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domingo, 27 de dezembro de 2009

UM SITUAÇÃO UTÓPICA DE NATAL EM BELÉM

Sempre é tempo de REFLEXÃO

Antes do Natal,

no Natal e

após o Natal...

É NATAL



Uma situação-utópica
pintada no muro que rodeia Belém

É Natal

Belém está cercada por um Muro
Gaza respira pelos seus túneis
Cabul afoga-se na sua própria corrupção
a Zona-Verde de Bagdade também tem um Muro
mas só respira corrupção.

É Natal

30 milhões de americanos-pobres recebem finalmente um seguro de saúde
enquanto que os israelenses, que já têm seguro de saúde,
recebem 20 mil milhões de dólares para os seus défices orçamentais.

É Natal

Jesus, Maria e José estão presos dentro de Belém
não se podem refugiar no Egipto, porque Mubarak fechou as fronteiras em Rafá.

É Natal,

A Casa Branca tem um Natal Branco com um Presidente Negro.

Ramalá tem um Presidente que nem consegue governar a sua prisão-ao-ar-livre.

Copenhaga teve sucesso apenas na taxa de ocupação dos seus hoteis.

Tony Blair e George Bush ainda circulam livremente.

É Natal !!.....rejubilem!! rejubilem!!

só o Pai Natal está feliz.... e esperemos...... que vocês também !!



Raja Chemayel

Sherlock Hommos
Eng. Moustafa Roosenbloom
Publicada por Тлакскала

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

ISRAEL ESTÁ MATANDO OS PALESTINOS DE SEDE- DENÚNCIA DA ANISTIA INTERNACIONAL

Israel está matando os Palestinos de sede!


A denúncia é da Anistia Internacional








Video/texto: -AI-israel matando Palestinos de sede
terça-feira, 8 de dezembro de 2009.




Israel está matando os palestinos de sede!


A denúncia é da Anistia Internacional.


Impressionante, os sionistas NÃO TÊM LIMITES em suas maldades.




Exige a Israel que respete el derecho al agua de la población palestina

Ya somos 8.146 firmantes



El 4 de junio de 2009 el ejército israelí destruyó las casas de 18 familias en Ras al-Ahmar, una aldea palestina del valle del Jordán.


Los soldados también les confiscaron el depósito de agua, así como el tractor y el camión que utilizaban para llevar agua a la población.


Más de 130 personas, muchos niños y niñas, se quedaron sin un techo ni suministro de agua en la época más calurosa del año.


Desde hace más de cuatro décadas de ocupación, Israel niega a la población palestina el derecho al agua al ejercer el control total de los recursos hídricos comunes y aplicar duras restricciones y políticas discriminatorias.


La escasez crónica de agua afecta a aspectos cruciales de la vida de la población palestina, como la higiene, las actividades agrícolas e industriales y la ganadería.
Israel consume más del 80% del agua del acuífero de la montaña de Cisjordania, frente al 20 % de la población palestina.
El consumo diario de agua palestino apenas alcanza los 70 litros por persona (la OMS recomienda un mínimo de 100 litros), frente al consumo israelí de más de 300 litros al día.
Entre 180.000 y 200.000 personas de comunidades rurales palestinas no tienen acceso a agua corriente, a pesar de lo cual el ejército israelí les impide incluso recoger el agua de lluvia.

Los alrededor de 450.000 colonos disfrutan de tanta o más agua que los 2,3 millones de palestinos. Los colonos israelíes tienen cultivos de riego intensivo, jardines y piscinas.
En la Franja de Gaza, alrededor del 90% del agua de su único recurso hídrico, el acuífero costero, está contaminada pero Israel no permite llevar agua de Cisjordania a Gaza.
Israel debe poner fin a sus políticas discriminatorias, levantar de inmediato todas las restricciones que impone al acceso de los palestinos al agua y permitir a la población palestina hacer uso de la parte de los recursos hídricos comunes que les corresponde. Exige al gobierno israelí un cambio de política.



¡Actúa!






Por los derechos humanos en todo el mundo

Israel é denunciada por negar água potável a Palestinos




Israel rouba água dos palestinos


A Anistia Internacional acusou Israel de privar os palestinos de água, ao deixar os colonos israelenses na Cisjordânia usar quantidades ilimitadas desse bem.
Para a Anistia Internacional, “Israel limita severamente o acesso à água nos territórios palestinos, com um controle total dos recursos comuns e políticas discriminatórias. Israel não deixa os palestinos ter acesso a uma parte dos recursos comuns em água, que se situam principalmente na Cisjordânia, enquanto as colônias israelenses ilegais recebem quantidades praticamente ilimitadas”.


Ainda de acordo com a entidade, os israelenses consomem quatro vezes mais água que os palestinos.

“Esta desigualdade ainda é gritante em algumas regiões da Cisjordânia, onde as colônias usam 20 vezes mais água per capita que os palestinos das localidades vizinhas, que sobrevivem com 10 litros por dia”. “Piscinas, gramados bem-cuidados e amplas áreas de produção agrícola irrigadas, nas colônias, contrastam com a situação dos vilarejos palestinos vizinhos, nos quais os moradores devem lutar diariamente para garantir suas necessidades de água”, continuou o relatório.

A Anistia Internacional também denunciou que os Palestinos não são autorizados a cavar novos poços e a restaurar os antigos sem permissão das autoridades israelenses.

Além disso, inúmeras estradas da Cisjordânia estão fechadas ou limitadas à circulação, o que obriga os carros-pipa a dar voltas para reabastecer os vilarejos que não são ligados à rede de distribuição de água, dificultando o abastecimento.

A Anistia avaliou em quase 200 mil o número de palestinos sem acesso a água corrente na Cisjordânia.
Para piorar a situação, durante a ofensiva israelense, no começo deste ano, centenas de reservatórios de água, poços, esgotos e estações de bombeamento foram destruídos na Faixa de Gaza.

O sistema de tratamento de águas usadas foi particularmente atingido porque Israel interditou a importação de equipamentos metálicos que eles usam para fabricar foguetes caseiros.
Na conclusão do relatório, a Anistia Internacional pede a Israel que acabe com suas políticas discriminatórias e suspenda imediatamente todas as restrições impostas aos Palestinos, para permitir-lhes o acesso igualitário à água e, dessa forma, à vida.
http://www.averdade.org.br/modules/news/article.php?storyid=293

Palestina: Água que não se deve beber

Faqua, Palestina, 12/06/2009 – A setentrional aldeia de Faqua, na Cisjordânia, tem seu nome do aquífero sobre o qual se assenta. Mas a população carece desse recurso, controlado por Israel.

Os problemas começaram em 1948 com a criação de Israel, quando 2,4 hectares dos 3,5 que tem Faqua e a maior parte da água subterrânea foram tomados pelo Estado judeu.

Os Palestinos continuaram sofrendo escassez de água após a assinatura dos acordos de paz de Oslo em 1993 e da criação da Comissão de Água Palestino-israelense, diz um informe do Banco Mundial divulgado em abril.

A Cisjordânia está dividida em três zonas:

área A, sob controle palestino;

B, sob controle palestino e israelense, e

C, sob controle israelense, dentro da qual fica Faqua.

Para os moradores da área C é muito difícil conseguir autorização das autoridades israelenses para cavar poços ou fazer ligação com a rede de água da empresa Mekorot, de Israel.

“Desde 2000 esperamos permissão para construir uma rede de tubulações”, disse à IPS Abu Farha, chefe do conselho desta aldeia.

“Mas, não querem nos dar. Tampouco podemos cavar poços ou reparar os que já estão construídos”.

Porém, “os colonos podem fazer poços muito mais profundos do que os nossos e consertar os demais”, acrescentou.

O Conselho da aldeia de Faqua pensa que Israel pretende expulsar os moradores das aldeias desta região por seu significado estratégico.

Faqua, no distrito de Jenin, na Cisjordânia, fica no alto de uma colina de onde se tem uma visão panorâmica do vale do rio Jordão.

Esta aldeia, a uma hora de automóvel de Ramala, está perto das fronteiras da Síria e do Líbano.

Seus cinco mil habitantes foram prejudicados por uma barreira erguida por Israel para separar esta aldeia de Maale Gilboa, um kibutz religioso onde vivem 400 colonos.

Esta localidade não está ligada a nenhuma rede de fornecimento e depende da água distribuída por tanques israelenses a um preço exorbitante, além disso, não basta para atender suas necessidades. Metade dos adultos está desempregada. Centenas de pessoas perderam o emprego que tinham em Israel por causa do muro, que também isolou a aldeia de suas terras. Agora as autoridades lhes negam permissão para entrar em Israel. O gado diminuiu de sete mil para dois mil animais devido à falta de água e pela expropriação de terras para construir o muro.

“Temos muitos problemas de saúde pela má qualidade da água, mas não temos outra opção a não ser bebê-la”, disse Farha.

“Não sabemos se é potável nem de onde vem. Muitas crianças têm diarréia e outras doenças causadas por bactérias como a Escherichia coli”, acrescentou.

Os palestinos não têm água suficiente, enquanto Maale Gilboa, a 500 metros do perímetro de Faqua, está ligada à rede da Mekerot e se pode ver agricultores a qualquer hora do dia irrigando os exuberantes cultivos e jardins do assentamento.

Israel tem quatro vezes mais água por habitante do que os palestinos, que apenas podem ter acesso a um quinto do aquífero da Cisjordânia, segundo o informe do Banco Mundial.

“A divisão desigual de recursos e a falta de informação sobre o fornecimento impedem os palestinos de terem suas próprias fontes de água”, disse o Banco.

“A situação de emergência teve graves ramificações a economia, na sociedade e na ecologia da Autoridade Nacional Palestina (ANP), as crises humanitárias causadas pela falta de água são comuns na Cisjordânia e em Gaza”, acrescenta o informe.

A rede Palestina de água está em péssimo estado. Menos de 1,8 milhão de pessoas, dos 2,4 milhões que vivem na Cisjordânia, estão ligadas à rede hídrica, disse o diretor da Autoridade Palestina de Água, Fadel Ka’Wash.

“Cerca de 227 mil palestinos não têm água encanada, enquanto 190 mil não recebem quantidade suficiente por problemas na rede e pelo racionamento”, acrescentou. Conseguir autorização de Israel para reparos é um pesadelo burocrático eterno e, ao que parece, sem resultado.

“Nos disseram que nos dariam mais água, mas que primeiro temos de consertar nossa rede”, disse Ihab Barghuti, da unidade de gestão de projetos desse órgão. “É um círculo vicioso. Não nos dão mais água enquanto não arrumamos a infra-estrutura, mas nos negam autorização para as obras”, afirmou.

O consumo médio de um lar palestino é de 60 litros ao dia, enquanto em um lar israelense chega a 280 litros, segundo a organização israelense de direitos humanos B’Tselem.

Em Faqua usa-se 30 litros ao dia por pessoa.

O mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde é de cem.

A ANP declarou situação de emergência nas 10 aldeias desta região

O Conselho de Igrejas do Oriente Médio interveio para oferecer assistência de emergência.

“Analisamos as necessidades dos mais afetados, os lares com menos de cinco pessoas com o chefe de família desempregado ou subempregado e sem água”, disse Ramzi Zananiri, diretor-executivo da Comissão de Trabalhadores Refugiados do Conselho de Igrejas do Oriente Médio.

“Construímos 42 cisternas em sete das 10 aldeias em situação crítica, que armazenam água da chuva e permitem a uma família subsistir por até quatro meses na época seca”, explicou Zananiri.

“Atualmente, ajudamos 45 famílias, cerca de três mil pessoas. Esperamos poder construir mais cisternas nas três aldeias que faltam”, acrescentou.

IPS/Envolverde

ANISTIA INTERNACIONAL ACUSA ISRAEL DE ROUBAR ÁGUA DE PALESTINOS

By AP 27/10/2009 At 07:37

Além de roubar às terras, órgãos de corpos ainda vivos do povo PALESTINO, o estado invasor-terrorista de Israel, está roubando água que pertencem aos palestinos, cometendo mais um crime contra a humanidade. Nem Hitler! 450 mil judeus consomem mais água(ROUBADA) do que 2,3 milhões de palestinos.

Anistia Internacional acusa Israel de tirar água de palestinos

JERUSALÉM - A Anistia Internacional (AI) acusa Israel de extrair quantidades desproporcionais de água potável de um aquífero que controla na Cisjordânia e privar assim a parte correspondente aos palestinos, o que é negado pelas autoridades israelenses.

O grupo de direitos humanos, com sede em Londres, também disse em um relatório que será divulgado nesta terça-feira que Israel impediu projetos de infraestrutura que melhorariam o abastecimento de água para os palestinos, tanto na Cisjordânia como na Faixa de Gaza.

- Esta escassez afeta todos os níveis da vida dos palestinos.

Deve ser dada a eles uma quantidade maior de água - disse a investigadora da Anistia sobre Israel, Donatella Rovera.

A água. um ponto de conflito importante entre israelenses e palestinos, é considerado um tema que deve ser resolvido para que possam chegar a um acordo de paz.

O assunto se complica pela divisão dos territórios palestinos.

O movimento moderado Fatah governa a Cisjordânia e a milícia do Hamas controla a Faixa de Gaza.

Cada israelense usa em média uma quantidade de água quatro vezes maior que um palestino, cujo consumo está abaixo do nível mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), segundo o relatório.

A Anistia Internacional se concentra no Aquífero da Montanha na Cisjordânia.

Disse que Israel utiliza mais de 80% da água que é extraída no lugar e que, enquanto o Estado judeu tem outras fontes de água, esse aquífero é a única fonte dos palestinos.

Como resultado, os 450 mil israelenses que vivem na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental usam mais água que 2,3 milhões de palestinos, segundo o relatório.

Israel tomou essas duas áreas, antes ocupada pela Jordânia, na guerra de 1967.

Os palestinos a reclamam como parte de seu eventual Estado independente.

O porta-voz do governo israelense, Mark Regev, disse que as afirmações da Anistia são completamente descabidas e assegurou que Israel tem o direito legal para usar o aquífero porque o descobriu primeiro.

http://prod.brasil.indymedia.org/en/red/2009/10/457269.shtml

sábado, 12 de setembro de 2009

MANIFESTO DE GANDHI

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi o grande líder hindu na luta pela independência da Índia do colonialismo inglês.

Com sua filosofia de não-violência, tornou-se conhecido e admirado internacionalmente.Trata-se simplesmente de uma das grandes almas reencarnadas na terra do Ganges, com a missão de espalhar os ideais da paz entre os homens.


Sem dúvida alguma, Gandhi foi um avatar* enviado para ensinar aos homens da Terra as artes de Shanti**.


"A única revolução possível é dentro de nós"


Não é possível libertar um povo, sem antes, livrar-se da escravidão de si mesmo.


Sem esta, qualquer outra será insignificante, efêmera e ilusória, quando não um retrocesso.


Cada pessoa tem sua caminhada própria.


Faça o melhor que puder.


Seja o melhor que puder.


O resultado virá na mesma proporção de seu esforço.


Compreenda que, se não veio, cumpre a você (a mim e a todos) modificar suas (nossas) técnicas, visões, verdades, etc.


Nossa caminhada somente termina no túmulo.Ou até mesmo além...


Segue a essência de quem teve sucesso em vencer um império...


PENSAMENTOS MAHATMA GANDHI sintoniasaintgermain sintonia saint germain

"A minha fé mais profunda é que podemos mudar o mundo

pela verdade e pelo amor."

Gandhi


"Quem busca a verdade,quem obedece a lei do amor,


não pode estar preocupado com o amanhã".


( MAHATMA GANDHI)


"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido.


Não na vitória propriamente dita".


( MAHATMA GANDHI)


Mohandas Karamchand Gandhi (Devanagari मोहनदास करमचन्‍द गान्‍धी), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") (Porbandar, 2 de Outubro de 1869Nova Déli, 30 de Janeiro de 1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução. (Ver também: Mahatmas).
O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).


Manifesto de Gandhi sobre os judeus na Palestina*



M. K. Gandhi
Harijan, 26 de novembro de 1938

In M.K.Gandhi, My Non-Violence
Editado por Sailesh K. Bandopadhaya
Navajivan Publishing House
Ahmedabad, 1960

Recebi muitas cartas solicitando a minha opinião sobre a questão judaico-palestina e sobre a perseguição aos judeus na Alemanha. Não é sem hesitação que ouso expor o meu ponto-de-vista.(1)
Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus. Eu os conheci intimamente na África do Sul. Alguns deles se tornaram grandes amigos. Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram. Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus. Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles. Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus.

No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça.
O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence.
Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar?
(2)
A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses.
É errado e desumano impor os judeus aos árabes. O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Os mandatos não têm valor. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.


O caminho mais nobre seria insistir num tratamento justo para os judeus em qualquer parte do mundo em que eles nascessem ou vivessem. Os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.


Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?(3)



Este pedido por um lar nacional oferece várias justificativas para a expulsão dos judeus da Alemanha.


Mas a perseguição dos alemães aos judeus parece não ter paralelo na História.


Os antigos tiranos nunca foram tão loucos quanto Hitler parece ser.



E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável.(4)


Se houver sempre uma guerra justificável em nome da humanidade, a guerra contra a Alemanha para prevenir a perseguição desumana contra uma raça inteira seria totalmente justificável. Mas eu não acredito em guerra nenhuma. A discussão sobre a conveniência ou inconveniência de uma guerra está, portanto, fora do meu horizonte. Mas se não pode haver guerra contra a Alemanha, mesmo por crimes que estão sendo cometidos contra os judeus, certamente não pode haver aliança com a Alemanha. Como pode haver aliança entre duas nações que clamam por justiça e democracia e uma se declara inimiga da outra? Ou a Inglaterra está se inclinando para uma ditadura armada, e o que isso significa?
A Alemanha está mostrando ao mundo como a violência pode ser eficientemente trabalhada quando não é dissimulada por nenhuma hipocrisia ou fraqueza mascarada de humanitarismo; está mostrando como é hediondo, terrível e assustador quando isso aparece às claras, sem disfarces. Os judeus podem resistir a esta organizada e desavergonhada perseguição? Existe uma maneira de preservar a sua auto-estima e não se sentirem indefesos, abandonados e infelizes? Eu acredito que sim. Ninguém que tenha fé em Deus precisa se sentir indefeso, ou infeliz. O Jeová dos judeus é um Deus mais pessoal que o Deus dos cristãos, muçulmanos ou hindus, embora realmente, em sua essência, Ele seja comum a todos. Mas como os judeus atribuem personalidade a Deus e acreditam que Ele regula cada ação deles, estes não se sentiriam desamparados.
Se eu fosse judeu e tivesse nascido na Alemanha e merecido a minha subsistência lá, eu reivindicaria a Alemanha como o meu lar, do mesmo modo que um "genuíno" alemão o faria, e desafiaria qualquer um a me jogar na masmorra; eu me recusaria a ser expulso ou a sofrer discriminação. E fazendo isso, não deveria esperar por outros judeus me seguindo em uma resistência civil, mas teria confiança que no final estariam compelidos a seguir o meu exemplo.


E agora uma palavra aos judeus na Palestina:


Não tenho dúvidas de que os judeus estão indo pelo caminho errado. A Palestina, na concepção bíblica, não é um tratado geográfico. Ela está em seus corações. Mas se eles devem olhar a Palestina pela geografia como sua pátria mãe, está errado aceitá-la sob a sombra do belicismo britânico. Um ato religioso não pode acontecer com a ajuda da baioneta ou da bomba. Eles poderiam estabelecer-se na Palestina somente pela boa vontade dos palestinos.


Eles deveriam procurar convencer o coração palestino. O mesmo Deus que rege o coração árabe, rege o coração judeu. Só assim eles teriam a opinião mundial favorável às suas aspirações religiosas. Há centenas de caminhos para uma solução com os árabes, se descartarem a ajuda da baioneta britânica.



Como está acontecendo, os judeus são responsáveis e cúmplices com outros países, em arruinar um povo que não fez nada de errado com eles.
Eu não estou defendendo as reações dos palestinos. Eu desejaria que tivessem escolhido o caminho da não-violência a resistir ao que eles, corretamente, consideraram como invasão de seu país por estrangeiros. Porém, de acordo com os cânones aceitos de certo e errado, nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos.
(5)



Deixemos os judeus, que clamam serem os Escolhidos por Deus, provar o seu título escolhendo o caminho da não-violência para reclamar a sua posição na Terra. Todos os países são o lar deles, incluindo a Palestina, não por agressão mas por culto ao amor.
Um amigo judeu me mandou um livro chamado A contribuição judaica para a civilização(6), de Cecil Roth.

O livro nos dá uma idéia do que os judeus fizeram para enriquecer a literatura, a arte, a música, o drama, a ciência, a medicina, a agricultura etc., no mundo. Determinada a vontade, os judeus podem se recusar a serem tratados como os párias do Ocidente, de serem desprezados ou tratados com condescendência.


Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites.(7) Eles podiam somar às suas várias contribuições, a contribuição da ação da não-violência.

* NOTAS COMENTÁRIOS CONEXÕES


Ao contrário do que falsamente apregoam aqueles que defendem a ocupação da Palestina como um direito do povo judeu, Gandhi nunca voltou atrás em suas declarações e jamais deixou de denunciar essa escandalosa brutalidade e evidente injustiça como imperdoável crime contra a humanidade.
Em várias ocasiões Gandhi reiterou enfaticamente as suas denúncias sobre a violência do terrorismo judeu contra o povo palestino, como se pode ver claramente nestas suas declarações a alguns meses antes daquela esquisita Assembléia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha:
Entrevista de Gandhi à Agência Reuter, Harijan, em 18 de maio de 1947:
Qual a solução para o problema da Palestina?
Isso transformou-se num problema quase insolúvel. Se eu fosse judeu, eu lhes diria: Não sejam ingênuos ao abrigar o terrorismo, porque assim vocês maculam uma causa que, de um outro modo, poderia ser uma pretensão justa. Mas, se for meramente por uma questão política, acho que não há nenhum valor nessa pretensão. Por que os judeus deveriam pretender a Palestina? Eles são uma grande raça e tem grandes dons. Durante alguns anos na África do Sul convivi com muitos judeus. Se fosse por uma aspiração religiosa, certamente não haveria lugar para terrorismo. Eles deveriam se encontrar com os árabes e se tornarem seus amigos, e não depender da ajuda britânica ou americana para salvar os descendentes de Jeová.
Resposta de Gandhi à pergunta formulada pela United Press of America, The Bombay Chronicle, em 2 de junho de 1947:
Qual, em seu íntimo, seria a solução mais aceitável para o problema da Palestina?
O completo abandono pelos judeus do terrorismo e de outras formas de violência.
Tornei-me acaso vosso inimigo porque vos digo a verdade?
Gálatas 4: 16
(1) A estatura ética e política de Gandhi é absolutamente incontestável, e os grandes homens do século XX até hoje, o tiveram sempre como exemplo a seguir e imitar.
A sua lucidez e a sua coragem ao denunciar a injustiça e a insolência do povo inglês sobre a Índia e sobre o povo indiano, são as mesmas que demonstra neste manifesto de repúdio à violência dos nazistas na Alemanha, e à injustiça e brutalidade da invasão dos judeus na Palestina.
Portanto, é bastante significativo que este documento sobre o horror e a injustiça impostos aos palestinos, nunca tenha sido divulgado ou comentado por nossos atentos analistas políticos, nem tampouco seja citado por eruditos ou catedráticos das nossas universidades.
A única exceção, em português, devemos à Drª. Kátia Mendonça, da Universidade Federal do Pará que em seu trabalho, Ética e política no pensamento de Buber e Gandhi, sem citar a fonte de onde retirou o texto, aborda este Manifesto há tanto tempo ocultado. Mas, não obstante estar a usar o nome e a autoridade moral de Gandhi, logo se percebe que a oblíqua intenção da autora é abrir um leque de rasgados elogios ao sionista Buber e invocar uma plêiade de intelectuais judeus para desviar a atenção do texto, e assim tentar justificar, de algum modo, a perversidade sionista e a criminosa invasão e ocupação da Palestina.
Além desse desvio da cátedra universitária para fins de proselitismo judeo-sionista, e da impertinente comparação entre Buber e aquele homem evidentemente superior, o Mahatma Gandhi, decorre que temos sido enganados, durante décadas, por todos esses — historiadores, sociólogos, jornalistas — que por obrigação profissional e moral, deviam informar e esclarecer os cidadãos. Lamentavelmente não foi assim que essas pessoas agiram; ao contrário: sistematicamente esconderam e escamotearam as denúncias e advertências que expusessem ao mundo, a crueldade, a ganância e a violência dos judeus na Palestina.
O expressivo exemplo da deselegância desses acadêmicos, continua em outros trabalhos divulgados pela imprensa, e em diversas páginas da web, como se fossem pesquisas sérias e imparciais; encontra-se à venda nas livrarias, obras assinados por professores doutores de universidades famosas, que no decorrer de leitura mais cuidadosa vão mostrando sorrateiramente, o mesmo viés e a mesma ladina intenção que a professora paraense não soube disfarçar tão bem.
Em várias dessas "obras de fôlego" sobre a questão palestina, é demasiado evidente — e esclarecedor — que entre as inúmeras citações de textos de autores judeus, não se encontre nenhuma que aponte para trabalhos de professores de universidades palestinas, obviamente os que mais de perto conhecem o processo da invasão e ocupação dos seus territórios e pátria ancestral.
Enfim, é um campo maliciosamente minado, por onde devemos andar com atenção, pois, ao contrário da límpida objetividade do texto de Gandhi, os trabalhos desses acadêmicos, desviam-se do ponto fulcral da questão para enfatizarem aspectos secundários, ou pormenores irrelevantes e, desse modo, darem ao leitor a falsa impressão de que está sendo corretamente informado.
Por isso, é ainda mais espantoso, o "esquecimento" e a tentativa de apagamento da fundamentada e isenta denúncia de Gandhi sobre a injustiça e a brutalidade da ocupação da Palestina:
"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."

(2) "........ Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? ........"
A oportuna sugestão de Gandhi ao indagar o porquê dos judeus não fazerem como os outros povos, decorre do fato histórico de estarem sempre envolvidos em fugas precipitadas ou invasões de terras prometidas e depois, também por ele conhecer a violência daqueles bandos de terroristas judeus como o Irgun, o Stern, o Haganah.
Já desde remota antiguidade, depois que Ramsés II, por algum grave motivo (que o bíblico narrador preferiu esquecer, ou contar de outra maneira) os expulsou do Egito, e depois que Iavé lhes prometeu as terras de Canaã (como se pode prometer bens e terras que pertencem a outros?) e Josué, com a celestial trombeta, demoliu as muralhas de Jericó e trucidou os seus habitantes, a história do "povo escolhido" tem sido esse interminável rol de intrigas e perfídias, traçando a obscura trajetória judia, até à invasão da atual Palestina, desta vez através de chantagens e subornos, tanques de sessenta e cinco toneladas e bombardeiros F-16.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Por que essa gente não faz como todos os outros povos nos países onde foram acolhidos, em lugar de estarem constantemente criando esse interminável mal-estar e constrangimento em todas as épocas e em todos os continentes por onde andaram? Por que essas pessoas não mudam as suas condutas e os seus procedimentos, em vez de acusarem perpetuamente a humanidade pelo resultado de suas próprias atitudes? Ou eles ainda acham que a humanidade inteira está errada, e que o "povo escolhido" é o dono da verdade? Se, como argumentam, apenas postulam o direito por uma pátria espiritual a fim de preservar a "identidade judaica", porquê eles, em vez de usurparem as terras de outro povo, não fazem como os católicos de todo o mundo, cuja pátria espiritual, o Vaticano, ocupa apenas algumas quadras, sem muralhas e sem canhões? Essas perguntas ocorrem a qualquer pessoa, mas as respostas a essas questões nunca foram convincentes, nem para alguém de tão boa vontade quanto o Mahatma Gandhi.

(3) "Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?"
Essa pergunta de Gandhi, também não é uma pergunta casual, ou meramente retórica, ao contrário, é o ponto focal da questão: Afinal, que Estado, ou povo, beligerante e expansionista como o judeu, não gostaria de ter os seus patrícios dirigindo — à vontade — os mais altos cargos e postos nos órgãos de segurança e de administração dos outros países?
Só os muito distraídos ainda não perceberam como os israelitas — com a sua habitual desfaçatez — vão usufruindo, descaradamente, as vantagens dessa indecente aberração:
Henry Kissinger e Alan Greenspan, o anterior presidente do Fed (o banco central "americano") cujo cargo foi ocupado pelo também judeu Benjamin Schalom Bernank, são claros exemplos, entre alguns milhares de cidadãos de origem judaica, nem sempre tão em evidência, mas que estão atuando, à vontade, em todas as camadas das nossas sociedades, nos governos, nas universidades, na imprensa, no mundo da arte, na indústria de diversão e suas obscuras e perversas ramificações, no cinema etc.. Isso é notório e irrefutável e, até certo ponto, "normal", não fosse essa flagrante incompatibilidade de intenções, ou descarado conflito de interesses. Por exemplo: poderia alguém, honestamente, propor Henry Kissinger (judeu-alemão naturalizado americano) como mediador entre palestinos e judeus?
Logo ao término da II Guerra Mundial, Henry Kissinger já era o Chefe da Contra Espionagem do Exército Americano; depois foi Assessor da Casa Branca, e a seguir, Secretário de Estado durante dois governos; agora é o Presidente da Comissão Independente de Inquérito sobre o 11 de setembro...
Para que essa esquisita situação das agências de inteligência americanas — e as dos outros países — não venha a se tornar um escândalo público, de tempos em tempos, para reiterar a sua "independência" e "soberania" junto à "opinião pública", os governos mandam prender um ou outro espião judeu a serviço dos interesses de Israel... Então, tudo volta ao normal, e os outros, continuam... à vontade.
Por aqui, não é difícil imaginar como estarão os nossos órgãos de segurança nacional, ou as nossas agências de pesquisa nuclear e espacial... Ainda agora, num "acidente" muito mal explicado, foram pelos ares juntamente com um foguete e a plataforma de lançamento, todos os engenheiros, cientistas e técnicos daquela equipe do nosso projeto aeroespacial. Um prejuízo incalculável na perda de vidas humanas e de saberes específicos em diversos ramos da ciência e da tecnologia nacional.
"Não admitiremos um outro Japão ao sul do equador." Henry Kissinger
Citado por Bautista Vidal em entrevista à revista Caros Amigos.
Com patrícios sempre tão bem posicionados, porquê Ben Gurion, ou Ariel Sharom, ou qualquer outro Primeiro Ministro de Israel, iam precisar de um serviço secreto, senão para justificar a origem dos movimentos de exata eficiência sugeridos aos terroristas do Irgun e do Stern, e agora às suas forças armadas, por esses mesmos "leais" cidadãos que foram acolhidos e abrigados em outros países de qualquer parte do mundo? Hoje podemos perceber, pelo decorrer da História, essa ancestral estratégia israelita, ou hebréia, ou judia, ou sionista, de induzir e incitar animosidades entre os povos e as nações, desde o antigo Egito e por toda a Idade Média, intrigando uns contra os outros, provocando conflitos locais e mundiais, cujos desastrosos resultados só interessam aos judeus e ao sinistro Congresso Mundial Judaico.
O chamado "conflito oriente-ocidente" é uma ladina falácia da imprensa judeo-sionista: São os judeus que odeiam tanto o islamismo, quanto o catolicismo. É a brutal ocupação da Palestina, e o expansionismo judeu que está contra os povos e as nações. O Vaticano exalta a paz entre os homens de boa vontade, ao contrário dos governos fantoches, europeus e americanos, tanto do norte, quanto do sul, reféns do tentacular lobby do judaísmo internacional.
Em todas as nações onde estão instalados — atropelando os órgãos competentes, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, e em grosseira afronta aos governos e às instituições nacionais — surgem inúmeras organizações judaicas como a criminosa Liga Anti-Difamação, ou a hipócrita Beth-Shalom e centenas e centenas de outras, ou "nacionais" ou estrangeiras, sempre com as mais variadas aparências e fachadas, mas cuja implícita e verdadeira função — além da disseminação de informações deturpadas e de contra-informação — é monitorar e patrulhar insolentemente, os cidadãos nacionais que tenham opiniões diversas daquelas da conveniência e dos interesses judaicos e da indecente Inquisição Sionista.
O Mossad, e as outras agências ditas de inteligência israelitas, não passam, em realidade, de gangues de psicopatas homicidas e de grupos de facínoras, para execuções extrajudiciais e assassinatos seletivos, em qualquer país ou região do planeta.
As ações de intimidação dessas "entidades religiosas", ou "organizações não governamentais", nem sempre dissimuladas, vão desde insinuações maldosas, dificuldades e empecilhos criados no ambiente de trabalho — com estratégias semelhantes às do assédio moral — até à perda de cargos e empregos, ou mesmo destruição de carreiras profissionais — o que é uma espécie de lento assassinato — e por fim, a assassinatos, como o de Naji Al-Ali.
Os recursos para sustentar essas organizações parasitas não vêm — como se faz entre as pessoas honestas — das suas comunidades e associações judaicas, ou dos abarrotados cofres dos banqueiros internacionais, mas são ladinamente subtraídos dos nossos próprios bolsos, através de certas "leis de incentivo" e de outras brechas e desvãos, por onde se exaurem aqueles recursos públicos que deviam ser destinados ao bem-estar e à educação do nosso povo.
Esses cidadãos com "duplo lar" têm acesso a segredos de estado e militares, e a tecnologias de ponta das nações mais desenvolvidas. Qualquer estratégia, seja de relações exteriores, seja da área econômica, ou em educação, ou na saúde, em qualquer país, sempre será do conhecimento de Israel muito antes de ser efetivada ou abandonada, assim como pesquisas avançadas, desenvolvidas em qualquer departamento ou instituto das nossas universidades.
É assim que é "produzida" a tão alardeada "tecnologia de ponta israelense" e a maioria dos Prêmios Nobel de que se jactam certos grupos judeus.
Por exemplo, a vacina "Sabin" (vacina oral de aplicação em gotas contra a poliomielite) em realidade foi descoberta e desenvolvida por alunos residentes do departamento chefiado pelo médico judeu Albert Sabin, o qual imediatamente registrou em seu próprio nome, como se fosse obra sua, a descoberta daqueles talentosos jovens, ingenuamente distraídos dos trâmites de registro de patentes, ou dos créditos por suas pesquisas e trabalho acadêmico.
Com essa mesma "genialidade", Albert Einstein já havia se apropriado do trabalho desenvolvido pelo matemático e filósofo francês, Henri Poincaré. Contudo, apesar da insistente campanha de instituições judaicas e da furiosa publicidade e propaganda sobre os méritos de Einstein, Cesar Lattes, assim como outros perquisadores, nunca se esquivou de denunciar esse roubo e essa fraude praticada pelo venerado cientista judeu.
Essa notável e esquisita característica da "inteligência judia", avança por todas as outras áreas do esforço humano; assim com na Física, também na Filosofia, ou na Psiquiatria, e até no chamado "milagre" das fazendas e granjas judias na Palestina, sempre se encontrará alguma espécie de roubo e de fraude: O decantado sucesso da "agrotecnologia israelita" só existe como o óbvio resultado do criminoso desvio das águas do rio Jordão e de outros importantes mananciais, o que vem provocando a acelerada degradação e desertificação daquelas antigas terras e campos, cuidadosamente cultivados por gerações e gerações de agricultores palestinos, desde tempos imemoriais.
Não é por acaso, nem por coincidência, que os enaltecidos sucessos da "genialidade" e competência israelitas, sempre sejam fruto de alguma espécie de ladino "desvio".
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Jung sabia muito bem do que estava falando; e é natural que nem todos concordem com o elevado pensamento do Mahatma Gandhi quando este diz que os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses. Sobre essa espécie de "dupla cidadania", Simon Wiesenthal, o mórbido "caçador" de nazistas, desprezando a sabedoria de Gandhi, afirma com o seu rancoroso nacional-socialismo judaico, e de maneira muito clara, que não há judeus franceses, ou judeus ingleses, e sim judeus que moram na França, ou judeus que moram na Inglaterra.
Insolentemente dizem o que querem, de acordo com as circunstâncias e conveniências, ou com o que lhes seja mais proveitoso e lucrativo em qualquer lugar ou país. Se agora são brasileiros, de uma hora para outra também irão dizer que não são brasileiros, mas apenas judeus que eventualmente moram no Brasil. Entretanto, a morte, a dor, a humilhação que levam à Palestina, e a outras nações do Oriente Médio, são mostradas na televisão, como se fosse um problema distante e localizado, sem graves conexões com outros países e nações, nem com o Brasil.
A descomunal vantagem em equipamentos militares — com recursos "drenados" de todos os países do mundo, sejam pobres ou ricos — informações estratégicas e influência diplomática, faz com que Israel não mais contenha a sua truculência nos territórios ocupados, nem a sua insolência na construção de mais e mais "assentamentos" de ladrões de terras por trás daquela vergonhosa muralha da prepotência judaica.
E o mundo, entorpecido, ou pela fome, ou pela desinformação — ou contra-informação — ou pelo egoísmo e preguiça das classes privilegiadas, assiste, atônito, à escalada da arrogância e da brutalidade israelitas.
A miséria que foi imposta ao Afeganistão, primeiramente por russos e depois por americanos — tanto faz, não importa qual é a marionete da vez — vai se espalhando, como mancha de tinta derramada sobre o mapa do Oriente Médio, à volta do usurpador judeu.
Logo será a vez de outras nações, pois, em sua ganância expansionista, Israel já exige que os seus títeres americanos e ingleses, ou de qualquer outra nacionalidade, ataquem aquelas nações islâmicas que não aceitam o jugo ocidental (leia-se capitalismo predatório e decadência moral).
Quando outro desses países estiver suficientemente debilitado por pressões políticas, diplomáticas e econômicas, e as classes médias do ocidente acreditarem que é lá que fermenta o "Império do Mal", esse país será invadido e ocupado por aquele exército de robôs, como aconteceu ao Iraque e ao Afeganistão, e como parece que logo acontecerá ao Irã, à Síria, ao Líbano.
Por trás da estupidez dessas nações testas-de-ferro — cujos cidadãos arcam com os custos da guerra e com o grave ônus da responsabilidade moral e o julgamento da História — acoberta-se o macabro lobby judeo-sionista, o verdadeiro mentor do que vem acontecendo em todo o Oriente Médio, e não por acaso, à volta do arrogante Estado judeu, no grande cinturão das maiores reservas de petróleo do mundo.
Agora já se ouve, ainda em voz baixa, que "está na hora de democratizar o Grande Médio-Oriente". Nada menos; e assim — sem nenhuma sutileza — vai aparecendo a outra obscura acepção e serventia para a complacente e elástica palavra "democracia", descaradamente conveniente para o sinistro projeto sionista. (Por aqui também já se ouve, nem tanto à boca pequena, uns descarados ensaios para se "democratizar a Amazônia"; e Israel, muito solícito, já se oferece para ajudar na nossa esquisita reforma agrária... talvez com a vasta experiência daqueles "colonos" usurpadores das terras e fazendas palestinas ...?)

(4) "E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável."
Essa passagem também descreve admiravelmente o sionista Ben Gurion, e o genocídio que vem sendo perpetrado, desde então, contra o povo palestino por esses ministros-generais, sempre sob o olhar e o feroz aplauso e cinismo do povo judeu.
Auschwitz — o esquisito curinga da "argumentação" judeo-sionista, e desavergonhada "justificativa" para os hediondos crimes abençoados por seus fanáticos rabinos — avança em cada cidade palestina, em cada lar bombardeado, em cada raid dos tanques e helicópteros israelitas, e em cada gueto criado pela selvagem cupidez daqueles bandos de "colonos" judeus.
A indecente muralha, que já ultrapassa todas as medidas da dignidade humana, vai criando bolsões de miséria nas cidades, aldeias e povoados palestinos, somente comparáveis aos dos piores anos do Apartheid sul-africano. A cada ação do desvairado expansionismo israelita, demolindo casas e destruindo aldeias e campos cultivados com os seus macabros buldôzeres caterpillar, mais esses dirigentes judeus se assemelham aos piores carrascos da história da humanidade.
Aquela ferocidade que Gandhi referia com espanto e indignação, hoje é a indecente e mal disfarçada ferocidade racista apresentada pelos judeus em todo o mundo.

(5) "..... nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos."
Esta clara afirmação de Gandhi, apesar da sua inabalável postura de não-violência, ensina que a luta contra a injustiça e a barbárie israelitas, é um direito fundamental do povo palestino. Qualquer argumento que tente desvirtuar a importância do clamor da Nação Palestina por justiça — como faz o descarado "pacifista" judeu, Amos Oz — só pode vir daqueles que desprezam a justiça, e a dignidade do ser humano.
Israel, e as miríades de seus pequenos agregados e colaboradores — aqueles analistas-políticos e uns certos chefes-de-redação, cineastas, intelectuais e artistas aparentemente bem intencionados, uns professores universitários e outros do ensino médio — todos querem fazer crer que a Resistência desses povos e dessas nações contra a violência e injustiça que vêm sofrendo, seja uma simples questão de fanatismo religioso; como se a destruição de lares, habitações e lavouras de milhares de famílias, e o assassinato de parentes, amigos e vizinhos, não desencadeassem uma dolorosa revolta contra o Estado judeu e aqueles que o financiam.
A Intifada — a Revolta das Pedras — não é um movimento de fanáticos religiosos: É a indignação justa de um povo que vem sendo roubado, humilhado, dizimado — há cem anos — em sua própria terra, em seu próprio país e pátria ancestral; também não é um conflito entre Oriente e Ocidente (como pretendem as intrigas judeo-sionistas e a venenosa maquinação contra o Islã e o Catolicismo) mas a heróica luta da Nação Palestina contra o usurpador judeu.
Para se compreender a matriz e a manutenção do horror imposto ao povo palestino, é preciso reparar que os dirigentes de Israel são escolhidos pelos eleitores judeus — não por acaso, nem por coincidência — entre os mais violentos terroristas do Haganah, do Irgun e do Stern: Esses grupos de extermínio — cujos chefes agora são ministros e generais de Israel — mataram e torturaram famílias inteiras e arrasaram centenas de pequenas aldeias e povoados palestinos, já desde antes de 1917. Há documentos e relatos terríveis sobre as desvairadas atividades dessas organizações judias.
Todos os dias, Israel segue cometendo assassinatos e atos de metódico terrorismo de Estado contra crianças, velhos e mulheres de uma espoliada Palestina e seu povo abnegado.
Os massacres de Sabra e Chatila, e os requintes de terror perpetrados em Jenín, Ramallah, Bethlehem e Nablus pelos fanáticos soldados judeus, mostram o que esses tristes seres humanos — psicologicamente deformados — conseguem entender por humanidade e civilização.
A completa ausência de arrependimento ou remorso, o comportamento amoral, e a fundamental incapacidade de aprender com a História, são características da perversão, não só da personalidade psicopata desses dirigentes judeus mas, principalmente, daqueles que votam, e cinicamente os escolhem para essa hedionda função de exterminadores do povo palestino.

E tão espantosa quanto a bestialidade do Estado judeu, enquanto executa o seu macabro plano de extermínio de um povo e de uma nação, é a covarde neutralidade, ou a preguiçosa indiferença e alienação, dos meus amigos, dos meus vizinhos, e das pessoas nas ruas que não se importam.
Também não são poucos os que se calam, constrangidos e intimidados por um certo tipo de insolente patrulhamento, pois temem ser caluniados e perseguidos, de várias maneiras, como se eles é que fossem racistas. Mas não podemos mais tolerar essa chantagem da hipocrisia judeo-israelita; não é sobre raças que estamos falando, mas sobre assassinos e ladrões.
Falamos sobre um país que assalta bancos com as suas forças armadas; sobre usurpadores de terras e fazendas palestinas; sobre psicopatas sionistas e a sua furiosa estratégia expansionista, arrasando campos cultivados, casas, fábricas, hospitais e escolas; sobre pessoas hipócritas que há várias décadas vêm choramingando por um holocausto judeu, enquanto vão cometendo atrocidades e imoralidades contra a humanidade; sobre a selvagem ganância e a feroz cupidez dos "colonos" judeus por terras alheias; e sobre as monstruosidades perpetradas por Israel e seu povo delirante.

Não acredito que alguém ousasse chamar Gandhi de racista, ou anti-semita, por expressar a sua indignação frente às atrocidades cometidas pelos judeus contra o povo palestino:

O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética.
Gandhi

A crescente mancha da invasão judia sobre a Palestina
Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
Gandhi

É espantoso como as forças de "defesa" judias invadem as terras palestinas, e imediatamente instalam aqueles bandos de "colonos" enlouquecidos pela sanha dos seus fanáticos rabinos.
As táticas desses ladrões de terras — provoque o fato e discuta depois — são as mesmas de gangsters que primeiro barbarizam e aterrorizam os cidadãos, para depois "negociar".

Esses bandidos "religiosos", fortemente armados com metralhadoras Uzi e fuzis M-16, são apoiados por tanques de guerra do exército judeu, e por grandes torres de vigia daquela indecente muralha judaica, num terrível gueto às avessas: Neste exato momento, o horror do holocausto acontece do outro lado.

A chamada "opinião pública" vem sendo amaciada e enganada — há muitos anos — por uma cuidadosa campanha muito bem arquitetada, em que os judeus se apresentam sempre como "as eternas vítimas" mas, aquelas vítimas sem voz é que surgem como terroristas... enquanto os seus jovens vão sendo torturados e assassinados, as suas mulheres desrespeitadas, as suas terras usurpadas, os mananciais criminosamente poluídos ou desviados, as suas casas bombardeadas, a sua pátria arrasada...

Agora, frente aos fatos que ninguém pode negar, ou esconder — como fizeram por tantas décadas — muitas perguntas, há muito tempo reprimidas, precisam de urgentes respostas:
— Que devasso deus é esse Javé que induz seus adoradores ao embuste, ao roubo, ao assassinato?
— Que sinistros rabinos são esses que abençoam o hediondo genocídio do povo palestino?
— Que espécie de gente é essa que constrói o seu lar sobre os cadáveres das suas vítimas?

(6) "A contribuição judaica para a civilização"...
Essa descarada propaganda, e a cínica autopromoção com os méritos alheios, é a velha e conhecida característica da arrogância judaica, como também o é a ladina falácia judeo-sionista ao tentar cunhar a expressão "judaico-cristã" para denominar a nossa milenar civilização católica — a qual emana da arte e da filosofia gregas, do direito romano, e da religião cristã — e, dessa maneira, insinuar que a contribuição hebréia para a cultura ocidental teria se estendido para além do velho testamento, ou para fora das sinagogas:
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Contudo, precisamente por essa peculiar característica judaica, só muito recentemente o judaísmo passou a ter alguma importância no ocidente; e essa estrangeira influência — absolutamente perniciosa, como agora se vê — vem gradualmente transpirando e emergindo, através da obscuridade da maçonaria e do não menos sinistro judeo-sionismo, em suas várias modalidades de atuação, enquanto procuram nos despojar da nossa herança histórica e, rancorosamente, denegar e destruir os nossos valores ancestrais:
"Nós julgamos sempre que o Cristianismo consiste em pertencer à Igreja e perfilhar certa fé. Na realidade, o cristianismo é o nosso mundo. Tudo o que pensamos é fruto da Idade Média cristã, até a nossa ciência; em resumo, tudo o que se move dentro de nossos cérebros é, necessariamente, moldado por essa época histórica que vive, ainda, em nós, pela qual estamos definitivamente impregnados e que representará sempre, no mais distante futuro, uma camada da nossa constituição psíquica, nisso se assemelhando aos vestígios que o nosso corpo traz do seu desenvolvimento filogenético. A nossa mentalidade, a nossa concepção das coisas, nasceu na Idade Média cristã, quer se queira quer não. A época das luzes nada apagou. A marca do Cristianismo encontra-se, até, presente na maneira como o homem quer racionalizar o mundo. A visão cristã do universo é, assim, um dado psicológico que escapa às explicações intelectuais."
C.G.Jung
O homem à descoberta da sua alma, Brasília Editora, Porto, 1975, p. 411.

(7) "Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites."
Se Gandhi tivesse assistido a esta escalada da imoralidade judeo-sionista, hoje não seria tão ameno em sua denúncia daquela "brutalidade sem limites" que agora atinge paroxismos nunca imaginados. O próprio Estado de Israel, tal como se mostra em sua estrutura
parasitária e tentacular, é uma aberração política e moral e imperdoável crime contra a humanidade. Nessa desavergonhada estratégia ancestral, os fanáticos rabinos do Congresso Mundial Judaico se mostram como "as eternas vítimas" mas insistem, cinicamente, que não há nenhuma conspiração em curso.
Há três mil e duzentos anos, Ramsés II já tinha visto essa mesma insídia e perfídia dentro do seu reino: Quanta inveja, quanto veneno, quanto rancor destilaram contra o brilho daquela avançada e poderosa nação que os havia recolhido — bando de analfabetos e esfarrapados nômades — e abrigado em sua sofisticada sociedade. Logo depois, os hicsos e os hititas, povos inimigos do Egito, se valeram da venenosa intriga e da ladina espionagem e traição de Moisés e de seus protegidos. Foram traídos exatamente por aquele que tinha sido protegido e educado por uma delicada princesa egípcia. Eis porquê os judeus foram expulsos... e dizem que a História não se repete... talvez para justificar essa dificuldade, ou a rígida incapacidade judaica de aprender com a própria História.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32
Se na conformação de nossas sociedades, alguém deve mudar alguma coisa em suas noções de ética e de convivência, sem dúvida devem ser aqueles que não costumam agir — como advertiu Gandhi — do mesmo modo como agem, naturalmente, todos os outros povos do planeta. Mas hoje parece que já não lhes basta a invasão e a ocupação da Palestina, que não lhes basta nos espionar e intimidar em nossos próprios lares, em nossas cidades e países, em nossa própria terra. Agora, em completo e arrogante desvario, já ameaçam os povos e as nações. Desprezam qualquer noção de sanidade e equilíbrio; não conseguem entender que além dos judeus, vivem neste mundo seis bilhões de seres humanos, e que não se pode enganar, nem calar tanta gente.
Apesar da estratégia orientada para desacreditar certos documentos e relatos esclarecedores sobre as suas obscuras atividades, e tentar ridicularizar o que eles chamam de "teorias de conspiração", a cada dia, mais evidente fica a insidiosa movimentação judeo-sionista; e a cada hora, a cada minuto, esse conluio vai se mostrando ainda mais insolente. Paralelamente ao recrudescimento da cínica campanha de falsificação dos fatos históricos — e violenta propaganda do "sofrimento" e da "superioridade" do povo judeu — através de filmes e desavergonhadas "descobertas" pseudo-histórico-científicas, em "reportagens" nos jornais e revistas e nas televisões, e em sites da web, também verificamos a criminosa sonegação de informações já nas fontes de pesquisa: As bibliotecas públicas e universitárias, vêm sendo alvo de vandalismo seletivo. Vários títulos e autores foram excluídos e eliminados dos fichários e estantes, com a conivência dos bibliotecários; outros, simplesmente vão sendo proibidos por força de leis forjadas, ou "reinterpretadas" à conveniência de última hora, como no tempo de Torquemada. Mas agora, contra essa indecente campanha obscurantista, somos nós que precisamos ler e comentar, com redobrada atenção, os livros e os textos proibidos pelo absurdo Índex judeo-sionista. Devemos procurar as edições citadas pela Academia Brasileira de Letras (Editora Civilização Brasileira, 1934 – 1938) pois algumas mais recentes — as que não foram proibidas — são incompletas e ladinamente modificadas, obviamente com o deliberado intuito de abalar a credibilidade e a legitimidade documental dos textos originais.
Ao publicarem os seus manifestos, Rogério César de Cerqueira Leite, Duas guerras que são uma só, e José Saramago, Das pedras de Davi aos tanques de Golias, diferentemente de outros intelectuais de língua portuguesa, tiveram a coragem e a honestidade de resgatar o direito à lucidez e à crítica; direito que vem sendo seqüestrado pela chantagem judeo-sionista, ao acusar de racistas, anti-semitas, ou reacionários, a todos os que não se deixam levar pelo jargão da propaganda judia de contra-informação.
Talvez por isso, muitos profissionais — historiadores, jornalistas, magistrados — fingem desconhecer indiscutíveis advertências, como as de Gandhi, e se esgueiram por entre falaciosos argumentos, ou certos textos de uns acadêmicos, para justificarem a sua frouxidão, ou esquisita moralidade. Quanta vergonha, quanta tristeza devem sentir esses homens e essas mulheres, já de idade madura, quando sozinhos à noite, vão se lembrando das tantas vezes que se omitiram e se esconderam, preguiçosos e acovardados.
Mas, quem sabe, talvez o exemplo de Rogério César de Cerqueira Leite e de José Saramago, ainda possa inspirar, a essas e a outras pessoas, as raras virtudes da coragem e da honra, e recuperar o significado daquele comentário do Mahatma Gandhi ao exortar os seus concidadãos para a luta contra o truculento usurpador: — O medo ainda tem alguma serventia, a covardia não.

Alfredo Braga - http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/gandhiepalestina.html


sexta-feira, 24 de julho de 2009

COLONIZAÇÃO SIONISTA E LIMPEZA ÉTNICA

Colonización sionista y "limpieza étnica"

19 Mayo 2008 - El periodista brasilero basado en Londres Silio Boccanera, entrevista al historiador israelí Ilan Pappe, quien habla sobre la colonización sionista y la "limpieza étnica" de la población palestina. La entrevista está en inglés y el video, subtitulado en idiona portugués.
El video entero (duración: 23 minutos) puede ser visto en:
http://video.google.com/videoplay?doc... (ver abaixo)

Ilan Pappé (Haifa, 1954) es un historiador israelí, ex-profesor de la Universidad de Haifa y actualmente profesor en la Universidad de Exeter, en el Reino Unido.
Es uno de los denominados «nuevos historiadores» que, desde posiciones históricas revisionistas, han reexaminado críticamente la historia moderna del Estado de Israel y del sionismo con puntos de vista muy controvertidos.
En particular, adhiere a la tesis de que los palestinos fueron expulsados intencionadamente por el Yishuv y más tarde por las fuerzas militares israelíes siguiendo un plan elaborado incluso antes de la guerra, el Plan Dalet o Plan D.
También es muy discutido por sus posiciones políticas contra el Estado de Israel.



Silio Boccanera entrevista Ilan Pappe - 23:23 - 19/01/2009


A ONU propôs a partilha da área conhecida como Palestina, e os árabes que viviam ali não aceitam a decisão. Israel, como toda nação, desenvolveu sua narrativa oficial e os palestinos discordam.





http://video.google.com/videoplay?docid=7393572071611328722&hl=pt-BR

quinta-feira, 23 de julho de 2009

A VITÓRIA DO POVO PALESTINO

Jerusalém, capital da cultura árabe - 2009

Deus Altíssimo diz no Sagrado Alcorão: “Óh homens! Certamente, Nós vos criamos de um varão e de uma fêmea, e vos fizemos nações e tribos, para que vos conheceis uns aos outros. Por certo, o mais honrado de vós, perante Allah, é o mais piedoso. Por certo, Allah é Onisciente, Conhecedor.” ( 49; 13)


Louvado seja Deus o Senhor do universo!

A VITÓRIA EM GAZA


Qual é a base para dizermos que alguém saiu vitorioso em um conflito?


A base para isto é chegar aos objetivos.


Os mártires que deram suas vidas ou a destruição de uma cidade não motivos para medir este sucesso.


Os objetivos do povo Palestino são 3:


1) Parar com a agressão violenta dos israelenses. E isto aconteceu;

2) Que as forças israelenses saíssem de Gaza. O que também aconteceu;

3) Abrir as fronteiras com os países. Este objetivo ainda não foi atingido, mas logo será.

Se este objetivo for atingido, então a vitória será assegurada.


As condições do povo palestino são incomparáveis às condições que Israel tem. Mas, com tudo isso, o povo oprimido da Palestina conseguiu se opor ao regime sionista e Israel teve de voltar atrás.


Temos uma história que veio a minha mente.


É a de um lobo que atacou um galinheiro.


As galinhas, quando viram o lobo atacando seus filhotes, abriram suas asas e com seu bico atacaram o lobo. O lobo fugiu. Um leão, quando viu o lobo fugindo das galinhas, riu e disse: “Eu não sabia que você tinha medo de galinhas!” O lobo respondeu: “Eu tenho medo é de ser ridicularizado, matar galinhas não é nenhum orgulho.”


Israel, com todo seu poder, perdeu em Gaza e centenas de crianças inocentes assassinou friamente. Obrigou-se a voltar atrás, pois matar crianças inocentes não é orgulho pra ninguém. Muito menos ocorreu uma vitória sobre o Hamas. A Resistência Palestina, com poucas condições, fez com que Israel voltasse atrás.
Hoje, a Resistência Palestina está mais convicta não só em seu objetivo para a libertação de Gaza, mas também de Al-Quds (Jerusalém), o Afeganistão e o Iraque.
Não estranhe este objetivo do Hamas
, pois o Profeta Muhammad (s.a.w), quando estava em Khandaq, pensava na divulgação do Islã na Síria, Jordânia e Egito.


“Aquele que pode nadar numa piscina pode nadar no mar também”.

Então, a resistência que se tornou vitoriosa em Gaza também pode reconquistar o restante da Palestina.

Outro ponto importante é que os países no mundo tudo observaram a agressão israelense a Gaza.


Na época em que os paises árabes falavam em paz com Israel, o rei da Arábia Saudita, Abdullah, e o Mufti do Egito se encontraram com Shimon Peres. Naquele período Israel já havia cometido este mesmo crime.
Isto nos confirma que a Resistência Palestina tem as suas razões.
E isto fez com que a reconstrução de Gaza e sua fortificação ocorresse nos últimos anos.
Eu convido a todos para realizarmos um jantar beneficente para auxiliar o povo de Gaza.
A Síria levou em consideração o pedido de seu povo e cancelou as conversações com Israel, conseguindo assim unir o povo ao governo.
A Turquia não ficou apenas assistindo o genocídio dos palestinos, mas hoje temos uma nova Turquia. Tanto o povo turco ficou a favor do povo palestino assim como o governo turco também.
A Turquia pediu que Israel fosse retirada da ONU quando Israel não acatou as suas resoluções.
O primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan
, disse: “Por que temos que aceitar a participação na ONU de uma nação que não está de acordo com as suas resoluções?”


Isto foi dito quando o secretário-geral da ONU estava visitando Israel.


Quer dizer, esperava-se que Ban Kim Moon expressasse sua irritação com a provocação ao órgão que preside e condenasse o bombardeiro a suas escolas. Mas, infelizmente, o secretário-geral não fez nada disso.
Quando Ban Kim Moon foi à Turquia, o primeiro-ministro turco expressou sua falta de esperança com o presidente desta organização.

Quando o secretário da ONU não tem como defender seus objetivos, como então pode querer auxiliar o povo oprimido palestino?


A ONU não é uma entidade beneficente que trabalha para auxiliar as pessoas com doações de remédios ou alimentos, apenas. A sua função principal é a de manter a paz no mundo. Mas, em todos os casos, hoje no início da manhã, Tayyip Erdogan, quando voltava da Suíça para a Turquia, foi recebido por milhares de pessoas, sendo aclamado como um grande vencedor, porque na conferência de Davos, foi energicamente contra as mentiras de Israel, deixando o salão.


30/01/2009 - A IMPORTÂNCIA DO TAKBIR/VITÓRIA EM GAZA
http://www.ibeipr.com.br/discursos.php?id_discurso=25

http://www.ibeipr.com.br/index.php

Síria e Turquia querem que Israel renuncie a territórios árabes ocupados. Certo?


O presidente sírio, Bashar al-Assad, e o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, em visita à Síria, CONCORDARAM HOJE que a PAZ no Oriente Médio SÓ SERÁ POSSÍVEL quando Israel RENUNCIAR AOS TERRITÓRIOS ÁRABES OCUPADOS.A RETIRADA dos ocupantes israelenses deve incluir o recuo israelense das Colinas do Golã sírias até as fronteiras, ocupadas desde o dia 4 de julho de 1967.Ambos concordaram em continuar a intensificar esforços para acabar com o INJUSTO bloqueio israelense sobre a Faixa de Gaza e conseguir a reconciliação palestina, com o objetivo de estabelecer um Estado palestino independente
.

Engraçado, né? Quando o Estado de Israel ocupou os territórios árabes na Guerra dos Seis Dias ninguém fez nada. Ninguém falou nada. Todos "passaram o pano" e continuaram armando os israelenses.A "desculpa" israelense foi bem parecida com o quê? A teoria usuado por Hitler para a "expansão" da Alemanha Nazista (que levou à Segunda Guerra Mundial). Para quem quiser saber mais procure sobre os pensadores que escreveram sobre "Espaço Vital".Os japoneses também ocuparam grande parte da Ásia, em espcial a Coréia. Para eles os coreanos não passavam de uma ********. Chamavam os coreanos de cachorros...terrível isso. Até hoje não houve uma desculpa oficial dos japoneses com relação aos crimes de guerra.O Estado de Israel faz a mesma coisa. Para alguns judeus, os "árabes" (aí não importa qual etnia, qual religião ou qual nacionalidade) são como cachorros. São uma ******** incômoda e que se não conseguiu "tomar de volta" aquelas terras, simplesmente não as merecem. Isso é FATO. Diversos líderes israelenses disseram isso abertamente ou nas entrelinhas de seus discursos.Siria e Turquia querem seus territórios de volta mas não vão conseguir. Alguns judeus prefeririam morrer naquelas terras do que devolvê-las. Um Estado Palestino também nunca será criado pois o Estado de Israel elimina toda e qualquer estrutura que os palestinos tentam criar. E chama isso de "ataques preventivos" ou "destruição de células terroristas". Para eles, qualquer organização palestina será sempre "terrorista".Não vejo solução para o conflito. Os vendedores de armas internacionais ganham mais com o conflito do que com a paz. E muitos deles são judeus...Barbeiro