Há um ano atrás, no dia 27.12.2008, a ocupação sionista das terras palestinas, mais conhecida como "Estado de Israel", perpetrou um dos mais vergonhosos crimes contra a humanidade deste século.
Com apoio estadunidense e conivência da União Européia e países árabes como Egito, o exército sionista, 4ª maior potência militar do planeta, incursionou pelo gueto sitiado de Gaza despejando bombas de fósforo e outros armamentos proibidos em civis e, ocasionalmente, em membros do Hamas, um dos grupos que resistem a ocupação.
O motivo da chacina foram os foguetes(rojões caseiros e imprecisos na verdade) que os militantes lançavam no território ocupado pelos invasores.
Saldo da tragédia:
1.400 mortos do lado Palestino, a maioria civis, sendo 400 crianças com até 14 anos de idade e
15 soldados sionistas.
Qualquer outra nação que tivesse comentido tal massacre seria defenestrada, sofreria sanções e, quem sabe, até mesmo uma intervenção militar, mas não foi o que aconteceu.
A imprensa mundial, com raras excessões, esforçava-se para dar uma aparência de "equilíbrio" ao conflito, algumas pessoas até mesmo achavam que os "terroristas" palestinos mereciam o castigo, os líderes mundias, tendo à frente o sorridente Nikolas Sarkozy, nada mais fizeram do que um jogo de cena.
É compreensível...É muito difícil condenar um carrasco que tem o controle de grande parte da produção simbólica mundial(veículos de comunicação, estúdios de cinema, de televisão, editoras de livros, etc.), quando controla ou tem enorme influência em outros setores estratégicos espalhados pelo mundo(cargos políticos, sistema financeiro, energético, etc.) e quando a vítima foi deixada à própria sorte, sem padrinho e sem poder contar sequer com os seus irmãos de fé.
Aos que, como eu, militam contra qualquer tipo de opressão, resta relembrar e divulgar o ocorrido, não deixar que tão abjeto crime caia no esquecimento, informar com o objetivo de não permitir que o tempo e a propaganda invertam as posições de vítima e algoz.
Disponibilizo algumas fotos do massacre em gaza, não porque gosto de vê-las, mas para que esse crime nunca seja esquecido. Jamais!!
Área civil bombardeada por caças f-16 do exército sionista.
Quem são os verdadeiros terroristas?
Criança palestina atingida por bombas de fósforo branco(arma proibida).
Quem são os verdadeiros terroristas?
Crianças de 11 anos mortas em bombardeio israelense na faixa de Gaza.
Quem são os verdadeiros terroristas?
Três irmãos palestinos mortos pelo exército de Israel durante o massacre em gaza.
Quem são os verdadeiros terroristas?
Bêbês palestinos feridos em ataque israelense ao gueto sitiado de Gaza.
Quem são os verdadeiros terroristas?
Mãe e filho feridos durante o ataque sionista ao gueto de Gaza.
Quem são os verdadeiros terroristas?
Fósforo branco(Arma proibida) lançada pelos terroristas sionistas em Gaza...
Fósforo branco provoca feridas que dilaceram corpo das vítimas Já o uso de bombas de fósforo branco - banido pela Convenção da ONU de 1980 - pelas tropas israelenses não oferece dúvidas.
Nafiz Abu Shabaan, chefe da unidade de queimaduras do hospital Al Shifa destacou a morte de 70 pacientes com queimaduras que denunciavam o uso do fósforo.
“Pacientes com queimaduras relativamente pequenas, que deveriam sobreviver, faleciam de forma inesperada”.
“Não há controvérsias. Vimos militares israelenses que tinham bombas preparadas para lançar em Jabalia. Eram de fabricação americana, de 155 milímetros. E depois as vimos estourar no céu”, denunciou o insuspeitoMac Garlasco, antigo assessor do Pentágono e atual assessor em temas militares da Human Rights Watch. E ainda a edição digital do jornal The Times, mostrou um militar israelense manipulando projéteis de origem americana, do modelo M825A1, carregados de fósforo branco. Os obuses contém 116 bastões de fósforo que incancescem em contato com o oxigênio chegando à temperatura de 800ºC. O fósforo branco é usado como agente incendiário que produz terríveis queimaduras que chegam ao osso, atingindo órgãos internos como o coração, o fígado ou os rins. Abu Shabaan declarou-se estupefato pelas características não usuais das feridas.
“Começam com manchas pequenas e dentro de horas tornam-se grandes e profundas e em alguns casos chega-se ao ponto em que a condição geral do paciente piora de forma inesperada”, declarou. Os médicos também informaram sobre “um odor muito ruim vindo das feridas”.
Em muitos casos os pacientes foram atingidos por toxicidade grave e inesperada e tinham que ser levados às pressas para as UTIs.
“Uma garota de três anos de idade foi submetida a uma tomografia por causa de uma ferida na cabeça. Quando voltou do exame, abrimos a ferida e saiu fumaça de dentro da ferida. Os cirurgiões usaram pinças para extrair uma substância da ferida que era como um algodão muito denso e que começou a queimar. A substância seguiu queimando até desaparecer. A criança, que era de Beit Lahya, norte de Gaza, morreu”, relatou Shabaan.
Matéria publicada no jornal israelense Haaretz, no dia 21, informa que as forças armadas de Israel já assumem que foram atirados 20 tiros de morteiro contendo fósforo branco sobre Beit Lahya. Segundo eles os disparos foram feitos por integrantes de uma brigada de paraquedistas.
Os oficiais negam que o bombardeio tenha sido sobre civis.
Dizem que os obuses eram direcionados a “pomares onde se escondiam membros do Hamas”. O bombardeio israelense nos depósitos da principal instalação da ONU na cidade de Gaza, na quinta-feira, dia 15, também foi denunciado pelo uso de três bombas de fósforo branco. Pequenos pedaços de material incandescente foram vistos no local horas após as explosões.