sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
MÁXIMA PÓS NATAL
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
DESEJOS DE NATAL
Que eu possa lembrar dos que odeiam,
Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,
Que eu lembre dos desesperados,
Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,
Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor,
Obrigada Senhor
Por ter saúde,
Por ter um lar,
Por ser feliz,
Por ter amor,
Pela minha paz,
Feliz Natal e um Ano Novo cheio
Autoria: Vilgarte Larsen
MENSAGEM DE NATAL
Que eu possa lembrar dos que odeiam,e fazer por eles uma prece de amor.
Que eu possa perdoar a todos que me magoaram,e fazer por eles uma prece de perdão.
Que eu lembre dos desesperados, e faça por eles uma prece de esperança.
Que eu esqueça as tristezas do ano que termina,e faça uma prece de alegria.
Que eu possa acreditar que o mundo ainda pode ser melhor, e faça por ele uma prece de fé.
Obrigada Senhor Por ter alimento, quando tantos passam o ano com fome.
Por ter saúde,quando tantos sofrem neste momento.
Por ter um lar,quando tantos dormem nas ruas.
Por ser feliz,quando tantos choram na solidão.
Por ter amor, quantos tantos vivem no ódio.
Pela minha paz, quando tantos vivem o horror da guerra.
Feliz Natal e um Ano Novo cheiode paz para você e para aqueles a quem ama!
Autoria: Vilgarte Larsen
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
PROTESTOS CONTRA A PRISÃO DO JORNALISTA IRAQUIANO QUE ATIROU SAPATOS EM BUSH
Reuters/AP
Imagens tiradas de vídeo mostram momento no qual jornalista iraquiano jogou sapato contra o presidente George W. Bush
O "desabafo" foi uma resposta a declaração de Bush que afirmou que a visita ao país era uma despedida do mandato
MUNTADAR AL-ZAIDI, O HERÓI MUNDIAL
IRAQUE
Autor de sapatada vira herói
O jornalista iraquiano Muntadar al-Zeidi, que virou notícia mundial no domingo ao jogar seus sapatos na direção do presidente americano, George W. Bush, em visita ao Iraque, virou herói no mundo árabe.
É como se Al-Zeidi tivesse feito justiça com as próprias mãos, na visão de muitos de seus conterrâneos.
Jornais imprimiram na capa a foto de Bush desviando dos sapatos.
– Esse é um beijo de despedida, seu cachorro. Isso é pelas viúvas, pelos órfãos e aqueles que foram mortos no Iraque – disse Al-Zeidi, em árabe, ao lançar os sapatos.
No Iraque, como em grande parte do mundo árabe, lançar um sapato é uma das maiores ofensas que se podem cometer contra uma pessoa, da mesma forma que chamá-lo de cão.
Abdel-Bari Atwan, editor do influente jornal Al-Quds Al-Arabi, sediado em Londres, escreveu no site do jornal que o lançamento do sapato foi “uma despedida adequada para um criminoso de guerra”.
– Al-Zeidi é o cara. Ele fez o que os líderes árabes deixaram de fazer – afirmou o empresário jordaniano Samer Tabalat.
Ghazi Abu Baker, um lojista da cidade de Jenin, na Cisjordânia, foi além:
– Esse jornalista deveria ser eleito presidente do Iraque pelo que fez.
HOMENAGEM AO JORNALISTA PATRIOTA IRAQUIANO AL ZAIDI
“Toma o beijo da despedida, seu cachorro!”
O repórter iraquiano Al-Zaidi lavou a alma de bilhões
O jornalista iraquiano Muntadar Al-Zaidi arremessou dois sapatos – um dos maiores insultos na cultura árabe – contra o criminoso de guerra W. Bush, durante entrevista coletiva realizada no domingo dia 14 em pleno QG da invasão, a Zona Verde.
Com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Muntadar Al Zaidi, a encenação de Bush-Maliki foi para o vinagre. Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência Iraquiana, foi um “referendo contra o acordo” Manifestações em Bagdá, Najaf, Faluja, Basra e outras cidades iraquianas comemoraram na segunda-feira dia 15 as sapatadas do jornalista Muntadar Al Zaidi no criminoso de guerra George W. Bush, em pleno QG da ocupação, na Zona Verde da capital iraquiana.
“PELAS VIÚVAS E ÓRFÃOS”
Logo em seguida, o jornalista arremessou seu segundo sapato, e gritou que esse era “pelas viúvas, pelos órfãos e por aqueles que foram mortos no Iraque”. O sapato passou zunindo pela cabeça de W. Bush - que se abaixou às pressas enquanto o primeiro-fantoche Nuri Al Maliki tentava dar uma de zagueiro -, e ainda pegou em cheio na bandeira dos EUA atrás deles.
A motivação de Bush para ir a Bagdá era a aprovação, pelo governo e parlamento fantoche, do acordo, ditado pelo Pentágono, que, em nome de marcar a retirada, “autoriza” presença militar permanente dos EUA no país (um corolário da lei de pilhagem do petróleo).
Mas, com as duas sapatadas desferidas pelo patriota Al Zaidi, a encenação Bush-Maliki foi para o vinagre.
Ou, como destacou uma das organizações integrantes da Resistência Iraquiana, foi um “referendo contra o acordo”.
O vídeo da humilhante situação de Bush se abaixando para escapar dos sapatos correu mundo, e até virou joguinho na internet: acerte uma sapatada nele. AQUI: http://bushbash.flashgressive.de/
Poucas vezes a impotência do invasor e seus lacaios, mesmo dentro da sua fortaleza, a Zona Verde, ficou tão patente.
Ergueram muradas e mais muradas, inúmeros postos de checagem, e chega um patriota, com um par de sapatos, e coloca a invasão a nu, a ponto da mídia imperial se ver obrigada a registrar que as sapatadas marcam o melancólico fim do governo Bush.
Na manifestação na capital, um avantajado sapato acompanhava o letreiro: “fora EUA”.
Milhares de pessoas, empunhando bandeiras iraquianas – daquelas que invasores e fantoches vivem tentando abolir –, exigiram a retirada imediata das tropas dos EUA e a libertação do jornalista.
“Bush, Bush, ouça bem: dois sapatos em sua cabeça”, gritava a multidão.
No mundo inteiro, e mais ainda, entre os povos árabes e islâmicos, Al Zaidi foi acolhido como herói.
Após seu gesto, o jornalista foi agarrado e espancado ali mesmo por agentes americanos e colaboracionistas, e retirado do local.
Há notícias de que foi levado para o campo de concentração dos EUA junto ao Aeroporto de Bagdá.
Mais de 200 advogados, inclusive o advogado-chefe de Sadam Hussein, Khalil Al Dulaimi, já se ofereceram para defender Al Zaidi (veja matéria).
O canal de TV em que trabalha, a TV Bagdá, com sede no Egito, reiterou pedido de sua pronta libertação e responsabilizou o regime por sua integridade física.
E a ação de Al Zaidi vai fazendo escola: em Najaf, um comboio militar norte-americano foi
