Mostrando postagens com marcador invasão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador invasão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de julho de 2009

MOMENTOS DE REFLEXÃO - OS EUA NO AFEGANISTÃO

4.000 soldados aero-transportados do Ocidente invadiram um vale no Afeganistão. O que é que isso nos trará?


4.000 soldados aero-transportados do Ocidente

invadiram um vale no Afeganistão

e o que será conseguido ??

o que é que isso nos trará ???

mais Democracia, ou melhor, Ópio ??

A nós, nada. Aos EUA, $$$$$! EUA lançam ofensiva com milhares de soldados contra reduto taleban no Afeganistão Com tanques e helicópteros, cerca de 4.000 fuzileiros navais e marinheiros norte-americanos e 650 soldados afegãos avançaram em vilas afegãs, na primeira grande operação feita sob a nova estratégia do governo de Barack Obama para "ESTABILIZAR" o Afeganistão. A ofensiva foi lançada pouco depois da 1h na Província de Helmand, um reduto taleban no sul do país que é a maior área produtora de papoula -- flor utilizada para a produção de ópio -- do mundo. O objetivo é tirar os insurgentes do vale do rio Helmand, antes da eleição presidencial, marcada para o próximo dia 20 de agosto. O sul do Afeganistão é um reduto taleban, mas também uma região onde o presidente afegão, Hamid Karzai, que busca manter-se no cargo por mais um mandato, está buscando os votos de membros da etnia pashtun. O Pentágono está mobilizando mais 21 mil homens no Afeganistão até as eleições e espera que o número total de soldados norte-americanos no país chegue a 68 mil até o fim deste ano -- o dobro do número que havia em 2008, mas metade do número de soldados norte-americanos que ainda estão no Iraque. O Taleban, que governou o Afeganistão entre 1996 e 2001 foi afastado do poder por uma coalizão internacional liderada pelos EUA que invadiu o país após os atentados de 11 de Setembro, com o pretexto de pegar Bin Laden. Na época dos ataques, atribuídos à rede terrorista Al Qaeda, o terrorista saudita e seu grupo eram "hóspedes" dos talebans. Nos dois últimos anos, o grupo conseguiu se fortalecer e contra-atacou, conseguindo o controle de grande parte do sul e do leste do país, e expandindo seus domínios para áreas tribais no Paquistão, o que obrigou os EUA a enviar mais tropas para o país. No fim de março, Obama anunciou a nova estratégia para o Afeganistão e o Paquistão, colocando a luta contra a rede Al Qaeda e o grupo fundamentalista Taleban como prioridade da política de segurança nacional, reduzindo tropas e recursos para o Iraque. Segundo ele, as tropas vão se reunir com líderes locais (ENTREGUISTAS, CLARO!), ouvir quais são as suas necessidades ($$$, poder...) e agir em relação e elas. "Não queremos que as pessoas da Província de Helmand nos vejam como um inimigo, queremos protegê-las contra o inimigo", disse. ISSO SÓ PODE SER PIADA, NÃO É? "As forças de segurança vão construir bases para fornecer segurança para a população local para que ela possa realizar todas as atividades com este cenário favorável, e tocar sua vida em frente em paz", disse o governador Gulab Mangal, de acordo com um comunicado do Pentágono. Não há prazo para a retirada das tropas americanas do Afeganistão, e a Casa Branca não divulgou estimativas de quantos bilhões de dólares o plano vai custar. Ieda

É a política de remoção de tropas do Obama. E os otários acreditaram. Fabricio P

Democracia é que não vai ser...Que modo que o Tio Sam tem de impor a sua pseudo-democracia pelo mundo, hein?Ópio?Os EUA deveriam se preocupar com as suas plantações de maconha.E elas são numerosas...Abraços do DNL! Ψ DNL ♫ Cavaleiro !

ENCONTREI ISSO AQUI E ACHEI MUITO BOM:

Saddam Hussein não nos trouxe nenhumas das suas Armas de Destruição Massiva.

George Bush não nos trouxe nenhuma Democracia

Os Talibãs não nos trouxeram o Ópio

As Marionetas da Zona Verde não nos trouxeram de volta o Iraque

As eleições iranianas não nos trouxeram outra Geórgia

O bombardeamento de Gaza não nos colocou de joelhos

Obama não nos trouxe nenhuma mudança

Nathaniahu não nos trouxe nenhuma das habituais-mentiras-credíveis

Dois aviões de fabricação francesa saídos da mesma fábrica

caíram no mar: o que era propriedade de franceses foi apelidado de "acidente" e o de propriedade iemenita foi apelidado de "sucata"!

ISSO AÍ É PRA SER PENSADO. Mimi

Sexta-feira, 24 de Julho de 2009

O AFEGANISTÃO PRECISA SE LIVRAR DOS INVASORES E OCUPANTES QUE MASSACRAM SEU POVO!

Vocês acham que os EUA estão procurando Bin Laden por lá????

AFEGANISTÃO LIVRE JÁ!

EUA invadiram o Afeganistão e ainda não conseguiram controlar o cultivo e a produção de ópio?


Olha que tem gente que pensou que os EUA estavam procurando BIN LADEN no Afeganistão!!!!!Então, EUA estavam "de olho" no ópio dos Afegãos?!Que coisa feia, né mesmo?Era/é esse o "combate ao terrorismo"? Quem são esses "insurgentes" mencionados na notícia abaixo?

Para Ilustrar:

Afeganistão segue liderando produção de ópio

Um relatório do governo americano mostra que o Afeganistão continua sendo O MAIOR PRODUTOR MUNDIAL DE ÓPIO, apesar do cultivo da papoula ter caído 19% em 2008. O balanço anual sobre a "Estratégia para o Controle Internacional de Narcóticos", do Departamento de Estado, indicou que o Afeganistão produz 93% do ópio e da heroína consumidos no mundo. O CULTIVO se concentra em cinco Províncias do sul do país, nas proximidades das FRONTEIRAS com o Paquistão e o Irã. O Afeganistão foi INVADIDO pelos Estados Unidos em 2001, mas até hoje tropas americanas e afegãs NÃO CONSEGUEM controlar o cultivo e a produção, dominados por INSURGENTES.

Detalhes Adicionais
Os novos reforços militares compreendem 8 mil fuzileiros navais e 4 mil soldados de infantaria. O pessoal de apoio será constituido por 5 mil efectivos. A totalidade deste contigente será enviada para o sul do Afeganistão, onde a violência está a crescer. O Presidente Obama quer a situação sob controlo."Penso que ainda é possível vencer no Afeganistão. Penso que continua a ser possível derrotar a al Qaeda. Mas também acho que, como consequência da guerra no Iraque, tivemos as nossas atenções desviadas. Não prestámos a devida atenção à forma como lidámos com o Afeganistão."

Fonte: BBC para Africa

Analistas dizem que o anúncio do Presidente Barack Obama é, na verdade, o cumprimento de promessas feitas pela administração Bush. Entretanto, ontem as Nações Unidas disseram que 2118 civis foram mortos no Afeganistão no ano passado - um aumento de 39% em relação a 2007. Os rebeldes afegãos foram responsabilizados por 55% dessas mortes, enquanto os EUA, a NATO e as forças governamentais do Afeganistão foram responsáveis por 39% das baixas civis no país.

Embora os EUA se considerem como a “mãe” de todas as democracias modernas, por três vezes já permitiram que um candidato à presidencia - que não foi o mais votado - tomasse posse. Foi assim que a atual administração estadunidense deu início ao seu (des)governo: usurpando o poder em seu próprio país. Esse grupo, que atua agressivamente (não só nos EUA, mas em todo mundo), tomou o poder máximo para defender interesses que jamais foram do povo americano - mas de grupos que tiveram origem na Europa e em Israel.Esse grupo, através de sofismas, isto é, de traições, mentiras e argumentos baseados em fatos tidos como verdadeiros, argumentos que, aparentemente, eram lógicos - , divulgados através da mídia dominante no Ocidente e no Oriente, convenceu os povos (principalmente o norte-americano) de que a Guerra Contra Terror era imprescindível e inadiável, e deveria ser travada através das invasões do Afeganistão e do Iraque.Apresentou-se como argumentos para a invasão do Afeganistão, que o grupo que efetivamente governava aquele país, o Talibã, tinha aliança com a Al Qaeda e oferecia proteção a Osama Bin Laden. A invasão permitiria, assim, não só derrubar do comando de um país um grupo que patrocinava o terror, mas também prender o acusado como principal mentor dos atentados de 11 de setembro de 2001.Entretanto, após sete anos da derrubada daquele grupo, durante os quais milhares de civis foram brutalmente assassinados, inclusive crianças, o Talibã e a Al Qaeda não foram desmantelados, continuam ativos, e Osama Bin Laden nunca jamais foi realmente ameaçado de prisão.Os EUA argumentaram também que o Talibã era patrocinado pelo tráfico de ópio. O fato real, entretanto, é que foi justamente durante a administração Talibã - entre os anos de 1996 e 2001 - que o cultivo da papoula chegou a seus índices mais baixos - 185 toneladas, em 2001. Durante os anos de 2000-2001, o regime do Talibã criou um programa de erradicação da produção de papoula altamente bem sucedido, como se pode ver no quadro abaixo:1995 - 2.335 toneladas1999 - 4.565 toneladas2000 - 3.276 toneladas2001 - 185 toneladas2002 - 3.400 toneladas2003 - 3.600 toneladas2004 - 4.200 toneladas2005 - 4100 toneladas2006 - 6100 toneladasA grande verdade é que muitas grandes fortunas americanas e européias sempre tiveram origens sombrias, fontes que nunca foram ou são totalmente esclarecidas ou divulgadas... Desde o final do século XIX (19), negócios e interesses financeiros poderosos têm estado por trás do narcotráfico. Assim, aqueles grupos poderosos que se ramificam por todo mundo agiram para retomar a totalidade do controle geopolítico e militar das rotas de drogas - pois esse é tão estratégico quanto às rotas de petróleo e seus oleodutos. Há de observar com tento a mais um detalhe: após o comércio de petróleo e de armas, o de drogas é o que mais movimenta dinheiro no mundo - 400 a 500 bilhões de dólares por ano.Para melhor entender: no final da década passada, o total da produção mundial de bens alcançou os 25 trilhões de dólares. Em 1998, a produção das 500 maiores empresas do mundo, produzindo em todos os continentes, chegou a 11 trilhões de dólares, e os lucros foram da ordem de 440 bilhões de dólares. Liderando essa produção encontravam-se os setores da indústria automobilística (em torno de 1 trilhão de dólares), petrolífera (900 bilhões) e eletro-eletrônicos (750 bilhões) em dados da revista Fortune de 1994.A indústria do narcotráfico, por sua vez, movimentou entre 750 bilhões a 1 trilhão de dólares, o que a equipara àqueles setores líderes da economia formal. Entretanto, quanto aos lucros os da indústria do narcotráfico são muito superiores aos obtidos no conjunto por aqueles três setores. E os lucros são muito maiores por causa da enorme diferença de preço da matéria-prima: enquanto os setores da economia legalizada trabalha com matérias-primas sobre as quais incidem vários tipos de tributos, a indústria do narcotráfico trabalha com matérias-primas, como a folha de coca, por exemplo: esta era vendida, na Bolívia ou na Colômbia, por US$ 2,5 o kg.; depois de transformada em cocaína passava a valer US$ 3.000 na Colômbia, chegando em São Paulo a US$ 10.000 e alcançando o preço estratosférico de US$ 40.000 dólares no mercado norte-americano e US$100.000 no Japão. A mesma disparidade se verifica com a heroína e a maconha. Com um custo de produção alcançando somente 0,5% e o distribuição 3% do valor do produto, o narcotráfico torna-se, assim, o negócio mais rentável do mundo, com lucros superiores a 3.000%. No início da década passada, os lucros com o tráfico de drogas giravam em torno de 300 bilhões de dólares - quase 6 vezes o lucro atingido pelas indústrias petrolífera, automobilística e de equipamentos eletro-eletrônicos JUNTAS.(Cont.)
Fonte(s):
(Cont.)É claro que, de posse desses dados, aqueles grupos e seus líderes ganaciosos e inescrupulosos, viram no controle total dos quatro setores o grande “pulo do gato”. E eles perceberam que tomar posse desse controle lhes era possível porque:- já contavam com todo o poder bélico da única superpotência e da maioria das principais potências militares mundiais;- a mídia dominante em todo mundo já era por esses grupos dirigida;- não havia qualquer dúvida acerca da ajuda maciça que seria continuamente dada por parte dos milionários diretamente interessados em que o narcotráfico estivesse sob a proteção - jamais declarada, mas ostensivamente dada - dos governos mais influentes do chamado mundo globalizado;- havia o apoio silencioso de vários setores das religiões ditas cristãs, interessados no total despretígio e destruição da segunda religião que mais cresce no mundo - a islâmica. O apoio de pastores, inclusive, deu às ações daqueles grupos ares messiânicos, propiciando e promovendo até a reeleição de mr. Bush;- havia certeza de que as nações que poderiam fazer-lhes frente e impedí-los de por seu plano em prática jamais se uniriam contra eles, se limitando sempre a fazer uso do veto nas votações da ONU e dar algumas declarações contrárias, mas não enfáticas o suficiente para, ao menos, retardar suas ações.Todo o plano das invasões já vinha sendo preparado desde o final da década de 80, precisando apenas esperar o momento certo de ser iniciado. Foi um plano elaborado com muitas etapas ardilosas, oriundas da sofística, ou seja, onde inteligência foi usada para dar uma interpretação falsa aos fatos (como, por exemplo, apresentar fotos de satélites, onde é mostrada uma fábrica de leite, e afirmar que “sem sombra de dúvidas, trata-se de uma fábrica da armas químicas”, enganando, assim, a maioria despreparada, que não sabe distinguir o que vê em imagens desse tipo), para apresentar argumentos aparentemente válidos, mas que na realidade não são conclusivos, pois existe má-fé por parte de quem os apresenta; apresentar argumentos baseados em fatos tidos como verdadeiros e chegar a uma conclusão inadmissível (como no discurso do secretário de Estado norte-americano, Collin Powell, na ONU, em fevereiro de 2003, no qual apresentou supostas provas sobre os programas de armamento do Iraque e sua recusa a se desarmar).De repente, sem que o mundo pudesse nem ao menos vislumbrar a possibilidade, o “start” foi dado por um acontecimento literalmente retumbante, que ecoou por toda a mídia, chocando e estarrecendo a todos: os atentados de 11 de setembro de 2001, considerados os mais graves atentados em massa da História, e que espalharam incerteza e insegurança pelo mundo. Enquanto a maioria esmagadora da humanidade se encontrava sob enorme espanto e forte emoção, em estado de choque, sem acreditar nem entender o que via, o “grande” plano foi sendo posto rapidamente em prática, sem dar tempo para que ninguém pensasse muito. O sucesso de sua execução exigia que suas etapas se sucedessem com rapidez, aproveitando todo o assombro, todo o enorme pavor que tomou conta das populações - em particular, a americana.O plano foi posto em prática e o controle dos quatro setores mais rentáveis da economia mundial foram enfeixados nas mãos daqueles grupos.Com parte da cúpula desse grupo no comando da única superpotência do mundo porque, então, esse gigantesco império está ruindo?

Silv@ Usuário POP

http://br.answers.yahoo.com/question/index;_ylt=As2EBVVNPgg3L0M_D6zXMb7x6gt.;_ylv=3?qid=20090227202601AAjR2kQ



AFEGANISTÃO - A guerra ilegítima prossegue.


Está em marcha na província de Helmand no sul do Afeganistão a maior operação militar desde que Obama chegou ao poder. Cerca de 4.000 marines, juntamente com centenas de soldados britânicos tentam impor o controle sobre uma população de etnia pastun, que se opôs à ocupação dirigida pelos Estados Unidos, desde que a invasão de 2001 derrotou o regime talibã e instalou um regime títere.

Ao mesmo tempo, devido principalmente à coação financeira e política de Washington, o governo paquistanês lançou o seu exército numa ofensiva brutal contra o povo pastun no noroeste do Paquistão.

O seu crime é partilhar uma história, uma língua e uma cultura comum com os pastuns do Afeganistão e proporcionarem apoio à insurreição talibã através da pouco definida fronteira entre ambos os países.

O custo em vidas humanas já foi descomunal.

Num selvático castigo coletivo o exército paquistanês obrigou um mínimo de dois milhões e meio de pessoas a sair das suas casas, em organizações tribais como Bajaur e Mohmand, e do distrito do vale de Swat na província da fronteira noroeste.

Os Estados Unidos realizam ataques aéreos quase diários contra as casas de hipotéticos dirigentes insurreitos paquistaneses, particularmente nas tribos de Waziristan do norte e do sul.

Só esta semana [N. do T.: semana de 5 a 11 de julho] os mísseis estadunidenses massacraram pelo menos 80 homens, mulheres e crianças.

Depois de quase oito anos de combates na Ásia Central, Obama intensificou até um nível novo e sangrento a guerra Afeganistão-Paquistão que está em desenvolvimento nos dois lados da fronteira.

Não há indícios de caminhar para o seu termo.

David Kilcullen, ex-conselheiro do general David Petraeus, o general que contribuiu para planear a onda de tropas tanto para o Iraque como para o Afeganistão, disse esta semana ao diário britânico The Independent o que se está a discutir abertamente, tanto na Casa Branca como em Downing Street: "Estamos pensando em pelo menos 10 anos de guerra no Afeganistão e este é o melhor cenário possível e a meio do que será um combate bastante maior. Este é o compromisso necessário e isto é o que se deveria dizer aos povos estadunidense e britânico, como se deveria dizer que tudo isto tem um custo".

A verdade é que os governos dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e outros países que participam na guerra estão dizendo aos seus povos o mínimo possível.

Estão sendo ajudados por meios de comunicação corruptos que se permitem a si mesmos ser censores e apenas publicam as notícias mais asséticas.

Os jornalistas britânicos que estiveram "envolvidos" com as forças da Otan no Afeganistão disseram no mês passado ao Guardian que a cobertura da guerra era "lamentável", "indigna" e "indefensável".

Thomas Harding do The Telegraph admitiu: "Dizem-nos que tudo vai fantasticamente, que tudo vai bem, mentiram a nós e ao público. (ver: «A lack of cover» em: www.guardian.co.uk/media/2009/jun/15/afghanistan-embedded-journalists-mod).

Típico das mentiras oficiais foi a declaração, citada pelo USA Today, do comandante estadunidense no Afeganistão, o general Stanley McChrystal, que as tropas estadunidenses estavam em Helmand para "criar uma nova atmosfera para que as pessoas rejeitem os talibãs e a sua cultura de medo e intimidação".

Como reconheceu a semana passada o The New York Times, os talibãs estão ganhando apoio devido ao ódio aos ocupantes estadunidenses e à Otan, e ao seu governo títere em Cabul.

Em 3 de julho a correspondente Carlotta Gall disse que "o estado de espírito do povo afegão nalgumas partes do sul do Afeganistão se inclinou para uma revolta popular" e as pessoas "pegaram em armas contra as tropas estrangeiras para proteger as suas casas ou num momento de ira pela perda de um familiar em ataques aéreos".

Para acabar com a resistência, o corpo de marines impõe um regime de "medo e de intimidação" aos 250.000 habitantes do vale do rio Helmand.

As táticas do general McChrystal inspiram-se nos métodos de contra-insurreição que aplicou no Iraque.

As principais cidades foram postas debaixo de

controle militar.

A vida das populações nas cidades, ida aos mercados, lojas, hospitais etc. será controlada por recolher obrigatório, postos de controle e constantes registos e interrogatórios nas ruas.

Os dirigentes locais são pressionados para identificarem os insurreitos, que são assassinados ou capturados por esquadrões da morte constituídos pelas forças especiais, a que os meios de comunicação chamam diligentemente "patrulhas de combate e reconhecimento".

É surpreendente que no momento em que a administração Obama intensificou a guerra, tenha praticamente abandonado o pretexto original utilizado para a justificar.

O que é que se passou com Osama bin Laden?

Referem-no, apenas, e quando o fazem, a Al-Qaeda está cada vez mais relegada para o final da propaganda oficial e das notícias dos media. Esta não é uma questão menor.

A aparente base legal da estadia das tropas estadunidenses no Afeganistão é a "Autorização para o uso da força militar", uma resolução conjunta aprovada pelo Congresso estadunidense em 18 de setembro de 2001, uma semana depois do 11 de setembro.

A resolução autorizava a força militar com o objetivo de capturar ou destruir os dirigentes da Al-Qaeda, principalmente bin Laden, para prevenir futuros ataques terroristas.

Quase nove anos depois, já nem se finge que as tropas estadunidenses estão no Afeganistão para caçar a Al-Qaeda.

Em vez disso, declara-se que a guerra é contra os "talibãs", uma etiqueta que se aplica, indiscriminadamente, a qualquer afegão que resista à ocupação dirigida pelos EUA. No entanto, em momento algum se acusou os talibãs de estarem implicados no 11 de setembro.

A justificação da administração Bush era que os dirigentes de Cabul tinham recusado um ultimato para entregarem aos Estados Unidos os dirigentes da Al-Qaeda.

O abandono do pretexto original para a invasão coloca a questão de com que suposta justificação legal o governo estadunidense e os seus aliados continuam a intensificar a guerra.

A verdade é que não têm nenhuma, a não ser a realidade: uma guerra imperialista de saque e dominação.

A ocupação do Afeganistão dirigida pelos Estados Unidos e a terrível violência que envolve o Paquistão é o culminar de 30 anos de intrigas imperialistas estadunidenses na Ásia Central para restabelecer um domínio estratégico e econômico na região, que é rica em recursos.

A partir de 1979, os governos estadunidenses financiaram e proporcionaram os meios a uma insurreição islâmica para derrotar um governo afegão apoiado pela União Soviética.

Nos anos noventa a Casa Branca de Clinton animou o seu aliado paquistanês a ajudar a instalar os talibãs em Cabul, acreditando que estes seriam benéficos para as aspirações das companhias norte-americanas: ganharem o controle dos principais projetos petrolíferos e gasíferos no Cazaquistão e outros Estados da Ásia Central, e construir oleodutos através do Afeganistão.

Quando a guerra civil e a instabilidade impediram a realização destes planos, explorou-se a presença da Al-Qaeda que, pelo menos até 2000, serviu para preparar a conquista do país por parte dos Estados Unidos.

Os ataques de 11 de setembro proporcionaram o pretexto

para pôr o plano em andamento.

Tal como o potencial acesso aos recursos dos países vizinhos, a ocupação do Afeganistão proporciona aos Estados Unidos e aos seus aliados da Otan uma base estratégica para projetar a sua força contra rivais que aspiram a uma influência regional, como a Rússia, a China, a Índia e o Irão.

A guerra no Afeganistão-Paquistão não é uma guerra contra o terrorismo nem pela democracia nem para ajudar o há muito mártir povo afegão.

É uma guerra colonial cujo objetivo principal é converter o Afeganistão num Estado cliente dos Estados Unidos, e assegurar que o Paquistão continue ancorado sob a influência geopolítica de Washington.

A classe trabalhadora deve exigir a imediata e incondicional retirada de todas as tropas estadunidenses e estrangeiras, o fim das operações militares imperialistas na Ásia Central e o direito dos povos afegão e paquistanês a determinar o seu próprio futuro.

* James Cogan e colaborador de World Socialist Web Site: www.wsws.org/index.shtml

Fonte:Revista Fórum
Postado por BLOG DE UM SEM-MÍDIA

http://blogdeumsem-mdia.blogspot.com/2009/07/afeganistao-guerra-ilegitima-prossegue.html

terça-feira, 23 de junho de 2009

A VITÓRIA IRAQUIANA

Homenaje a los valientes combatientes de la recistencia iraki

Irak a la victoria



Sem autorização da ONU, os EUA invadiram o Iraque à frente de uma coalizão em 2003 sob a alegação de que Saddam Hussein (1979-2003) fabricava armas de destruição em massa --que não foram encontradas.


sábado, 7 de março de 2009

A BASE DA ECONOMIA MUNDIAL

Quem criou a Al-Qaeda ?

Os Eua usaram o Talibã para expulsar os soviéticos do Afeganistão.

Bush através de sua empresa Arbusto Energy estabeleceu negócios de petróleo com membros da família Bin Laden.

Como a Al-Qaeda serve para influenciar as nossas vidas e a economia mundial ( preço do Petróleo).

Homens da CIA encontraram-se com Bin Laden.


O que é a "Al-Qaeda" ?

Após o 11 de setembro a Al-Qaeda tornou-se mundialmente famosa.
O nome significa "a Base", segundo a versão oficial, esse grupo terrorista seria fundado em 1987 ou 1988 pelo famoso Bin Laden.
Existem muitas coisas que não batem certo, relativamente à Al-Qaeda, muitas coisas sem sentido.
Irei abordar aqui.

Podem ter certeza que a Al-Qaeda vai influenciar as nossas vidas, mas não como se pensa.
Os Eua usam a Al-Qaeda para justificar tudo, para justificar a "guerra contra o terrorismo", a invasão do Iraque, a subida dos preços do petróleo!

Algo que se reflete nos bolsos de todos nós.
Eles, desde 2001, lançam "alertas" de eventuais ataques, mantendo a população americana sob constante guerra psicológica, controle mental.
Em setembro de 2001 a Al-Qaeda atacava o World Trade Center e de repente torna-se uma ameaça a nível mundial, sabendo que o atentado do World Trade Center tem muitas inverdades, muita conspiração, e serviu de lançamento para a luta contra o terrorismo,
como poderemos acreditar que foi a Al-Qaeda a realizar tal atentado?

O que ganha a Al-Qaeda com mortes de reféns jornalistas, de várias nacionalidades?
Nada.
Mas os Eua assim poderão ter apoio de outros países, cujos cidadãos reféns foram mortos, eis a questão.
Mais tarde surge um vídeo de um americano decapitado, que se comprovou ser uma video-montagem!

Mais e mais mentiras.

Como tudo começou, Estados Unidos apoiaram o Taliban

Os Eua têm interesse no Afeganistão, não só pelo negócio do ópio ( 80% do ópio a nível mundial vem do Afeganistão) mas também porque querem construir lá um oleoduto e gasoduto.
O Paquistão e Afeganistão suportam cerca de 60% da droga que é enviada para os Estados Unidos.

Segundo o relato histórico oficial.

Os Soviéticos invadiram o Afeganistão em meados de 1979.
Entre 1982 e 1992 os Estados Unidos, operação através da Cia, apoiaram cerca de 100.000 radicais islâmicos ( de 40 países islâmicos) que se uniram para expulsar os Soviéticos. Conseguiram expulsar os Russos, com apoio dos Eua , isto é sabido em todo o mundo e notificado em inúmeros jornais.
A Cia ( Central Intelligence Agency ) apoiou a Jihad ( Guerra Santa ) em conjunto com o ISI do Paquistão ( Inter Services Intelligence ).

Os Estados Unidos injetaram cerca de 6 bilhões de dólares no Afeganistão, em armamento, treinos, etc.

Os Taliban foram muito úteis aos Eua para expulsar os inimigos Russos.

Porém a verdade é um pouco diferente, os Estados Unidos provocaram os Soviéticos para que esses invadissem o Afeganistão.
A invasão Soviética deu-se em Dezembro de 1979, mas em Julho de 1979 ( 5 meses antes ) o presidente Jimmy Carter assinou a diretiva para o apoio aos afegãos contra soviéticos, de acordo com declarações de Zbigniew Brzezinski, conselheiro de segurança do presidente.
Uma operação secreta da CIA "empurrou" os soviéticos para a armadilha dos Taliban.

Ou seja , os Eua, de algum modo, queriam arrasar os soviéticos e, quando eles se dirigiam para o Afeganistão, os Eua, meses antes, já preparavam a guerra contra eles, usando os Taliban, muito bem treinados e armados, injetando ainda no país , 6 bilhões de dólares.

Os taliban conheciam bem o terreno do Afeganistão, eram os homens indicados.

O Jornal New York Times noticiou dia 15/09/01 que, pelo menos, sete dos "pilotos suicidas" do 11 de setembro foram treinados em bases militares dos Eua.

Bin Laden foi para o Afeganistão em 1980, especialista em recrutar e treinar mujaidins, ele foi também treinado pela CIA.
Sabe-se que a família Bush tem negócios de armamento e petróleo com a família Laden, por isso é que as declarações "oficiais" do Pentágono sempre diziam que Bin Laden não tinha contato com a família, que era um renegado, o que é falso.

Ele mantém laços com a família, a sua fortuna estima-se em cerca de 300 milhões de dólares, contudo deve ter muito mais.


Bush e família Laden - Negócio de petróleo

Em 1979 o primeiro negócio de Bush era a "Arbusto Energy" ( arbusto é Bush em espanhol).
James Bath um amigo próximo da família apoiou-o com 50 mil dólares, ficando com 5% de ações .
James era representante de negócios de Salem Bin Laden, nos Eua, ( Salem é um dos 17 irmãos de Bin Laden ), Bush teve algumas empresas nos últimos anos e faliram todas.

Bush (pai), enquanto presidente, fora também diretor da CIA.

Para invadir o Iraque , os Eua inicialmente usaram alguns argumentos alegando que haviam ligações entre Iraque e Al-Aaeda, o que é falso.
Saddam sempre foi inimigo de Bin Laden.
Além disso também nunca foram encontradas armas nucleares no Iraque.

Como a Al-Qaeda ( organização encoberta da CIA) vai influenciar as nossas vidas?

Daqui para frente , na Tv, iremos sempre ouvir "alertas" de perigo e ainda vão ocorrer alguns atentados, sempre em nome da Al-Qaeda, está claro.

Após o atentado em Khobar, o preço do petróleo atingiu máximos históricos, tudo por causa das "ameaças" da Al Qaeda, toda esta especulação faz subir o preço da gasolina, que todos nós ( em todos os países) vamos sentir na carteira.

Cada vez ressente-se mais no final do mês as despesas com a gasolina, cada vez estamos mais em crise.

Em consequência disso, todos os transportadores de bens e alimentos, face ao preço dos combustíveis, aumentam o preço, assim temos bens e alimentos, cada vez mais caros! Além disso, esta crise do petróleo afeta a economia dos países europeus e de outros.

Basta algum americano da Casa Branca berrar: "A Al-Qaeda vai atacar!" e é o suficiente para o mundo inteiro entrar em crise e o petróleo subir de preço, já viram ?!

Tudo não passam de interesses, as grandes multinacionais produtoras de petróleo querem lucrar com os aumentos, reparem em Portugal, a Galp, Shell e Bp subiram mais de 15 vezes o preço, e continuam a subir 1 cêntimo, aumentam umas 15 vezes o preço e depois baixam 1 ou 2, voltando a subir.

É incompreensível como a Galp aumenta aqui o preço (devido ao aumento do preço de petróleo) mas na Espanha têm um ponto onde a gasolina é 14 centímos por litro mais barata! A crise só afeta certas zonas?

Devemos recordar também que a família Bush, Laden e o grupo Carlyle têm negócios de petróleo, eles adoram a subida dos preços lucram bilhões de dólares, quando quiserem mais basta dizer "a Al-Qaeda vai atacar".

Nós estamos financiando a guerra:

Repare eu, você, todos nós, ao pagarmos combustíveis cada vez mais caros e consequentemente o gás doméstico também, estamos contribuindo para que essas empresas lucrem bilhões de dólares.
Se a família Bush, Grupo Carlyle, família Laden têm negócios do petróleo , eles lucram.

A Guerra no Iraque ( que custa trilhões $ ) é, em parte, financiada pelo dinheiro que eles lucram com o aumento do preço de petróleo.
Eles têm que pagar aos homens e pagar tanques de algum modo!
E dentro de um ou dois anos ficam com o petróleo Iraquiano ( 11% das reservas mundiais).

Então, nós vamos pagar petróleo, que eles exportam para cá, pagamos ao preço que Eles quiserem!

Continua a Guerra psicológica agressiva e sutil aos cidadãos americanos e do mundo

Al-Qaeda pode fabricar arma suja contra os Eua, afinal quando ouvi isso?
Foi em 2002, em 2003 também, e agora novamente em 2004.
Ameaças de um grande atentado nos Eua, quase todos os meses lançaram alertas desses!
Digam-me , é ou não é guerra psicológica? !!!

Notícia na sic:

A rede terrorista Al-Qaeda tem tecnologia e os meios necessários para fabricar uma "bomba suja" radioativa contra os Estados Unidos e outros países ocidentais, alertou, ontem, a CIA ( serviços secretos). Esta agência diz que o perigo de um ataque com armas não convencionais "permanece elevado".

No seu relatório anual sobre as ameaças de proliferação das armas, a agência de serviços secretos norte-americanos refere que a rede liderada por Osama Bin Laden tem também os "meios rudimentares" essenciais para a produção de armas químicas.

A CIA revela ainda que o Irã tem "um programa clandestino de armas nucleares" mas nada diz sobre as acusações lançadas este mês pelo secretário de Estado norte-americano, Colin Powell, segundo as quais Teerã está a tentar dotar os seus mísseis com cargas nucleares.

A agência dos serviços secretos faz soar o alarme junto dos membros do Congresso sobre as ameaças colocadas por organizações terroristas no domínio dos materiais químicos, biológicos, radiológicos e nucleares, susceptíveis de serem empregues contra os Estados Unidos e seus aliados.

COMENTÁRIO: Novamente os aliados em questão, ou seja a CIA quer lançar o pânico nos Eua, mas também por toda a Europa e países aliados, vamos meter todos ao barulho nesse guerra, eis a questão!

Eu vejo isso como uma história de lobo, tantas vezes gritam "lobo", e nada ocorre (porque são falsos alertas, já deve ser o centésimo alerta) e qualquer dia quando realmente fizerem sujeira, já ninguém acredita na história , porque tantas vezes a ouviram.

Bin Laden - o bode expiatório...

Os americanos criaram o Bin Laden, "o diabo dos tempos atuais, que ameaça o mundo inteiro".
Ninguém capturou o Bin Laden porque não quiseram , ainda custa a acreditar que a família Laden e a família Bush têm ligações, negócios de armamento e petróleo ?

Que Bin Laden é um homem da CIA, um bode expiatório islâmico apenas para justificar esta "guerra contra o terrorismo" ?

Se ainda duvidam, aqui ficam mais umas notícias intrigantes!

Em janeiro de 2001 após eleições presidenciais, foi dito ás agências de inteligência ( exemplo: CIA, FBI ), para parar com as investigações acerca da família Bin Laden e famílias reais sauditas ( foi noticiado pela BBC no dia 06/11/01 )

Maio de 2001, chefes da segurança nacional dos Eua rejeitaram diversas vezes a oferta de documentos secretos que o Sudão lhes oferecia a respeito da família Laden e Al-Qaeda, investigações, etc, os Eua não se mostraram interessados nesses documentos ( noticiado pelo The Guardian, a 30/09/01 )

Maio de 2001, o secretário de Estado Colin Powell dá 43 milhões de dólares aos Talibans, ( foi noticiado pelo Los Angeles Times em 22/05/01 ),
no ano 2000, já haviam fornecido 113 milhões de dólares ao regime Taliban ( State Department Fact Sheet 12/11/01).

Porque capturaram Saddam e
ainda não capturaram Bin Laden?

Porque não querem , estão enganando o mundo e forjando vídeos dele a todo o momento. Não capturaram Bin Laden porque ele é apenas um personagem fachada, querem mais provas ??

14 de junho de 2001, Bin Laden recebeu tratamento hospitalar de um doutor canadense ( Dr. Callaway ) no hospital americano do Dubay ( esse Dr. nunca quis prestar declarações à imprensa), Bin Laden recebeu também a visita de dois agentes da CIA. ( Este fato é amplamente conhecido, divulgado em vários meios, entre eles o London Times em 11/01/01 e no The Guardian a 11/01/01).

domingo, 7 de setembro de 2008

MENORES IRAQUIANOS PRESOS PELOS EUA NO IRAQUE


2.500 menores presos pelos Estados Unidos no Iraque


Em Fevereiro
http://www.blogger.com/'http://www.tribunaliraque.info/%22%5C%22http://www.jornalmudardevida.net/?p=) chamei a atenção para o caso de um detido de Guantánamo, Omar Khadr, aprisionado pelos norte-americanos no Afeganistão quando tinha 15 anos de idade.

Podemos agora ver que se trata de uma prática generalizada.

Segundo um relatório enviado na semana passada pelo governo dos Estados Unidos ao Comité da ONU para os Direitos das Crianças, desde 2002 já foram presos pelas forças armadas norte-americanas no Iraque 2.500 menores de 18 anos, em alguns casos por períodos superiores a um ano.

Este relatório informa que atualmente as forças dos Estados Unidos têm detidos no Iraque cerca de 500 menores, enquanto cerca de uma dezena está numa base no Afeganistão. Todos estes jovens foram acusados de participar em atividades de resistência à ocupação do seu país, incluindo ações de recolha de informação.

É curioso considerar que foi precisamente esta a origem dos Escuteiros, organizados por um oficial britânico durante a guerra contra os Boers na África do Sul (no final do século XIX e começo do séculoXX) para escutarem o que se passava nas fileiras inimigas.

Mas é sabido que os pesos e as medidas variam consoante o lado que os usa.

Talvez como desculpa, o relatório oficial norte-americano argumenta que «a idade exata destes indivíduos é incerta, porque a maior parte não sabe a data do seu nascimento ou mesmo o ano em que nasceram».

Entretanto, a directora executiva da ONG International Justice Network declarou-se indignada pelo fato de os jovens estarem detidos em prisões de adultos, como se a inauguração de prisões especiais para jovens insurrectos pusesse tudo no devido lugar.
Notícia original
aqui

sábado, 30 de agosto de 2008

domingo, 18 de maio de 2008

NÃO HÁ O QUE COMEMORAR

60 anos de Israel

O estado judeu-terrorista de Israel tá comemorando 60 anos de invasão,terrorismo,genocídio contra o povo PALESTINO!

Matança de crianças por Israel

Nem Hitler




Covardia


Herói da resistência


NÃO HÁ O QUE COMEMORAR

Semana que vem, comemorar-se-ão os 60 anos da independência de Israel, com pomposo desperdício.

Esta semana, Israel mostrou-se cruel, obcecado. Israel não soube aceitar uma proposta de cessar-fogo.

E mandou soldados para Gaza, -- mais um ataque brutal e sem sentido.

Israel recusa-se a assumir a responsabilidade pelo assassinado de uma mãe e seus quatro filhos.

Os que amem Israel e preocupem-se com a imagem e com o futuro de nosso país nada têm o que comemorar, nem têm do que se orgulhar.

Mas muitos ainda não perdemos a esperança de viver num país que não nos envergonhe.

(publicado no jornal Haaretz, 2/5/2008) GUSH SHALOM P.O.Box 3322, Tel-Aviv 61033.www.gush-shalom.org info@gush-shalom.org

http://prod.brasil.indymedia.org/en/blue/2008/05/418801.shtml

quarta-feira, 23 de abril de 2008

ANOS DE HERÓICA RESISTÊNCIA IRAQUIANA

“Que todos vocês protejam a terra natal e se engajem na resistência”
“Não os deixem tomar seu petróleo e sua riqueza.”

“Eu os convoco, filhos do Iraque, a transformar as mesquitas em centros de resistência e a garantir o triunfo da religião, do Islã e da pátria, e a fazer o inimigo sentir que vocês o odeiam por meio de palavras e de ato”




«Tiraram-nos tudo, já não temos nada a perder!»


Cinco anos de resistência antiimperialista
Iraque: Cinco anos de resistência antiimperialista



Em março de 2003, o Iraque foi invadido pelo USA.
Os ianques afirmaram que a guerra seria rápida e que a democracia voltaria a reinar no Iraque.
Armas de destruição em massa e terroristas seriam encontrados e o país voltaria à normalidade.
Cinco anos depois, nem armas nem terroristas foram encontrados.
A resistência segue, dia após dia, golpeando as forças invasoras de Bush e sua corja de assassinos já não têm de onde tirar mentiras para justificar o fracasso da ocupação.


Após dois anos de intensa contrapropaganda, em 20 de março de 2003, forças de uma "coalizão", formada pelo USA e pela Inglaterra — que segundo eles, tinha 49 países
1 —, invadiram o Iraque, a partir do Kuwait.
Os invasores levariam a paz, a democracia e a independência ao Iraque, pelo menos na teoria deles.

A campanha difamatória começou após o "11 de setembro de 2001".
As organizações estadunidenses sem fins lucrativos, Centro da Integridade Pública e Fundo para a Independência do Jornalismo, realizaram um estudo sobre essa campanha, divulgado em janeiro deste ano.
Segundo as organizações, Bush e autoridades de seu governo emitiram 935 declarações falsas sobre a ameaça do Iraque à segurança do USA.
Para as organizações, tudo fazia parte de uma campanha para direcionar a opinião pública a aceitar a invasão do Iraque.

Diante da iminência do ataque ao povo iraquiano, milhares de pessoas, em todo o mundo saíram às ruas.
Bagdá, Londres, Istambul, Madrid, Islamabad (Paquistão), Roma, dentre outras cidades, reuniram cerca de 10 milhões de pessoas nas ruas, em fevereiro de 2003.
No final de março e início de abril, logo após a invasão, grandes manifestações sucederam-se no Brasil, Espanha, Alemanha, Líbia, Paraguai, Argentina, USA, Grécia, etc.
Em abril de 2003, as forças invasoras chegaram a Bagdá.
A estátua do presidente Saddam Hussein foi derrubada e os ianques declararam o controle sobre o país.
Em maio do mesmo ano, Bush declarou o fim da guerra, apesar de manter cerca de 150 mil soldados ianques e um conselho — escolhido a dedo pelos ianques, em junho — para gerir a situação no país.

A farsa do julgamento de Saddam

No dia 13 de dezembro de 2003, com grande pompa, os ianques anunciaram a prisão de Saddam Hussein.
Era o início de uma das maiores farsas já vistas na história.

Saddam, delatado por uma pessoa próxima a sua família, foi encontrado em Tikrit, sua cidade natal.
Ele estava dentro de um buraco, em um depósito.
O administrador ianque no Iraque, Paul Bremer, afirmou que a prisão de Saddam representaria o início de um novo Iraque.
Bremer acreditava que, com a prisão de Saddam, a resistência acabaria.
Grande engano.

No dia 19 de outubro de 2005 teve início a farsa montada para julgar Saddam.
Diante da alegação da defesa de que não pôde se reunir com os acusados, o julgamento foi adiado para 28 de novembro.

O julgamento foi cercado de terror.
No final de outubro de 2005, um dos advogados de defesa de Saddam foi assassinado.
Na primeira semana de novembro ocorreu o segundo assassinato.
O terceiro assassinato ocorreu em junho de 2006, o corpo foi encontrado com sinais de tortura.
No reinício do julgamento, em dezembro de 2005, Saddam se negou a comparecer, classificando o julgamento de "farsa inventada pelo USA".
No final de dezembro, Saddam compareceu ao julgamento e denunciou torturas sofridas na cadeia, além de afirmar em alto e bom som que ainda era presidente do Iraque.

Em janeiro, o juiz responsável pelo caso foi afastado por ser considerado condescendente com Saddam.
No mês seguinte, como protesto, a defesa não compareceu às audiências.
Ainda em fevereiro, Saddam iniciou uma greve de fome, em protesto ao julgamento.

Todas as vezes nas quais compareceu ao julgamento, Saddam chamou a atenção por sua postura firme e decidida.
Ele afirmou veementemente que, mesmo com a invasão, ele ainda era o Presidente do Iraque e conclamou todos os iraquianos a resistir de forma armada à ocupação ianque.

Em 05 de novembro de 2006, o tribunal ilegal e ilegítimo que foi instituído para julgar Saddam o condenou à morte na forca.
Quase 13 meses depois, terminava o circo montado na tentativa de minar a resistência iraquiana.
Saddam comportou-se como um legítimo representante das forças progressistas que lutam no Iraque.
Ao receber a sentença, bradou:
"Vida longa ao povo! Vida longa à nação árabe! Morte a nossos inimigos".

Ao contrário do que esperavam os ianques, a resistência não deixou de agir um só dia, durante e após o julgamento e execução de Saddam.

Crimes de guerra

Além de ocupar ilegalmente o Iraque, os invasores seguem cometendo crimes contra a população civil e contra o país.
Após a ocupação, milhares de pessoas, incluindo jovens, idosos e mulheres foram e continuam sendo presos, torturados e executados.
É prática habitual nas prisões mantidas pelos invasores vendar os olhos e amarrar as mãos nas costas dos detidos, para juntá-las com os pés durante dias e colocar a pessoa em um cubículo de madeira, dentro de um pequeno buraco escuro.
As vendas não são retiradas dos olhos nem para que os presos comam, o que só podem fazer por dez minutos.
A comida é pouca e de má qualidade.

Várias pessoas foram torturadas até a morte, principalmente antigas lideranças políticas e membros do governo anterior à invasão.
A tortura é cotidiana nos centros de detenção ou cadeias clandestina dos novos corpos de segurança iraquianos.
Também não são raras as detenções e torturas em massa.
Estima-se que mais de 250 mil iraquianos foram presos sem motivo.
O número de mortos, segundo a organização Opinion Research Business, com sede em Londres, é de mais de um milhão de iraquianos.

Milhares de pessoas têm procurado, com muita dificuldade, refugiar-se em outros países.
O número de refugiados é desconhecido, mas organizações de direitos humanos iraquianas estimam que este número ultrapasse a cifra dos 500 mil.
Com o estabelecimento dos novos "corpos de segurança" iraquianos se formaram os esquadrões da morte.
Eles têm escolhido seletivamente seus alvos, tentando minar a base de apoio da resistência pelo medo.
Seus alvos são personalidades civis, professores e, principalmente, profissionais da saúde.
Mas também assassinam simples cidadãos e atuam pilhando e destruindo o patrimônio cultural iraquiano.

Mercenários

Mercenários são soldados que lutam junto a um exército regular mediante pagamento.
Hoje, estima-se que 10% de todo o efetivo militar que atua no Iraque seja composto por mercenários.
Os mercenários são contratados por empresas ianques que ganham rios de dinheiro com este serviço, que não passa por qualquer tipo de licitação.
As empresas escolhem países pobres como destino do recrutamento.
Brasil, Chile, El Salvador, Colômbia, Turquia, Nepal, Indonésia estão entre os países preferidos pelos recrutadores.
A promessa é sempre a mesma: ganhar cerca de sete mil dólares por mês.
A tarefa, vigiar instalações militares, campos de treinamento e fazer a segurança do exército ianque (para quê um exército precisa de seguranças?).
Os recrutadores atuam ilegalmente em todos os países.
No Brasil, em 2005, foi descoberta uma rede ilegal de contratação.
Eles atuavam sem os registros exigidos.
Até mesmo no USA, os recrutadores atuam buscando imigrantes ilegais e a parcela pobre da população, prometendo aos primeiros a legalização no país e aos segundos a chance de uma carreira universitária.
A questão é que o grande número de soldados que têm voltado para o USA em sacos plásticos fez aumentar a repulsa da população à guerra.
Famílias inteiras se viram desintegradas por uma guerra injusta.
Além do fato de metade do efetivo treinado para atuar no Iraque acabar desertando ou servindo à resistência.

Das empresas alistadoras, destaca-se a Hallyburton — empresa ligada à exploração petrolífera — que é umas das que mais têm lucrado com a guerra no Iraque.
As ianques Caci e TitanCorp são outras que atuam no Iraque, fazendo os trabalhos sujos da prisão de Abu Graib.

A resistência

A resistência dos iraquianos à invasão começou muito antes da invasão propriamente dita.
Após a Guerra do Golfo, em 1990, o Presidente Saddam Hussein, certo de que o país poderia ser alvo de uma nova investida imperialista, realizava treinamentos militares três meses por ano, destinados a toda a população.
Com a iminência da ocupação, milhares de iraquianos contrários ao governo de Saddam retornaram ao país para ajudar na resistência, certos de que não seriam impedidos de lutar pelo presidente.
O regime iraquiano relaxou a pena de todos os prisioneiros, exceto àqueles que cometeram crime de sangue.
Meses antes da ocupação, o governo abriu todos os depósitos de armas e as distribuiu à população.

A resistência iraquiana, que combate cotidianamente os invasores, é composta e financiada pelos próprios iraquianos.
Sami Alaa, da Aliança Patriótica Iraquiana, em entrevista ao AND (edição 24, abril de 2005), explicou que a Resistência dividia-se em três grupos:
1) aqueles ligados a algum partido político: militantes baathistas, pan-árabes, socialistas, comunistas patrióticos;
2) Oficiais e soldados do antigo exército e polícia iraquianos, que não depuseram as armas e continuaram combatendo. Segundo ele, este grupo é o que realiza as ações mais planejadas e com mais recursos;
3) o terceiro grupo é formado por militantes sunitas, xiitas e até cristãos, mas não passam de 10% de toda a resistência, são organizados local ou regionalmente e não são leais a uma pessoa ou partido.

O certo é que a resistência utiliza habilmente todas as armas das quais dispõe.
Utiliza a tática de guerra de guerrilhas, fustigando o inimigo e se abastecendo de armas e munições do oponente.
Além de atacar pontos estratégicos para os ocupantes, criando um clima de instabilidade permanente.
Os alvos preferidos da resistência são redes de oleodutos — para evitar a pilhagem do petróleo iraquiano —, estradas, postos militares, bases e todos os locais de concentração das forças de coalizão.
De acordo com dados do Pentágono, de 2005, as ações da resistência aumentaram 30% em relação ao ano anterior.
São cerca de mil ações diárias, sendo que apenas 1% são ataques suicidas ou carros-bomba, que a resistência não reconhece como próprios.

Faluja

Faluja, a 60 km de Bagdá tem sido um bastião da luta contra a ocupação ianque.
Uma parte considerável da resistência se concentrava em Faluja e os ocupantes e seus governos fantoches não conseguiam manter instituições na cidade.
Os invasores consideravam-na como o centro do "terrorismo" e garantiam que ali estavam entrincheirados membros da resistência.
Em 2003, a cidade foi palco das maiores manifestações e combates contra a ocupação.
Em abril, a população da cidade tomou as ruas para lutar contra a ocupação.
Após o domínio de Bagdá, outras grandes manifestações e combates foram reprimidos pelos invasores.
Faluja sofreu intensos bombardeios em abril e novembro de 2004.
Os ataques destruíram cerca de 80% da cidade e deixaram mais de cinco mil mortos.
Em 2004 os ocupantes ameaçaram destruir toda a cidade se os moradores não denunciassem os militantes da resistência.
Mas, pelo que tudo indica, ninguém foi delatado.
Mesmo após os ataques, a resistência continuou ativa e os ianques não conseguiram dominar por completo a cidade.

Em 2005, o Pentágono afirmou ter usado fósforo branco nos combates de 2004.
Ainda hoje mais da metade dos habitantes de Faluja enfrenta problemas com água poluída, falta de eletricidade, fome, frio e desemprego.
Os invasores seguem utilizando fortes medidas de segurança.
Por mais que sigam prendendo coletivamente, assassinando, decretando toque de recolher e cortando a água e luz em Faluja, seus moradores não se entregam e seguem como um grande exemplo da heróica resistência iraquiana.

O que todos se perguntam é até quando durará a guerra no Iraque.
Pela capacidade de renovação da resistência, pelo desgaste das tropas ianques e pela repulsa mundial à invasão, é certo que a guerra durará até que os ianques retirem suas tropas, suas instituições e todos que chegaram com a ocupação — terroristas, milícias, mercenários, etc — do Iraque.
A resistência jamais entregará as armas e desistirá de defender seu povo e seu país dos invasores.

Os números da invasão

Mais de um milhão de iraquianos mortos pela ocupação
2,5 milhões de refugiados internos
2,2 milhões de refugiados no exterior, principalmente na Síria
24 mil iraquianos presos sob controle ianque
400 mil iraquianos presos sob controle dos colaboracionistas
43% da população vivendo em extrema pobreza (menos de 1 dólar por dia)
70% dos adultos estão desempregados
metade das crianças com menos de 5 anos sofre de algum tipo de subnutrição
70% da população não tem acesso a água potável
80% da população não é servido por sistema de esgoto
800 mil estudantes sem escola primária
220 mil crianças em idade escolar refugiadas e sem escola
300 professores universitários assassinados
2 mil médicos assassinados e outros 17 mil abandonaram o país
2 horas por dia é o período de fornecimento de energia elétrica, incluindo Bagdá
1. Informações do Global Policy Forum — www.globalpolicy.org

quarta-feira, 26 de março de 2008

POR QUE OS EUA INVADIRAM O IRAQUE?

Terrorista Bush diz que invadiu, matou e roubou pela ‘civilização’

A cínica e idiota “defesa da civilização” feita por Bush é apologia da pilhagem, da pirataria, do assassinato, do terrorismo, da barbárie e do crime
A História do mundo teve alguns vândalos, alguns assassinos, alguns saqueadores e alguns ladrões.
Mas nenhum desses próceres passados do banditismo, que se saiba, andou defendendo que seus crimes eram em defesa da “civilização”.
Ou porque não fossem tão cínicos – ou porque não fossem tão idiotas.
O fato é que nem Hitler fez isso.
Bush é o primeiro.
Matou inocentes no Afeganistão e no Iraque, destruiu, invadiu – e somente para roubar, em ambos os casos, o petróleo.
O do Mar Cáspio, no primeiro caso, o do próprio Iraque, maior reserva do mundo, no segundoHouve também alguns antecessores seus, especialmente Nixon e Eisenhower – o primeiro, por falar nisso, foi vice-presidente do outro não por acaso – que mandaram matar, que aprovaram a rodo as “operações encobertas”, isto é, criminosas da CIA e quejandos, que aboletaram ditadores sanguinários como seus fantoches no país dos outros, e diziam estar defendendo o “mundo livre”, a “democracia”, e até a “civilização ocidental e cristã”.
Mas até esses nunca apresentaram os seus assassinatos, saques e vandalismo como obra e defesa da civilização.
Ao contrário, os crimes eles preferiam esconder – e atribuir os que não podiam ser escondidos aos fantoches.
Mesmo na Coréia e no Vietnã, estavam, diziam, apenas ajudando os coreanos e vietnamitas do sul, isto é, àquelas ditaduras fascistas que sustentavam no sul desses países.

QUADRILHA DE CÍNICOS
Nisso, Bush é o primeiro, talvez porque seja o primeiro idiota total a se aboletar na Casa Branca, depois de uma série de idiotas parciais.
Segundo, porque faz parte de uma quadrilha de cínicos.
Por essa razão, é no momento em que toda a civilização o repudia, que tudo o que é decente no mundo o escorraça, no qual em todos os países os crimes de seu bando causam o mais profundo asco, que ele fala que matar crianças, mulheres e idosos; bombardear civis; explodir embaixadas, missões da ONU e mesquitas milenares; pilhar as riquezas dos povos; torturar em Guantánamo, no Iraque e dentro dos próprios EUA; estabelecer por decreto tribunais secretos e penas de morte secretas; espionar até o que os americanos lêem; seqüestrar filhos de líderes que querem submeter e destruir; que isso, e outras vomitivas nojeiras, é “defesa da civilização”.
Tudo o que é civilizado clama contra o crime.
A civilização é exatamente a superação da barbárie.
Parece óbvio, e é.
Até hoje, com um ou outro ocasional e provisório retrocesso, este tem sido o caminho da Humanidade.
E vai continuar sendo.
Tanto é verdade, que depois de milhões de pessoas terem, pela primeira vez na História, saído às ruas, em todos os lugares, para manifestar sua repulsa pelos crimes contra o Iraque e seu bravo povo, a civilização, se impõe no Iraque contra a barbárie.
Pois a civilização é, em uma de suas mais candentes manifestações, a luta contra o invasor, a luta contra o agressor – isto é, o amor ao seu país, o compromisso com o povo de que fazemos parte, a disposição de arriscar a existência individual pela existência coletiva.
IMPÉRIO ISOLADO
Bush nenhum compromisso tem nem mesmo com seu próprio país.
Para ser exato, não tem compromisso nem mesmo com o conjunto da burguesia imperialista dos EUA.
De bem longe, escondido em algum covil qualquer nos EUA, coloca vidas de americanos em risco, expõe como alvo pessoas do povo e leva o próprio imperialismo americano ao isolamento e antagonismo mais agudo com todo o mundo e, especialmente, com o povo americano.
E leva-o ao abismo apenas em prol dos interesses profundamente anti-americanos de seu grupo de magnatas ladrões (nem de todos os magnatas ladrões, pois existem os que não são bestas).
Ou seja, do interesse dessa minúscula máfia de escalpelar os povos, inclusive o povo norte-americano.
Um reacionário convicto, mas que não era burro, Churchil, falou, num conhecido livro, em como certos monstros – no caso de que estava tratando, Hitler plantam a tempestade que, quando colhida, os irá varrê-los de vez da face da Terra.
A tentativa da quadrilha usurpadora que começou invadindo a Casa Branca, assim como depois invadiu o Iraque, de fazer a Humanidade retroceder à barbárie, é apenas a “reunião da tempestade” - do título do livro de Churchill - que desabará, inevitavelmente, sobre suas cabeças.
E o povo americano será o primeiro, quando isso acontecer – e já começou a acontecer, e a cada dia a tormenta se torna mais pesada - a reivindicá-las.
Mas não será, certamente, o único.
CARLOS LOPES
Fonte(s):
http://www.horadopovo.com.br/
12/09/2003