quarta-feira, 30 de setembro de 2009

QUANTOS FALAM A RESPEITO DISSO?

http://www.chomsky.info/

Quem será que discordaria de Noam Chomsky?


"América Latina é hoje o lugar mais estimulante do mundo" : Em entrevista ao La Jornada, Noam Chomsky fala sobre a América Latina, definindo-a como uma das ÚNICAS REGIÕES DO MUNDO onde há uma RESISTÊNCIA REAL AO PODER DO IMPÉRIO. "Pela primeira vez em 500 anos há movimentos rumo a uma verdadeira independência e separação do mundo imperial. Países que historicamente estiveram SEPARADOS estão começando a se integrar. Esta integração é um pré-requisito para a independência. Historicamente, os EUA derrubaram um governo após outro; agora JÁ NÃO PODEM fazê-lo", diz Chomsky.

Noam Chomsky critica os EUA e elogia o papel do Brasil na crise de Honduras

Copiado do Blog DESABAFO BRASIL, do amigo Daniel Pearl, que está em Minhas Notícias.
Visitem este Blog.
Saraiva
Brasil ficou acima das expectativas; EUA não usaram 'todas as armas'.
Linguista e professor do MIT falou ao G1 em entrevista exclusiva.

Ter apoiado o presidente deposto de Honduras e ter dado abrigo a ele em sua Embaixada, fez com que o Brasil assumisse uma posição de destaque no confronto de Manuel Zelaya com o governo interino hondurenho.

"Um papel admirável", avaliou o linguista e teórico Noam Chomsky

Leia a entrevista na íntegra aqui:http://por1novobrasil.blogspot.com/









A água (que ninguém vê) na guerra


Na guerra do momento - Israel em Gaza -,

por que a mídia não fala sobre a água - um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio?


Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina.

Além de restringir o uso d'água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural.

Ana Echevenguá (*)

"Para além das manchetes do conflito do Oriente Médio, há uma batalha pelo controle dos limitados recursos hídricos na região. Embora a disputa entre Israel e seus vizinhos se concentre no modelo terra por paz, 'há uma realidade histórica de guerras pela água' - tensões sobre as fontes do Rio Jordão, localizadas nas Colinas de Golã, precederam a Guerra dos Seis Dias". Raymond Dwek - The Guardian, [24/NOV/2002]
*A nossa sobrevivência na Terra está ameaçada. Sem alimento, o ser humano resiste até 40 dias; sem água, morre em 3 dias. Somos água! Mas, enquanto a população se multiplica e a poluição recrudesce, as fontes de água desaparecem. Na guerra do momento - Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água - um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio?Oriente Médio... uma região aonde água vale mais do que petróleo... E sempre nos passam a idéia de que lá as guerras ocorrem pela conquista das reservas de petróleo. E a conquista das reservas de água?

Em 1997, o então vice-diretor geral da UNESCO, Adnan Badran, no seminário "Águas transfronteiriças: fonte de paz e guerra" (que centrou os debates nas águas do Mar Aral, do rio Jordão, do Nilo...) disse que "a água substituirá o petróleo como principal fonte de conflitos no mundo".

Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina.

Além de restringir o uso d'água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural.
Ali, ele é o "dono" das:
- águas superficiais: bacia do rio Jordão (incluindo o alto Jordão e seus tributários), o mar da Galiléia, o rio Yarmuk e o baixo Jordão;

- águas subterrâneas: 2 grandes sistemas de aqüíferos: o aqüífero da Montanha (totalmente sob o solo da Cisjordânia, com uma pequena porção sob o Estado de Israel), aqüífero de Basin e o aqüífero Costeiro que se estende por quase toda faixa litorânea israelense até Gaza.


Tais águas são 'transfronteiriças', recursos naturais compartilhados.


Segundo recente inventário da UNESCO, 96% das reservas de água doce mundiais estão em aqüíferos subterrâneos, compartilhados por pelo menos dois países.


Há regras internacionais para o uso dessas águas.


Algumas destas obrigam Israel a fornecer água potável aos palestinos.

Mas Israel não compartilha a água; afinal, tais regras internacionais não prevêem mecanismos de coação ou coerção; é letra morta.

O Tribunal Internacional de Justiça, até hoje, condenou apenas um caso relacionado com águas internacionais.


A estratégia de Israel é outra.


Em 1990, o jornal Jerusalém Post publicou que "é difícil conceber qualquer solução política consistente com a sobrevivência de Israel que não envolva o completo e contínuo controle israelense da água e do sistema de esgotos, e da infra-estrutura associada, incluindo a distribuição, a rede de estradas, essencial para sua operação, manutenção e acessibilidade" (1).

Palavras do ministro da agricultura israelense sobre a necessidade de Israel controlar o uso dos recursos hídricos da Cisjordânia através da ocupação daquele território.

O Acordo de Paz de Oslo de 1993, por exemplo, estipulou que os palestinos deveriam ter mais controle e acesso à água da região.

Nessa época, segundo o professor da Hebrew University, Haim Gvirtzman, dos 600 milhões de metros cúbicos de água retirados anualmente de fontes na Judéia e Samaria, os israelenses usavam quase 500 milhões, satisfazendo cerca de um terço de suas necessidades hídricas. Para ele, isso gerou um 'direito adquirido sobre a água'. Questionado sobre o acesso palestino à água, o professor respondeu:
"Israel deve somente se preocupar com um padrão mínimo de vida palestino, nada mais, o que significa suprimento de água para eles só para as necessidades urbanas. Isso chega a cerca de cinqüenta/cem milhões de metros cúbicos por ano. Israel é capaz de suportar essa perda. Portanto, não deveríamos permitir que os palestinos desenvolvessem qualquer atividade agrícola, porque tal desenvolvimento virá em prejuízo de Israel. Certamente, nunca permitiremos aos palestinos suprir as necessidades hídricas da Faixa de Gaza por meio do aqüífero montanhoso. Se purificar a água do mar é uma solução realista, então deixemos que o façam para as necessidades dos residentes da Faixa de Gaza".

E na Guerra pela Água vale tudo: os israelenses bombardeiam tanques d'água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas d'água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes d'água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil).


Israel irriga 50% das terras cultivadas,

mas a agricultura na Palestina

exige

prévia autorização.


Então, furto de água das adutoras de Israel é comum naquela região.

A regra do jogo é esta: enquanto o palestino não tem acesso à água para beber, o israelense acostumou-se ao seu uso irrestrito. Sendo assim, dá pra imaginar uma outra forma de divisão ou de uso compartilhado desses recursos hídricos para os próximos anos?

Dá pra imaginar a sobrevivência de qualquer estado e, nesse caso, da Palestina sem o controle efetivo do acesso e da distribuição dos recursos hídricos que necessita?


Botar a mão na água é coisa antiga.


Britânicos e franceses no Oriente Médio definiram as fronteiras (em especial da Palestina) de olho nas águas da bacia do rio Jordão.

Desde 1948, Israel prioriza projetos, inclusive bélicos, para garantir o controle de água na região.

Dentre estes: - a construção do Aqueduto Nacional (National Water Carrier);

- em 1967, anexou os territórios palestinos de Gaza e Cisjordânia e tomou da Síria as Colinas do Golã, ricos em fontes de água, para controlar os afluentes do Rio Jordão. Sobre esta guerra, Ariel Sharon falou que a idéia surgiu em 1964, quando Israel decidiu controlar o suprimento d'água;

- em 2002, a construção o 'muro de segurança' viabilizou o controle israelense da quase totalidade do aqüífero de Basin, um dos três maiores da Cisjordânia, que fornece 362 milhões de metros cúbicos de água por ano.

Segundo Noam Chomsky, "o Muro já abarcou algumas das terras mais férteis do lado oriental. E, o que é crucial, estende o controle de Israel sobre recursos hídrico críticos, dos quais Israel e seus assentados podem apropriar-se como bem entenderem..." (2).

Antes do muro, ele já fornecia metade da água para os assentamentos israelenses. Com a destruição de 996 quilômetros de tubulação de água, agora falta água para beber à população palestina do entorno do muro;

- antes de devolver (simbolicamente) a Faixa de Gaza, Israel destruiu os recursos hídricos da região. E, até hoje, não há infra-estrutura hídrica nas regiões palestinas.


Quantos falam a respeito disso?


Em 2003, na 3ª Conferência Mundial sobre Água, em Kyoto, Mikhail Gorbachev bateu na tecla dos conflitos mundiais pela água: contabilizou, na época, 21 conflitos armados que objetivavam apropriação de mais fontes de água; destes, 18 ocorreram em Israel.


Gestão conjunta,

consumo igualitário de água,

ética e consenso na água

- palavras bonitas no papel,

nas mesas de negociação,

na mídia.

Na prática, é utopia.


O que a ONU e os donos do planeta estão esperando para exigir que Israel cumpra as regras internacionais sobre águas mesmo que estas contidas em convenções, acordos, declarações (e outras abobrinhas)?


Quem vai ter coragem de criar regras claras e objetivas para punir a violação dos direitos dos povos e nações à sua soberania sobre seus recursos e riquezas naturais?*


Ver


Do livro de Noam Chomsky: Novas e Velhas Ordens Mundiais, São Paulo, Ed. Scritta, 1996.



Ana Echevenguá, advogada ambientalista, coordenadora do programa Eco&Ação,

presidente da ong Ambiental Acqua Bios e da Academia Livre das Águas,

e-mail:ana@ecoeacao.com.br

90 DIAS DE RESISTÊNCIA EM HONDURAS

Han pasado 90 días desde el golpe de estado del pasado 28 de junio y la gente sigue luchando y resistiendo en la calle.
Imágenes del pueblo en resistencia a sólo dos cuadras de la embajada de Brasil, donde está refugiado el presidente Manuel Zelaya



Primeras imágenes del Presidente Mel Zelaya en Tegucigalpa

Barahona advierte que Micheletti no se mantendrá por más de 24 horas en el poder
http://www.abn.info.ve/noticia.php?ar...

Cortaron energia a Cholusat, Radio Globo, Embajada de Brasil
Pero Radio Globo todavía se oye por internet: http://www.radioglobohonduras.com/Rad...

ZELAYA deja Locos a GORILETTI y a los Medios TERRORISTAS
http://www.aporrealos.com/forum/viewt...

Desde Embajada de Brasil en Tegucigalpa:
Zelaya anuncia que Comunidad Internacional participará en restitución democrática en Honduras

Septiembre 21, 2009 - 15:40 (orodriguez)

El presidente Constitucional de Honduras convocó hoy al diálogo nacional para resolver la crisis en su país tras el golpe de Estado y llamó a las fuerzas armadas a abstenerse de reprimir al pueblo / Zelaya informó que este martes llegará al país el secretario general de la OEA, José Miguel Insulza.

Tegucigalpa / El presidente de Honduras, Manuel Zelaya, llamó desde la capital de su país a las fuerzas armadas a mantener la cordura y no reprimir a la población, que se encuentra desarmada festejando su regreso al país.

Con sus primeras declaraciones a medios de prensa hondureños, quedaron desmentidas las declaraciones de Micheletti, quien había afirmado que la noticia sobre la presencia de Zelaya en Tegucigalpa era una estrategia mediática, que calificó como "terrorismo".

El presidente Constitucional afirmó en la rueda de prensa, que retornó a la nación para iniciar un proceso de diálogo para resolver pacíficamente la crisis desatada por el golpe militar del pasado 28 de junio.

"Estoy aquí para buscar un arreglo a la crisis. He venido desarmado", dijo Zelaya, quien llamó al ejército a no apuntar los fusiles contra el pueblo.

"Las fuerzas armadas deben apuntar sus rifles a los enemigos del pueblo y no contra el pueblo", afirmó el presidente constitucional.

Zelaya exhortó también a la población a concentrarse en la capital para organizar el proceso de restitución del estado de derecho, en declaraciones hechas en la embajada de Brasil en esta capital.

Comunidad Internacional participará en la restitución democrática:

"Yo vengo aquí con el corazón abierto para buscar un arreglo", dijo Zelaya su retorno al país, casi tres meses después de la asonada.

Zelaya, quien se encuentra en la embajada de Brasil en Tegucigalpa, anunció el inicio de una mesa de diálogo con el apoyo de la comunidad internacional, donde participarán representantes de los distintos sectores políticos, sociales y religiosos.

En las próximas horas se reunirá con integrantes del Frente Nacional contra el Golpe de Estado y con miembros de su gabinete, quienes han sido perseguidos y enfrentan órdenes de captura.

Zelaya anunció que mañana (martes) llegará al país el secretario general de la OEA, José Miguel Insulza, para propiciar un diálogo que permita superar la crisis.

La Presidencia del Consejo Permanente de la Organización de Estados Americanos convocó para este lunes a una sesión extraordinaria para analizar la situación en Honduras.

Zelaya agradeció a "la Embajada de Brasil, que me ha dado el apoyo de una manera tan honesta, tan sincera", así como al presidente de ese país, Luis Inácio Lula da Silva, y al canciller brasileño, Celso Amorim.

"Soy un hombre pacífico, dialogo, practico la no violencia", proclamó, y añadió: "he venido a dialogar de frente".

"Pacíficamente vamos a buscar un diálogo" con todos los sectores, "ese es mi plan, iniciar internamente el diálogo", que le permita retomar el poder del país, dijo Zelaya.

Pidió a sus simpatizantes "que se vengan aquí a los alrededores" de la embajada brasileña para organizarse, "protegernos, cubrirnos, para evitar cualquier malentendido", y también porque "reconstruiremos la democracia".

"El poder del pueblo sirve para hacer las grandes transformaciones", enfatizó el depuesto mandatario hondureño, quien al comentar sobre cómo regresó a Honduras, se limitó a asegurrar que hizo "mil proezas" y un periplo de unas quince horas.

Mientras tanto, miles de personas continúan llegando a las inmediaciones de la embajada brasileña en Tegucigalpa para dar la bienvenida a su presidente legítimo.

Canales de televisión hondureños informaron que agentes de seguridad del gobierno de facto de Micheletti sobrevolaron en un helicóptero la zona donde se encuentra Zelaya.

(PL/Agencias/VTV)
http://vtv.gob.ve/noticias-internacio...

NUESTRO PECHO EXPLOTA DE ORGULLO POR EL VERBO RECIO Y SINCERO CON EL QUE EN REPRESENTACION DEL PUEBLO VENEZOLANO Y SU GOBIERNO BOLIVARIANO, LIDERADO POR EL PRESIDENTE CHAVEZ, DEFIENDES A NUESTROS HERMANOS DEL PUEBLO HONDUREÑO.SUBSCRIBO EN TODAS Y CADA UNA DE TUS PALABRAS MIS PROPIOS SENTIMIENTOS...ERES DESTACADO REPRESENTANTE DEL LIDERAZGO QUE EL PRESIDENTE CHAVEZ, A ASUMIDO COMO LIDER CLAVE CONTINENTAL DE ESTA OFENSIVA DE TODOS LOS PUEBLOS DE AMERICA CONTRA LOS GORILAS DE HONDURAS, COMO REPRESENTANTES DEL GORILISMO QUE SE INCUBA EN TODA NUESTRA AMERICA, FORMADA POR LOS CHUPASANGRE DE LAS ELITES EMPRESARIALES, MEDIOS DE COMUNICACION INMORALES Y MANIPULADORES, MENTIROSOS,ECLESIASTICAS,MILITARES TRAIDORES, Y POLITICOS CORRUPTOS...AVANTI KMARADA MADURO ...!LA ESPADA DE BOLIVAR POR AMERICA LATINA...VENCEREMOS HOY !!!

VALIENTE CANCILLER MADURO DE VENEZUELA

"HONDURAS EN RESISTENCIA COMUNICA"



Obama callado ante Prepotencia de Micheletti: ¿El lobo se quita el disfraz?

HONDURAS RESISTE AO GOLPE DE ESTADO

http://resistenciamorazan.blogspot.com/

HONDURAS RESISTE Y VENCE

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

NOTÍCIAS DE HONDURAS

A situação em HONDURAS está insustentável!

La voz del periodista de Radio Globo Eduardo Maldonado al momento de la invasión por parte de las fuerzas represoras.



Otra Vez Asalto Militar a Instalaciones de Radio Globo Honduras
Ingresar a
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http://www.radioglobohonduras.com/

Golpe de Estado en Honduras...censuran a la television,radio y prensa en contra de los golpistas

El Gobierno suspendió por 45 días algunas garantías constitucionales, según decreto que restringe la circulación y expresión y prohíbe reuniones públicas. Y asi quieren estos golpistas convencer al mundo que lo que hacen con el pueblo Hodureño es legitimo.



sábado, 26 de setembro de 2009

OTRO MUNDO ES POSIBLE

A VERDADE está aparecendo...

Um Mundo Novo está nascendo...

O socialismo é a salvação deste Planeta!

"Solo con el Socialismo lograremos los cambios verdaderos" - palavras de Hugo Chávez


"DEMOCRACIA es governo del pueblo, governo por el pueblo e para el pueblo" - palavras de Hugo Chávez





Hugo Chavez 2/6 United Nations 2009 Naciones Unidas ONU UN discurso speech VENEZUELAN PRESIDENT




Hugo Chavez 3/6 United Nations 2009 Naciones Unidas ONU UN discurso speech PRESIDENTE VENEZUELA




Hugo Chavez 4/6 United Nations 2009 Naciones Unidas ONU UN discurso speech - TVZL EN TWITTER




Hugo Chavez 5/6 United Nations 2009 Naciones Unidas ONU UN discurso speech - OBAMA SOCIALISM




Hugo Chavez 6/6 United Nations 2009 Naciones Unidas ONU UN discurso speech - SOCIALIST OBAMA



"Seamos creadores de la nueva Historia"
- palavras de Hugo Chávez

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

PELA VOLTA DA DEMOCRACIA EM HONDURAS

Canción de la Resistencia Hondureña en Contra del Golpe de Estado
Subtitulos incrustados
Hecho por konker64
4 de agosto de 2009

Viva Honduras y su gran pueblo!

Viva Mel!

Fuera Goriletti y sus gusanos!

Todo el pueblo latinoamericano sigue en resistencia con los verdareros hondureños!

Saludos desde Brasil!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

MOMENTOS DE DESCONTRAÇÃO

The best Bits from this movie.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

À MEMÓRIA DAS CRIANÇAS PALESTINAS

VOCÊ GOSTA DE CRIANÇAS?



À MEMÓRIA DE
TODAS AS CRIANÇAS PALESTINAS QUE
QUANDO NÃO MORREM DE
ATAQUES GENOCIDAS
MORREM DE FOME PELO
BOICOTE DE ISRAEL

VÍDEO À MEMÓRIA DAS CRIANÇAS PALESTINAS

À memoria das crianças palestinas

Percebe-se porque tanto Yitzhak Rabin como Shimon Peres declararam, ainda na década de 1990, que desejavam que Gaza simplesmente desaparecesse, ou que sumisse no fundo do mar. A existência de Gaza é um indício permanente das centenas de milhares de Palestinos que perderam suas casas para o Estado de Israel, que fugiram apavorados ou foram expulsos por temor à limpeza étnica executada por Israel há 60 anos, momento em que uma imensa onda de refugiados varria a Europa no pós Segunda Guerra Mundial, e um punhado de árabes expulsos de suas propriedades não importava ao mundo.

Mas agora o mundo deveria se preocupar.

Espremido nos poucos quilômetros quadrados mais densamente povoados do mundo, há um povo destituído, vivendo no isolamento, no esgoto, e, durante os últimos meses, na fome e no escuro, sancionados pelo Ocidente.

Gaza sempre foi insurrecional.

A "pacificação" sangrenta de Ariel Sharon, começandoem 1971, levou dois anos para ser completada e não vai ser agora que conseguirão dobrar Gaza.

"É o lugar mais deplorável que já vi", disse Edward Said, certa vez, sobre Gaza.

"É um lugar terrivelmente triste devido ao desespero e à miséria em que vivem as pessoas. Não estava preparado para encontrar campos que são piores do que qualquer coisa que eu tivesse visto na Áfricado Sul".

“A paz não passa pelo massacre” - Milton Hatoum

À memória de todas as crianças Palestinas que quando não morrem pelos ataques genocidas, morrem de FOME pelo boicote de israel!

http://grupos.uol.com.br/cgi-bin/gruposfolha?cmd=article&group=uol.folha.mundo.governo_bush&item=10480&utag=

FELIZ REGRESSO PRESIDENTE ZELAYA

PRESIDENTE ZELAYA REGRESSOU AO SEU PAÍS!



Zelaya está na embaixada do Brasil em Tegucigalpa

Retorno a Honduras cumpre vontade do povo

Tegucigalpa, 21 de setembro (ABN) -- Depois de seu regresso a Honduras nessa segunda-feira, depois de 86 dias de golpe de estado, o presidente constitucional Manuel Zelaya, em comunicação exclusiva com a Telesur, disse que está cumprindo com a vontade do povo.
O mandatário disse à Telesur que venceu mil obstáculos durante quatro dias e conseguir chegar à capital. "Com uma estratégia pacífica para não provocar violência conseguimos chegar", expressou.
Disse que em algumas horas começará o diálogo com representantes do governo de fato para retomar a ordem constitucional.
Zelaya chegou na manhã desta segunda-feira a Tegucigalpa e se dirigiu à sede da Organização das Nações Unidas deste país, com o fim de retomar o poder.
O mandatário esperará na sede da ONU para reunir-se com representantes do governo de fato, com o objetivo de negociar uma saída para a crise política da nação, depois do golpe de estado do último 28 de junho.
Entretanto, centenas de hondurenhos da resistência estão chegando à sede (da ONU) para confirmar a chegada do presidente constitucional do país.
Líderes da resistência infformaram ter recebido uma chamada do presidente Zelaya para lhes informar sua localização.
De sua parte, Eduardo Reina, assessor do presidente constitucional, fez um chamado aos amigos do mundo para informar-lhes que "Zelaya está aqui na capital de seu país (Tegucigalpa)".

"Esta é uma festa, o povo está chegando para receber seu presidente, do qual estava com saudade", expressou.
*****
Embaixada do Brasil em Honduras confirma que abriga Zelaya(AFP) – há 26 minutos
TEGUCIGALPA — O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, regressou em segredo ao país e se encontrava nesta segunda-feira na embaixada do Brasil, confirmou a sede diplomática brasileira.
Anteriormente, a esposa de Zelaya, Xiomara Castro, havia confirmado a presença do marido na missão brasileira.
"O presidente voltou ao país para iniciar o diálogo. Ele se encontra na embaixada do Brasil e, graças a Deus, está muito bem. Ele está disposto a iniciar um diálogo pela paz", afirmou Xiomara Castro ante milhares de partidários de Zelaya congregados frente à sede da ONU na capital hondurenha, onde, a princípio, o presidente deposto teria se refugiado.
Segundo informações anteriores da tv multiestatal Telesur, Zelaya se encontraria em Tegucigalpa, em um escritório das Nações Unidas.
De acordo ainda com a Telesur, Zelaya teria pedido um "diálogo nacional e internacional".
O presidente venezuelano Hugo Chávez confirmou a presença de Manuel Zelaya em Tegucigalpa.
"Estamos gratamente surpresos de que Mel esteja em Tegucigalpa e exigimos que os golpistas respeitem a vida e a dignidade de Zelaya, que lhe devolvam o poder", afirmou Chávez, que informou ainda que Zelaya viajou "durante dois dias por terra, cruzando montanhas, rios, arriscando a vida para chegar à capital de Honduras".
A vice-chanceler durante o governo de Zelaya, Beatriz del Valle, também afirmou que o presidente deposto enviou uma mensagem de SMS confirmando que se encontra na capital hondurenha.
Mas o chefe do governo de fato de Honduras, Roberto Micheletti, desmentiu a notícia.
"Ele (Zelaya) está na suíte de um hotel na Nicarágua", declarou Micheletti em entrevista coletiva no palácio presidencial.
Copyright © 2009 AFP.
Todos os direitos reservados.

domingo, 20 de setembro de 2009

GAZA SOB ATAQUE - O CRIME DO ANO

OLHEM. ISTO É MUITO IMPORTANTE:

Al Jazeera's Sherine Tadros reports on how the Israeli air bombardment is affecting the civilians in Gaza.

Finding water and food is a daily struggle. The war is forcing Gazans to choose between going hungry or risking their lives to find something to eat.


Terça-feira, Janeiro 06, 2009
a vida em Gaza
Esta era a situação UM MÊS ANTES dos actuais ataques começarem:




Obviamente, como explica Michel Chossudovsky em artigo na GlobalResearch sobre a "Operação Chumbo Fundido" (traduzido para castelhano aqui e em português aqui) estas acções fazem parte de um programa politico militar mais alargado que nalgum momento foi previamente decidido e concertado pelo governo Sionista - o primeiro sinal foi o desmantelamento dos colonatos ilegais em Gaza há três anos; pretenderam sacar a sua gente para dispôr de liberdade de acção, porque se houvesse judeus em Gaza eles não poderiam bambardear e matar indiscriminadamente inocentes como estão a fazer. Esse ponto de viragem coincidiu com momento em que também lograram romper a segurança do lider da Fatah e decidiram o envenenamento de Yassir Arafat, acto que os Estados Unidos aprovaram em planos secretos. E iniciou-se então o plano, que tem um nome e várias fases; e esta fase é a arremetida final para varrer os palestinianos de Gaza do mapa, depois de os terem cercado durante todos estes anos.

Des
mantelando Civilizações



Desmantelando Civilizações

Israel não trata de obrigar a Hamas “a cooperar.”
O que vemos é a primeira parte (Operação Vingança Justificada) da implantação do

“Plano Dagan” como foi inicialmente formulado en 2001, que requería:

“uma invasão de território controlado por palestinianos por 30.000 soldados israelítas, com a missão claramente definida de destruir a estrutura dirigente palestiniana e de recolectar armas actualmente em poder das diversas forças palestinianas, e ainda de expulsar ou matar a sua direcção militar" citado de Ellis Shulman sobre a operação em epigrafe.
A questão mais ampla é se Israel, sob consulta a Washington, quererá provocar uma guerra mais ampla que abranja a região em maior escala.
A expulsão poderá assim ocorrer nalguma etapa imediatamente posterior à invasão por terra, se os israelitas permitirem abrir as fronteiras de Gaza para de modo a provocar um êxodo da população.
No tempo do carniceiro Ariel Sharon, a besta militarista referiu-se a esta estratégia como "uma solução ao estilo de 1948" - Para Sharon "apenas (era) necessário encontrar outro Estado para os palestinianos - a "Jordânia também é Palestina" foi a frase então cunhada, segundo cita Tanya Reinhart.




Não olhem para mim que eu não tenho nada a ver com isso.


Apenas vim desempenhar o meu cargo.

Os judeus da FED organizam os pagamentos; nós no Pentágono coordenamos o complexo industrial militar, os Sionistas que têm treino especial para serem odiados actuam na destruição; a Europa faculta meios de controlo e reconstrução - e nós recolhemos os lucros que redistribuimos generosamente por todos os nossos amigos: Simples, no final todos ganhamos! especialmente os sócios indefectíveis da empreitada têm um lugar especial nos nossos corações" (que ficam mesmo perto do bolso onde temos a carteira).
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A aviação israelo-Sionista despeja bombas sobre o objectivo suspeito, neste caso uma farmácia em Rafah:






Choque e Pavor: como “os técnicos” de Israel sabem que minutos depois em redor do local se junta sempre uma pequena multidão tentando ajudar possíveis sobreviventes, os helicópteros despejam granadas de fósforo branco no mesmo local.





Footage of Israeli helicopter firing what appears to be WP on the streets of Gaza.
This video is a tiny clip of original and fair use policy applies here.

o fósforo branco, que a aviação militar portuguesa e os povos das colónias tão bem conhecem é uma arma química absolutamente proibida pela Convenção de Genebra (as partes do corpo atingido ardem queimando ininterruptamente, mesmo se mergulhadas em água). O resultado são queimaduras como esta (foto de ontem)

Não se trata, como se disse, do "crime do dia", mas de uma prática que merece o título de "crime do ano", que leva já longos anos de vida, a espalhar a morte.

Esta técnica do duplo bombardeamento para atingir o maior número de vítimas é uma prática antiga da tenebrosa máquina militar israelita

- O vídeo seguinte documenta o efeito de apenas UM MÍSSIL das toneladas que são despejadas sobre o campo de concentração de milhão e meio de pessoas; que os criminosos psicopatas governamentais sionistas fazem chover sobre um dos territórios mais densamente povoados do planeta.


É um genocídio, agravado pelo facto da população média em Gaza ter menos de 18 anos.


Israel chama a isto de “guerra com o Hamas”.



Domingo, Janeiro 04, 2009

"os rockets do Hamas causam devastação em Israel"

"Quando qualquer governo, ou qualquer igreja com qualquer outra finalidade, se nega a dizer a verdade das suas intenções; que existem coisas que não podes ler nem saber; de que estás proibido de tomar conhecimento - o resultado final é sempre a tirania e a opressão, deixando de interessar quais foram as sagrados razões porque principiaram" (Robert Heinlein)
Entretanto a propaganda de Israel já utiliza a famosa deixa de Obama em Julho de 2008: "se eu estivesse em casa com as minhas filhas e me mandassem rockets..."no Guardian: "A tensão criada pelos disparos vindos de Gaza permite à extrema-direita ganhar apoio nas sondagens".
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posted by xatoo
Recordemos em que condições, verificadas não agora, mas há cinco anos atrás, em 2003:
life in Gaza is a constant gauntlet of Israeli sniper fire, military rockets and army bulldozers.
No one is safe.
In light of the escalating tensions, we're bringing back one our most moving documentaries, a hard-hitting expose of life in the Occupied territories.
We speak to the children caught in the crossfire and find out the true cost of Israel's targeted assassinations policy.





28th December attack on Gaza Strip - bombings in Rafah continue
Shortly before 7:00am local time, yet another Israeli missile strike hit the residential neighbourhood of Hi Alijnina in the southern Gaza town of Rafah. This time a pharmacy was targeted, totally destroying the building and causing severe damage to surrounding homes. Electricity lines were torn down during the blast and the street was littered with medicines. This footage was filmed within minutes of the attack as fire fighters battled to control the blaze. Shocked residents poured into the streets, some still wearing pyjamas.

Depoimentos

Amnistia Internacional denuncia

Utilização por parte de Israel de fósforo branco contra os civis de Gaza “clara e indesmentível”
19 de Janeiro de 2009
DPA
Fonte: uruknet.info
Uma delegação da Amnistia Internacional visitou a Faixa de Gaza e encontrou sinais indesmentíveis de largo uso de fósforo branco em zonas civis densamente populosas na cidade de Gaza e no norte.

“Ontem vimos ruas e becos cheios de indícios do uso de fósforo branco, incluindo barras ainda a arder e estilhaços de bombas e metralha lançados pelo exército Israelita”,
disse Christopher Cobb-Smith, um perito em armas que está em Gaza como membro de uma equipa de quatro investigadores da Amnistia Internacional (AI).
O fósforo branco é uma arma que tem como objectivo fornecer uma cortina de fumo para dar cobertura aos movimentos das tropas no campo de batalha”, disse Cobb-Smith.
“É altamente incendiário, explode no ar e o efeito de propagação é tal que nunca deveria ser usado em áreas civis”.
“O uso extensivo desta arma em zonas vizinhas de Gaza com grande densidade populacionalé intrinsecamente indiscriminado. O uso repetido deste método, apesar dos sinais claros dos seus efeitos indiscriminados e do elevado custo para os civis, é um crime de guerra”, disse Donatella Rovera, investigadora em Israel e nos Territórios Palestinianos Ocupados.
Barras de fósforo branco estão espalhadas por toda a área habitacional e muitas estavam ainda a arder no Domingo, pondo ainda mais em risco os habitantes e os seus bens; as ruas e becos estão cheios de crianças a brincar, atraídas pelos despojos da guerra e muitas vezes alheias ao perigo.

“A artilharia é uma arma com um raio de acção; não adequada a alvos minúsculos. O facto destas munições, que são geralmente usadas para rebentarem no solo, serem detonadas para explodirem no ar aumenta a extensão da área de risco”, disse Chris Cobb-Smith.

Cada granada de artilharia de 155mm explode desenvolvendo 116 estilhaços impregnadas de fósforo branco que se incendeia em contacto com o oxigénio e pode espalhar-se, consoante a altura em que rebenta (e das condições do vento), sobre uma área pelo menos do tamanho de um campo de football.
Para além do efeito indiscriminado da explosão aérea de uma arma destas, detonar tais granadas como artilharia aumenta muito a probabilidade de os civis serem atingidos.
Os delegados da AI encontraram não só barras de fósforo branco a arder como as bocas de fogo (que as dispararam) dentro e à volta das habitações e de outros edifícios. Algumas destas granadas de aço pesado com 155mm causaram grandes danos nas casas.
Entre os locais mais atingidos pelo uso do fósforo branco estava a área cercada da UNRWA na cidade de Gaza, onde as forças israelitas lançaram três bombas de fósforo branco no dia 15 Janeiro.
O fósforo branco caído muito perto de alguns camiões-cisterna provocou um grande incêndio que destruiu toneladas de ajuda humanitária.
Antes deste ataque a área cercada tinha já sido atingida uma hora mais cedo e as autoridades israelitas tendo sido informadas pelos oficiais da UNRWA tinham dado a garantia de que não seriam lançados mais ataques na área cercada.
Num outro incidente no mesmo dia uma bomba de fósforo branco caiu no hospital de al-Quds na Cidade de Gaza também causando um incêndio que forçou o staff do hospital a evacuar os doentes.O fósforo branco que cai sobre a pele pode queimar o músculo em profundidade e dentro do osso, continuando a queimar até faltar o oxigénio.

Actualização

O cessar-fogo unilateral anunciadopor Israel e pelo Hamas com efeitos desde 18 Janeiro não foi respeitado por nenhum dos lados.
As forças israelitas permaneceram estacionadas em várias áreas da Faixa de Gaza e na manhã de 18 Janeiro mísseis lançados pelas forças israelitas mataram Angham Rifat-al Masri de 11 anos e feriram a mãe a este de Belt Hanoun no norte da Faixa de Gaza.
Ao mesmo tempo grupos armados palestinianos lançaram vários rockets em cidades e aldeias no sul de Israel, ferindo três civis sem gravidade.
Os artigos assinados são da responsabilidade dos seus autores; as opiniões neles expressas não coincidem forçosamente com as do TMI-AP.
Topo

Recapitulando...

O pior de tudo isso é que, não se tratava de uma "guerra", mas sim, de invasão e ocupação de terras Palestinas.

23/01: Gaza - Fósforo branco, crime de guerra
Postado por: marceloambrosio
17 Comentários
6:32:28 PM
A imagem abaixo é a principal evidência forense de
um crime de guerra perpetrado pelo exército de Israel na Faixa de Gaza.

No flagrante distribuído pela Anistia Internacional às agências de notícias se vê o instante em que bombas de fósforo branco - armamento proibido por leis internacionais e cujo uso configura crime - atingem o pátio interno da escola mantida pela ONU em Jabalya.

No local, 1.600 pessoas buscavam refúgio dos combates entre os soldados da IDF e os extremistas do Hamas.

Era a terceira vez que a instituição virava alvo de bombas israelenses.

As imagens, que havia visto em um filme tirado de um celular, são uma prova irrefutável. Certos estão os organismos internacionais e até o próprio enviado da Comissão de Refugiados da ONU, para os quais não é preciso muita investigação para se concluir que houve crime. Agora, com a comprovação, Israel tem o dever de entregar à Justiça os criminosos que ordenaram o ataque, autorizaram a utilização desse tipo de bomba e perpetraram o bombardeio. Há uma grande pressão nesse sentido, mas provavelmente pouco resultado trará.

No instante em que a foto foi tirada, duas crianças foram mortas.

Seria um debate interessante e uma oportunidade de discutir os limites morais entre ideal e defesa - como reza o mantra de Barack Obama - se os pais dessas crianças entrassem com uma ação em uma corte internacional a esse respeito.
Há alguns anos, na Bélgica, o general e então primeiro-ministro Ariel Sharon foi indiciado e processado pelo massacre de 300 palestinos por milícias cristãs nos campos de refugiados de Sabra e Chatila.
Pelas leis locais esse tipo de procedimento era permitido, e esta foi a saída encontrada por entidades de defesa dos direitos humanos para expor o principal mentor da matança.
Mas pressões diplomáticas levaram o governo belga a mudar lei.

Todos sabíamos que seria virtualmente impossível ver Sharon no banco dos réus, mas o rito processual expôs os bastidores de sua atuação e delimitou a sua responsabilidade no caso.
Por uma ironia do destino, o general tão odiado transformou-se num vegetal, vitimado por um derrame fulminante.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmour, afirmou à BBC que, até o momento, um inquérito interno não encontrou provas para apoiar acusações de que explosivos à base de fósforo branco foram usados contra civis durante a ofensiva israelense na Faixa de Gaza. A quem estaria tentando enganar?
A Anistia Internacional confirmou e antes dela inúmeros especialistas militares - o que as fotos reforçam, ter detectado o uso da arma, o que é ilegal.
O fósforo branco queima a pele, deixa feridas graves e sua inalação ou ingestão pode levar à morte.
Usá-lo para incendiar alvos militares está sujeito a restrições do Protocolo sobre a proibição ou limitação do uso de armas incendiárias, segundo o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

sábado, 19 de setembro de 2009

MOMENTOS


El que busca la verdad corre el riesgo de encontrarla.
Manuel Vicent (1936-?) Escritor español.
***************************************************************************************************
Hay hombres que luchan un día y son buenos.
Hay otros que luchan un año y son mejores.
Hay quienes luchan muchos años, y son muy buenos.
Pero hay los que luchan toda la vida, esos son los imprescindibles.
El que no sabe es un imbécil. El que sabe y calla es un criminal.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

DOSSIER

WebIslam
Dossier con Walter Martínez 23-01-2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

MOMENTOS DE REFLEXÃO

É triste pensar que a natureza fala e que o género humano não a ouve.

Victor Hugo

EM DEFESA DA VIDA

Cuidais que vos pertença o mundo?
E, ainda que assim fosse, teríeis o direito de destruí-lo?
Acaso o peixe agride o oceano, que lhe possibilita a vida?
Ou a ave se volta contra o céu, onde precisa voar para sobreviver?
Glorificais a inteligência.
Entretanto, eis que vos utilizais das vossas próprias criações, para destruir o vosso planeta.
Como o homem que descobrisse o fogo e com ele queimasse a própria casa.
E não percebeis que,
atacando as vidas que vos cercam,
nada mais fazeis do que agredir a vós mesmos.
Porque a Vida é única e se entrelaça em todas as criaturas que o Universo colocou em todos os mundos.
Conscientizai-vos desta verdade, antes que findeis por extinguir a vossa própria espécie.
Porque de nada adianta prantear os frutos da árvore, depois de extinta a fogueira que com o seu tronco fizestes.
E de onde virá o vosso alimento, depois que todas as árvores se forem?
De onde virá a água para a vossa sede, quando poluídos estiverem todos os mananciais?
Como ficareis, depois de destruído o vosso habitat?
Do que fazemos no dia de hoje, é que depende o amanhã.
O homem que esbanja os seus recursos, fatalmente os esgotará; e será como o escorpião que pica a si mesmo e jamais verá o novo dia.
Não conhecerá um bom futuro,
aquele que não sabe viver o presente.
Pois ninguém colhe senão o que planta,
e a semente do desperdício
produz apenas
os frutos da privação.
Guardai-vos do desperdício.
Pois a água que hoje atirais ao chão, já não virá amanhã saciar a vossa sede; e do alimento que hoje desprezais podereis necessitar, na próxima curva do caminho.
E guardai-vos das agressões ao vosso planeta.
Porque não é sensato o homem que ataca o lugar onde mora e assim desabriga a si mesmo e à própria família.
Respeitai a tudo que vos cerca.
Porque em cada um de vós existe a centelha do Criador; esta é a força que vos concede a Vida.
E se faz presente em todos os seres ao vosso redor.
Respeitai a natureza;
nela,
está a oficina da Criação.
E através dela o Universo provê às necessidades de cada dia.
Para que possais prosseguir em vossa jornada.

http://ohassan.blogspot.com/

Memory - on Flute

A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza

que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.

Aristóteles

terça-feira, 15 de setembro de 2009

OITO ANOS DE TERROR NO AFEGANISTÃO

Precisamos FALAR sobre o AFEGANISTÃO.
Não podemos nos esquecer que nossos irmãos Afegãos estão sofrendo.

As conseqüências da política imperialista dos Estados Unidos

Essa recente onda de “terrorismo” voltada contra os Estados Unidos é sem dúvida o fruto de sua postura política em relação a outros países.
Ao longo do tempo, os estadunidenses cultivaram esses inimigos de hoje através de sua política errônea, egoísta e muitas vezes desumana.
Infelizmente, as tristes conseqüências dessa postura são refletidas para o mundo todo, desestabilizando a paz mundial.

Essa história é clara e evidente quando analisamos a atual situação
da Palestina.
As terríveis armas ilegais usadas por Israel contra
civis palestinos são em sua maioria fornecidas pelos Estados
Unidos.
Não é possível considerar culpado ou errado que um
cidadão palestino que tenha sido expulso de seu verdadeiro lar,
forçado a viver em condições subumanas em campos de
refugiados, sem qualquer esperança de um futuro diferente, culpe
os Estados Unidos pela miséria de sua vida.
E isso não acontece
apenas com os palestinos.
Outras nações como o Iraque,
Afeganistão, Vietnã, Irã, Líbia, Sudão, Indonésia, Japão e Coréia
também passaram pela miséria e sofrimento em nome de
interesses estadunidenses.
As condições da economia estadunidense podem ser de
importância máxima para eles mesmos,
mas não às custas de outras nações.
A dependência econômica estadunidense do
petróleo do Oriente Médio e
a existência de um ilegítimo regime sionista
são os reais motivos de toda a destruição na região.
A
maior conseqüência disso é o sofrimento injustificável de milhões de
inocentes, que não cometeram nenhum crime além de
nascerem no
“lugar errado na hora errada”.
Os Estados Unidos são os líderes em levar
“democracia e liberdade” a nações
que sequer se interessam nesse tipo de “democracia”,
principalmente pelas experiências de outras nações.
Assim que um interesse estadunidense é ameaçado,
os verdadeiros objetivos para “libertar os oprimidos” aparecem,
das formas mais
criminosas possíveis.
A verdadeira definição de democracia usada
pelos Estados Unidos se resume em “você ter toda a liberdade do
mundo para expressar suas livres vontades, contanto que suas
vontades sejam as nossas vontades”.
O tratamento dado ao Hamas
após a democrática vitória nas eleições palestinas é um exemplo clássico.
Outro fato que é característica da política internacional falsária dos
Estados Unidos é que quase todos os chamados hoje como
“inimigos da nação” são criações deles mesmos.
Eles criaram, treinaram e apoiaram Osama bin Laden contra os soviéticos no
Afeganistão, e Saddam Hussein seguia suas ordens durante a
Guerra Irã-Iraque.
Ironicamente, esses dois homens são os dois
maiores “inimigos da nação estadunidense” hoje.
Enquanto serviam
para os interesses dos Estados Unidos, eles eram tolerados, mas
quando o interesse se foi, os mesmos dois homens se tornaram
automaticamente “inaceitáveis” e “perigosos inimigos para a humanidade”.
Em meio a tanta hipocrisia
,
Em meio a tanta hipocrisia,
Em meio a tanta hipocrisia...
(grifo meu)
é até comum esquecermos que os
Estados Unidos representam os maiores fabricantes de armas,
legais ou ilegais, usadas contra a humanidade na história
contemporânea.
A maneira mais simples e eficaz de reduzir a
violência mundial seria controlar a venda de armamentos.
Considerando isso, é muito estranho que os Estados Unidos
queiram diminuir os riscos de violência contra sua própria nação
enquanto eles mesmos são os maiores comerciantes de
armamentos do mundo.
Não faz parte da estratégia dos Estados
Unidos vender mais armamentos e criar hostilidades entre estados
soberanos?
A história não mente.
Quando tais fatos são ignorados, acabam por explodir contra os
próprios estadunidenses, como foi em 11 de setembro de 2001.
Será necessário que eles aceitem que nenhum poder no mundo,
não importando a magnitude desse poder, siga e imponha suas
vontades a todo o mundo para sempre.
A história prova isso,
como
nos casos dos romanos, gregos,
mongóis e outros impérios do
passado.
Os estadunidenses têm que repensar a sua política
internacional.
Considerando a sua própria história, isso pode
parecer pouco realista e até impossível, mas é a única maneira de
garantir a segurança dos cidadãos estadunidenses no futuro.
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**********************************************
Derrotados também no Afeganistão
No dia 26 de outubro de 2006, entre 65 e 80 civis foram mortos no sul
do Afeganistão durante bombardeios das forças da OTAN, como
confirmaram oficiais do governo afegão e sobreviventes dos
ataques.
Fatos como esses têm se tornado mais comuns no
Afeganistão recentemente, com a falta de controle e coordenação
das forças aliadas contra o Talibã, que se mostrou reorganizado
novamente.

As
inúmeras
práticas
imperialistas estadunidenses só
poderiam mesmo resultar no
crescimento da aversão contra
eles mesmos. Com o passar do
tempo,
esse
ressentimento
cresce em enormes proporções.
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Page 3
Oriente Médio Vivo 3
www.geocities.com/orientemediovivo
Assim como acontece no Iraque, os ataques indiscriminados dos
Estados Unidos e das forças da OTAN contra alvos civis apenas
colaboram com o sentimento de injustiça que a maioria da
população têmquanto aos verdadeiros motivos da guerra existir.
A
história se repete constantemente:
quando não encontram os
chamados “sobreviventes do Talibã”, acabam atingindo áreas
puramente civis, e quando os encontram, acabampor sofrer baixas
importantes em combate aberto.
Desde 2002, centenas de civis têm sido mortos em ataques
indiscriminados liderados pelos Estados Unidos no Afeganistão.
Em
função da situação completamente instável no país, é muito
complicado determinar o exato número de inocentes que sofreram
com tais ataques.
Sam Zarifi, do grupo Human Rights Watch, de
Nova Iorque, criticou os recentes ataques a áreas civis cometidos
pela OTAN, afirmando que “é necessário vencer o apoio da
população, e não matá-la”.
De fato, os poucos estudos conduzidos
pela Human Rights Watch mostram que o apoio da população afegã
às forças aliadas caiu drasticamente durante os últimos 12 meses.
Os soviéticos tentaram e falharam nos combates com as guerrilhas afegãs ao tentarem
fazer uso de ataques maciços,
então claramente sabemos que
esse não é o modo de se
vencer no Afeganistão”,
disse Zarifi.

Em resposta às constantes críticas ao desempenho das forças da
OTAN no Afeganistão, Mark Laity, porta-voz oficial da OTAN,
afirmou que “nós mostramos que em termos de combate aberto
podemos ser o lado vencedor”,
uma afirmação não muito positiva
quando está se falando em combater um grupo organizado, que usa
estratégias de ataques-surpresa, e conhece todo o território afegão
com extrema perfeição.
Uma história recente que ilustra um fato
semelhante foi a última derrota de Israel contra o Hizbollah, que
apesar de todo o armamento mais sofisticado disponível
não
conseguiu cumprir sequer um de seus objetivos ao
atacar o Líbano.
O senador afegão da província de Uruzgan, Haji Abdul Khaliq,
afirmou que a maioria dos afegãos não confiam nas forças aliadas,
principalmente pelos constantes ataques a civis
.
“No momento, não
existe muito apoio aos Estados Unidos e à OTAN”,
disse ele.
“Se
eles querem o apoio da população,
vão precisar mudar a sua estratégia e
passar a construir estradas e escolas”, finalizou.
Essa visão de Abdul Khaliq reflete a opinião do povo afegão, que
há mais
de duas décadas convive com guerras violentas de outras nações
em suas terras.

O recente fortalecimento do Talibã no Afeganistão e o crescente
número de homens, mulheres e crianças mortas por ataques
indiscriminados provam a falha dos Estados Unidos e das forças
internacionais em trazer a estabilidade para o país.
As histórias se repetem:
derrotados no Afeganistão, derrotados no Iraque,
e quem
pagou por tudo
foram civis inocentes.
Recapitulando...

O trabalho escravo para as crianças palestinas

Centenas de crianças palestinas são
capturadas,
interrogadas
(à maneira de Israel) e
presas
pelas autoridades israelenses todos os anos,
de acordo com o órgão Defense for Children International,
uma organização não-governamental que monitora as condições de
detenção de crianças e as representa em julgamentos.
É de conhecimento público que crianças são presas sem terem
cometido crimes, mas raramente é comentado que muitas delas são
punidas com
“trabalho forçado em que precisam trabalhar pelo
menos oito horas diárias”,
de acordo com o órgão.
“A administração da prisão forçou todos os prisioneiros da Prisão de Telmond a
trabalhar oito horas todos os dias”,
contou uma das crianças palestinas
após ter sido libertada.
“Os soldados israelenses
chegavam às celas às sete horas da manhã, e nos forçavam a
trabalhar com nossas pernas amarradas com correntes”,
descreveu o garoto.

Prisioneiros feridos e com dificuldades de locomoção também não
escapam do trabalho escravo, como é o caso de um prisioneiro
político palestino que
“tinha um osso quebrado mas os soldados me
forçaram a trabalhar de qualquer maneira, sem levar em
consideração a minha dor”,
como ele mesmo descreveu recentemente.

Um total de 376 crianças palestinas abaixo de 16 anos de idade
estão presas em cadeias israelenses.
As crianças são submetidas
às piores formas de abusos, como punição física, humilhação,
abuso sexual e outras formas de tortura, de acordo com o relatório
da DCI.
Casos assim têm se tornado freqüentes nos territórios
ocupados da Palestina,
principalmente após a Segunda Intifada,
iniciada em setembro de 2000, e muitos órgãos de direitos humanos
procuram expor a realidade das prisões infantis israelenses.
De acordo com a Quarta Convenção de Genebra e a
Convenção da
ONU pelos Direitos da Criança
,
ambos acordos assinados por
Israel,
o estado israelense tem a obrigação de permitir que as
crianças palestinas tenham acesso à educação, presas ou não.

Essa é mais uma violação israelense da
Lei Internacional.
Edição 33
30 de outubro de 2006
**************************
JORNAL ORIENTE MÉDIO VIVO
fundado em 20 de fevereiro de 2006
Fontes de pesquisa:
Website ativista Palestine Monitor
(www.palestinemonitor.org)
Website ativista Electronic Intifada
(www.electronicintifada.net)
As informações e pontos de vista nesse newsletter publicadas não necessariamente retratam os pontos de vista daqueles envolvidos no seu processo de criação.
Para qualquer crítica, sugestão, ou comentários, por favor enviar e-mail para:
orientemediovivo@gmail.com
Acesse também o novo website oficial do newsletter Oriente Médio Vivo em:

www.geocities.com/orientemediovivo

“A verdade é o único campo seguro para se estar”
– Elizabeth Cady Stanton ( 1815 – 1902 )

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PELA LIBERDADE DO POVO PALESTINO

É nossa obrigação como cidadãos decentes, seres humanos dignos, divulgar essas atrocidades contra o POVO PALESTINO e EXIGIR PUNIÇÃO aos malfeitores!

70 VIDEOS CRIMES - ISRAEL
70 VIDEOS CRIMES NAZISRAEL
OCCUPATION 101
Estou compartilhando este vídeo sobre o conflito entre Israel e Palestina para que ajude a divulgar a situação real dos fatos manipulados pelo jornalismo parcial.
Rabino Weiss ARRASA com o sionismo. Vão dizer que ele é anti-semita também?
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ENTREVISTA ILAN PAPPE
Entrevista concedida a Silio Bocanera no ano passado.
Illan Pape, judeu israelense, historiador da Universidadede Haifa, em Israel.
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AS NOTÍCIAS QUE O RESTO DO MUNDO NÃO VIU
Judeus anti-sionistas protestam em Telaviv contra o genocídio em Gaza
Judeus anti-sionistas prestam homenagem ao Presidente Ahmadinejad
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Duas crianças mortas e uma tornada paralítica pelos soldados ASSASSINOS de nazisrael.
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GAZA - ISRAELENSES ATIRANDO EM AGRICULTORES
Israelenses assassinos atirando em agricultores em Gaza.
Depois não querem que os denunciemos.
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Entrevista absolutamente esclarecedora. Imperdível.>.>Jamile Latif representante da Federação das>Entidades>Palestinas no Brasil>.>
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Gaza - Nazisionistas atiram em pescadores
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Jogador turco finca bandeira Palestina......no meio do campo num jogo do Sivasspor X Galatasaray.
vídeo:
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Menina chorando na praia
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Soldados nazisionistas quebrando os ossos dos palestinos.
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NAZISIONISTA ATIRA EM PRISIONEIRO PALESTINO
Esta é a rotina do povo palestino e de quem manifesta contra israel.....
liberdade de imprensa só na internet mesmo!
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NAZISIONISTAS NÃO POUPAM NEM JORNALISTAS
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NAZISIONISTAS ESPANCANDO CRIANÇAS isso tb é rotina!
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NAZISIONISTAS ROUBANDO TERRAS DOS PALESTINOS
Simples, eles chegam com um trator, com uma cerca dearrame e roubam a terra. E se alguém fala alguma coisa os nazisionistas gritam: NAZISTAS, VÃO PARA A ALEMANHA.
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MOÇA PALESTINA DESARMADA ENFRENTA SOLDADOS NAZISIONISTAS
Moça Palestina desarmada enfrenta soldados
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Sapatada no embaixador sionista na Suécia
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Nazisrael: Protesto barcelona em jogo basquete
Protesto em Barcelona em jogo de Basquetedia 05 Fev, 2009.
Platéia recebe time de basquete deTel-Aviv com bandeiras e gritos de: Israel assassino do povo Palestino.
Ótimo, vale à pena ver o vídeo:
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Testemunho de uma menina palestina sobrevivente em Zeitún..
AVISO: O TESTEMUNHO É FORTE DEMAIS..
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israel atira nos fazendeiros em Gaza
Israel nao quer que os fazendeiros trabalhem.
Mataram um a semana passada qdo o mesmo estava trabalhando na SUA terra..
O grupo ISM - International Solidarity Movement - estáa companhando os fazendeiros para evitar que tropas de Israel os mate enquanto eles estão cultivando a sua terra.
ABSURDO!!!!.
More informations: http://ingaza.wordpress.com/
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CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS ASSASSINADOS POR ISRAEL "MÉDICOS NA LINHA DE FOGO"
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As fotos das crianças mortas são bastante fortes>.>
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Agradecimento ao mundo pelo apoio aos palestinos>de Gaza>.>
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VÍDEO À MEMÓRIA DAS CRIANÇAS PALESTINAS
À memoria das crianças palestinas
Percebe-se porque tanto Yitzhak Rabin como Shimon Peres declararam, ainda na década de 1990, que desejavam que Gaza simplesmente desaparecesse, ou que sumisse no fundo do mar.
A existência de Gaza é um indício permanente das centenas de milhares de Palestinos que perderam suas casas para o Estado de Israel, que fugiram apavorados ou foram expulsos por temor à limpeza étnica executada por Israel há 60 anos, momento em que uma imensa onda de refugiados varria a Europa no pós Segunda Guerra Mundial, e um punhado de árabes expulsos de suas propriedades não importava ao mundo.
Mas agora o mundo deveria se preocupar.
Espremido nos poucos quilômetros quadrados mais densamente povoados do mundo, há um povo destituído, vivendo no isolamento, no esgoto, e, durante os últimos meses, na fome e no escuro, sancionados pelo Ocidente.
Gaza sempre foi insurrecional.
A "pacificação" sangrenta de Ariel Sharon, começando em 1971, levou dois anos para ser completada e não vaiser agora que conseguirão dobrar Gaza.
"É o lugar mais deplorável que já vi", disse Edward Said, certa vez, sobre Gaza.
"É um lugar terrivelmente triste devido ao desespero e à miséria em que vivem as pessoas.
Não estava preparado para encontrar campos que são piores do que qualquer coisa que eu tivesse visto na Áfricado Sul".
“A paz não passa pelo massacre” - Milton Hatoum
À memória de todas as crianças Palestinas que quando não morrem pelos ataques genocidas, morrem de FOME pelo boicote de israel:
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EXTREMISMO SIONISTA
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ÁRABES "MALVADOS" - HOLLYWOOD VILIFICANDO UM POVO
Árabes "Malvados"
Como Hollywood Vilificou um Povo
Documentário que expõe de maneira detalhada como o cinema de Hollywood, desde o início da sua história até os mais recentes blockbusters, mostrou os árabes de forma distorcida e preconceituosa.
O filme tem como apresentador o aclamado autor do livro “Reel Bad Arabs”, Dr. Jack Shaheen, Professor da Universidade de Illinois e estudioso do assunto.
O filme faz uma análise, baseado em uma longa lista de imagens de filmes, de como os árabes são apresentados como beduínos bandidos, mulheres submissas, homens violentos, sheiks sinistros ou idiotas perdulários, ou ainda como terroristas armados e prestes a explodir pessoas e lugares.
Uma maneira brilhante de mostrar em uma narrativa bem construída, como as imagens contribuíram e contribuem para formar os estereótipos em torno dos árabes, suas origens e sua cultura.
Para escrever o livro, o autor analisou mais de 900 filmes, o que possibilitou formar esta contra-narrativa, reforçando a necessidade de mostrara realidade e a riqueza da Cultura e da História Árabes.
O filme foi exibido em diversos festivais nos EUA, Europa e Mundo Árabe e recebeu o apoio do Comite Anti-Discrimição dos Árabes Americanos.
Filme completo legendado, para ver no Google Vídeo:
Em uma boa parte do filme fala de como Hollywood vilifica os palestinos e vitimizam os israelenses.
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SHAME OF ERTAS
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BARONESA REINO UNIDO DENUNCIA LOBBY ISRAELENSE
A baronesa denuncia os lobbies pró-Israel no Reino Unido e fala por experiência própria.
O video acontece na camara do Lords.
A camara dos Lordsé constituido por membros da nobreza herediários ou juizes(que se destacaram) aposentados etc etc.
Tem como funçao principal "retardar" as decisões da camara dos comuns (a camara eleita).
A baronesa é médica e foi membro da Camara dos Comuns (ou seja eleita) por muitos anos mas abandonou as eleições por pressões de seu partido (por posições anti Israel).
Em 2005 recebeu o titulo de baronesa (e ai passou a ter assento na camara dos Lords).
É membro do partido Liberal Democrata (o partido mais a esquerda na Inglaterra) e sempre foi militante da causa Palestina. E sempre pagou o pato por isso...
Sofreu todo tipo de pressões dentro do proprio partido porém NUNCA se retratou.
------------------------------------------------------Passou em 18/04/09 no SBT, Record e Band.
Pelo menos desta vez, a mídia comprometida teve a DIGNIDADE de mostrar a VERDADE.
MAIS UM CRIME DOS NAZISIONISTAS.
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PIOR QUE O APARTHEID
israel hoje tem um sistema contra os palestinos muito pior do que o antigo regime de apartheid da África do Sul.
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PALESTINA
Que este video não deixe de nos lembrar da luta e do sofrimento do povo Palestino!!
CANÇÃO INTERPRETADA POR MERCEDES SOSA.
TODA CONSTRUÇÃO FEITA NA AREIA TENDE UM DIA A DESMORONAR!!!
Liberdade a Palestina e ao Líbano.
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BOICOTE À CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE RACISMO
Racistas boicotam conferência da ONU
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Os judeus martelam tanto na nossa cabeça o holocausto judaico, mas não se esqueçam que há um dia onde os palestinos lembram o seu sofrimento também..
Os palestinianos chamam ao que lhes aconteceu em 1948, a Nakba – a palavra árabe para catástrofe.
Foi perpetrada por líderes sionistas que tencionavam formar o estado de Israel em terras palestinianas sem os palestinianos.
Durante a Nakba, quase um milhão de palestinianos (metade da população nessa altura) foram brutalmente afastados das suas terras, aldeias e casas, fugindo apenas comos bens que conseguiram levar.
Muitos foram violados,torturados e mortos.
Para garantirem que não haveria nenhuma razão para os palestinianos regressarem, as suas aldeias e mesmo muitas oliveiras e laranjeiras foram tão eficientemente arrasadas que sobram poucos restos visíveis.
Quando a Nakba terminou, tinha havido 31 massacres documentados e provavelmente outros. Cerca de 531 aldeias e 11 bairros urbanos foram esvaziados dos seus habitantes.
Os antigos nomes árabes das aldeias e ruas foram hebreizados.
Mesquitas e igrejas cristãs antigas foram destruídas.
Parques temáticos, florestas de pinheiros (árvores nãonativas da região) e colonatos israelitas foram estabelecidos sobre muitas das antigas aldeias palestinianas.
Tudo isto visava eliminar qualquer vestígio físico de que a terra tinha pertencido aos palestinianos.
VIDEOS"Al Nakba"--The Palestinian Catastrophe of 1948
Nakba Conference April 2008 .
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NAKBA - A CATÁSTROFE PALESTINA DE 1948
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Norman Finkelstein - 7 parts
Part 1
Part 2
-Ilan Pappé (at Oxford) - 4 parts
Part 1
Part 2
Part 3
Part 4
-I. Pappé 7 parts (at Plymouth)
Na Globo
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 1
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 2
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 3
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 4
The Ethnic Cleansing of Palestine - Part 5
Ilan Pappé Speaks on Anniversary of al Nakba
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Documentário: Welcome to inspection point (30 minutos)
Welcome To Inspection Point (Part 1 of 3)
(Part 2 of 3)
(Part 3 of 3)
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Jovens israelenses corajosos e honrados se postam contra o massacre do povo palestino.
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Uma israelense "um pouco" fascista. Sim, esse tipo de gente existe. São SIONISTAS. São fascistas.Apóiam genocídios. Estimulam genocídios.
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CRIANÇAS PALESTINAS
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VIDEO HAARETZ - SOLDADOS ISRAEL HUMILHANDO PALESTINO
Soldados do mais "ético" exército do mundo e da única "democracia" do Oriente Médio com um palestino algemado e vendado (procedimento padrão) humilhando-o.
O próprio soldado colocou o vídeo na internet.
Não é preciso entender o que eles estão falando para saber que é uma prática minimamente repugnante e nojenta.
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VIDEO MANIFESTAÇÃO A FAVOR DO ATAQUE A GAZA
Pois é...Os sionistas tentam explicar algo que um ser humano em condições normais nem tentaria. Ficaria sem palavras...
Nesse vídeo, alguns judeus que estavam ali simplesmente ficavam sem palavras diante das perguntas do reporter (que era judeu).
Essas pessoas que ficam sem palavras são as que não conseguem encontrar em sí os argumentos para defender uma barbárie e uma loucura.
No final do vídeo, o reporter judeu pergunta a uma senhora se ela o acha um bom judeu e ela responde que não, "voce não é um bom judeu".
São pessoas como essa senhora quese encontram num estado psicótico sem retorno...
VEJAM O VÍDEO E O REPÓRTER, UM JUDEU HONRADO, ARRASANDO COM OS SIONISTAS
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POLICIAIS ISRAELENSES HUMILHAM PALESTINOS
Tiraram do ar o vídeo do Haaretz, mas nós encontramos a mesma cena em outra fonte, aí vai:
" Nós temos um regime que não é menos tirânico que o dos aiatolás".
"É verdade, há liberdade em Israel, mas somente paranós, os judeus. Nós temos um regime que não é menos tirânico que o dos aiatolás: o regime de oficiais e colonos nos territórios. Mas o que temos a ver com qualquer coisa dessas ? No Irã policiais dispersam manifestantes com violência, eles atiram e assassinam. E o que nós fazemos?"
Gideon Levy.
Policiais israelenses humilham palestino e divulgam vídeo na internet
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PELO RETORNO DO PRESIDENTE MANUEL ZELAYA DE HONDURAS






O golpe militar em Honduras foi por petróleo. Sabiam dessa?


Ah, agora as coisas começam a ficar mais claras: tem petróleo na jogada golpista de Honduras.

Os interesses econômicos que sustentam o golpe em Honduras


Honduras tem muito petróleo, conforme mostraram as prospecções feitas por uma empresa norueguesa há um ano, a pedido do presidente Zelaya.

O presidente deposto acionou judicialmente as empresas estadunidenses que vendiam petróleo caro a seu país e se juntou ao grupo Petrocaribe, criado pela Venezuela.

O projeto de Zelaya para a nova Constituição previa que os recursos naturais de Honduras não poderiam ser entregues para outros países.


O artigo é de Frida Modak, ex-secretária de imprensa do presidente Salvador Allende.


Frida Modak - ALAI-AmLatina


Completou-se um mês do golpe de Estado em Honduras e, como em toda a ditadura, se mantém o Estado de Sítio, as garantias individuais existem só no papel e os poderes Legislativo e Judiciário são um apêndice do regime de fato.

Os hondurenhos, assim como a quase totalidade dos povos latinoamericanos, já viveram essa realidade antes e a rechaçam.

A comunidade internacional também rechaçou o golpe de 28 de junho e adotou acordos claros de condenação aos golpistas, demandando a restituição em seu cargo do presidente constitucional Manuel Zelaya. Mas as coisas já não são tão claras nem categóricas e os motivos são alheios aos interesses do povo hondurenho e dos latinoamericanos em geral.

Da mesma maneira, as justificações dadas pelos golpistas não são verdadeiras porque o golpe serve aos interesses do grupo de poder encabeçado pelo ex-vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, cujos operadores há tempo pululam pela região e buscam infiltrar-se nos governos.

O grupo de Cheney, do qual são parte também os Bush, se interessa fundamentalmente no petróleo, por isso INVADIRAM o Iraque e o Afeganistão, AVANÇARAM CONTRA o Irã e TENTAM DERRUBAR o presidente Hugo Chávez, fazem o mesmo com Evo Morales, ATACAM o presidente equatoriano Rafael Correa e DESEJAM o petróleo cubano da zona do golfo do México.

HONDURAS TEM MUITO PETRÓLEO, como disse Gerardo Yongno dia 19 de julho.

As prospecções foram feitas por uma EMPRESA NORUEGUESA há um ano, CONVOCADA pelo presidente Zelaya que, como já foi informado, ACIONOU JUDICIALMENTE as empresas estadunidenses que VENDIAM PETROLEO CARO a seu país e se juntou ao grupo Petrocaribe, criado pela Venezuela.

A empresa norueguesa que fez as prospecções e as financiou,entregou um relatório ao governo de Zelaya e ficou comuma cópia que pode negociar com empresas que estejaminteressadas na informação sobre essas reservas. Para além disso, porém, e isso se sabia, se fosse aprovadaa consulta destinada a determinar se deveria ser instalada a quarta urna nas eleições de novembro, na qual se votaria sim ou não à convocação de uma Assembléia Constituinte, o projeto de Zelaya na eventual nova Constituição era estabelecer que OS RECURSOS NATURAIS DO PAÍS NÃO PODERIAM ser entregues para outros países.

Em conseqüência, o PRETEXTO para o golpe de Estado foia consulta sobre a quarta urna, mas o objetivo foi EVITAR que se pudesse ditar uma Constituição que impedisse apoderar-se do petróleo hondurenho.

Nessa conspiração, estiveram Otto Reich e sua “fundação” Arcadia, e o embaixador estadunidense em Honduras, Hugo Llores, nomeado pelo governo de Bush e Cheney. Mas também participaram do complô os donos dos meios de comunicação, porque se estimava que a nova Constituição deveria promover uma DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA do espectro radioelétrico, garantindo a participação dos grupos comunitários. Daí a desinformação que sai hoje de Tegucigalpa.


As mediações


Na reunião da Assembléia Geral da OEA, realizada em São Pedro Sula, Honduras, viu-se que a secretária de Estado dos EUA NÃO GOSTOU da intervenção do presidente Zelaya em defesa da revogação da expulsão de Cuba desse organismo.

Dado o escasso conhecimento da sra. Clinton sobre a América Latina e estando ela rodeada de funcionários do “establishment” e de outros mais perigosos, como JOHN NEGROPONTE, sua reação ao golpe hondurenho foi superficial, assim como foram vagos os comentários iniciais feitos pelo presidente Obama.

Quando toda a América Latina e o Caribe, a Assembléia Geral das Nações Unidas e a União Européia já categoricamente o golpe e pediam a restituição de Zelaya, os EUA modificaram seu discurso e o Departamento de Estado propôs a mediação do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, em um contexto que pedia, na verdade, ocumprimento dos acordos das entidades internacionais.

Arias, que não foi “o” pacificador da América Central, porque foram muitos, e que recebeu um prêmio Nobel da Paz destinado originalmente a Costa Rica por ser umpaís sem exército, aceitou a mediação e entregou uma proposta que foi rechaçada pelos golpistas porque defendia a restituição de Zelaya na presidência. Então, elaborou outra fórmula,que satisfaz melhor os INNTERESSES estadunidenses, na medida em que converte Zelaya em uma figura decorativa e antecipa as eleições de novembro, com o que se passa um borrão, zera-se a conta, e o golpe de Estado desaparece em um passe de mágica.

Esta segunda proposta tropeça no mesmo obstáculo; o regimede fato sequer aceitou a restituição de Zelaya no cargo de presidente e deu início a uma farsa mediante a qual “consultarão” os outros poderes.

O Legislativo se reuniu e tratou de vários pontos da proposta, menos o relativo à restituição do presidente.

O poder Judiciário tampouco aceitou esse ponto, sobretudo pelo fato de que o presidente da Corte Suprema já reconheceu que ele também poderia ocupar a presidência de acordo com a “Constituição”, justificando o golpe como “um caso de necessidade”.

Neste contexto, o secretário geral da OEA buscou outros mediadores: os ex-presidentes Ricardo Lagos, do Chile,e Julio Maria Sanguinetti, do Uruguai, aos quais se somaria o peruano Rafael Pérez de Cuellar, ex-secretário geral da ONU.

Ao escrever estas linhas ainda não havia sido formulada a idéia, mas outra equipe mediadora implicadar mais tempo ao regime de fato e, com isso, pode-se terminar avalizando a trapaça para chegar às eleições de novembro ou antecipá-las, deixando o golpe de Estadono limbo.


Os golpistas


Como se tornou visível, os golpistas vivem em um passado muito passado.

Quando se reuniram no Congresso para “substituir constitucionalmente” a Zelaya, a sessão parecia com a de uma confraria de séculos atrás, com todo um cerimonial que já não é empregado em parte alguma.

Seus chanceleres dão uma idéia do segmento social que representam.

Ortez, o primeiro deles, retratou a todos quando disse a respeito de Barack Obama: “esse negrinho não sabe onde fica Tegucigalpa”.

Mudaram-no de lugar, mas quando foi falar do secretário geral da ONU, repetiu a dose: “esse chinesinho que não me recordo como se chama”.

Ortez já está em sua casa, mas por ser imprudente e não porque suas palavras não representem o pensamento da soberba oligarquia hondurenha que tomou o poder, entre os quais há muitos com aparência de “negrinhos” e “chinesinhos” que não se vêm a sim mesmo como tais, mas sim ao povo que desprezam.

Portanto, o desafio que representa a reação popular ao golpe é intolerável.

O grupo golpista é liderado por Roberto Micheletti,um empresário do setor de transporte que fez fortuna.

Nunca conseguiu que seu partido, o Liberal, o nomeasse candidato à presidência; perdeu em todas as oportunidades que tentou e tem a fama de homem bruto.

Na Secretaria de Defesa dos Direitos da Mulher há três denúncias contra ele, sendo que nenhuma delas foi levada adiante pelo órgão.

Um dos incidentes ocorreu na reunião de seu partido que definiu o candidato presidencial do Partido Liberal para as eleições de novembro.

Micheletti não só perdeu, como foi vaiado pelos assistentes.

Como prêmio de consolação, deram a ele a presidência do Congresso e quando ia subir no palanque do encontro, uma jovem do grupo de protocolo, chamada Suyapa, pediu que ele esperasse um momento porque não tinham terminado de colocar as cadeiras.

Irritado pelas vaias que havia levado, Micheletti desferiu um tapa na cara de Suyapa, causando-lhe um corte na boca.


Um mês de protesto popular


Desde o momento em que os hondurenhos se inteiraram do golpe de Estado, é preciso recordar que os meios de comunicação foram censurados, e os protestos têm sido permanentes.


Os manifestantes estão na rua todos os dias e não estão dispostos a ceder.


A imprensa dos EUA reconheceu isso e realizou pesquisas rápidas junto aos manifestantes.

Eles responderam que Zelaya foi o primeiro Presidente que havia se preocupado com eles e que com quem podiam falar sem termos sobre seus problemas e aspirações.

O resultado dessas pesquisas foi publicado pelo Washington Post.


Em Honduras, que tem um pouco mais de 7 milhões de habitantes, a maioria é pobre, mas há cerca de 1,5 milhão que são absolutamente pobres.


O governo de Zelaya começou a se ocupar dessa parcela da população através do programa Rede Solidária, coordenado pela esposa do mandatário.

Para determinar o grau de pobreza, tiveram que fazer uma medição baseada em averiguar se comiam.

E se a resposta fosse afirmativa, perguntar o quê e quantas vezes ao dia.

Também foi preciso estabelecer onde e como viviam, se era em casas, se essas casas tinham portas e janelas, se tinham algum serviço, porque não tinham trabalho nem endereço fixo. Cerca de 200 mil famílias já tinha sido incorporadas ao programa e, desde o início do golpe, não recebem ajuda alguma.

Inclusive é possível que não alguns nem saibam o que ocorreu; outros saberão por causa da repressão.

No entanto, apesar do Estado de Sítio e do toque de recolher, aumenta a cada dia o número dos que chegam a El Ocotal, na Nicarágua, para somar-se ao acampamento daqueles que apóiam o presidente Zelaya, que se encontra ali, depois de ter ingressado em território hondurenho (e retornado).

O presidente solicitou às Nações Unidas o status derefugiado e a ajuda correspondente a todos os que estão ali para acompanhá-lo, porque se regressarem a Honduras estão ameaçados com uma condenação a seis anos de prisão por “traição à pátria”, a qual, pelo visto, só pertence aos golpistas.

Ao longo desta semana, estão convocadas greves e muitas outras manifestações de protesto.

A pergunta que fica é até que ponto podem seguir sendo ignoradas e reprimidas em defesa de interesses alheios e de um governo ilegítimo.

Ainda mais quando essa manipulação aponta também para toda a América Latina e para as instituições criadas recentemente: Unasul, Mercosul, Alba, Petrocaribe, Banco do Sul, Grupo do Rio e alguma outra que me escapa agora, na medida em que priorizam os interesses da região.


Frida Modak é jornalista, foi secretária de imprensa do presidente Salvador Allende, no Chile.

Tradução: Katarina Peixoto

A REALIDADE DA GUERRA CONTRA O IRAQUE

Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 1/3


Dahr Jamail relata a trageda da Invasão Americana no Iraque




Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 2/3



Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 3/3

sábado, 12 de setembro de 2009

MANIFESTO DE GANDHI

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi o grande líder hindu na luta pela independência da Índia do colonialismo inglês.

Com sua filosofia de não-violência, tornou-se conhecido e admirado internacionalmente.Trata-se simplesmente de uma das grandes almas reencarnadas na terra do Ganges, com a missão de espalhar os ideais da paz entre os homens.


Sem dúvida alguma, Gandhi foi um avatar* enviado para ensinar aos homens da Terra as artes de Shanti**.


"A única revolução possível é dentro de nós"


Não é possível libertar um povo, sem antes, livrar-se da escravidão de si mesmo.


Sem esta, qualquer outra será insignificante, efêmera e ilusória, quando não um retrocesso.


Cada pessoa tem sua caminhada própria.


Faça o melhor que puder.


Seja o melhor que puder.


O resultado virá na mesma proporção de seu esforço.


Compreenda que, se não veio, cumpre a você (a mim e a todos) modificar suas (nossas) técnicas, visões, verdades, etc.


Nossa caminhada somente termina no túmulo.Ou até mesmo além...


Segue a essência de quem teve sucesso em vencer um império...


PENSAMENTOS MAHATMA GANDHI sintoniasaintgermain sintonia saint germain

"A minha fé mais profunda é que podemos mudar o mundo

pela verdade e pelo amor."

Gandhi


"Quem busca a verdade,quem obedece a lei do amor,


não pode estar preocupado com o amanhã".


( MAHATMA GANDHI)


"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido.


Não na vitória propriamente dita".


( MAHATMA GANDHI)


Mohandas Karamchand Gandhi (Devanagari मोहनदास करमचन्‍द गान्‍धी), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") (Porbandar, 2 de Outubro de 1869Nova Déli, 30 de Janeiro de 1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução. (Ver também: Mahatmas).
O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).


Manifesto de Gandhi sobre os judeus na Palestina*



M. K. Gandhi
Harijan, 26 de novembro de 1938

In M.K.Gandhi, My Non-Violence
Editado por Sailesh K. Bandopadhaya
Navajivan Publishing House
Ahmedabad, 1960

Recebi muitas cartas solicitando a minha opinião sobre a questão judaico-palestina e sobre a perseguição aos judeus na Alemanha. Não é sem hesitação que ouso expor o meu ponto-de-vista.(1)
Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus. Eu os conheci intimamente na África do Sul. Alguns deles se tornaram grandes amigos. Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram. Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus. Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles. Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus.

No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça.
O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence.
Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar?
(2)
A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses.
É errado e desumano impor os judeus aos árabes. O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Os mandatos não têm valor. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.


O caminho mais nobre seria insistir num tratamento justo para os judeus em qualquer parte do mundo em que eles nascessem ou vivessem. Os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.


Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?(3)



Este pedido por um lar nacional oferece várias justificativas para a expulsão dos judeus da Alemanha.


Mas a perseguição dos alemães aos judeus parece não ter paralelo na História.


Os antigos tiranos nunca foram tão loucos quanto Hitler parece ser.



E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável.(4)


Se houver sempre uma guerra justificável em nome da humanidade, a guerra contra a Alemanha para prevenir a perseguição desumana contra uma raça inteira seria totalmente justificável. Mas eu não acredito em guerra nenhuma. A discussão sobre a conveniência ou inconveniência de uma guerra está, portanto, fora do meu horizonte. Mas se não pode haver guerra contra a Alemanha, mesmo por crimes que estão sendo cometidos contra os judeus, certamente não pode haver aliança com a Alemanha. Como pode haver aliança entre duas nações que clamam por justiça e democracia e uma se declara inimiga da outra? Ou a Inglaterra está se inclinando para uma ditadura armada, e o que isso significa?
A Alemanha está mostrando ao mundo como a violência pode ser eficientemente trabalhada quando não é dissimulada por nenhuma hipocrisia ou fraqueza mascarada de humanitarismo; está mostrando como é hediondo, terrível e assustador quando isso aparece às claras, sem disfarces. Os judeus podem resistir a esta organizada e desavergonhada perseguição? Existe uma maneira de preservar a sua auto-estima e não se sentirem indefesos, abandonados e infelizes? Eu acredito que sim. Ninguém que tenha fé em Deus precisa se sentir indefeso, ou infeliz. O Jeová dos judeus é um Deus mais pessoal que o Deus dos cristãos, muçulmanos ou hindus, embora realmente, em sua essência, Ele seja comum a todos. Mas como os judeus atribuem personalidade a Deus e acreditam que Ele regula cada ação deles, estes não se sentiriam desamparados.
Se eu fosse judeu e tivesse nascido na Alemanha e merecido a minha subsistência lá, eu reivindicaria a Alemanha como o meu lar, do mesmo modo que um "genuíno" alemão o faria, e desafiaria qualquer um a me jogar na masmorra; eu me recusaria a ser expulso ou a sofrer discriminação. E fazendo isso, não deveria esperar por outros judeus me seguindo em uma resistência civil, mas teria confiança que no final estariam compelidos a seguir o meu exemplo.


E agora uma palavra aos judeus na Palestina:


Não tenho dúvidas de que os judeus estão indo pelo caminho errado. A Palestina, na concepção bíblica, não é um tratado geográfico. Ela está em seus corações. Mas se eles devem olhar a Palestina pela geografia como sua pátria mãe, está errado aceitá-la sob a sombra do belicismo britânico. Um ato religioso não pode acontecer com a ajuda da baioneta ou da bomba. Eles poderiam estabelecer-se na Palestina somente pela boa vontade dos palestinos.


Eles deveriam procurar convencer o coração palestino. O mesmo Deus que rege o coração árabe, rege o coração judeu. Só assim eles teriam a opinião mundial favorável às suas aspirações religiosas. Há centenas de caminhos para uma solução com os árabes, se descartarem a ajuda da baioneta britânica.



Como está acontecendo, os judeus são responsáveis e cúmplices com outros países, em arruinar um povo que não fez nada de errado com eles.
Eu não estou defendendo as reações dos palestinos. Eu desejaria que tivessem escolhido o caminho da não-violência a resistir ao que eles, corretamente, consideraram como invasão de seu país por estrangeiros. Porém, de acordo com os cânones aceitos de certo e errado, nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos.
(5)



Deixemos os judeus, que clamam serem os Escolhidos por Deus, provar o seu título escolhendo o caminho da não-violência para reclamar a sua posição na Terra. Todos os países são o lar deles, incluindo a Palestina, não por agressão mas por culto ao amor.
Um amigo judeu me mandou um livro chamado A contribuição judaica para a civilização(6), de Cecil Roth.

O livro nos dá uma idéia do que os judeus fizeram para enriquecer a literatura, a arte, a música, o drama, a ciência, a medicina, a agricultura etc., no mundo. Determinada a vontade, os judeus podem se recusar a serem tratados como os párias do Ocidente, de serem desprezados ou tratados com condescendência.


Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites.(7) Eles podiam somar às suas várias contribuições, a contribuição da ação da não-violência.

* NOTAS COMENTÁRIOS CONEXÕES


Ao contrário do que falsamente apregoam aqueles que defendem a ocupação da Palestina como um direito do povo judeu, Gandhi nunca voltou atrás em suas declarações e jamais deixou de denunciar essa escandalosa brutalidade e evidente injustiça como imperdoável crime contra a humanidade.
Em várias ocasiões Gandhi reiterou enfaticamente as suas denúncias sobre a violência do terrorismo judeu contra o povo palestino, como se pode ver claramente nestas suas declarações a alguns meses antes daquela esquisita Assembléia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha:
Entrevista de Gandhi à Agência Reuter, Harijan, em 18 de maio de 1947:
Qual a solução para o problema da Palestina?
Isso transformou-se num problema quase insolúvel. Se eu fosse judeu, eu lhes diria: Não sejam ingênuos ao abrigar o terrorismo, porque assim vocês maculam uma causa que, de um outro modo, poderia ser uma pretensão justa. Mas, se for meramente por uma questão política, acho que não há nenhum valor nessa pretensão. Por que os judeus deveriam pretender a Palestina? Eles são uma grande raça e tem grandes dons. Durante alguns anos na África do Sul convivi com muitos judeus. Se fosse por uma aspiração religiosa, certamente não haveria lugar para terrorismo. Eles deveriam se encontrar com os árabes e se tornarem seus amigos, e não depender da ajuda britânica ou americana para salvar os descendentes de Jeová.
Resposta de Gandhi à pergunta formulada pela United Press of America, The Bombay Chronicle, em 2 de junho de 1947:
Qual, em seu íntimo, seria a solução mais aceitável para o problema da Palestina?
O completo abandono pelos judeus do terrorismo e de outras formas de violência.
Tornei-me acaso vosso inimigo porque vos digo a verdade?
Gálatas 4: 16
(1) A estatura ética e política de Gandhi é absolutamente incontestável, e os grandes homens do século XX até hoje, o tiveram sempre como exemplo a seguir e imitar.
A sua lucidez e a sua coragem ao denunciar a injustiça e a insolência do povo inglês sobre a Índia e sobre o povo indiano, são as mesmas que demonstra neste manifesto de repúdio à violência dos nazistas na Alemanha, e à injustiça e brutalidade da invasão dos judeus na Palestina.
Portanto, é bastante significativo que este documento sobre o horror e a injustiça impostos aos palestinos, nunca tenha sido divulgado ou comentado por nossos atentos analistas políticos, nem tampouco seja citado por eruditos ou catedráticos das nossas universidades.
A única exceção, em português, devemos à Drª. Kátia Mendonça, da Universidade Federal do Pará que em seu trabalho, Ética e política no pensamento de Buber e Gandhi, sem citar a fonte de onde retirou o texto, aborda este Manifesto há tanto tempo ocultado. Mas, não obstante estar a usar o nome e a autoridade moral de Gandhi, logo se percebe que a oblíqua intenção da autora é abrir um leque de rasgados elogios ao sionista Buber e invocar uma plêiade de intelectuais judeus para desviar a atenção do texto, e assim tentar justificar, de algum modo, a perversidade sionista e a criminosa invasão e ocupação da Palestina.
Além desse desvio da cátedra universitária para fins de proselitismo judeo-sionista, e da impertinente comparação entre Buber e aquele homem evidentemente superior, o Mahatma Gandhi, decorre que temos sido enganados, durante décadas, por todos esses — historiadores, sociólogos, jornalistas — que por obrigação profissional e moral, deviam informar e esclarecer os cidadãos. Lamentavelmente não foi assim que essas pessoas agiram; ao contrário: sistematicamente esconderam e escamotearam as denúncias e advertências que expusessem ao mundo, a crueldade, a ganância e a violência dos judeus na Palestina.
O expressivo exemplo da deselegância desses acadêmicos, continua em outros trabalhos divulgados pela imprensa, e em diversas páginas da web, como se fossem pesquisas sérias e imparciais; encontra-se à venda nas livrarias, obras assinados por professores doutores de universidades famosas, que no decorrer de leitura mais cuidadosa vão mostrando sorrateiramente, o mesmo viés e a mesma ladina intenção que a professora paraense não soube disfarçar tão bem.
Em várias dessas "obras de fôlego" sobre a questão palestina, é demasiado evidente — e esclarecedor — que entre as inúmeras citações de textos de autores judeus, não se encontre nenhuma que aponte para trabalhos de professores de universidades palestinas, obviamente os que mais de perto conhecem o processo da invasão e ocupação dos seus territórios e pátria ancestral.
Enfim, é um campo maliciosamente minado, por onde devemos andar com atenção, pois, ao contrário da límpida objetividade do texto de Gandhi, os trabalhos desses acadêmicos, desviam-se do ponto fulcral da questão para enfatizarem aspectos secundários, ou pormenores irrelevantes e, desse modo, darem ao leitor a falsa impressão de que está sendo corretamente informado.
Por isso, é ainda mais espantoso, o "esquecimento" e a tentativa de apagamento da fundamentada e isenta denúncia de Gandhi sobre a injustiça e a brutalidade da ocupação da Palestina:
"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."

(2) "........ Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? ........"
A oportuna sugestão de Gandhi ao indagar o porquê dos judeus não fazerem como os outros povos, decorre do fato histórico de estarem sempre envolvidos em fugas precipitadas ou invasões de terras prometidas e depois, também por ele conhecer a violência daqueles bandos de terroristas judeus como o Irgun, o Stern, o Haganah.
Já desde remota antiguidade, depois que Ramsés II, por algum grave motivo (que o bíblico narrador preferiu esquecer, ou contar de outra maneira) os expulsou do Egito, e depois que Iavé lhes prometeu as terras de Canaã (como se pode prometer bens e terras que pertencem a outros?) e Josué, com a celestial trombeta, demoliu as muralhas de Jericó e trucidou os seus habitantes, a história do "povo escolhido" tem sido esse interminável rol de intrigas e perfídias, traçando a obscura trajetória judia, até à invasão da atual Palestina, desta vez através de chantagens e subornos, tanques de sessenta e cinco toneladas e bombardeiros F-16.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Por que essa gente não faz como todos os outros povos nos países onde foram acolhidos, em lugar de estarem constantemente criando esse interminável mal-estar e constrangimento em todas as épocas e em todos os continentes por onde andaram? Por que essas pessoas não mudam as suas condutas e os seus procedimentos, em vez de acusarem perpetuamente a humanidade pelo resultado de suas próprias atitudes? Ou eles ainda acham que a humanidade inteira está errada, e que o "povo escolhido" é o dono da verdade? Se, como argumentam, apenas postulam o direito por uma pátria espiritual a fim de preservar a "identidade judaica", porquê eles, em vez de usurparem as terras de outro povo, não fazem como os católicos de todo o mundo, cuja pátria espiritual, o Vaticano, ocupa apenas algumas quadras, sem muralhas e sem canhões? Essas perguntas ocorrem a qualquer pessoa, mas as respostas a essas questões nunca foram convincentes, nem para alguém de tão boa vontade quanto o Mahatma Gandhi.

(3) "Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?"
Essa pergunta de Gandhi, também não é uma pergunta casual, ou meramente retórica, ao contrário, é o ponto focal da questão: Afinal, que Estado, ou povo, beligerante e expansionista como o judeu, não gostaria de ter os seus patrícios dirigindo — à vontade — os mais altos cargos e postos nos órgãos de segurança e de administração dos outros países?
Só os muito distraídos ainda não perceberam como os israelitas — com a sua habitual desfaçatez — vão usufruindo, descaradamente, as vantagens dessa indecente aberração:
Henry Kissinger e Alan Greenspan, o anterior presidente do Fed (o banco central "americano") cujo cargo foi ocupado pelo também judeu Benjamin Schalom Bernank, são claros exemplos, entre alguns milhares de cidadãos de origem judaica, nem sempre tão em evidência, mas que estão atuando, à vontade, em todas as camadas das nossas sociedades, nos governos, nas universidades, na imprensa, no mundo da arte, na indústria de diversão e suas obscuras e perversas ramificações, no cinema etc.. Isso é notório e irrefutável e, até certo ponto, "normal", não fosse essa flagrante incompatibilidade de intenções, ou descarado conflito de interesses. Por exemplo: poderia alguém, honestamente, propor Henry Kissinger (judeu-alemão naturalizado americano) como mediador entre palestinos e judeus?
Logo ao término da II Guerra Mundial, Henry Kissinger já era o Chefe da Contra Espionagem do Exército Americano; depois foi Assessor da Casa Branca, e a seguir, Secretário de Estado durante dois governos; agora é o Presidente da Comissão Independente de Inquérito sobre o 11 de setembro...
Para que essa esquisita situação das agências de inteligência americanas — e as dos outros países — não venha a se tornar um escândalo público, de tempos em tempos, para reiterar a sua "independência" e "soberania" junto à "opinião pública", os governos mandam prender um ou outro espião judeu a serviço dos interesses de Israel... Então, tudo volta ao normal, e os outros, continuam... à vontade.
Por aqui, não é difícil imaginar como estarão os nossos órgãos de segurança nacional, ou as nossas agências de pesquisa nuclear e espacial... Ainda agora, num "acidente" muito mal explicado, foram pelos ares juntamente com um foguete e a plataforma de lançamento, todos os engenheiros, cientistas e técnicos daquela equipe do nosso projeto aeroespacial. Um prejuízo incalculável na perda de vidas humanas e de saberes específicos em diversos ramos da ciência e da tecnologia nacional.
"Não admitiremos um outro Japão ao sul do equador." Henry Kissinger
Citado por Bautista Vidal em entrevista à revista Caros Amigos.
Com patrícios sempre tão bem posicionados, porquê Ben Gurion, ou Ariel Sharom, ou qualquer outro Primeiro Ministro de Israel, iam precisar de um serviço secreto, senão para justificar a origem dos movimentos de exata eficiência sugeridos aos terroristas do Irgun e do Stern, e agora às suas forças armadas, por esses mesmos "leais" cidadãos que foram acolhidos e abrigados em outros países de qualquer parte do mundo? Hoje podemos perceber, pelo decorrer da História, essa ancestral estratégia israelita, ou hebréia, ou judia, ou sionista, de induzir e incitar animosidades entre os povos e as nações, desde o antigo Egito e por toda a Idade Média, intrigando uns contra os outros, provocando conflitos locais e mundiais, cujos desastrosos resultados só interessam aos judeus e ao sinistro Congresso Mundial Judaico.
O chamado "conflito oriente-ocidente" é uma ladina falácia da imprensa judeo-sionista: São os judeus que odeiam tanto o islamismo, quanto o catolicismo. É a brutal ocupação da Palestina, e o expansionismo judeu que está contra os povos e as nações. O Vaticano exalta a paz entre os homens de boa vontade, ao contrário dos governos fantoches, europeus e americanos, tanto do norte, quanto do sul, reféns do tentacular lobby do judaísmo internacional.
Em todas as nações onde estão instalados — atropelando os órgãos competentes, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, e em grosseira afronta aos governos e às instituições nacionais — surgem inúmeras organizações judaicas como a criminosa Liga Anti-Difamação, ou a hipócrita Beth-Shalom e centenas e centenas de outras, ou "nacionais" ou estrangeiras, sempre com as mais variadas aparências e fachadas, mas cuja implícita e verdadeira função — além da disseminação de informações deturpadas e de contra-informação — é monitorar e patrulhar insolentemente, os cidadãos nacionais que tenham opiniões diversas daquelas da conveniência e dos interesses judaicos e da indecente Inquisição Sionista.
O Mossad, e as outras agências ditas de inteligência israelitas, não passam, em realidade, de gangues de psicopatas homicidas e de grupos de facínoras, para execuções extrajudiciais e assassinatos seletivos, em qualquer país ou região do planeta.
As ações de intimidação dessas "entidades religiosas", ou "organizações não governamentais", nem sempre dissimuladas, vão desde insinuações maldosas, dificuldades e empecilhos criados no ambiente de trabalho — com estratégias semelhantes às do assédio moral — até à perda de cargos e empregos, ou mesmo destruição de carreiras profissionais — o que é uma espécie de lento assassinato — e por fim, a assassinatos, como o de Naji Al-Ali.
Os recursos para sustentar essas organizações parasitas não vêm — como se faz entre as pessoas honestas — das suas comunidades e associações judaicas, ou dos abarrotados cofres dos banqueiros internacionais, mas são ladinamente subtraídos dos nossos próprios bolsos, através de certas "leis de incentivo" e de outras brechas e desvãos, por onde se exaurem aqueles recursos públicos que deviam ser destinados ao bem-estar e à educação do nosso povo.
Esses cidadãos com "duplo lar" têm acesso a segredos de estado e militares, e a tecnologias de ponta das nações mais desenvolvidas. Qualquer estratégia, seja de relações exteriores, seja da área econômica, ou em educação, ou na saúde, em qualquer país, sempre será do conhecimento de Israel muito antes de ser efetivada ou abandonada, assim como pesquisas avançadas, desenvolvidas em qualquer departamento ou instituto das nossas universidades.
É assim que é "produzida" a tão alardeada "tecnologia de ponta israelense" e a maioria dos Prêmios Nobel de que se jactam certos grupos judeus.
Por exemplo, a vacina "Sabin" (vacina oral de aplicação em gotas contra a poliomielite) em realidade foi descoberta e desenvolvida por alunos residentes do departamento chefiado pelo médico judeu Albert Sabin, o qual imediatamente registrou em seu próprio nome, como se fosse obra sua, a descoberta daqueles talentosos jovens, ingenuamente distraídos dos trâmites de registro de patentes, ou dos créditos por suas pesquisas e trabalho acadêmico.
Com essa mesma "genialidade", Albert Einstein já havia se apropriado do trabalho desenvolvido pelo matemático e filósofo francês, Henri Poincaré. Contudo, apesar da insistente campanha de instituições judaicas e da furiosa publicidade e propaganda sobre os méritos de Einstein, Cesar Lattes, assim como outros perquisadores, nunca se esquivou de denunciar esse roubo e essa fraude praticada pelo venerado cientista judeu.
Essa notável e esquisita característica da "inteligência judia", avança por todas as outras áreas do esforço humano; assim com na Física, também na Filosofia, ou na Psiquiatria, e até no chamado "milagre" das fazendas e granjas judias na Palestina, sempre se encontrará alguma espécie de roubo e de fraude: O decantado sucesso da "agrotecnologia israelita" só existe como o óbvio resultado do criminoso desvio das águas do rio Jordão e de outros importantes mananciais, o que vem provocando a acelerada degradação e desertificação daquelas antigas terras e campos, cuidadosamente cultivados por gerações e gerações de agricultores palestinos, desde tempos imemoriais.
Não é por acaso, nem por coincidência, que os enaltecidos sucessos da "genialidade" e competência israelitas, sempre sejam fruto de alguma espécie de ladino "desvio".
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Jung sabia muito bem do que estava falando; e é natural que nem todos concordem com o elevado pensamento do Mahatma Gandhi quando este diz que os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses. Sobre essa espécie de "dupla cidadania", Simon Wiesenthal, o mórbido "caçador" de nazistas, desprezando a sabedoria de Gandhi, afirma com o seu rancoroso nacional-socialismo judaico, e de maneira muito clara, que não há judeus franceses, ou judeus ingleses, e sim judeus que moram na França, ou judeus que moram na Inglaterra.
Insolentemente dizem o que querem, de acordo com as circunstâncias e conveniências, ou com o que lhes seja mais proveitoso e lucrativo em qualquer lugar ou país. Se agora são brasileiros, de uma hora para outra também irão dizer que não são brasileiros, mas apenas judeus que eventualmente moram no Brasil. Entretanto, a morte, a dor, a humilhação que levam à Palestina, e a outras nações do Oriente Médio, são mostradas na televisão, como se fosse um problema distante e localizado, sem graves conexões com outros países e nações, nem com o Brasil.
A descomunal vantagem em equipamentos militares — com recursos "drenados" de todos os países do mundo, sejam pobres ou ricos — informações estratégicas e influência diplomática, faz com que Israel não mais contenha a sua truculência nos territórios ocupados, nem a sua insolência na construção de mais e mais "assentamentos" de ladrões de terras por trás daquela vergonhosa muralha da prepotência judaica.
E o mundo, entorpecido, ou pela fome, ou pela desinformação — ou contra-informação — ou pelo egoísmo e preguiça das classes privilegiadas, assiste, atônito, à escalada da arrogância e da brutalidade israelitas.
A miséria que foi imposta ao Afeganistão, primeiramente por russos e depois por americanos — tanto faz, não importa qual é a marionete da vez — vai se espalhando, como mancha de tinta derramada sobre o mapa do Oriente Médio, à volta do usurpador judeu.
Logo será a vez de outras nações, pois, em sua ganância expansionista, Israel já exige que os seus títeres americanos e ingleses, ou de qualquer outra nacionalidade, ataquem aquelas nações islâmicas que não aceitam o jugo ocidental (leia-se capitalismo predatório e decadência moral).
Quando outro desses países estiver suficientemente debilitado por pressões políticas, diplomáticas e econômicas, e as classes médias do ocidente acreditarem que é lá que fermenta o "Império do Mal", esse país será invadido e ocupado por aquele exército de robôs, como aconteceu ao Iraque e ao Afeganistão, e como parece que logo acontecerá ao Irã, à Síria, ao Líbano.
Por trás da estupidez dessas nações testas-de-ferro — cujos cidadãos arcam com os custos da guerra e com o grave ônus da responsabilidade moral e o julgamento da História — acoberta-se o macabro lobby judeo-sionista, o verdadeiro mentor do que vem acontecendo em todo o Oriente Médio, e não por acaso, à volta do arrogante Estado judeu, no grande cinturão das maiores reservas de petróleo do mundo.
Agora já se ouve, ainda em voz baixa, que "está na hora de democratizar o Grande Médio-Oriente". Nada menos; e assim — sem nenhuma sutileza — vai aparecendo a outra obscura acepção e serventia para a complacente e elástica palavra "democracia", descaradamente conveniente para o sinistro projeto sionista. (Por aqui também já se ouve, nem tanto à boca pequena, uns descarados ensaios para se "democratizar a Amazônia"; e Israel, muito solícito, já se oferece para ajudar na nossa esquisita reforma agrária... talvez com a vasta experiência daqueles "colonos" usurpadores das terras e fazendas palestinas ...?)

(4) "E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável."
Essa passagem também descreve admiravelmente o sionista Ben Gurion, e o genocídio que vem sendo perpetrado, desde então, contra o povo palestino por esses ministros-generais, sempre sob o olhar e o feroz aplauso e cinismo do povo judeu.
Auschwitz — o esquisito curinga da "argumentação" judeo-sionista, e desavergonhada "justificativa" para os hediondos crimes abençoados por seus fanáticos rabinos — avança em cada cidade palestina, em cada lar bombardeado, em cada raid dos tanques e helicópteros israelitas, e em cada gueto criado pela selvagem cupidez daqueles bandos de "colonos" judeus.
A indecente muralha, que já ultrapassa todas as medidas da dignidade humana, vai criando bolsões de miséria nas cidades, aldeias e povoados palestinos, somente comparáveis aos dos piores anos do Apartheid sul-africano. A cada ação do desvairado expansionismo israelita, demolindo casas e destruindo aldeias e campos cultivados com os seus macabros buldôzeres caterpillar, mais esses dirigentes judeus se assemelham aos piores carrascos da história da humanidade.
Aquela ferocidade que Gandhi referia com espanto e indignação, hoje é a indecente e mal disfarçada ferocidade racista apresentada pelos judeus em todo o mundo.

(5) "..... nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos."
Esta clara afirmação de Gandhi, apesar da sua inabalável postura de não-violência, ensina que a luta contra a injustiça e a barbárie israelitas, é um direito fundamental do povo palestino. Qualquer argumento que tente desvirtuar a importância do clamor da Nação Palestina por justiça — como faz o descarado "pacifista" judeu, Amos Oz — só pode vir daqueles que desprezam a justiça, e a dignidade do ser humano.
Israel, e as miríades de seus pequenos agregados e colaboradores — aqueles analistas-políticos e uns certos chefes-de-redação, cineastas, intelectuais e artistas aparentemente bem intencionados, uns professores universitários e outros do ensino médio — todos querem fazer crer que a Resistência desses povos e dessas nações contra a violência e injustiça que vêm sofrendo, seja uma simples questão de fanatismo religioso; como se a destruição de lares, habitações e lavouras de milhares de famílias, e o assassinato de parentes, amigos e vizinhos, não desencadeassem uma dolorosa revolta contra o Estado judeu e aqueles que o financiam.
A Intifada — a Revolta das Pedras — não é um movimento de fanáticos religiosos: É a indignação justa de um povo que vem sendo roubado, humilhado, dizimado — há cem anos — em sua própria terra, em seu próprio país e pátria ancestral; também não é um conflito entre Oriente e Ocidente (como pretendem as intrigas judeo-sionistas e a venenosa maquinação contra o Islã e o Catolicismo) mas a heróica luta da Nação Palestina contra o usurpador judeu.
Para se compreender a matriz e a manutenção do horror imposto ao povo palestino, é preciso reparar que os dirigentes de Israel são escolhidos pelos eleitores judeus — não por acaso, nem por coincidência — entre os mais violentos terroristas do Haganah, do Irgun e do Stern: Esses grupos de extermínio — cujos chefes agora são ministros e generais de Israel — mataram e torturaram famílias inteiras e arrasaram centenas de pequenas aldeias e povoados palestinos, já desde antes de 1917. Há documentos e relatos terríveis sobre as desvairadas atividades dessas organizações judias.
Todos os dias, Israel segue cometendo assassinatos e atos de metódico terrorismo de Estado contra crianças, velhos e mulheres de uma espoliada Palestina e seu povo abnegado.
Os massacres de Sabra e Chatila, e os requintes de terror perpetrados em Jenín, Ramallah, Bethlehem e Nablus pelos fanáticos soldados judeus, mostram o que esses tristes seres humanos — psicologicamente deformados — conseguem entender por humanidade e civilização.
A completa ausência de arrependimento ou remorso, o comportamento amoral, e a fundamental incapacidade de aprender com a História, são características da perversão, não só da personalidade psicopata desses dirigentes judeus mas, principalmente, daqueles que votam, e cinicamente os escolhem para essa hedionda função de exterminadores do povo palestino.

E tão espantosa quanto a bestialidade do Estado judeu, enquanto executa o seu macabro plano de extermínio de um povo e de uma nação, é a covarde neutralidade, ou a preguiçosa indiferença e alienação, dos meus amigos, dos meus vizinhos, e das pessoas nas ruas que não se importam.
Também não são poucos os que se calam, constrangidos e intimidados por um certo tipo de insolente patrulhamento, pois temem ser caluniados e perseguidos, de várias maneiras, como se eles é que fossem racistas. Mas não podemos mais tolerar essa chantagem da hipocrisia judeo-israelita; não é sobre raças que estamos falando, mas sobre assassinos e ladrões.
Falamos sobre um país que assalta bancos com as suas forças armadas; sobre usurpadores de terras e fazendas palestinas; sobre psicopatas sionistas e a sua furiosa estratégia expansionista, arrasando campos cultivados, casas, fábricas, hospitais e escolas; sobre pessoas hipócritas que há várias décadas vêm choramingando por um holocausto judeu, enquanto vão cometendo atrocidades e imoralidades contra a humanidade; sobre a selvagem ganância e a feroz cupidez dos "colonos" judeus por terras alheias; e sobre as monstruosidades perpetradas por Israel e seu povo delirante.

Não acredito que alguém ousasse chamar Gandhi de racista, ou anti-semita, por expressar a sua indignação frente às atrocidades cometidas pelos judeus contra o povo palestino:

O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética.
Gandhi

A crescente mancha da invasão judia sobre a Palestina
Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
Gandhi

É espantoso como as forças de "defesa" judias invadem as terras palestinas, e imediatamente instalam aqueles bandos de "colonos" enlouquecidos pela sanha dos seus fanáticos rabinos.
As táticas desses ladrões de terras — provoque o fato e discuta depois — são as mesmas de gangsters que primeiro barbarizam e aterrorizam os cidadãos, para depois "negociar".

Esses bandidos "religiosos", fortemente armados com metralhadoras Uzi e fuzis M-16, são apoiados por tanques de guerra do exército judeu, e por grandes torres de vigia daquela indecente muralha judaica, num terrível gueto às avessas: Neste exato momento, o horror do holocausto acontece do outro lado.

A chamada "opinião pública" vem sendo amaciada e enganada — há muitos anos — por uma cuidadosa campanha muito bem arquitetada, em que os judeus se apresentam sempre como "as eternas vítimas" mas, aquelas vítimas sem voz é que surgem como terroristas... enquanto os seus jovens vão sendo torturados e assassinados, as suas mulheres desrespeitadas, as suas terras usurpadas, os mananciais criminosamente poluídos ou desviados, as suas casas bombardeadas, a sua pátria arrasada...

Agora, frente aos fatos que ninguém pode negar, ou esconder — como fizeram por tantas décadas — muitas perguntas, há muito tempo reprimidas, precisam de urgentes respostas:
— Que devasso deus é esse Javé que induz seus adoradores ao embuste, ao roubo, ao assassinato?
— Que sinistros rabinos são esses que abençoam o hediondo genocídio do povo palestino?
— Que espécie de gente é essa que constrói o seu lar sobre os cadáveres das suas vítimas?

(6) "A contribuição judaica para a civilização"...
Essa descarada propaganda, e a cínica autopromoção com os méritos alheios, é a velha e conhecida característica da arrogância judaica, como também o é a ladina falácia judeo-sionista ao tentar cunhar a expressão "judaico-cristã" para denominar a nossa milenar civilização católica — a qual emana da arte e da filosofia gregas, do direito romano, e da religião cristã — e, dessa maneira, insinuar que a contribuição hebréia para a cultura ocidental teria se estendido para além do velho testamento, ou para fora das sinagogas:
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Contudo, precisamente por essa peculiar característica judaica, só muito recentemente o judaísmo passou a ter alguma importância no ocidente; e essa estrangeira influência — absolutamente perniciosa, como agora se vê — vem gradualmente transpirando e emergindo, através da obscuridade da maçonaria e do não menos sinistro judeo-sionismo, em suas várias modalidades de atuação, enquanto procuram nos despojar da nossa herança histórica e, rancorosamente, denegar e destruir os nossos valores ancestrais:
"Nós julgamos sempre que o Cristianismo consiste em pertencer à Igreja e perfilhar certa fé. Na realidade, o cristianismo é o nosso mundo. Tudo o que pensamos é fruto da Idade Média cristã, até a nossa ciência; em resumo, tudo o que se move dentro de nossos cérebros é, necessariamente, moldado por essa época histórica que vive, ainda, em nós, pela qual estamos definitivamente impregnados e que representará sempre, no mais distante futuro, uma camada da nossa constituição psíquica, nisso se assemelhando aos vestígios que o nosso corpo traz do seu desenvolvimento filogenético. A nossa mentalidade, a nossa concepção das coisas, nasceu na Idade Média cristã, quer se queira quer não. A época das luzes nada apagou. A marca do Cristianismo encontra-se, até, presente na maneira como o homem quer racionalizar o mundo. A visão cristã do universo é, assim, um dado psicológico que escapa às explicações intelectuais."
C.G.Jung
O homem à descoberta da sua alma, Brasília Editora, Porto, 1975, p. 411.

(7) "Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites."
Se Gandhi tivesse assistido a esta escalada da imoralidade judeo-sionista, hoje não seria tão ameno em sua denúncia daquela "brutalidade sem limites" que agora atinge paroxismos nunca imaginados. O próprio Estado de Israel, tal como se mostra em sua estrutura
parasitária e tentacular, é uma aberração política e moral e imperdoável crime contra a humanidade. Nessa desavergonhada estratégia ancestral, os fanáticos rabinos do Congresso Mundial Judaico se mostram como "as eternas vítimas" mas insistem, cinicamente, que não há nenhuma conspiração em curso.
Há três mil e duzentos anos, Ramsés II já tinha visto essa mesma insídia e perfídia dentro do seu reino: Quanta inveja, quanto veneno, quanto rancor destilaram contra o brilho daquela avançada e poderosa nação que os havia recolhido — bando de analfabetos e esfarrapados nômades — e abrigado em sua sofisticada sociedade. Logo depois, os hicsos e os hititas, povos inimigos do Egito, se valeram da venenosa intriga e da ladina espionagem e traição de Moisés e de seus protegidos. Foram traídos exatamente por aquele que tinha sido protegido e educado por uma delicada princesa egípcia. Eis porquê os judeus foram expulsos... e dizem que a História não se repete... talvez para justificar essa dificuldade, ou a rígida incapacidade judaica de aprender com a própria História.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32
Se na conformação de nossas sociedades, alguém deve mudar alguma coisa em suas noções de ética e de convivência, sem dúvida devem ser aqueles que não costumam agir — como advertiu Gandhi — do mesmo modo como agem, naturalmente, todos os outros povos do planeta. Mas hoje parece que já não lhes basta a invasão e a ocupação da Palestina, que não lhes basta nos espionar e intimidar em nossos próprios lares, em nossas cidades e países, em nossa própria terra. Agora, em completo e arrogante desvario, já ameaçam os povos e as nações. Desprezam qualquer noção de sanidade e equilíbrio; não conseguem entender que além dos judeus, vivem neste mundo seis bilhões de seres humanos, e que não se pode enganar, nem calar tanta gente.
Apesar da estratégia orientada para desacreditar certos documentos e relatos esclarecedores sobre as suas obscuras atividades, e tentar ridicularizar o que eles chamam de "teorias de conspiração", a cada dia, mais evidente fica a insidiosa movimentação judeo-sionista; e a cada hora, a cada minuto, esse conluio vai se mostrando ainda mais insolente. Paralelamente ao recrudescimento da cínica campanha de falsificação dos fatos históricos — e violenta propaganda do "sofrimento" e da "superioridade" do povo judeu — através de filmes e desavergonhadas "descobertas" pseudo-histórico-científicas, em "reportagens" nos jornais e revistas e nas televisões, e em sites da web, também verificamos a criminosa sonegação de informações já nas fontes de pesquisa: As bibliotecas públicas e universitárias, vêm sendo alvo de vandalismo seletivo. Vários títulos e autores foram excluídos e eliminados dos fichários e estantes, com a conivência dos bibliotecários; outros, simplesmente vão sendo proibidos por força de leis forjadas, ou "reinterpretadas" à conveniência de última hora, como no tempo de Torquemada. Mas agora, contra essa indecente campanha obscurantista, somos nós que precisamos ler e comentar, com redobrada atenção, os livros e os textos proibidos pelo absurdo Índex judeo-sionista. Devemos procurar as edições citadas pela Academia Brasileira de Letras (Editora Civilização Brasileira, 1934 – 1938) pois algumas mais recentes — as que não foram proibidas — são incompletas e ladinamente modificadas, obviamente com o deliberado intuito de abalar a credibilidade e a legitimidade documental dos textos originais.
Ao publicarem os seus manifestos, Rogério César de Cerqueira Leite, Duas guerras que são uma só, e José Saramago, Das pedras de Davi aos tanques de Golias, diferentemente de outros intelectuais de língua portuguesa, tiveram a coragem e a honestidade de resgatar o direito à lucidez e à crítica; direito que vem sendo seqüestrado pela chantagem judeo-sionista, ao acusar de racistas, anti-semitas, ou reacionários, a todos os que não se deixam levar pelo jargão da propaganda judia de contra-informação.
Talvez por isso, muitos profissionais — historiadores, jornalistas, magistrados — fingem desconhecer indiscutíveis advertências, como as de Gandhi, e se esgueiram por entre falaciosos argumentos, ou certos textos de uns acadêmicos, para justificarem a sua frouxidão, ou esquisita moralidade. Quanta vergonha, quanta tristeza devem sentir esses homens e essas mulheres, já de idade madura, quando sozinhos à noite, vão se lembrando das tantas vezes que se omitiram e se esconderam, preguiçosos e acovardados.
Mas, quem sabe, talvez o exemplo de Rogério César de Cerqueira Leite e de José Saramago, ainda possa inspirar, a essas e a outras pessoas, as raras virtudes da coragem e da honra, e recuperar o significado daquele comentário do Mahatma Gandhi ao exortar os seus concidadãos para a luta contra o truculento usurpador: — O medo ainda tem alguma serventia, a covardia não.

Alfredo Braga - http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/gandhiepalestina.html


VOZES DA MAIORIA SILENCIADA

Occupation 101

Este documentário, dirigido por Sufyan Omeish e Abdallah Omeish, narrado por Alison Weir, fundadora do If Americans Knew, aborda a questão Israel-Palestina, discutindo os eventos a partir do surgimento do movimento Sionista até a segunda Intifada.

Trata de temas que nos recusamos a aceitar como existentes: limpeza étnica, genocídio do povo palestino, as relações entre Israel e Estados Unidos, as violações dos direitos humanos e abusos cometidos por colonos e soldados israelenses contra os Palestinos.

Como sempre a religião como foco, motivação e desculpa para as maiores atrocidades.



ONZE DE SETEMBRO

FOTOJORNALISMO

Vista das torres gêmeas do World Trade Center após os atentados de 11 de setembro de 2001.

Apesar do horror e das vidas inocentes que se perderam naquele dia, é preciso, para compreender o que de fato há por trás desta ignomínia, olhar para o Oriente Médio e suas contradições, para a posição dúbia que o Ocidente mantém com a região desde o início do século passado.

Se hoje o Oriente Médio é um território fértil para as ditaduras e para o extremismo religioso (de todas as vertentes) boa parte da responsabilidade é nossa.

Reprodução/Creative Commons.
Postado por Barone

HONDURAS RESISTE AO GOLPE DE ESTADO

Manuel (Mel) Zelaya - Legítimo Presidente de Honduras


Cholusat sur: Honduras se levanta

Las contradicciones y mentiras del gobierno de facto ya son tantas que incluso ellos mismos olvidan lo que dijeron o hicieron. Este fue el caso del recién pasado domingo en entrevista del periodista mexicano Jorge Ramos, de Univisión, al gobernante de facto Roberto Micheletti, le preguntó sobre las violaciones de la libertad de expresión en Honduras.


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Por: Roberto Quesada ::Escritor y diplomático hondureño.


Contrario a lo que podría pensarse, al anunciarse el recrudecimiento de las sanciones de los Estados Unidos en contra del gobierno de facto en Honduras, ha causado esperanza en el pueblo hondureño.
El anuncio de la Casa Blanca ha sido tomado como un acercamiento al final de la crisis política, y ha revitalizado la Resistencia que se mantiene en las calles desde hace 68 días.

El Congreso Nacional, con varios de sus diputados aliados a los golpistas, se ha reunido de emergencia, y en desesperados discursos han dicho que existen otras potencias como Canadá y Japón.
Tratando de interpretar a favor del golpismo lo emitido por los Estados Unidos, aseguran que al no haber calificado todavía el golpe de Estado como golpe Militar (Military Coup).
Las contradicciones y mentiras del gobierno de facto ya son tantas que incluso ellos mismos olvidan lo que dijeron o hicieron.
Este fue el caso del recién pasado domingo en entrevista del periodista mexicano Jorge Ramos, de Univisión, al gobernante de facto Roberto Micheletti, le preguntó sobre las violaciones de la libertad de expresión en Honduras.

Micheletti dijo que en Honduras había total libertad, cero represión, y que el periódico Tiempo, Cholusat sur, Radio Globo, estaban funcionando y diciendo cuanto querían sobre él.
La realidad otra, no han pasado ni dos semanas cuando la televisora Cholusat sur (www.cholusatsur.com) y Radio Globo (www.radioglobo.com), sufrieron el bombardeo con químicos por escuadrones enmascarados y sacados completamente del aire.
Esto fue denunciado en el organismo pertinente por el director de Cholusat sur, el periodista Esdras Amado López.
Por otro lado, las Fuerzas Armadas presentaron este jueves ante el Ministerio Público una denuncia por difamación contra el director de noticieros de Radio Globo, el periodista David Romero, quien manifestó que la denuncia interpuesta por su medio ante la Fiscalía, responsabiliza directamente a la institución castrense, por ser ellos los únicos que conocen dónde están los transmisores de Canal 36 y Radio Globo en el cerro Canta Gallo.
El gobierno de facto, através de los medios implicados en el golpe de Estado, ha intentado infructuosamente convencer al mundo de que la normalidad ha vuelto a Honduras, lo mismo había hecho en el interior del país al militarizar radio emisoras, canales de televisión, expulsar la prensa extranjera, amenazar de muerte a periodistas, y en principio logró su objetivo, pero con el paso del tiempo la farsa se ha venido desvaneciendo y día a florece la verdad.
Una de estas verdades es que las marchas conocidas como "camisetas blancas" de apoyo al gobierno de facto, es de gente que ha sido obligadas por las empresas a asistir y de no hacerlo despedirlas del trabajo, así mismo se ha pagado a gente desempleada y en otros casos se ha vestido a militares con la camiseta blanca.
De allí que las "camisetas blancas' solamente marchan entre lunes y viernes (días de trabajo), el fin de semana, mucha de esta gente, se une a las marchas de la Resistencia contra el golpe de Estado, según me confesó una lectora de una maquiladora, vía internet, que, por razones obvias, no puedo dar su nombre.
Cholusatsur.com ha regresado después de reponerse del atentado, es el único medio televisivo en donde puede verse la verdad de lo que está sucediendo en Honduras.
Otros medios dignos de credibilidad Diario Tiempo www.tiempo.hn (periódico tan democrático que hasta los columnistas y "analistas" golpistas tienen cabida); www.radiouno830.es.tl ; Radio progreso www.radioprogreso.orgy la ya mencionada: Radio Globo http://www.radioglobohonduras.com/
Hoy las noticias han causado, como se dice en Honduras, "canillera' a los golpistas.
Y para el pueblo hondureño la certeza de que el presidente Zelaya será restituido.
En todo Honduras, en las principales ciudades y los pueblos, la gente ha salido a las calles, y los susurros cada vez son más fuertes y prolongados de que la institucionalidad debe volver y los golpistas salirse del poder, por las buenas o por la fuerza.

Tradução: espanhol » português
Cholusat sul: Honduras sobe
As contradições e mentiras do governo de facto e são tais que nem mesmo eles se esquecem que eles disseram ou fizeram. Este foi o caso recentemente em uma entrevista no último domingo do jornalista mexicano Jorge Ramos, da Univision, o governante de facto, Roberto Micheletti questionado sobre as violações da liberdade de expressão em Honduras.
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* O Caim da América Latina!
Por: Roberto Quesada :: Escritor e diplomata, em Honduras.
Ao contrário do que se poderia esperar, o anúncio do agravamento das sanções dos Estados Unidos contra o governo de facto, em Honduras tem causado a esperança no povo hondurenho. O anúncio da Casa Branca tem sido tomado como uma aproximação para pôr fim à crise política e revitalizou a resistência que se mantém nas ruas durante os últimos 68 dias. O Congresso Nacional, com vários de seus deputados aliados ao golpe de Estado, reuniu-se em situações de emergência e em discursos desesperados disseram que outras potências, como Canadá e Japão. Tentar interpretá-la em favor de golpes emitidos pelos Estados Unidos, dizem que por ainda não qualificados como golpe golpe militar (golpe militar). As contradições e mentiras do governo de facto e são tais que nem mesmo eles se esquecem que eles disseram ou fizeram. Este foi o caso recentemente em uma entrevista no último domingo do jornalista mexicano Jorge Ramos, da Univision, o governante de facto, Roberto Micheletti questionado sobre as violações da liberdade de expressão em Honduras. Micheletti Honduras, disse que tinha total liberdade, supressão zero, e que o jornal Tiempo, Cholusat sul, Rádio Globo, estavam trabalhando e dizendo o que quisessem sobre ele. A realidade é outra, não se passaram duas semanas ou quando a estação sul Cholusat www.cholusatsur.com () e Rádio Globo (www.radioglobo.com), sofreu Seleção bombardeio químico completamente mascarado e retirado do ar. Isso foi relatado na agência relevantes para o diretor Cholusat sul, jornalista Esdras Amado Lopez. Além disso, as Forças Armadas na quinta-feira apresentada ao Ministério Público uma queixa por difamação contra o diretor da Rádio Globo, o jornalista David Romero, que alegou que o pedido apresentado por seu meio o Instituto, responsável diretamente para a instituição militar, por serem os únicos a saber onde estão os transmissores do Canal 36 e Rádio Globo no Cerro Cantagalo. O governo de facto, através dos meios envolvidos no golpe, tentou, sem sucesso, convencer o mundo que a normalidade voltou à Honduras, assim que teve dentro do país para militarizar estações de rádio, canais de televisão, expulsar a imprensa estrangeira, ameaçando matar os jornalistas, e na primeira vez que ele foi bem sucedido, mas ao longo do tempo a farsa foi desaparecendo dia realmente florescer. Uma dessas verdades é que a marcha conhecida como "camisas brancas" para apoiar o governo de facto é que as pessoas que foram obrigados pelas empresas a participar e não demiti-los do trabalho, para que ele tenha sido pago aos desempregados e Em outros casos, os militares vestidos para o clube. Assim, os "camisas brancas 'só vão de segunda a sexta-feira (dias úteis), o fim de semana, muitas dessas pessoas aderiram à marcha da resistência contra o golpe de Estado, diz-me um leitor de uma maquiladora, via internet, que, por razões óbvias, não posso dar seu nome. Cholusatsur.com está de volta após se recuperar do ataque, é o único meio de televisão, onde você pode ver a verdade do que está acontecendo em Honduras. Outros meios dignos de credibilidade www.tiempo.hn Jornal Hora (como colunistas de jornais democráticos e até mesmo os analistas "têm um golpe lugar); www.radiouno830.es.tl; progresso Rádio www.radioprogreso.org e os acima mencionados: Rádio Globo http://www.radioglobohonduras.com/ Hoje, a notícia causou, como indicado em Honduras "," armação do golpe. E para o povo hondurenho a certeza de que o presidente Zelaya serão devolvidos. Ao longo de Honduras, nas principais cidades e vilas, as pessoas têm ido para as ruas, e os sussurros estão ficando forte e prolongada que as instituições devem ir para trás e sair os líderes do golpe de força, por bem ou pela força.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

DIZENDO E ESCREVENDO

“Para escrever só existem duas regras: ter algo a dizer e dizê-lo”.
Oscar Wilde, escritor irlandês, 1854-1900

HUGO CHÁVEZ EM MOVIMENTO

Hugo Chavez rocks Moscow

Venezuelan President Hugo Chavez brings the house down with his multi-talented performance on stage in front a group of university students in Moscow.

Hugo Chavez gives emotional speech in Moscow

For the eighth time, Venezuela's President is visiting Russia. While in Russia, Hugo Chavez is expected to meet President Medvedev and Prime Minister Putin. But first he spoke before students at a Moscow University.



Chavez shopping for arms and energy deals in Moscow

Venezuelan president Hugo Chavez is in Russia on a shopping spree for weapons and new energy deals. On Thursday he is expected to meet President Dmitry Medvedev and Prime Minister Vladimir Putin.

EUA é o maior terrorista do Mundo disse Hugo Chávez. Vocês concordam com Chávez?


Império yanqui é o maior terrorista de todos os tempos

10 Septiembre 2009, 10:19 AM Moscou, Federação Russa.

- “Quem protege ao terrorismo, quem é terrorista?"

Assim questionou o presidente da República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías, a atitude do governo estadunidense, e lembrou que pese a que a Venezuela leva cinco anos pedindo a extradição de Luis Posada Carriles, autor da voadura do avião de Cubana de Aviação onde morreram todos seus passageiros, o governo dos Estados Unidos não tem dado resposta positiva.

Desde o auditório da Universidade Russa da Amizade dos Povos, em Moscou, o presidente Chávez assegurou que o império yanqui tem sido o maior TERRORISTA de todos os tempos.

“Hiroshima, Nagasaki, que foi isso? Na historia dos séculos não tem havido governo mais TERRORISTA nem ente mais TERRORISTA que o governo do império yanqui, o maior TERRORISTA dos tempos”.

Assegurou que no mundo reina o cinismo, e citou como exemplo que o presidente de facto de Honduras, Micheletti, tem saído a caminhar em uma concentração contra o presidente Chávez.

“É o colmo do cinismo que o ‘Goriletti’, saia a uma caminhada contra Chávez, ele foi imposto por um golpe militar, eu que tenho ganhado onze eleições”, assinalou o Presidente venezuelano.

O presidente Chávez disse que “na América Latina há uma revolução, já não é a revolução dos 60, nem as colunas guerrilheiras do Che Guevara.Agora, é uma revolução de massas, uma revolução pacífica e democrática, pero é uma revolução; uma revolução a que lhe estamos dando direção, porque as revoluções não se planificam, são como os vulcões, que vão acumulando força, assim com a revolução russa, a heróica revolução russa”.

Em este sentido considerou que o erro do século XX seja considerado por alguns pensadores como o século americano.

“Esse não foi americano, foi o século do mundo, como este século que está começando será o século do mundo novo”.

Para Ilustrar:

http://www.rnv.gov.ve/noticias/index.php…

http://www.youtube.com/watch?v=3nDvyAezy…

http://www.telesurtv.net/noticias/multim…

...como diria Sadam Hussein no período em que o Iraque estava sofrendo embargo econômico por parte dos norte-americanos "os Estados Unidos detém o poder da mídia, sendo assim chega a ser difícil de desmentir suas convicções".

terça-feira, 8 de setembro de 2009

MENSAGEM DE AMOR À PÁTRIA

Amor à Pátria

Tem se tornado comum utilizar a bandeira nacional em momentos de comoção, de torcida por jogos mundiais ou lutas partidárias.
Faz-se, então, do símbolo da Pátria um verdadeiro escudo, chegando-se inclusive a enrolá-la no próprio corpo, à guisa de vestimenta.
Agitam-se o verde e o amarelo em dias de euforia ou de profunda tristeza.
Apesar de tais manifestações explosivas, o que se verifica, no dia a dia, é um grande desamor ao solo pátrio.
Não é raro se ouvir afirmações pejorativas sobre o País, e as palavras: subdesenvolvido, terra de ignorantes e país de terceiro mundo surgem abundantes.
Faz-se referências aos problemas do País, comparando-o com o velho mundo e sua cultura.
Preciso é que não esqueçamos de que o Brasil é ainda um adolescente, com pouco mais de 500 anos.
O velho mundo conta com milênios de experiência. Natural que o adolescente, pela própria fase de autoafirmação, apresente turbulências e desacertos.
O de que carecemos é assumir verdadeira postura patriótica, que não significa simplesmente encher a boca e falar: Sou brasileiro, quando o País se encontre às vésperas de disputar campeonatos internacionais ou se destaca em algum outro campo.
Importante que tomemos consciência de que o País melhor somente se construirá a partir das consciências individuais esclarecidas e operantes.
Não podemos almejar que a corrupção desapareça do meio público se, em nosso lar, no relacionamento interpessoal, agimos como corruptos. Quem pode, em sã consciência, afirmar que trabalha pelo bem da comunidade brasileira?
Que temos feito para melhorar o padrão cultural do povo? Temos nos empenhado em alfabetizar um adulto? Temos nos oferecido para apadrinhar uma criança, permitindo-lhe o livre acesso à escola que a instrua?
Temos nos oferecido como voluntários para aprimorar o padrão de urbanismo em nosso bairro? Colocamos o lixo bem acondicionado em sacos, para evitar a exalação do mau cheiro, tanto quanto facilitado a tarefa dos nossos conterrâneos lixeiros?
Temos respeitado as leis ou ainda somos discípulos da doutrina do jeitinho brasileiro?
O País é sempre o retrato dos que o compõem. Feliz ou infeliz, nobre ou vil, é a soma dos indivíduos que nele se nutrem.
Honrados com a chance de habitar um País tropical, Coração do mundo e Pátria do Evangelho, cabe-nos o dever inadiável de realizar o melhor, por mínima parcela de gratidão que seja.
Quando assim procedermos teremos aprendido a lição do amor à Pátria, a terra em que renascemos ou que nos adotou. Nesse dia, sem medo, nos será permitido cantar com o compositor popular: Meu coração é verde, amarelo, branco, azul-anil...
* * *
Pelo processo da reencarnação habitamos países diferentes, em vidas diversas.
Isto nos dá a nota da fraternidade que deve reger as relações entre os povos.
Também a da gratidão para cada rincão que nos recebe, proporcionando-nos a possibilidade de renascimento que, em síntese, é sinônimo de progresso.

Redação do Momento Espírita.

O VALOR DAS MENSAGENS

Certo homem procurou um sábio que vivia numa choupana
à beira de um rio e lhe disse:
"Mestre, Tenho lido tantos textos sagrados,
Tantos livros inspirados,
Tantos pensamentos edificantes.
Tenho ouvido tantas palavras boas em sermões,
Em programas de rádio e televisão.
Entretanto,
Depois de algum tempo os esqueço,
não me lembro mais deles.
De que adianta então ?
Como pode isso me ajudar a melhorar a minha vida?"
~>

O sábio olhou para o homem e falou:
"Vê estes cestos sujos que estão ao lado da cabana?
Pega um deles e vai até o rio buscar água com ele."
O homem foi,
Encheu o cesto com água e voltou depressa à choupana.
Lá chegando, não havia mais água no cesto.
Novamente o sábio o enviou ao rio com a mesma incumbência.
Ele foi e, voltando, novamente a água havia escorrido do cesto.
Pela terceira vez ele teve de cumprir a tarefa e,...
A mesma coisa aconteceu!
~>

Então o sábio disse ao homem:
"Está bem, não conseguiste trazer água,
Porque ela escorreu.
Mas olha para o cesto.
Ele estava sujo e agora está limpo.
Assim são as boas palavras que lês e ouves.
Embora as esqueças,
Elas passaram pela tua mente,
Limparam seu interior,
Transformando-te,
Cada vez mais,
Na pessoa que deves ser,
Para a qual foste criada,
Para o teu bem E do teu próximo."
~>~>~>~>~>

domingo, 6 de setembro de 2009

MOMENTOS LÍRICOS

É TRISTE MAS É VERDADE

QUALQUER COINCIDÊNCIA COM CANDIDATOS VIVOS,
MORTOS OU
MORTOS-VIVOS...

... É MERA SEMELHANÇA



- Outubro de 2010. No bunker, quer dizer, no comitê eleitoral de um certo candidato... as notícias não são boas. (meu advogado mandou avisar que não tem nada a ver com o José Serra)
- Visite o Blog Bueno: http://joelbueno.blog.uol.com.br. É de graça!

É genial...o finalzinho é perfeito: "...até mamãe votou na Dilma..." e a Elis Regina:"... a vaidade é assim, põe o tonto no alto e retira a escada..." PERFEITO! georgedreu

Serra é um autoritário, não tolera questionamento, todos reconhecem nesta paródia um fundo de verdade. Não bastasse isto, Serra começa a fomentar a deduragem, o que vem a ser uma das bases dos regimes totalitários. É estimular que seu vizinho o vigie, o denuncie ao estado e que este te puna. Obviamente que o fascista vai dizer que esta deduragem é para te proteger, quando na verdade o que ele quer é formar milícias de dedo-duros e com isto ampliar incrivelmente seu poder de coação. Luxblue2010

Tem tudo a ver. Hitler é o ídolo da extrema direita e Serra tem o total apoio da extrema direita brasileira. joseevv

sábado, 5 de setembro de 2009

DEFESA DO BRASIL

Brasil construirá em 2016 submarino nuclear franco-brasileiro
Renata Camargo
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou nesta quinta-feira (27) que o Brasil começará a construir em 2016 o primeiro submarino de propulsão nuclear do país com tecnologia franco-brasileira.
Em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, para debater a necessidade de reequipar as Forças Armadas, o ministro da Defesa informou que até 2021 o Brasil terá quatro submarinos convencionais e um nuclear.
“Com os submarinos, entraremos no clube dissuasório de países que têm a capacidade de projetar, construir e operar submarino nuclear. Mas não teremos mísseis nucleares, pois não somos um país de intenções imperialistas. Somos um país de intenção de proteger nossas riquezas”,
defendeu Jobim.
No dia 7 de setembro, o presidente Lula e o presidente da França, Nicolas Sarcozy, assinarão simbolicamente o acordo para a construção dos submarinos.
O ministro Jobim justifica que a escolha da França como parceira se deveu ao fato de ser ela a única nação que ofereceu a parceria de transferência de tecnologia para o Brasil.
“A Rússia, a Inglaterra, os Estados Unidos e a Índia, ninguém aceitou transferir tecnologia. Somente a França aceitou. Com esse acordo, teremos investimentos radicais de tecnologia e envolvimento de empresas nacionais. Não somos compradores de prateleira. O Brasil é parceiro”,
esclareceu.
O presidente Lula enviou ontem (26) ao Senado um pedido de abertura de crédito para investimento para a construção dos submarinos.
Os senadores precisam aprovar o equivalente a 598,2 milhões de euros em créditos, o que corresponde à parte que o governo brasileiro irá investir no programa.
Segundo Jobim, a França investirá 4,3 bilhões de euros para a construção dos submarinos.
No total, o projeto irá custar 6,69 bilhões de euros.
Parceria
Para a construção do submarino nuclear, a França irá transferir apenas a tecnologia não nuclear.
Os propulsores nucleares serão construídos no Brasil, pois o país já detém essa tecnologia.
Além do submarino nuclear, que tem vantagens de mobilidade e deslocamento, o Brasil irá construir no acordo com a França outros quatro submarinos convencionais.
Os submarinos convencionais têm propulsão a diesel com energia armazenada em bateria. A velocidade é de 4 a 6 nós (7,4 a 11,2 km/h). Além de serem considerados de águas rasas, por atingir a profundidade de 50 a 500m, eles necessitam subir à superfície a cada 12 horas. Esses submarinos começam a ser construídos em 2011.
Como mostrou Jobim, os submarinos nucleares têm capacidade de deslocamento e submersão muito superiores aos submarinos convencionais. Por terem propulsão de energia nuclear, acionada por reatores nucleares, esses submarinos têm capacidade superior a 100m e velocidade de 6 a 35 nós (11,2 a 65,5 km/h). A imersão desse submarino é por tempo indeterminado, pois não necessita submergir para recarregar.
Em 1983, o Brasil assinou acordo com a Alemanha para a construção de submarinos.
O acordo, no entanto, não previa a transferência de tecnologia e a construção dos submarinos não tiveram a participação de técnicos brasileiros.
“Não houve qualquer transferência de conhecimento tecnológico. Os submarinos foram construídos só por alemães e os ajustes também são feitos por técnicos alemãs. Não aprendemos a construir submarinos”, justificou Jobim.
Além da construção de submarinos, a estratégia de defesa da Marinha inclui a criação de batalhões ribeirinhos de defesa, a construção de base e estaleiro para submarinos em Itajaí (RJ), o projeto Amazônia Segura, para garantir a segurança dos recursos hídricos amazônicos, e o incremento do monitoramento via satélite de áreas jurisdicionais, que incluem áreas marítimas e subsolos marítimos de jurisdição brasileira.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MENSAGEM DE PAZ

AFIRMAÇÕES EM PROL DA PAZ
(Clique no anjo)
EM NOME E COM O PODER DA LUZ DE NOSSOS CORAÇÕES AFIRMEMOS mental ou verbalmente:



“EU SOU” o poder espiritual da PAZ, do AMOR, da UNIÃO vibrando em todos os corações humanos...

“EU SOU” o poder cósmico espiritual da PAZ, do AMOR, da UNIÃO, da PROSPERIDADE, manifestando-se em todo o orbe terrestre...

“EU SOU” o poder cósmico espiritual da PAZ, do AMOR, da UNIÃO, da PROSPERIDADE, da JUSTIÇA e da LIBERDADE, assumindo em definitivo o governo de todas as nações..."

MULTIDÕES VAGAM NA TERRA SEM OPÇÃO, SEM O DIREITO DE ESCOLHER O PRÓPRIO DESTINO... QUE DEUS LHES CONCEDA A OPORTUNIDADE DE RESGATAR SUA VIDA E SUA PRÓPRIA DIGNIDADE.
Que assim seja.

http://www.fogosagrado.com/oracao07/paz.html

HUGO CHÁVEZ EM MOVIMENTO

Chávez llegó a Libia para fortalecer alianzas con continente africano

Con un emotivo discurso Chávez arribó a Libia; en el inicio de su gira internacional. Jefe de Estado analizó papel preponderante de la política exterior de Venezuela / África se ha negado a instalar bases de EEUU / Con bases militares en Colombia, Washington pretende llegar a África / Ofrecerá conferencia en Trípoli antes de viajar a Argelia / Venezuela refuerza el esquema SUR-SUR


Ambos mandatarios firmarán aproximadamente 15 convenios comerciales, durante la visita del mandatario venezolano / El Presidente de Siria, Bashar Al Assad, exaltó la importancia de la unión de los pueblos latinoamericanos / La unión de las naciones es una muestra de la intención de abrir horizontes ante el imperialismo, aseguró Chávez



El trasfondo de las bases militares en Colombia es apoderarse de los recursos de la región

Para el Jefe de Estado venezolano, EEUU está visualizando el Orinoco y su faja petrolífera, el Amazonas y su rica cuenca, el Paraná-Río de la Plata y su inmenso acuífero / Afirmó que los militares estadounidenses operarán en cualquier parte de Colombia / Destacó el Plan Político de Unión como un movimiento grannacional bolivariano



Para el Jefe de Estado venezolano, EEUU está visualizando el Orinoco y su faja petrolífera, el Amazonas y su rica cuenca, el Paraná-Río de la Plata y su inmenso acuífero / Afirmó que los militares estadounidenses operarán en cualquier parte de Colombia / Destacó el Plan Político de Unión como un movimiento grannacional bolivariano



DE MANERA CLARA Y PEDEGAGICA, CON UNA VISION GEOESTRATEGICA, CHAVEZ, EXPLICA,LAS VERDADERAS INTENCIONES DE LAS BASES "PUÑALES" DE ESTADOS UNIDOS EN LA HERMANA REPÚBLICA DE COLOMBIA..SIMPLE Y LLANAMENTE APODERARSE DEFINITIVAMENTE DE LAS RIQUEZAS NO SOLO DE VENEZUELA, SINO DE TODA AMERICA DEL SUR: NUESTRAS RIQUEZAS ENERGETICAS (PETROLEO Y GAS), LAS MAYORES RESERVAS DE AGUA DULCE DEL PLANETA TIERRA Y LA MAYOR BIODIVERSIDAD DE LA HUMANIDAS, FUENTE DE MEDICINAS Y MUCHAS OTRAS BONDADES PARA EL BIENESTAR DE LA ESPECIE HUMANA, QUE EN MANOS DEL CAPITALISMO GRINGOS, SERAN "PRIVATIZADAS", PARA QUE SOLO TIENES TENGAN DINERO PUEDAN COMPRARLOS Y SALVARSE.... EL RESTO DE LOS POBRES DEL MUNDO...QUE SE JODAN !!!...ESA ES SU PRAXIS GENOCIDAS EN EL PASADO, PRESENTE Y FUTURO.... DEBEMOS POR TODOS LOS MEDIOS EVITARLO... POR EL BIEN DE AL HUMANIDAD TODA !!!



Tradução do histórico discurso de Chávez na ONU

O histórico discurso de Hugo Chávez causou impacto no mundo inteiro. Nos EUA, o livro de Noam Chomsky, citado por ele, saltou da posição 1.500 para o número 3 da lista de best sellers da livraria virtual Amazon. Saiba tudo sobre a Venezuela no site do Círculo Bolivariano de São Paulo

Tradução do Círculo Bolivariano de São Paulo - http://www.unidadepopular.org Sede das Nações Unidas, Nova York
Quarta-feira, 20 de setembro de 2.006
Presidente da LXI Assembléia Geral das Nações Unidas, Sheika Haya Rashed Al-Khalifa: Em nome da Assembléia Geral tenho a honra de dar as boas-vindas nas Nações Unidas a Sua Excelência, o senhor Hugo Chávez Frías, Presidente da República Bolivariana da Venezuela, e convidá-lo a dirigir-se à Assembléia. Platéia (aplausos).
Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Hugo Chávez:
Senhora Presidente, Excelências, Chefes de Estado, Chefes de Governo e Altos Representantes dos governos do mundo: muito bom dia a todos e a todas. Em primeiro lugar quero convidar com muito respeito quem não pôde ler esse livro, a que o leia: Noam Chomsky, um dos mais prestigiosos intelectuais desta América e do mundo, Chomsky, um de seus mais recentes trabalhos: "Hegemonia ou Sobrevivência, a Estratégia Imperialista dos Estados Unidos". Excelente trabalho para entender o que aconteceu no mundo no século XX, e o que está acontecendo hoje, e a maior ameaça que paira sobre nosso planeta: a pretensão hegemônica do imperialismo norte-americano põe em risco a própria sobrevivência da espécie humana. Continuamos alertando sobre esse perigo e fazendo um chamado ao próprio povo dos Estados Unidos e ao mundo para deter essa ameaça que é como a própria espada de Dâmocles. Eu pensava em ler algum capítulo mas, por respeitar o tempo, é melhor que o deixe como uma recomendação. Se lê rápido. Foi publicado em inglês, alemão, russo, em árabe, seguramente (aplausos). Vejam, eu creio que os primeiros cidadãos que deveriam ler este livro são os cidadãos irmãos e irmãs dos Estados Unidos, porque têm a ameaça em sua própria casa; o diabo está em casa, portanto. O diabo, o próprio diabo, está em casa. Ontem veio o diabo aqui (aplausos). Ontem esteve o diabo aqui, neste mesmo lugar. Ainda tem cheiro de enxofre esta mesa onde me cabe falar! Ontem, senhoras, senhores, nesta mesma tribuna o senhor Presidente dos Estados Unidos, a quem eu chamo "o diabo", veio aqui falando como dono do mundo, como dono do mundo. Um psiquiatra não seria demais para analisar o discurso de ontem do Presidente dos Estados Unidos. Como porta-voz do imperialismo, veio dar suas receitas para tratar de manter o atual esquema de dominação, de exploração e de saque dos povos do mundo. Para um filme de Alfred Hitchcock, estaria bom; inclusive eu proporia um título: "A receita do diabo". Ou seja, o imperialismo norte-americano - e aqui Chomsky diz isso com uma clareza meridiana e profunda - está fazendo desesperados esforços para consolidar seu sistema hegemônico de dominação. Nós não podemos permitir que isso ocorra, não podemos permitir que se instale a ditadura mundial; que se consolide, portanto, que se consolide a ditadura mundial. O discurso do Presidente-Tirano mundial, cheio de cinismo, cheio de hipocrisia, é a hipocrisia imperial, a tentativa de controlar tudo. Eles querem nos impor o modelo democrático como o concebem: a falsa democracia das elites. E além disso um modelo democrático muito original: imposto a explosões, a bombardeios e na base de invasões e canhonaços! Ora, que democracia! Seria preciso revisar as teses de Aristóteles, não? E dos primeiros que falaram lá na Grécia da democracia, para saber que modelo de democracia é esse, que se impõe na base de marines, de invasões, de agressões e de bombas. Disse ontem o Presidente dos Estados Unidos, nesta mesma sala, o seguinte: "Onde quer que você olhe, ouve extremistas que lhe dizem que pode escapar da miséria e recuperar sua dignidade através da violência, do terror e do martírio". Onde quer que ele olhe vê extremistas! Estou certo de que te vê, irmão, com essas tintas, e crê que é um extremista. Com essas tintas, Evo Morales - que veio ontem, o digno presidente da Bolívia - é um extremista. Por todos os lados os imperialistas vêem extremistas. Não, não é que somos extremistas; o que ocorre é que o mundo está despertando e por todos os lados os povos se insurgem. Eu tenho a impressão, senhor ditador imperialista, de que o senhor vai viver o resto de seus dias com um pesadelo, porque onde quer que olhe, nós vamos surgir, nós que nos insurgimos contra o imperialismo norte-americano, nós que clamamos pela liberdade plena do mundo, pela igualdade dos povos, pelo respeito à soberania das nações. Sim, nos chamam de extremistas, nos insurgimos contra o império, nos insurgimos contra o modelo de dominação. Logo o senhor Presidente veio lhes falar, assim o disse: "Hoje quero falar diretamente às populações do Oriente Médio, meu país deseja a paz...". Isso é certo. Se nós andamos pelas ruas do Bronx, se nós andamos pelas ruas de Nova York, de Washington, de San Diego, da Califórnia, de qualquer cidade, de San Antonio, de San Francisco, e perguntamos às pessoas nas ruas, aos cidadãos estadunidenses. Este país quer paz. A diferença está em que o governo deste país, dos Estados Unidos, não quer a paz, quer nos impor seu modelo de exploração e de saque, e sua hegemonia na base das guerras. Essa é a pequena diferença, quer a paz, e o que está acontecendo no Iraque? o que aconteceu no Líbano e na Palestina? e o que tem acontecido em 100 anos, pois, na América Latina e no mundo? E agora as ameaças contra a Venezuela, novas ameaças contra a Venezuela, novas ameaças contra o Irã... disse ao povo do Líbano: "muitos de vocês viram como seus lares e suas comunidades foram pegos no meio d ofogo cruzado". Ora, que cinismo! Ora, que capacidade para mentir descaradamente ante o mundo! As bombas em Beirute, lançadas com precisão milimétrica, são fogo cruzado? Creio que o Presidente está pensando nos filmes do Velho Oeste, quando se disparava desde a cintura e alguém ficava atravessado no fogo cruzado. Fogo imperialista, fogo fascista, fogo assassino e fogo genocida, o do império e de Israel contra o povo inocente da Palestina e o povo do Líbano! Essa é a verdade! Agora dizem que sofrem, que "estamos sofrendo porque vemos seus lares destruídos". No fim, o Presidente dos Estados Unidos veio falar aos povos, veio dizer, além disso - eu trouxe, senhora Presidente, uns documentos, porque estive esta madrugada vendo alguns discursos e atualizando minhas palavras - falou ao povo do Afeganistão, ao povo do Líbano: "Digo ao povo do Irã... digo ao povo do Líbano... digo ao povo do Afeganistão...". Bem, as pessoas se perguntam: assim como o Presidente dos Estados Unidos diz: "eu digo" a esses povos, o que diriam esses povos a ele, se esses povos pudessem falar? O que lhe diriam? Eu vou responder porque conheço a maior parte da alma desse povos, dos povos do Sul, dos povos ofendidos. Diriam: "Império ianque go home", esse seria o grito que brotaria por todas as partes se os povos do mundo pudessem falar a uma só voz ao Império dos Estados Unidos. Por isso, senhora Presidente, colegas, amigas e amigos, nós no ano passado viemos aqui a este mesmo salão, como todos os anos nos últimos oito, e dizíamos algo que hoje está confirmado plenamente e creio que quase ninguém aqui nesta sala poderia parar para defender: o sistema das Nações Unidas, nascido depois da Segunda Guerra Mundial - aceitemos isso com honestidade - desmoronou, desabou, não serve! Serve para vir aqui fazer discursos, para nos vermos uma vez por ano, sim, para isso serve sim; e para fazer documentos muito longos e fazer boas reflexões e ouvir bons discursos como o de Evo ontem, como o de Lula, e muitos discursos, o que nós estávamos ouvindo agora mesmo, do Presidente do Sri Lanka e o da Presidente do Chile. Sim, para isso serve. Mas converteram essa nossa Assembléia em um órgão meramente deliberativo, meramente deliberativo sem nenhum tipo de poder para causar um impacto por menor que seja na realidade terrível que vive o mundo. Por isso nós voltamos a propor, a Venezuela volta a propor aqui hoje, neste dia 20 de setembro, que refundemos as Nações Unidas. Nós fizemos no ano passado, senhora Presidente, quatro modestas propostas que consideramos de necessidade impostergável para que nós, os Chefes de Estado, os Chefes de Governo, nossos embaixadores, nossos representantes, a assumamos e a discutamos. Primeiro, a expansão - ontem Lula dizia isso aqui mesmo - do Conselho de Segurança, tanto em suas categorias permanentes como nas não permanentes, dando entrada a novos países desenvolvidos e a países subdesenvolvidos, o terceiro mundo, como novos membros permanentes. Isso em primeiro lugar. Em segundo lugar, a aplicação de métodos eficazes de atenção e resolução dos conflitos mundiais, métodos transparentes de debate, de decisões. Terceiro, nos parece fundamental a supressão imediata - e isso é um clamor de todos - desse mecanismo antidemocrático do veto, o veto nas decisões do Conselho de Segurança. Vejamos um exemplo recente: o veto imoral do Governo dos Estados Unidos permitiu que as forças israelenses destroçassem livremente o Líbano, na cara-de-pau, diante de todos nós, evitando uma resolução no Conselho de Segurança das Nações Unidas. E em quarto lugar, é necessário fortalecer - dizemos sempre - o papel, as atribuições do Secretário-Geral das Nações Unidas. Ontem o Secretário-Geral fazia-nos um discurso, praticamente de despedida, e reconhecia que nestes dez anos o que fez o mundo foi complicar-se, e que os graves problemas do mundo, a fome, a miséria, a violência, a violação dos direitos humanos, o que fez foram agravar-se. Isso é a conseqüência terrível do colapso do sistema das Nações Unidas e da pretensão imperialista norte-americana. Por outro lado, senhora Presidente, a Venezuela decidiu há vários anos travar essa batalha dentro das Nações Unidas, reconhecendo as Nações Unidas como membros que somos, com nossa voz, com nossas reflexões; somos uma voz independente para representar a dignidade e a busca da paz, a reformulação do sistema internacional; para denunciar a perseguição e as agressões do hegemonismo contra os povos do planeta. A Venezuela dessa maneira apresentou seu nome, essa pátria de Bolívar apresentou seu nome e postula um posto como membro não permanente do Conselho de Segurança. Ora, saiba a senhora: o Governo dos Estados Unidos iniciou uma agressão aberta, uma agressão imoral no mundo inteiro para tratar de impedir que a Venezuela seja eleita livremente para ocupar um assento no Conselho de Segurança; tem medo da verdade, o império tem medo da verdade, das vozes independentes, nos acusando de extremistas. Eles são os extremistas. Eu quero agradecer aqui a todos aqueles países que anunciaram seu apoio à Venezuela, mesmo sendo a votação secreta e não sendo necessário que ninguém o anuncie. Mas creio que dada a agressão aberta do império norte-americano, isso acelerou o apoio de muitos países, o que fortalece muito moralmente a Venezuela, o nosso povo, o nosso governo. O Mercosul, por exemplo, anunciou em bloco seu apoio à Venezuela, nossos irmãos do Mercosul - a Venezuela agora é membro pleno do Mercosul com o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai - e muitos outros países da América Latina, como a Bolívia; o Caricom na totalidade anunciou seu apoio à Venezuela; a Liga Árabe na totalidade anunciou seu apoio à Venezuela. Agradeço muitíssimo ao mundo árabe, a nossos irmãos da Arábia, essa Arábia profunda. A nossos irmãos do Cariba, da União Africana; quase toda a África anunciou seu apoio à Venezuela. E países como a Rússia, como a China e muitos outros países do planeta. Muitíssimo obrigado, em nome da Venezuela, em nome do nosso povo e em nome da verdade. Porque a Venezuela, ao ocupar um posto no Conselho de Segurança, vai trazer não só a voz da Venezuela, a voz do Terceiro Mundo, a voz dos povos do planeta, aí estaremos defendendo a dignidade e a verdade. Mais além de tudo isso, senhora Presidente, creio que há razões para que sejamos otimistas, irrenunciavelmente otimistas, diria um poeta, porque mais além das ameaças, das bombas, das guerras, das agressões, da guerra preventiva, da destruição de povos inteiros, se pode apreciar que se está levantando uma nova era, como canta Silvio Rodríguez: "A era está parindo um coração". Se levantam correntes alternativas, pensamentos alternativos, movimentos alternativos, juventudes com pensamento distinto; já se demonstrou em apenas uma década que era totalmente falsa a tese do fim da história, totalmente falsa a instauração do império americano, da "pax americana", a instauração do modelo capitalista neoliberal que o que gera é miséria e pobreza, é totalmente falsa a tese, veio abaixo, agora é preciso definir o futuro do mundo. Há um amanhecer no planeta e se vê por todas as partes, pela América Latina, pela Ásia, pela Europa, pela Oceania. Quero ressaltar essa visão de otimismo para que fortaleçamos nossa consciência e nossa vontade de batalha para salvar o mundo e construir um mundo novo, um mundo melhor. A Venezuela se soma a essa luta e por isso somos ameaçados. Os Estados Unidos já planejaram, financiaram e impulsionaram um golpe de Estado na Venezuela e os Estados Unidos continuam apoiando movimentos golpistas na Venezuela e contra a Venezuela, continuam apoiando o terrorismo. A Presidente Michelle Bachelet recordava há alguns dias - perdão, há alguns minutos - o horrível assassinato do ex-chanceler chileno Orlando Letelier; eu só acrescentaria o seguinte: os culpados estão livres e os culpados daquela ação, onde morrreu também uma cidadã estadunidense, são norte-americanos, da CIA, terroristas da CIA. Mas além disso é preciso recordar nesta sala que dentro de poucos dias também se completarão 30 anos daquela ação terrorista horripilante da explosão do avião cubano, onde morreram 73 inocentes, um avião da Cubana de Aviação, e onde está o maior terrorista deste continente e que assumiu a explosão do avião cubano, como autor intelectual? Esteve preso na Venezuela uns anos, fugiu pela cumplicidade de funcionários da CIA e do governo venezuelano de então. Está vivendo aqui nos Estados Unidos, protegido por esse governo, réu confesso e condenado. O governo dos Estados Unidos tem dois pesos e duas medidas, e protege o terrorismo. Estas reflexões, para dizer que a Venezuela está comprometida na luta contra o terrorismo, contra a violência, e se une a todos os povos que lutam pela paz, e por um mundo de iguais. Falei do avião cubano, o terrorista se chama Luis Posada Carriles, é protegido aqui. Como estão aqui protegidos grandes corruptos que fugiram da Venezuela; um grupo de terroristas que lá puseram bombas contra embaixadas de vários países, que lá assassinaram gente durante o golpe de Estado, seqüestram a este humilde servidor e iam fuzilá-lo, só que Deus meteu sua mão, e um grupo de bons soldados e um povo que foi às ruas; e por milagre estou aqui. Estão aqui, protegidos pelo Governo dos Estados Unidos, os líderes daquele golpe de Estado e daqueles atos terroristas. Eu acuso o governo dos Estados Unidos de proteger o terrorismo, e de ter um discurso totalmente cínico. Falamos de Cuba, viemos de Havana, viemos felizes de Havana, estivemos ali vários dias; e ali se pode ver o nascimento de uma nova era: a Cúpula do G-15, a Cúpula do Movimento dos Não-Alinhados, com uma resolução histórica: documento final - não se assustem, não vou ler tudo - mas aqui há um conjunto de resoluções tomadas em discussão aberta e com transparência por mais de 50 Chefes de Estado. Havana foi capital do Sul durante uma semana. Nós relançamos o Movimento dos Não-Alinhados; e se posso pedir algo aqui a todos vocês, companheiros, irmãos e irmãs, é que ponhamos muita vontade para fortalecer o Grupo dos Não-Alinhados, importantíssimo para o nascimento da nova era, para evitar a hegemonia e o imperialismo. E além disso, vocês sabem que designamos Fidel Castro presidente do grupo dos Não-Alinhados para os próximos três anos, e estamos seguros de que o companheiro presidente Fidel Castro vai levar a batuta com muita eficiência. Para os que queriam que Fidel morresse, pois ficaram frustrados, e frustrados ficarão; porque Fidel já está uniformizado de novo de verde oliva, e agora não só é Presidente de Cuba, como também o Presidente dos Não-Alinhados Senhora Presidente, queridos colegas, presidentes, aí nasceu um movimento muito forte: o do Sul. Nós somos homens e mulheres do Sul, nós somos portadores, com estes documentos, com estas idéias, com estas críticas, com estas reflexões - já vou fechar minha pasta e levar meu livro, não esqueçam que o recomendo muito, com muita humildade - tratamos de contribuir com idéias para a salvação deste planeta, para salvá-lo da ameaça imperialista e para que, oxalá em breve, neste século, não muito tarde, oxalá possamos vê-lo e nossos filhos e nossos netos vivê-lo: um mundo de paz, sob os princípios fundamentais da Organização das Nações Unidas, porém relançada e realocada. Creio que temos que transferir as Nações Unidas para outro país, em alguma cidade do Sul, propusemos desde a Venezuela. Vocês sabem que meu médico pessoal teve que ficar encerrado no avião: não permitiram que viesse às Nações Unidas. Outro abuso e violação, senhora Presidente, que pedimos desde a Venezuela que fique registrado como violação - pessoal até - do diabo. Cheira a enxofre, mas Deus está conosco. Um bom abraço, e que Deus bendiga a todos nós. Muito bom dia (aplausos e ovação).
Este artigo encontra-se no site do Círculo Bolivariano de São Paulo - http://www.unidadepopular.org/.
Séptima visita del presidente Chávez a Irán apunta a una mayor cooperación Sur - Sur
El presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Hugo Chávez Frías, arribó al aeropuerto internacional Meharabad, en Teherán, procedente de Doha, capital de Qatar, donde participó en la II Cumbre entre los países de América del Sur y la Liga Árabe."El mundo unipolar se acabó", manifestó el presidente Chávez, a su llegada a este país del Medio Oriente.Comparó la situacion actual de Venezuela con el hundimiento de las economías de diversos países del mundo, que agonizan con los efectos de la crisis del sistema capitalista y puso de ejemplo la inauguración del banco binacional Irán- Venezuela."Venezuela hasta hace 10 años estaba subordinada a los mandatos de Washintong (...) Somos un país libre e independiente, somos un país que juega libremente", enfatizó.Ratificó que ambas naciones estarán elaborando una agenda estratégica nueva basada en los próximos diez años.El jefe de Estado llegó a las siete de la noche, hora local, siendo recibido por el ministro de Industria y Minas de Irán, Ali Akbar; y el director para las Américas de la cancillería, Ahmad Sbhani. Por Venezuela fue recibido por el ministro del Poder Popular para las Industrias Básicas y Minería, Rodolfo Sanz, y miembros de la legación diplomática acreditada ante la nación persa.En esta séptima visita que realiza el presidente Chávez a Irán, el acercamiento entre ambas naciones se fortalece bajo los términos de la complementariedad. En ese sentido el mandatario venezolano realizará una intensa agenda de trabajo, que incluirá reuniones privadas con su par iraní en el Palacio de Gobierno.El líder bolivariano conocerá experiencias iraníes en las áreas de vacunación y agricultura, ganadería, energía y otras, que sean aprovechables para el intercambio comercial, científico y tecnológico entre los dos países.En esta visita oficial está previsto que el presidente Hugo Chávez visite, en su palacio, al líder supremo y espiritual de la Revolución iraní, el ayatolá Alí Jamenei. Fuente: Prensa Presidencial / VTV.

REALIDADE - AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO

Retrospectiva dos Acontecimentos da História. Vamos recapitular...
ALAI, América Latina en Movimiento
2007-12-22

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Derrotar o imperialismo, por um mundo de paz

(Intervenção no Seminário “Capitalismo Contemporâneo e a Nova Luta pelo Socialismo”, São Paulo, 19 e 20 de novembro, 2007)
A Grande Revolução Socialista de Outubro, que com justiça homenageamos ao realizar este Seminário, na passagem do seu 90º aniversário, fundou o que o grande escritor Jorge Amado chamou de O Mundo da Paz.
Hoje, década e meia após os acontecimentos contra-revolucionários que resultaram na liquidação do socialismo na URSS e demais países do Leste europeu, vivemos o mundo da guerra imperialista, que ameaça a paz, a segurança, a liberdade e a independência de todos os povos e nações.
“Estamos em guerra”– foi como o pretendente a tirano do mundo, George W. Bush, dirigiu-se ao Congresso dos Estados Unidos ao iniciar o seu discurso sobre o estado da União no ano passado.
Bush proclama a tirania global
Em outubro de 2001, reagindo aos atentados de 11 de setembro, os Estados Unidos iniciaram a guerra contra o Afeganistão.
Alcançaram um sucesso político efêmero.
Naquele episódio aparentemente havia condições para o enfrentamento do terrorismo internacional através de mecanismos multilaterais e para a legitimação do uso da força pela comunidade internacional.
Não foram poucas as ilusões à época.
Poucos dias antes do ataque ao Afeganistão, em 20 de setembro a superpotência norte-americana anunciou ao mundo uma flexão em sua política externa, que viria a ser posteriormente sistematizada no corpo de idéias e conceitos denominados de “doutrina Bush”.
Naquele dia, o presidente George W. Bush exortou o mundo a criar a “coalizão antiterrorista”, dividiu as forças mundiais em termos maniqueístas – “quem não está conosco está contra nós” - , ameaçou punir “nações hostis”, num prelúdio do que viria a chamar poucos meses depois de “estados bandidos”, integrantes do “eixo do mal”, contabilizou a existência de 60 países onde se albergam terroristas e ameaçou usar as armas de que dispõe em seu poderoso e sofisticado arsenal.
O pronunciamento de George W. Bush em 20 de setembro de 2001 é o documento fundador da “nova ordem”, a proclamação dos meios e modos como percorrer o “novo século americano”.
Marcou o início de uma fase de maior unilateralismo e securitarismo nas relações dos Estados Unidos com o resto do mundo e no exercício da hegemonia norte-americana. Abriu-se novo período, que as forças antiimperialistas no mundo chamariam de tirania global, um período de uso indiscriminado da força bruta, desprezo pela legalidade internacional e pelas instituições multilaterais.
Abriu-se uma fase de militarização das relações internacionais e de decisões unilaterais que perdura e não há perspectiva visível de que será interrompida.
Em 20 de março de 2003, os Estados Unidos e o Reino Unido bombardeiam e invadem o Iraque, alegando que o regime de Saddam Hussein estaria produzindo armas de destruição em massa.
Em 2004, atuando como autoridades de ocupação, os governos dos Estados Unidos e do Reino Unido reconheceram que não havia armas de destruição em massa no Iraque.
Nos dezoito meses que transcorreram entre os atentados de 11 de setembro de 2001 e o início da guerra norte-americana no Iraque, em março de 2003 tomou forma e foi anunciada a chamada “doutrina Bush”.
Os preparativos da guerra coincidiram com a gestação e proclamação dessa doutrina.
É também nesse período que ocorrerá um tour de force entre a diplomacia e a guerra, tendo como palco as Nações Unidas.
A primeira manifestação pública reveladora da intenção dos Estados Unidos de atacar o Iraque foi feita pelo presidente Bush em seu discurso sobre o Estado da União, em janeiro de 2002 , quando utilizou pela primeira vez a expressão “eixo do mal”, vinculando ao conceito o Iraque, o Irã e a Coréia do Norte: “Estados como esses e seus aliados terroristas constituem um eixo do mal, ameaçando a paz mundial”.
Para Cristina PECEQUILO “Desde o 11 de setembro, quando alguns membros do Departamento de Defesa, como Paul Wolfowitz, declararam que Saddam Hussein e Bin Laden haviam colaborado para atacar os Estados Unidos, hipóteses de um novo conflito contra o Iraque foram consideradas pelo Executivo”.
Mais adiante a estudiosa da política externa norte-americana diz: “Anunciada como mais um capítulo da guerra contra o terror iniciada em 2001, a nova guerra do Iraque fazia parte, como temos procurado destacar, de um processo muito mais amplo. A primeira intervenção preventiva sustentava-se em motivações multidimensionais da agenda neoconservadora, envolvendo o reposicionamento das forças norte-americanas na Eurásia”.
Em 1 de junho de 2002, Bush fez outro pronunciamento definidor, falando aos cadetes de West Point, quando foi lançada a doutrina do “ataque preventivo”, uma reviravolta conceitual, verdadeira subversão do direito internacional, que somente autoriza o uso da força em defesa própria, para combater ameaças reais, não potenciais.
E em 17 de setembro foi publicado o documento “A Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos da América” , oficializando a doutrina dos “ataques preventivos”.
Os argumentos para a guerra foram largamente difundidos, mas não se sustentavam.
Os EUA diziam:
(i) o Iraque é uma ditadura,
(ii) apóia a Al Qaeda e
(iii) possui armas de destruição em massa.
A argumentação norte-americana punha em cheque princípios consagrados do direito internacional contemporâneo, mas não só.
O próprio princípio da soberania nacional, adotado desde a Paz de Westfália em 1648, passava a ser questionado por um Estado imperialista.
Para o direito internacional e a concepção centrada na soberania e autodeterminação nacionais, são ociosas discussões sobre a natureza política-ideológica de um Estado nacional. Mudá-la ou mantê-la é questão de autodeterminação.
Ainda que a soberania nacional não possa ser invocada nos mesmos termos de três séculos e meio atrás, em virtude de relações de interdependência objetivas no mundo contemporâneo, o direito internacional não reconhece a validade da doutrina bushiana dos ataques preventivos.
O principal argumento dos EUA revelou-se funcional em termos de manipulação da opinião pública doméstica, mas ao mesmo tempo pesou muito negativamente nas tentativas que o governo estadunidense e seus aliados do Reino Unido fizeram para obter o aval da ONU, que afinal nunca foi dado.
Afinal, a ONU, através de organismos credenciados, fez investigações exaustivas no Iraque de 1991 a 1998 e de novembro de 2002 até março de 2003.
Seus inspetores nada encontraram.
Na verdade, a motivação para a guerra era outra.
Tinha como tem a ver com a afirmação do caráter unilateral e securitário da política externa estadunidense, com petróleo e a conquista de posições geopolíticas na luta que os Estados Unidos levam a efeito para exercer hegemonia no mundo.
Violação do direito internacional
Ao invadir o Iraque, os Estados Unidos atropelaram a ONU e romperam com as normas das instituições multilaterais.
Ao fazê-lo ameaçaram de liquidação os próprios fundamentos da Carta das Nações Unidas, uma vez que esta só autoriza o uso da força em caso de real necessidade de autodefesa.
Efetivamente, a ONU não autorizou o uso da força contra o Iraque.
Ao ignorá-la, os Estados Unidos abriram grave precedente, expondo-a ao questionamento da sua própria utilidade.
A ONU é o órgão supremo do direito internacional, cujos princípios fundamentais são o banimento da guerra, o reconhecimento da soberania nacional, da autodeterminação dos povos e dos direitos fundamentais do ser humano.
Mas a ONU é também uma tribuna e uma arena de debate e luta política e diplomática em que os Estados atuam no quadro de determinadas correlações de força.
Por isso mesmo, desde que a ONU foi criada não foram poucas as tentativas de instrumentalização das suas decisões pelos Estados Unidos.
Em 5 de fevereiro de 2003, o então secretário de Estado dos EUA, Colin Powell, apresentou-se ao Conselho de Segurança da ONU, quando supostamente provaria todas as acusações formuladas contra o Iraque.
Eram os últimos movimentos a fim de arrancar a autorização para o uso da força militar contra o país árabe.
Colin Powell perorou, mostrou fotos, gráficos, depoimentos de espiões e até um tubo de ensaio com o vírus do antraz.
Mas não provou nada.
Numa cabal demonstração das tentativas norte-americanas para instrumentalizar o órgão da ONU, sentenciou, no que soou como ultimato, não ao Iraque, mas à ONU e como epitáfio do sistema multilateral: “Este órgão coloca-se em perigo de irrelevância se não responder efetivamente e imediatamente”.
Os Estados Unidos perderam a batalha no Conselho de Segurança.
Fizeram ainda uma tentativa para obter a autorização ao ataque na forma de um memorando assinado também pela Inglaterra e a Espanha, em que se faz um histórico das alegadas violações da Resolução 1441 pelo Iraque e conclui dizendo que o Iraque perdeu a sua última chance para se desarmar.
Por fim, Bush ainda tentou legitimar seus atos encenando a farsa dos Açores, no que contou com a ajuda dos líderes direitistas ibéricos, o português Durão Barroso e o fascista espanhol José Maria Aznar, este mesmo em cuja defesa inglória o atual ocupante do trono dos Bourbons perdeu a cabeça e o decoro diante de um impávido Comandante Hugo Chavez.
Os Estados Unidos perderam a batalha diplomática, mas mesmo assim foram à guerra.
Por seu turno, a ONU não autorizou o uso da força, mas também foi incapaz de impedir a guerra, como não foi capaz de exigir posteriormente que os agressores retirassem suas tropas, hipótese que sequer foi aventada na ONU.
A ocupação passou a ser considerada fato consumado.
Ficou definitivamente claro que havia começado uma nova época.
Se não uma “nova ordem”, como prefigurava Bush, pai, doze anos antes, passou-se a um momento novo em que as instituições multilaterais revelaram seus limites, em que uma potência usou a diplomacia e a política como contrafação.
Abriu-se uma dolorosa época de transição de uma ordem com regras muito conhecidas para algo que não se sabe bem de que se trata e que mais se parece com desordem e caos, um processo de degradação do sistema internacional.
Doutrina Bush – o primado dos interesses do imperialismo estadunidense
Qual a essência da “Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos”?
Que diz, em síntese a doutrina Bush?
Primeiramente, o presidente norte-americano exibe a força do seu país, como que a lembrar o mundo de que é uma potência multidimensional: “Hoje os Estados Unidos gozam de uma posição de força militar sem paralelos e de grande influência política e econômica”.
Em seguida, aponta seu alvo e demonstra sua disposição de estender a todo o mundo o modo de vida norte-americano: “Nós defenderemos a paz lutando contra terroristas e tiranos. Nós preservaremos a paz construindo boas relações entre as grandes potências. Nós ampliaremos a paz encorajando sociedades livres e abertas em todos os continentes”.
“A estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos será baseada em um internacionalismo americano que reflita a união de nossos valores e de nossos interesses nacionais”.
“Tendo em vista os objetivos dos estados malfeitores e terroristas, os Estados Unidos não podem mais somente confiar em uma postura reativa, como fizemos no passado. Não podemos deixar nossos inimigos atacarem primeiro (...) Nós precisamos adaptar o conceito de ameaça iminente às capacidades e objetivos dos adversários”.
No documento “Estratégia de Segurança Nacional ”, além do conceito do ataque preventivo o presidente Bush refere-se à guerra permanente e estabelece conexão entre o terrorismo e determinadas nações.
“Para derrotar esta ameaça, nós devemos usar cada ferramenta de nosso arsenal: poderio militar, melhores defesas da pátria, cumprimento da lei, inteligência e vigorosos esforços para cortar o financiamento terrorista. A guerra contra terroristas de alcance global é um empreendimento global de duração indefinida. Os Estados Unidos irão recriminar nações que estão comprometidas com o terror, incluindo aquelas que abrigam terroristas”.
Das definições constantes nos pronunciamentos de Bush e das ações concretas levadas a efeito – guerras contra o Afeganistão e o Iraque -, depreendemos que a atual posição internacional dos Estados Unidos compreende os seguintes aspectos:
(i) guerra infinita,
(ii) guerras preventivas,
(iii) acionamento do super-poder militar, inclusive nuclear,
(iv) punição a estados nacionais considerados hostis,
(v) política externa unilateralista e securitária e
(vi) prevenir a reemergência de um novo rival.
Citemos de novo Cristina PECEQUILO: “Para o governo Bush, mesmo antes do 11 de setembro a América vive um momento unipolar, no qual seu poder deve ser exercido unilateralmente. Os atentados legitimaram esse padrão, validando a visão dos falcões neoconservadores que passaram, com mais confiança e agressividade, a definir a nova agenda internacional”.
(...) “O discurso da segurança nacional passou a sustentar o unilateralismo”.
A discussão que tudo isso enseja é se se trata de uma linha conjuntural, facilmente reversível com mudanças também conjunturais, ou se estamos em presença de uma orientação de mais longo fôlego,uma orientação estratégica e permanente, destinada a ocupar lugar central na política externa estadunidense e não um breve parêntese.
A perspectiva histórica de Moniz BANDEIRA oferece-nos elementos para elucidar a questão:
“A fim de racionalizar as guerras que se preparava para desencadear, o governo de George W. Bush oficializou a doutrina dos ataques preventivos. Essa doutrina, preconizando a antecipação de ataques com base na presunção do que o inimigo poderia fazer fora formulada, no início dos anos 90, por um pequeno círculo de teóricos conservadores entre os quais Paul Wolfowitz e Irvin Lewis ‘Scooter’ Lybby, que havia muito tempo pressionavam no sentido de que os Estados Unidos alargassem a função das armas nucleares, de forma a garantir sua superioridade militar e exercer influência econômica, política e estratégica em todo o mundo.Já em 1992, o então secretário de Defesa Richard Cheney, emitira um documento – Defense Planning Guidance (DPG) -, elaborado, em grande parte, pelo professor Paul D. Wolfowitz, seu subsecretário, no qual definia que o principal objetivo político e militar dos Estados Unidos, após a Guerra Fria, consistia em ‘prevenir a reemergência de um novo rival’, bem como impedir que ‘algum poder hostil obtivesse condições em quaisquer regiões de se tornar um poder global”.
Essas regiões incluíam a Europa Ocidental, Ásia Oriental, o território da antiga URSS e o sudeste da Ásia.
O documento recomendava que os Estados Unidos deveriam manter a necessária liderança para estabelecer e proteger a nova ordem contra eventuais competidores que aspirassem a um maior papel ou mantivessem postura agressiva diante dos interesses americanos”.
Observa-se, pois, que enquanto o pai do atual presidente anunciava o advento de uma nova ordem, na esteira da Operação Tempestade no Deserto, os luminares do grupo que passou a ocupar a Casa Branca a partir da eleição de George W. Bush, filho, elaboravam a teoria do unilateralismo, da guerra permanente e das guerras preventivas.
O problema que se apresenta é que outros países também foram inquinados como integrantes do “eixo do mal”:
o Irã e a República Popular Democrática da Coréia.
Como a realidade não permanece estática e a conjuntura muda, conforme a crise do momento, a lista dos integrantes do “eixo do mal” também se altera.
Cuba e Venezuela, Síria, Líbia, Birmânia e Belarus também já foram citados.
O próprio Bush declarou que são mais de 60 os países “terroristas” ou que “abrigam terroristas”.
Serão também mais de 60 as guerras preventivas que os Estados Unidos empreenderão?
Para além dos países inimigos, a doutrina Bush preconiza a guerra contra os grupos terroristas.
Também elaborada a partir dos próprios critérios estadunidenses, a lista inclui organizações que se reivindicam como “movimentos” ou “partidos” “políticos”, “sociais”, “nacionais”, “religiosos” e, conforme o caso, com frentes de atuação legal e com amplo respaldo de massas.
Os exemplos mais típicos, para ficarmos com uma referência oriental e outra ocidental são o libanês Hesbolá, e as colombianas FARC, que buscam legitimar as próprias ações armadas que realizam como insurgência, rejeitando a qualificação de terroristas.
O combate aos grupos considerados terroristas e às redes informais a partir das quais podem ser organizados atentados no território dos Estados Unidos ou alhures contra alvos estadunidenses traz para a ordem do dia outro problema, que tende a se tornar agudo.
O de como combinar segurança global e soberania nacional e segurança interna e democracia.
Que mundo virá?
A deriva unilateralista e agressiva que a Doutrina Bush promoveu no internacionalismo norte-americano suscita debates, além da inquietação e insegurança nos demais atores da política internacional, sobre os rumos que irá tomar e sobre o mundo que espera a humanidade no transcurso do século 21.
Unilateralismo ou multilateralismo, mundo unipolar ou multipolar, declínio ou recuperação da hegemonia do imperialismo norte-americano – são temas atuais que freqüentam as academias, o mundo político, os estados-maiores militares e as chancelarias.
Para mim não há dúvida de que o sistema prevalecente, tal como é concebido pelos falcões que conduzem a política externa norte-americana, é unipolar e sua política unilateral e militarista. Não será por geração espontânea que o mundo se tornará multipolar e a política externa norte-americana multilateral.
Nem devemos associar nossa luta pela democracia, a paz e uma nova ordem mundial ao exercício de uma “hegemonia benigna” pelos Estados Unidos ou considerar aceitável que a hegemonia seja transformada em “liderança”, como apregoam os setores que crêem estarem os Estados Unidos dispostos a fazer concessões democráticas em nome de um “novo século americano”.
O imperialismo não cederá posições sem cometer crimes contra a paz e a soberania dos povos e nações. Bush pai praticava uma política externa com acentuados traços de agressividade e exclusivismo, mas era por ele denominada de “multilateralismo seletivo”.
Clinton praticamente destruiu o Iraque ao longo dos anos 90, bombardeou a Iugoslávia, fez aventuras militares no chifre da África, quis impor a ALCA à América Latina, mas sua política externa era chamada por sua secretária de Estado, Madeleine Albright, de multilateralismo assertivo.
O fato é que o establishment norte-americano concebe o que se chama “governabilidade global” e “estabilidade internacional” como uma estrutura hierárquica de potências imperialistas, em que os EUA estão no vértice, uma “multipolaridade” e um “multilateralismo” quando muito exercidos ao sabor da manifestação dos termos de cooperação ou rivalidade entre essas mesmas potências.
Eduardo Viola e Héctor Leis, defensores da atual política externa norte-americana, fazem no livro O Sistema Político dos EUA e suas Repercussões Externas, coletânea de artigos organizada pela professora Heloísa Vilhena de Araújo e publicada pela Fundação Alexandre de Gusmão e o Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais, uma bem documentada sistematização das mais relevantes correntes de pensamento e ação da política externa nos EUA: os unilateralistas, os unilateralistas-moderados, os multilateralistas-moderados e os multilateralistas.
Os unilateralistas constituem o grupo atualmente no poder, os unilateralistas-moderados seriam os que estavam no poder durante o governo de Bush, pai, os multilateralistas-moderados o grupo de Clinton e os multilateralistas, sem nenhuma chance de prevalecer, constituiriam a esquerda do Partido Democrata.
Obviamente, a política que prevalecerá e o mundo que virá não resultarão apenas das opções a serem feitas pelos grupos de poder dos Estados Unidos.
Como a política internacional é sempre uma relação de poder nos marcos da sociedade internacional, as próprias opções americanas estarão condicionadas pela evolução da realidade objetiva, evolução que, por sua vez, está ligada tanto ao poderio norte-americano como ao das demais potências.
Nesse quadro, ganha relevo a opinião de Immanuel WALLERSTEIN. Num artigo escrito para a prestigiosa revista marxista “Monthly Review”, ele afirma: “Agora, peço que reflitam sobre tal anomalia. Como chegamos até este momento em que vivemos uma forma de imperialismo particularmente agressivo e clamoroso, o qual pela primeira vez em mais de uma centena de anos está pronto para usar as palavras ‘império’ e ‘imperialismo’? Porque seria assim? A resposta que a maioria das pessoas dá, resumindo em uma palavra é devido à força dos EUA. E a que eu darei é por causa da fraqueza dos EUA”.
O cenário atual revela os intentos dos Estados Unidos para impor sua hegemonia .
Os Estados Unidos, diante das próprias dificuldades econômicas estruturais, entre estas a debilidade do dólar, com o maior passivo externo do mundo, frente à emergência de novas áreas econômicas, geopolíticas e financeiras que ameaçam seu primado, optam pela força exatamente como um sinal de debilidade.
Tentam vencer a competição global no terreno militar, onde são esmagadoramente os mais fortes. Buscam inverter uma tendência objetiva.
Em 1945 os Estados Unidos detinham 45% do PIB mundial, hoje detêm 25%, mesmo percentual da União Européia.
Prevê-se uma ulterior diminuição do percentual dos EUA nos próximos 20 anos.
Enquanto isso, o mundo vê a vertiginosa ascensão econômica da China, a recuperação da Rússia e os conflitos de interesses entre os Estados Unidos e os países em vias de desenvolvimento.
São contradições objetivas que tendem a se expressar no campo político.
Rússia e China convergem no âmbito da Organização de Cooperação de Xangai.
Há que levar em conta também na evolução do quadro mundial a reemergência das lutas antiimperialistas e socialistas, do que são expressões diferentes forças políticas em ascensão na América Latina.
A maioria dos autores contemporâneos de Relações Internacionais concordam que estamos vivendo um mundo em transição.
Ninguém se atreve a opinar categoricamente sobre a “ordem” que prevalecerá.
As hipóteses existentes são o novo século norte-americano, o equilíbrio de poder entre potências equivalentes, uma nova guerra fria ou um período prolongado de caos e desordem.
Cenário de conflitos
Tudo nos leva a crer que o ambiente político em que se processam as relações internacionais na atualidade é caracterizado por um inaudito retrocesso.
O principal vetor do quadro político mundial é uma abrangente e brutal ofensiva dos Estados Unidos para impor a sua hegemonia, o que cobra elevado preço aos povos e países que circunstancialmente se tornam alvo dessa ofensiva.
Um preço que é pago em vidas humanas e retrocesso econômico e nas condições de vida, mas também com a perda de liberdade, de independência, segurança, soberania e direitos. É um momento político em que o diálogo é substituído pela força, a diplomacia pela guerra, as decisões multilaterais pelo unilateralismo.
Tudo leva a crer também que em grande medida a estratégia atual dos Estados Unidos consiste em impedir o fortalecimento das nações que buscam caminho próprio de desenvolvimento e em afastar a possibilidade de que surjam forças competidoras, seja em nível regional, seja no global.
Nesse sentido, é importante notar como os Estados Unidos tratam de envolver a Índia e jogá-la contra a China, enquanto prosseguem seus esforços para estabelecer uma presença sólida no Oriente Médio e na Ásia Central.
A ameaça de atacar o Irã guarda intrínseca relação com isso.
Se é verdade que emergem novos pólos econômicos e de poder político, como fenômeno objetivo e tendência inexorável, isso não significa que o mundo será multipolar no sentido do equilíbrio de poder ou do surgimento de uma espécie de “diretório” do século 21.
A idéia da paz perpétua kantiana não cabe num mundo de lancinantes contradições sociais e geopolíticas.
Distantes também estamos do multilateralismo wilsoniano e do ordenamento das relações internacionais por um organismo multilateral estabilizador, promotor do equilíbrio, do direito e da igualdade.
O malogro da Liga das Nações na primeira metade do século 20 e o atropelo da ONU pelas políticas imperialistas de Washington legaram importantes lições.
Não se pode, outrossim, opor a essa realidade a imagem dum caos que leve a uma conflagração generalizada que destruiria o mundo e o gênero humano.
A aposta dos revolucionários será sempre um mundo de paz.
Mas o horizonte imediato sugere a ocorrência de conflitos e o estreitamento da margem para a cooperação e o entendimento.
A razão disto são os dois grandes paradoxos da presente época.
O primeiro deles é o que se expressa através de um sistema capitalista que se expandiu adquirindo dimensões mundiais, atingiu o nível da globalização mercantil, produtiva e financeira, mas que, ao revelar-se incapaz de gerar prosperidade coletiva, antes pelo contrário, revela também suas contradições, seus limites e a inexorável tendência às crises.
O outro paradoxo de nossa época é a existência de uma superpotência multidimensional , os EUA, com um poderio militar e nuclear superdimensionado, mas que é precisamente o epicentro dos desequilíbrios econômicos estruturais e sistêmicos do capitalismo atual e revela sinais de parasitismo e declínio, expressos em seus déficits gêmeos – passivo externo e déficit fiscal – e erosão do dólar como padrão monetário internacional.
Faz falta uma interpretação dos novos fenômenos que tome em consideração a dialética entre desenvolvimento e crises, auge e declínio do capitalismo e do imperialismo.
Não basta constatar os fenômenos novos, mas para além disso, é necessário compreender o alcance e a virulência das crises financeiras e a relação intrínseca que guardam com a deterioração da chamada economia real.
Tudo isso explica a agressividade com que os EUA se comportam atualmente e é foco de tensões.
A perspectiva de conflitos se torna nítida se observarmos o comportamento de outros grandes atores da cena internacional e a evolução dos acontecimentos.
A China proclama seu engajamento pela paz, a coexistência pacífica, a cooperação internacional e o multilateralismo.
Aposta no mudo multipolar, no que é apoiada pelos povos e governos progressistas, inclusive o nosso, pois precisa de um ambiente externo estável para atingir suas metas de desenvolvimento
Mas independentemente de sua sincera vontade, a vertiginosa emergência que experimenta, elevando-se ao status de potência econômica, além de militar e nuclear, assim como o aumento de sua influência política e diplomática, objetivamente coloca-a, em perspectiva, em posição de rival dos Estados Unidos.
Ou pelo menos é assim que será vista por estes.
Quanto à Rússia, em franca recuperação do seu poderio nacional, também manifesta traços de rivalidade, expressando duras reações ao expansionismo estadunidense e ocidental vis à vis à Europa Oriental.
São ilustrativas a este respeito as declarações do presidente russo Vladimir Putin, em conferência de imprensa após a realização da reunião do G-8, em julho último na Alemanha, nas quais não só se opõe em termos veementes contra os planos estadunidenses de implantar um sistema de defesa de mísseis na Europa oriental, como promete represálias caso isto se concretize.
O exame de outros fatos em curso e outras tendências que se delineiam também nos mostram elementos de conflitualidade no cenário político internacional.
O segundo mandato de Bush tem como foco prioritário o “plano de reestruturação do Oriente Médio”.
Construir um “Oriente Médio americano”, com regimes dóceis e a destruição dos inimigos dos EUA é o objetivo visado.
Até agora, porém, a ocupação do Afeganistão e do Iraque, principalmente este último, resultam em retumbante fracasso político e militar.
No Líbano, quando dos bombardeios israelenses em julho e agosto de 2006, a secretária de Estado dos EUA disse que estavam ocorrendo “as dores do parto do novo Oriente Médio”, ao contrário de uma estabilidade pró-americana, fortalecem-se os partidos inimigos dos Estados Unidos, como o Hesbolá.
Na Palestina, a situação é cada vez mais complexa e a paz fica mais distante. A instabilidade das posições estadunidenses aumenta, atiçando sua agressividade, quando observamos o que ocorre na América Latina – derrota da ALCA e emergência no poder de forças antiimperialistas e socialistas, com possibilidade de surgimento no curto ou médio prazos , sob a liderança do presidente Hugo Chavez, de movimentos de contestação ao hegemonismo norte-americano na região.
Tudo nos mostra que está a se desenvolver um novo cenário político internacional, com a acumulação de fatores de conflitos nacionais e sociais.
Não é ainda uma situação que abale os alicerces do poder americano, mas sem dúvida reveladora do surgimento de novas tendências históricas.
Nesse quadro, é difícil, senão impossível, proceder a uma análise unívoca e chegar a conclusões definitivas quanto ao sentido em que evoluirá a situação internacional. Sendo uma transição, parece-me que se trata de uma transição conflitiva, na qual o governo global e compartilhado, fundador de uma ordem de paz e harmonia é, no horizonte visível, mera especulação ou mesmo uma quimera.
Para além das especulações, penso que o importante para as forças progressistas, mormente o Partido Comunista, o fundamental é atuar na cena política com estratégias e táticas sintonizadas com as exigências da época.
As contradições geopolíticas não se desenvolvem à margem das lutas antiimperialistas e das lutas sociais em cada país e região.
Umas incidem sobre as outras e se entrelaçam.
Conscientes da necessidade de acumular forças revolucionariamente, num processo de longo prazo, compreendemos a necessidade de entrelaçar as lutas entre o capitalismo e o socialismo, os trabalhadores e a burguesia, os povos e nações contra o imperialismo e as próprias contradições interimperialistas.
No processo de acumulação de forças o essencial é infligir no dia a dia derrotas às políticas econômicas anti-sociais e anti-nacionais do imperialismo e às suas políticas de guerra.
O imperialismo não é invencível.
A humanidade viverá num mundo de paz,
o mundo socialista
.- José Reinaldo Carvalho é Jornalista, secretário de Relações Internacionais do Partido Comunista do Brasil, diretor do Cebrapaz – Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz



[i]PECEQUILO, Cristina Soreanu. A Política Externa dos Estados Unidos. Porto Alegre: Ed. da UFRS, 2005
[ii] Idem.
[iii] Idem.
[iv] Idem
[v] BANDEIRA, Luiz Alberto Moniz. As relações perigosas: Brasil-Estados Unidos. Rio de Janeiro. Ed.. Civilização Brasileira, 2004.
[vi] VIOLA, Eduardo & LEIS, Héctor R., in O sistema político dos Estados Unidos e suas repercussões externas. Organizado por ARAUJO, Heloísa Vilhena de. Brasília Ed. Fundação Alexandre Gusmão.
[vii] WALLERSTEIN, Immanuel. US. Weaknness and the Struggle for Hegemony, Monthly Review, volume 55, nr. 3, jullho-agosto de 2003.
http://alainet.org/active/21539
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ILUMINANDO O MUNDO

“Assim como o sol ilumina o mundo todo com seus raios, espalhe suas virtudes ao redor do mundo. Você é uma luz acesa. Não importa quantas tempestades venham, fique sempre diante da Luz Eterna. Considere-se uma luz que nunca tremula. Assim como Deus é uma luz sempre brilhante, que você seja uma luz imortal ao ajudar o mundo a remover a escuridão.” - Mensagem do Brahma Kumaris

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

CUBA: EDUCAÇÃO, CULTURA E SAÚDE






O nome de Cuba passará à história
pelo que está fazendo pela humanidade
nos campos da educação, da cultura e da saúde



DISCURSO PRONUNCIADO PELO COMANDANTE-EM-CHEFE FIDEL CASTRO RUZ, PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE CUBA, NO ATO DE ABERTURA DO ANO ESCOLAR 2003-2004. PRAÇA DA REVOLUÇÃO, 8 DE SETEMBRO DE 2003.



Queridos compatriotas:
Entre todos os países, grandes ou pequenos, ricos ou pobres, Cuba já ocupa o primeiro lugar no campo da educação. Foi possível conseguir isso, partindo de 30 por cento de pessoas com idade suficiente que não sabiam ler nem escrever, e 60 por cento de analfabetos funcionais, se consideramos os jovens e adultos desprovidos de conhecimentos e cultura, que não tinham passado da terceira ou quarta série de um ensino primário extremamente deficiente.
Não existiam professores suficientes para educar a milhões de crianças e adolescentes. Foi necessário formá-los. Não havia professores nem escolas para eles, quando a grande massa chegasse à sexta ou nona série. Foi necessário prepará-los, combinando as tarefas de uma abnegada vanguarda como estudantes de Pedagogia, saindo da décima série e, ao mesmo tempo, professores de ensino secundário, e mais tarde fazer o mesmo nos centros de ensino médio superior, com colegial completo.
Chegou-se a construir anualmente até cinqüenta mil vagas escolares para alunos do ensino médio.
Na época, dispunha-se de apenas três centros universitários, com um reduzido grupo de cursos. Foram criados, em menos de 25 anos, mais de 50 centros de ensino superior, onde atualmente são dados 85 cursos diferentes.
Hoje se estende progressivamente o ensino universitário a todos os municípios do país
, como necessidade iniludível de uma pujante revolução educacional.
Não havia creches, nem escolas especiais, nem escolas esportivas, nem escolas técnicas e de formação profissional, nem escolas primárias suficientes para a massa total de crianças e adolescentes em idade escolar. A perseverança, a paciência e o heroísmo de nosso povo realizaram o milagre de criar milhares dessas escolas, onde hoje estudam 2.500.474 crianças, adolescentes e jovens, e dezenas de centros universitários, onde neste ano letivo estão matriculados mais de 300 mil estudantes.
Tudo isso a Revolução criou a um ritmo que não tem precedente nem paralelo na história.
Compare-se com o que há no Terceiro Mundo e nos próprios países desenvolvidos.
Cuba ostenta hoje, reconhecido por prestigiosas instituições, o primeiro lugar nos conhecimentos de Matemática e Linguagem dos alunos de ensino primário. Cem por cento das crianças estão matriculadas na série correspondente a sua idade, sem atraso escolar, e todas atingem a sexta série. Noventa e nove por cento chegam à nona série, e podem continuar os estudos no ensino colegial todos os que chegam a essa série.
De uma população total de 11.177.743 habitantes, apenas 0,2 por cento são analfabetos, quase todos pessoas de idade avançada, que não dispuseram do sistema educacional com que nosso país conta atualmente.
As crianças de Cuba desfrutam hoje do melhor índice de professores em sala por alunos de ensino primário: um por cada 20, ou dois, se ultrapassa esse número. Como todos sabem, o índice nesta cidade reduziu-se, em apenas dois anos, de 37 a 18 por professor e classe, com a reparação total ou novas construções de 789 escolas primárias e secundárias.
Foram criadas, no verão de 2001, quinze escolas de instrutores de arte.
Novas escolas de pintura, teatro, dança e música se espalham por todas as capitais de províncias e cidades importantes do país.
Dois novos canais de televisão educativa foram criados
: um já presta serviços nacionalmente, e o segundo estará em pleno funcionamento dentro de seis meses.
A Feira do Livro, que antes ocorria somente na capital, hoje se realiza em pelo menos 30 cidades.
Novas capacidades de impressão permitirão o acesso em massa de toda a população às melhores obras literárias e de temas científicos, políticos, sociais e culturais, a um custo mínimo, mediante o sistema de bibliotecas familiares, idealizado em Cuba e que começa a se estender a outros países, da mesma maneira que os sistemas de alfabetização por rádio e televisão, chamados a revolucionar a educação no mundo.
A lista de criações e novos métodos educativos e culturais, de grande impacto social e humano, seria interminável. Nem os mais encarniçados inimigos da Revolução se atreveriam a negá-lo.
Em que condições se inicia o novo ano letivo, após os extraordinários avanços feitos nos últimos quatro anos e sem ter terminado ainda o Período Especial?
Após dez anos de pesquisa científica, nosso país aplica em todo o território nacional, desde o ano 1992-1993, o programa social "Eduque seu filho", cujo objetivo é a preparação da família para conseguir o desenvolvimento integral das crianças de zero a seis anos. É a própria família quem sistematicamente realiza as ações educativas fundamentais com seus filhos. A paulatina extensão do programa possibilitou atender, por vias institucionais e vias não-formais, como creches e classes pré-escolares, a 99,5 por cento das crianças nessa faixa etária.
Foi decisiva a integração dos médicos e enfermeiras da família, dos instrutores de cultura e esporte, das federadas [membros da Federação de Mulheres Cubanas (N. do T)], dos cederistas [membros dos Comitês de Defesa da Revolução (N. do T)], dos representantes dos sindicatos e das organizações camponeses, dos governos locais e, em particular, dos conselhos populares, em conjunto, mais de cem mil executores, como são qualificados, que são os encarregados de preparar, atender e apoiar as famílias. A formação destes está a cargo de mais de 30 mil promotores, que os preparam e assessoram. Dessa cifra, 8.286 são docentes qualificados do Ministério de Educação.
A avaliação realizada no ano de 1999 demonstrou que 87 por centro de uma amostra de 48 mil crianças atingiu todos os índices de desenvolvimento previstos para sua idade, o que representou 34,6 pontos percentuais acima da avaliação realizada em 1994. Das famílias avaliadas, 87 por cento, ou seja, mais de 47 mil, reconhecem que ocorreram mudanças de atitude nas relações com suas crianças: dedicam-lhes mais tempo, são mais carinhosos, escutam-nas, não utilizam maltrato físicos ou psíquicos. Também reconhecem a contribuição do programa ao enriquecimento cultural das famílias: 62 por cento manifestam que escutam mais música, 52 por cento incorporaram a visita a museus e instituições culturais, 44 por cento incrementaram o hábito de ler, e 64 por cento se preocupam mais em adquirir livros de histórias para seus filhos e em lê-los.
Como resultado do sistema de atenção educacional às crianças desde o seu nascimento até os seis anos, 96,8 por cento dos que saíram do ensino pré-escolar no recém terminado ano letivo atingiram um adequado nível de desenvolvimento das habilidades básicas que lhes possibilita enfrentar com sucesso o ensino escolar.
A inclusão da computação nas idades pré-escolares em nosso país constitui uma experiência inovadora e única, pelo caráter massivo que alcança, e pelos princípios e concepções científicas e pedagógicas que a fundamentam. Sua introdução generalizada é acompanhada da pesquisa que permite definir nossa posição sobre seu uso na educação das crianças pré-escolares, de acordo com a concepção assumida pelo processo educacional para prevenir, identificar, controlar e eliminar qualquer fator de risco pelo uso da computação nessas idades.
No curso recém terminado, tiveram acesso à computação, com uma freqüência semanal de 30 minutos, 117.868 crianças que cursaram o pré-escolar nas escolas primárias. A partir deste ano, serão beneficiados adicionalmente os 23.527 menores matriculados na pré-escola das escolas de educação infantil, para o que está prevista a instalação dos equipamentos pertinentes nesses centros.
Conta-se com 823 docentes que se prepararam como educadores de computação para essas idades, e que continuam sua preparação no nível superior. As observações realizadas até o momento demonstram a contribuição para o desenvolvimento da motricidade fina e de habilidades intelectuais desses menores, que constituem objetivos que devem ter atingido ao sair da educação pré-escolar e como base para seu ingresso na primeira série.
No presente ano letivo, 84 por cento das classes de ensino primário terão 20 crianças ou menos.
Conta-se com reserva de professores em todas as províncias, exceto Havana, Matanzas e Camagüey, nas quais se trabalha para superar essa dificuldade.
A excelente situação atual foi possível pela incorporação de mais de 14.662 jovens professores emergentes, que tiveram grande êxito.
Já estão com horário integral 96,6 por cento dos alunos de ensino primário de todo o país. Mas a principal transformação foi no aperfeiçoamento da organização escolar, que permitiu um horário único, em que as atividades docentes se desenvolvem tanto no período da manhã como no da tarde. Será adicionada uma aula semanal de Língua Espanhola e uma de matemática; na primeira, serão priorizados a ortografia, o uso do dicionário, a caligrafia, a produção e compreensão de textos; e na segunda, serão reforçados os conteúdos de cálculo, solução de problemas, tratamento das grandezas e Geometria.
Será incluída mais uma aula semanal de Inglês, a partir da terceira série até a quinta, e duas na sexta série, utilizando meios audiovisuais. Essas aulas começarão no mês de janeiro.
Foram elaborados 41 softwares que provocarão uma mudança fundamental no processo docente-educativo, entre o professor da classe e o professor de computação. Ambos conduzirão atividades em conjunto, tanto docentes como extradocentes, que permitirão elevar a qualidade da aprendizagem e a formação de uma cultura geral integral.
Uma avaliação da qualidade da educação na Cidade de Havana, realizada no ano de 1999, revelou que suas crianças não atingiam os conhecimentos da série com a qualidade e rapidez necessárias. Prova disso, é que na quarta série atingiram 43,3 por cento de respostas corretas em Matemática e 53,5 por cento em Língua Espanhola.
As medidas especiais aplicadas à educação na Cidade de Havana permitiram comprovar que, em junho do presente ano, as respostas se elevaram a 71 por cento em Matemática e a 86 por cento em Linguagem. Os conhecimentos da série elevaram-se em 60% em relação a 1999.
A educação especial no presente ano escolar, como vem ocorrendo há anos, assegura a atenção a todas as crianças com deficiência física ou retraso mental compatível com a possibilidade de estudar, 51.938 na atualidade, para o que se conta com 14.600 professores e especialistas. Receberão atendimento na casa, 1.386 crianças, através do professor ambulante, para o que se conta com 580 professores, e será garantido o atendimento a 372 alunos em 22 classes hospitalares.
Destaca-se nesse ensino a introdução de inovadores métodos para o tratamento de 241 crianças autistas, 106 surdo-cegas e 14 com implante coclear. Trabalha-se na introdução e validação de novos meios e equipamentos para facilitar o acesso dos alunos com determinadas deficiências à informática: tela táctil, visual voice, interruptores, teclado inteligente e scanners.
Criaram-se mais 252 vagas de intérpretes de língua de sinais e professores de apoio para estudantes surdos, cegos e deficientes físico-motores, o que permitirá elevar a qualidade da atenção que lhes é oferecida.
Neste ano letivo começou a funcionar uma moderna tipografia Braille, para a edição de livros de textos e outros, que permitirão aos cegos elevar sua cultura geral integral. Contamos com 193 grupos de diagnóstico e orientação em todo o país, com mais de 1.056 especialistas dedicados à avaliação e diagnóstico dos alunos com necessidades educativas especiais.
Continuou o desenvolvimento do programa de computação em todos os centros dos diversos ensinos, beneficiando a cem por cento dos alunos, contando com 46.290 computadores instalados na educação p