as centenas de milhares de mortos em poucos segundos, levaram o Japão à rendição incondicional em 15 de agosto de 1945, com a subsequente assinatura oficial do armistício em 2 de setembro na baía de Tóquio e o fim da II Guerra Mundial.
O papel dos bombardeios atômicos na rendição do Japão, assim como seus efeitos e justificações, foram submetidos a muito debate.

Nos EUA, o ponto de vista que prevalece é que os bombardeios terminaram a guerra meses mais cedo do que haveria acontecido, salvando muitas vidas que seriam perdidas em ambos os lados se a invasão planejada do Japão tivesse ocorrido.

No Japão, o público geral tende a crer que os bombardeios foram desnecessários, uma vez que a preparação para a rendição já estava em progresso em Tóquio.