quinta-feira, 17 de abril de 2008

A LEALDADE DE TARIQ AZIZ , O CONSELHEIRO CRISTÃO DE SADDAM

EUA mantém Tariq Aziz em cativeiro, enfermo e isolado da família e dos advogados

O filho de Tariq Aziz, vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do governo do presidente Sadam Hussein do Iraque, denunciou que seu pai encontra-se muito doente, sem atenção médica e que nem mesmo o seu advogado tem podido visitá-lo há vários meses num cárcere na periferia de Bagdá, onde está.
Militares norte-americanos, confirmaram que a saúde de Tariq Aziz está muito prejudicada e não falam sobre o tratamento dado a ele.
Ziad Aziz, seu filho, assinalou que a ocupação não tem “nenhuma acusação formal de nenhum crime contra ele” e que o principal motivo de sua prisão é a lealdade aos princípios do partido Baas, e a Sadam.
O tribunal do governo capacho iraquiano pressionou de todas as formas a Tariq Aziz, para que se declarasse contra o presidente legítimo, assassinado em 30 de dezembro de 2006.
No final de 2007, o vice-primeiro- ministro iraquiano de 72 anos, sofreu um ataque cardíaco na prisão norte-americana onde se encontra seqüestrado.
Ziad afirmou que seu pai jamais lamentou ter sido membro do governo de Sadam Hussein, a quem admira como um grande homem.
Recordou que quando assassinaram Sadam, Tariq disse que “ele é meu amigo ... e é meu presidente”.
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terça-feira, 15 de abril de 2008

QUE A PAZ PREVALEÇA NO MUNDO





COVARDIA

covardia





covardia

MENSAGEM PARA A PAZ NO IRAQUE


























Rejeitem as ordens para assassinar iraquianos e salvem suas vidas

Nota de Workers World (www.workers.org): Abu Mohammed, que assina esta mensagem, é porta-voz tanto do partido Baath, reconstituído depois da invasão, como da nova coalizão que compõe a resistência iraquiana e cuja formação foi anunciada em 2 de outubro último.

Existem outras coalizões na resistência iraquiana que também agrupam milhares de combatentes.

Esta nova mensagem reconhece que o rechaço à ocupação cresce entre as tropas ianques.

A todos os oficiais do exército ianque e aos homens e mulheres que estão com destino ao Iraque:

Agora que já estão conscientes de que tudo que seu presidente lhes disse antes de empurrá-los para o inferno iraquiano era uma mentira:

O Iraque não teve nenhuma relação com os ataques terroristas de 11 de setembro.

O Iraque não tinha armas de destruição em massa.

O Iraque não queria prejudicar os cidadãos do USA nem seus interesses.

Quando vieram como invasores, a população iraquiana não os recebeu com flores e caramelos, mas com balas e bombas.
Seu combate no Iraque não foi nem tão fácil nem tão curto, mas um longo, sangrento e custoso pesadelo.
Muitos de seus companheiros foram devolvidos a seus familiares em caixões, cadeiras de rodas, ou com enfermidades e problemas mentais.
Por que lutam?
Por que fazem tantos sacrifícios e os enfrentam com tantos sofrimentos?
Para manter em seus cargos Bush, Cheney, Rice e seu partido da guerra? Para ajudar as grandes empresas ianques, como a Halliburton (dirigida anteriormente por seu vice-presidente Richard Cheney) obtenham bilhões de dólares em benefícios?

Para continuar a batalha até que sejam expulsos do Iraque depois de uma derrota humilhante?
Nós, mujahideen [combatentes pela liberdade] iraquianos, não tememos disputas com os estadunidenses. Não odiamos os habitantes do USA, mas seguiremos combatendo-os — como invasores e ocupantes de nossa terra — até que derrotemos seu exército e os mercenários. Os obrigaremos a repetir a humilhação da escapada desesperada da Embaixada ianque em Saigon. Por tudo isso, peço a vocês:

Terminem com sua participação nesta vergonhosa e perdida guerra.
Deixem suas armas e marchem.
Não disparem contra os combatentes iraquianos pela liberdade nem contra a população iraquiana.
Manifestem-se contra esta guerra vergonhosa e sangrenta.
Rechacem as ordens de seus criminosos comandantes para assassinar iraquianos.
Escapem para salvar suas vidas.
Nós, mujahideen iraquianos, estaremos rapidamente em sua unidade. Não têm escapatória que não seja a capitulação.
Prometemos salvar suas vidas e ajudá-los a regressar a seus lares, junto a suas famílias.


Abu Muhammed
Representante político do Partido Baath e da Frente Nacional Iraquiana Pan-árabe e Islâmica

domingo, 13 de abril de 2008

OS TERRORISTAS MAIS PROCURADOS DO MUNDO

Os terroristas mais
procurados
Quem realmente são os terroristas?

Em 13 de fevereiro deste ano, Imad Moughniyeh, um comandante
do Hizbollah, foi assassinado em Damasco.
“O mundo será melhor
sem ele”
, comemorou Sean McCormack, porta-voz do Departamento
de Estado de George W. Bush.
Mas que “mundo” seria esse?

Os terroristas mais procurados

Em 13 de fevereiro deste ano, Imad Moughniyeh, um comandante
do Hizbollah, foi assassinado em Damasco.
“O mundo será melhor
sem ele”,
comemorou Sean McCormack, porta-voz do
Departamento de Estado de George W. Bush.
Israel também
celebrou que “um dos maiores inimigos dos Estados Unidos e de
Israel foi levado à justiça”,
segundo o jornal israelense Haaretz.
Mas
de que “mundo” eles estão falando?
Essa terminologia está correta se considerarmos apenas as regras
do discurso anglo-saxônico, que define “mundo” como a classe
política dos Estados Unidos, Reino Unido e seus aliados.
Por
exemplo,
ainda é comum a afirmação de que “o mundo apoiou
George W. Bush”
na decisão de atacar o Afeganistão e o Iraque.
Mas no mundo real, a história era outra.
De acordo com a pesquisa
internacional realizada pela Gallup, o apoio era de 2% no México e
12% no Brasil – se considerado que os verdadeiros culpados pelos
atentados de 11 de setembro fossem os únicos alvos, poupando
zonas civis de ataques, o que não aconteceu.
Se esse “mundo” englobasse todos os do verdadeiro mundo,
certamente os “grandes inimigos” também seriam outros.
Por
exemplo:
em 1985, o seqüestro de uma embarcação privada
(Achille Lauro) que resultou na morte de um paraplégico
estadunidense foi considerado “a grande história de terrorismo do
ano”
, em uma pesquisa entre editores de jornais estadunidenses.

Mas ninguém no “mundo” parou para entender que o ataque ao
Achille Lauro foi uma retaliação contra os bombardeios de Israel na
Tunísia, ordenados pelo então primeiro-ministro Shimon Peres, em
que 75 civis tunisianos e palestinos foram mortos pelas “bombas
inteligentes” israelenses.
A Casa Branca cooperou com o massacre,
ao se recusar a informar ao governo tunisiano que bombas estavam
a caminho de áreas civis.
O então secretário de Estado George
Shultz deixou isso claro ao afirmar publicamente que “Washington
tem uma simpatia considerável quanto às ações israelenses na
Tunísia”.
Portanto, para esse “mundo”, o assassinato do paraplégico
estadunidense foi apresentado com horror comparado somente aos
filmes de Hollywood.
A “brutalidade” dos palestinos, segundo o
então chefe de Estado de Israel, Rafael Eitan, só podia ser “obra
desses demônios de duas cabeças”.
A sinceridade emocional de
comentários como esse, que marcaram a época, pode ser
comparada somente à campanha terrorista dos Estados Unidos e
de Israel.
Em uma delas, em abril de 2002, dois paraplégicos
palestinos, Kemal Zughayer e Jamal Rashid, foram assassinados
por forças israelenses em Jenin.
O corpo mutilado de Zughayer foi
encontrado junto aos restos de sua cadeira de rodas e de uma
bandeira branca que ele segurava no momento do massacre.

Rashid foi esmagado sob os destroços de sua residência quando
uma demolidora israelense Caterpillar (fornecida pelos Estados
Unidos) arrastou sua casa, com sua família dentro, por algumas
dezenas de metros.
Neste caso, a reação do “mundo”, ou melhor, a
falta de reação, é costumeira.

Ainda sobre o assassinato de
Imad Moughniyeh, vítima de um
atentado terrorista israelense na
Síria,
a mais dura acusação
contra o comandante do
Hizbollah (nunca comprovada)
era de ter planejado o ataque
contra a embaixada israelense de Buenos Aires em 1992,
supostamente em retaliação ao assassinato conduzido por Israel do
então líder do Hizbollah, Abbas Al-Mussawi.
Neste evento, Israel fez
uso de helicópteros estadunidenses para invadir o território libanês
e eliminar Mussawi e toda a sua família, incluindo seu filho de 5
anos, além de outros civis libaneses do sul do país.
Foi a partir de
então que “o Hizbollah mudou as regras do jogo”, segundo Yitzhak
Rabin, primeiro-ministro de Israel na época, pois os foguetes ainda
não choviam sobre Israel.
As “regras do jogo” eram que o “lar
nacional judaico”
podia fazer à vontade as suas campanhas de
assassinatos em massa em qualquer lugar do Líbano, e o Hizbollah
poderia retaliar somente dentro do próprio território libanês ocupado
ilegalmente por Israel.
Foi a partir do assassinato da família de
Mussawi que o Hizbollah também passou a atacar o território
israelense.
De imediato, ironicamente, as operações da resistência
libanesa foram classificadas para
“o mundo” como “atos terroristas
intoleráveis”.

Dessa forma, existem três categorias de crimes:
homicídio com
intenção de matar,
homicídios acidentais e
homicídios com
conhecimento prévio, mas sem intenção especifica.
As ações dos
Estados Unidos e Israel, de maneira eufemística, caem sob a
terceira categoria.
Portanto, quando Israel destrói as fontes de
energia elétrica de Gaza,
envenena a água ou
bloqueia as ruas de
acesso a hospitais na região,
a intenção não é de matar
especificamente aquelas pessoas que morrem, mas é
conhecimento geral que alguém (algum palestino) irá morrer.
Se,
por um momento, fosse possível adotar a perspectiva do verdadeiro
mundo, seria interessante perguntar
“quem são os terroristas mais
procurados?”


sexta-feira, 4 de abril de 2008

MORAL DA HISTÓRIA

Por que os camelos são assim?


Uma mãe e um bebê, camelos, estavam por ali, à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:

- Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?

- Claro! O que está incomodando o filhote?

- Por que os camelos têm corcovas?

- Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água.

- Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?

- Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar melhor pelo deserto melhor do que qualquer um! Disse a mãe, toda orgulhosa.

- Certo! Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.

- Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto! -respondeu a mãe com orgulho nos olhos..

- Tá. Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto . Então o que é que estamos fazendo aqui no Zoológico???

Moral da história: "Habilidade, conhecimento, capacidade e experiências, só são úteis se você estiver no lugar certo!" (onde você está agora?)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

VOZES DOS SILENCIADOS

Occupation 101: Vozes da Maioria Silenciada

É um documentário que aborda o conflito Israelo-Palestino dirigido por Sufyan Omeish e Abdallah Omeish, e narrado por Alison Weir, ... all » fundadora do If Americans Knew.

O filme discute os eventos a partir do surgimento do movimento Sionista até a segunda Intifada, a limpeza étnica da Palestina, as relações entre Israel e Estados Unidos e as violações dos direitos humanos e abusos cometidos por colonos e soldados israelenses contra os Palestinos.

http://video.google.com/videoplay?docid=-4059024493735334793&hl=en


terça-feira, 1 de abril de 2008

ENCONTRANDO A RESISTÊNCIA NO IRAQUE

Trailer for Meeting Resistance, a film by Steve Connors and Molly Bingham
Category: News & Politics
Tags:
Iraq war resistance insurgency
http://www.youtube.com/watch?v=U623_GTYX-8




Meeting Resistance: New Doc Follows Iraqis Fighting U.S. Occupation of Their Country

What would you do if your country was invaded?
(O QUE VOCÊ FARIA SE O SEU PAÍS FOSSE INVADIDO?)
“Meeting Resistance” is a new documentary on the Iraq war from a perspective that few in the West ever see.
It turns the spotlight on Iraqi men and women who choose to resist the military occupation of their country.
We speak with the film’s co-directors, Molly Bingham and Steve Connors. [includes rush transcript]