sábado, 30 de agosto de 2008

ENTREVISTA COM JOÊNIA BATISTA DE CARVALHO

Entrevista com a índia Joênia Batista de Carvalho

A advogada Jôenia Batista de Carvalho é a primeira índia a se pronunciar no plenário do STF durante o julgamento da legalidade da ocupação dos índios da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima.

O FUTURO DO BRASIL

Este é o vídeo que esta passando nos EUA

AGORA A AMAZONIA NÃO É DO BRASIL??? É DO MUNDO?

Você até pode achar que o problema não é seu, mas isto não é verdade.
O futuro do País é o futuro dos nossos filhos.

Paises interessados nas riquezas amazônicas estão investindo pesado, há muito tempo, numa propaganda cujo teor é uma mensagem de que a Amazônia não pertence ao Brasil, mas ao mundo (leia-se USA).
Fala-se em preservação ambiental, minorias étnicas, terras de índios, mas o que já não conseguem esconder é a sua sede de apropriação indébita, de usurpação, de conquista.

Veja, por exemplo, os recentes exemplos da "defesa" americana do Kuwait, a invasão do Iraque, guerra do golfo, etc.
Os EUA não estão preocupados com a defesa das liberdades dos povos, mas sim, com o petróleo que jorra no Oriente.
Com a Amazônia não é diferente. Eles não estão nem ai como os índios ou com a preservação. Apenas com a riqueza incalculável de nossas terras.


AO POVO BRASILEIRO... BU$H E O BRASIL

Este vídeo surge da necessidade incontrolável de fazer algo sobre a invasão constante de outros países no nosso, em especial, os EUA.


MENSAGEM DE VIDA

A vida entra na criança com sua primeira respiração e sai dela com sua última respiração.
O que me diz dessa verdade?

CONVOCATÓRIA DO PRESIDENTE LULA

Lula resolveu dois problemas com um discurso só

Lula convoca UNE a deflagrar campanha do ‘Pré-sal é Nosso!’

Nova Lei precisa assegurar a propriedade da União sobre o petróleo extraído

A convocatória que eu estou fazendo para os estudantes é que nós precisamos mexer na Lei do Petróleo. Nós não podemos abrir mão desse patrimônio, que está a 6 mil metros de profundidade. É patrimônio da União, dos 190 milhões de brasileiros. O petróleo é do povo brasileiro e, portanto, nós precisamos decidir o destino desse petróleo”, afirmou, na terça-feira, durante a cerimônia de lançamento da Caravana da UNE, no Rio de Janeiro.
Lula fez referência à gloriosa luta do Petróleo é Nosso!, e disse que é hora de fazermos dos que tombaram lutando, heróis.

Página 2 e Página 3

Lula: em vez de vítimas, temos que tratar os que tombaram como heróis

Assunto sobre Anista “está resolvido pelo presidente da República”, afirmam os militares

Durante o lançamento da Caravana da UNE, na terça-feira (12), no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o importante é elevar à estatura de heróis aqueles que tombaram em defesa do Brasil, ao invés de ficar apenas insultando os responsáveis pelas suas mortes.
“Todas as vezes que falamos nos estudantes que morreram, toda vez que falamos dos operários que morreram, nós falamos xingando alguém que os matou. Na verdade, esse martírio nunca vai acabar se a gente não aprender a transformar os nossos mortos em heróis, não em vítimas, como a gente costuma tratar todas as vezes”, afirmou.

“Imaginem se a Frente Sandinista ficasse lamentando todos os que Somoza matou; imaginem se o Fidel Castro ficasse lamentando todos os que Batista matou. Não!”, frisou o presidente, completando:
É preciso fazer com que essas pessoas que tombaram lutando por alguma coisa que acreditavam se transformem em heróis, que sejam símbolos da nossa luta, que na sede da UNE tenha a fotografia e a história dos que morreram, que na sede do sindicato tenha a fotografia e a história dos que morreram, porque nós os transformamos apenas em vítimas, não contamos a história, ninguém sabe quem são, portanto, nunca viraram HERÓIS”.

No mesmo dia, em Brasília, após a cerimônia de promoção de novos oficiais generais, os comandantes do Exército, general Enzo Peri, da Marinha, almirante Júlio Soares Moura Neto, e da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, declararam à imprensa que a discussão sobre a revisão da Lei da Anistia é “assunto encerrado”.
“Já foi falado, o presidente falou, o ministro comentou. Então, o assunto está encerrado. Assim que teve a palavra do presidente como assunto encerrado, assunto encerrado”, observou o general Peri.

O almirante Moura Neto ressaltou: “O assunto está resolvido pelo presidente da República, ele já deu todas as declarações que considerou necessárias”.

Indagado se haveria necessidade de mais algum pronunciamento do presidente Lula sobre a questão, o brigadeiro Saito foi objetivo: “Não é necessário”.

No Rio de Janeiro, no dia seguinte às declarações do presidente Lula, o presidente do Clube Militar, general Gilberto Barbosa de Figueiredo, também considerou o assunto encerrado. “A não ser que surja um fato novo, para mim está encerrado”, afirmou.

Na véspera do evento da UNE, ao deixar a reunião da Coordenação Política, o ministro da Justiça, Tarso Genro, esclareceu que “ninguém, em nenhum momento, pediu a revisão da Lei de Anistia. O governo tem uma visão da importância do papel das Forças Armadas em um projeto nacional. Para mim, este assunto está encerrado. Não há nenhum embaraço do governo em relação às Forças Armadas”.
O pré-sal é do Brasil, não pode ser de meia dúzia, afirma Lula
Defendeu mudança na lei para garantir que o país possa se beneficiar deste rico patrimônio

“A convocatória que eu estou fazendo para os estudantes é que nós precisamos mexer na Lei do Petróleo deste país. Nós não podemos abrir mão desse patrimônio, que está a 6 mil metros de profundidade. É patrimônio da União, dos 190 milhões de brasileiros. O petróleo é do povo brasileiro e, portanto, nós precisamos decidir o destino desse petróleo”, afirmou o presidente Lula, na terça-feira, durante a cerimônia de lançamento da Caravana da UNE (União Nacional dos Estudantes), da Caravana da Saúde e do Pacto da Juventude, realizada no Rio de Janeiro.

“Nós precisamos utilizar esse patrimônio para fazer reparação para os pobres deste país. Por isso é preciso que a gente, na Lei do Petróleo, destine uma parte desse dinheiro para resolver definitivamente o problema da educação neste país, o problema de milhões de pobres que estão aí, e não deixar na mão de meia dúzia de empresas que acham que o petróleo é delas, e vão apenas comercializar. Nós precisamos aproveitar esse petróleo para tornar o Brasil uma nação ainda mais forte, uma nação mais soberana, uma nação muito mais dona de si”, prosseguiu.

A atual Lei do Petróleo (Lei 9.478/97) que o presidente Lula pretende modificar foi implantada durante o governo FHC com o objetivo de beneficiar o cartel chefiado pela Exxon e pela Shell.
Ela foi criada para tirar da Petrobrás a função de executora do monopólio estatal do petróleo.
Escancarou as áreas petrolíferas do país para os monopólios estrangeiros.
Entretanto, a mobilização nacional impediu que o objetivo primordial do cartel e do governo FHC, que era a quebra do monopólio da União sobre o petróleo brasileiro, fosse alcançado.
O Brasil impediu que mais esse crime fosse cometido.

A manutenção da propriedade da União sobre o petróleo do país tornou a lei 9478/97 inconstitucional.
Ela fere a Constituição por causa de seu artigo 26 que determina que a propriedade do petróleo extraído passa a ser de quem o extrai. Esta aberração jurídica pretendeu que a União seria proprietária apenas do petróleo contido nas reservas localizadas no fundo do mar ou no interior das bacias em terra.
O petróleo extraído, aquele pronto para ser utilizado, não seria mais propriedade da União. Acontece que não é isso que reza a Carta Magna.
O artigo 177 da Constituição determina o monopólio da União sobre todo o petróleo existente no país. Portanto, está certo o presidente Lula ao propor a correção desta inconstitucionalidade mudando a Lei 9.478/97.
Este atropelo às normas maiores do país para servir ao Cartel das Sete Irmãs esteve na base dos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Cria dos tucanos, a ANP passou a entregar às concessionárias estrangeiras quase todo o petróleo extraído por elas dentro do país.
E, se isso já era inconstitucional antes, pior seria se fosse mantida agora, no processo de extração do petróleo na área do pré-sal.
Se antes havia a desculpa de que na exploração das áreas leiloadas o contrato era de risco, agora, no pré-sal, este risco não existe. Ali é só perfurar e extrair o petróleo já descoberto pela Petrobrás.
A área do pré-sal não é uma área que demanda mais pesquisa. Esta já foi feita pela Petrobrás e talvez o pré-sal seja a maior descoberta petrolífera já feita em toda a História.

Durante o ato, o presidente Lula lembrou que foi na UNE que surgiu a campanha “O petróleo é nosso”, na década de 50.
“Vocês agora estão desafiados a um outro debate, não menos importante”, conclamou Lula, referindo-se ao desafio do pré-sal.
“Nós, que fundamos a Petrobrás em 1950, só fomos conquistar a auto-suficiência em 2006, praticamente 56 anos depois. Graças ao investimento em pesquisa, graças às novas tecnologias, a Petrobrás descobriu petróleo na camada pré-sal, a mais de 6 mil metros de profundidade. Agora encontramos a última jazida de petróleo: 2 mil e 300 metros de lâmina d’água, 3 mil metros de rocha e mais 2 mil metros de sal. Isso significa quase 7 mil metros de profundidade. Vamos buscá-lo”, disse.

“Através de um decreto, eu constituí um grupo interministerial. Eles têm dois meses para me entregar a proposta, e vamos ter que fazer uma proposta para a sociedade”, destacou.
Na opinião de Lula, com a descoberta do pré-sal, o Brasil não apenas será auto-suficiente, “como será exportador de petróleo”.
Ele anunciou que o país “não será exportador de petróleo cru”.
“Nós queremos exportar material com valor agregado. Por isso, vamos fazer duas grandes refinarias. Uma refinaria de 600 mil barris/dia, e outra de 300 mil barris/dia, para que a gente possa exportar gasolina premium e óleo diesel de qualidade, e ter mais dinheiro”.

A comissão, nomeada pelo presidente Lula para elaborar a proposta da nova Lei do Petróleo, é presidida pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e coordenada pelo ministro das Minas e Energia, Edson Lobão.
A comissão decidiu, em reunião realizada na terça-feira, deixar de fora de novos leilões, além de toda a camada pré-sal, as áreas próximas, chamadas de franjas desses campos.
A comissão decidiu também que as concessões de exploração de petróleo serão feitas somente nas áreas localizadas em terra e em águas rasas.

SÉRGIO CRUZ

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O PORQUÊ DE NÃO CALAR

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei.
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia mais ninguém para reclamar.
Martin Niemöller – pastor luterano alemão – 1933 (data presumida)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

O PETRÓLEO É NOSSO E NÃO É VOSSO

O PETRÓLEO É VOSSO
Quem acompanha nestes dias as informações e comentários sobre a exploração das reservas petrolíferas do pré-sal constata que há um clima de nervosismo na turma do “petróleo é vosso”.
De Arnaldo Jabor a Miriam Leitão, passando por Carlos Alberto Sardenberg e outros que ocupam o espaço midiático conservador, todos foram unânimes em questionar os defensores de a riqueza do pré-sal ficar com os brasileiros e não ser diluída nas mãos de empresas multinacionais do setor. Trocando em miúdos: tanto eles, colunistas, como seus superiores hierárquicos, querem que as grandes empresas petrolíferas tomem conta das riquezas de uma vez por todas. E chegam até a advertir Lula, que pelo menos na retórica está defendendo a preservação da reserva petrolífera sob o controle brasileiro. A jóia do pensamento pró-multinacional ficou por conta de Sardenberg ao afirmar que “esse negócio de petróleo é nosso”, “riqueza nas mãos dos brasileiros” é, pasmem, “coisa do passado”, “populismo”.
O hoje sócio do Teatro Casa Grande, David Zilberstajn, o tal genro nomeado por Fernando Henrique Cardoso para a Agência Nacional de Petróleo e que ao se reunir com representantes de multinacionais petrolíferas cunhou a frase “o petróleo é vosso”, está de volta na defesa de interesses antinacionais.
Na era FHC, Zilberstajn, o genro, tornou-se um dos mais ardorosos defensores da entrega da estatal brasileira de petróleo para os acionistas estrangeiros, que hoje chegam a 60%.
Os mesmos propulsores desta privatização pelas beiradas são os veementes defensores de que as riquezas energéticas do pré-sal sejam exploradas pelas multinacionais e pregam a continuidade dos leilões de petróleo.
De saída, sem qualquer tipo de discussão mais aprofundada, a tal patota se colocou contra a criação de uma estatal para cuidar melhor desta riqueza.
Aliás, esta turma pós-moderna não traz nada de novo.
Ela sim é “coisa do passado”, uma vez que os argumentos hoje apresentados reproduzem o que a mídia conservadora nos anos que antecederam a criação da Petrobrás (final dos anos 40 e início dos 50) dizia.
Claro, não adianta nada criar uma estatal de um lado e do outro conceder as facilidades para que a maior parte da riqueza fique com as multinacionais, como fez FHC.
Mas a bancada do “petróleo é vosso” nem quer ouvir falar em estatal, ainda por cima se ela for controlada pelo povo brasileiro e não por quem o grupo defende e possivelmente é subsidiado.
Nenhum dos tais analistas foi capaz de associar a reativação da IV Frota dos Estados Unidos com as riquezas do pré-sal.
Na verdade, tanto a Secretária de Estado, Condoleezza Rice, o vice Dick Cheney e o próprio presidente George W. Bush só agem em conformidade com as empresas petrolíferas que estão de olho no nosso litoral.
O trio sinistro inventou vários argumentos para justificar a reativação IV Frota.
Chegaram até a falar em “ação humanitária”.
Outra questão que está ocupando grandes espaços na mídia é a decisão, possivelmente nesta próxima quarta-feira(27), do Supremo Tribunal Federal sobre a reserva indígena de Raposa Terra do Sol, se ela seguirá contínua ou dividida em ilhas.
A elite brasileira, preconceituosa e racista por natureza, apresenta argumentos pífios em defesa da divisão que só confirmam o juízo formado ao longo do tempo sobre os indígenas brasileiros.
Enquanto eles eram apresentados apenas como grupos folclóricos e na verdade como cidadãos de segunda classe próximos da extinção, as elites os aceitavam de bom grado e até criaram um dia do calendário destinado aos índios. Mas a partir do momento em que eles tomaram consciência de seus direitos e se organizaram no sentido de ocupar espaços nos restantes 364 dias do ano como cidadãos brasileiros integrantes de uma etnia, aí a coisa mudou de figura.
Os índios se transformaram em “marionetes” de governos estrangeiros “ameaçadores de nossa soberania”.
E cá entre nós, como é lamentável ver militares tomando a defesa da patota do agronegócio, representada em Rondônia pelos arrozeiros, e silenciarem quanto a entrega de mão beijada da Amazônia para as multinacionais. Por que o comandante da Amazônia, General Augusto Heleno Pereira, em vez de destilar preconceito contra os indígenas não chama a atenção sobre a facilidade que os governos brasileiros, desde a época da ditadura, concedem às multinacionais naquela área?
As terras dos indígenas brasileiros são preservadas e pertencem à União, mas em áreas onde políticos corruptos predominam, as multinacionais são sempre favorecidas.
Resta agora aguardar a decisão dos ministros do STF, se julgarão o pleito desprovidos de preconceito ou cederão às pressões dos arrozeiros.
Mário Augusto Jacobskind

ANP E HALLIBURTON E OS LEILÕES DO PETRÓLEO DO BRASIL

ANP e HALLIBURTON e os leilões do petróleo do Brasil. "E agora, José?"

E o tal Contrato com a Halliburton?
A tal Lei do Petróleo feita na época de FHC??
A Lei 9478/97 cancelou a Lei 2004/53 que, além de criar o Monopólio Estatal do Petróleo, da União, PROIBIA A VENDA DE AÇÕES da Petrobrás para ESTRANGEIROS.
Como a Lei 9478 PERMITE ESSA VENDA , FHC vendeu 36% das ações da Petrobrás, que pertenciam à União Federal, na bolsa de Nova Iorque, por cerca de US$ 5 bilhões.
Hoje elas valem mais de 120 bilhões;
b) Os artigos 3º e 21 desta Lei dizem que as jazidas e o produto da lavra do petróleo pertencem à União Federal, obedecendo à Constituição.
Ocorre que o artigo 26 dessa lei, inconstitucional, dá à Petrobrás, e às demais concessionárias, em sua maioria estrangeiras, a propriedade do petróleo que produzirem nas reservas de sua concessão.
Isto FERE o artigo 177 da Constituição, podendo resultar num patrimônio para os acionistas da Petrobrás, estrangeiros, em sua maioria, da ordem de trilhões de dólares que eles NÃO PAGARAM PARA OBTER.
É inconcebível um que um país necessitado abra mão de tamanha riqueza, mormente considerando-se que ele tem 60 milhões de miseráveis.
A ANP (Agência Nacional do Petróleo) é a substituta do Conselho Nacional do Petróleo e é necessária para regular o Setor.
Mas tem que ser revista.
Ela está MAL POSICIONADA e MAL COMANDADA.
No início, foi dirigida por David Zilbertstajn, enquanto GENRO de FHC.
Ele, na ânsia de ENTREGAR LOGO as áreas para empresas estrangeiras, estabeleceu blocos com tamanhos 220 vezes maiores do que os blocos leiloados no Golfo do México.
Hoje, a ANP tem um diretor que VEIO da Halliburton (era diretor em Angola), e que está COMANDANDO os leilões.
No 8º leilão ele criou limitações absurdas para a Petrobras.
Fizemos ações judiciais para anulá-lo.
A ANP está exercendo funções que cabem ao MME e a CNPE.
O seu diretor Geral, Haroldo Lima, foi, durante 60 anos, um nacionalista histórico e um grande defensor da Petrobrás.
Nomeado para a ANP, sob a influência dos lobbies internacionais, ele deu uma guinada de 180º e é hoje um ENTREGUISTA empedernido.
Isto revela como é perigoso para o País deixar o comando da regulação nas mãos de poucos.
A vulnerabilidade é enorme.
LEIAM TAMBÉM:
-"Movimento vai radicalizar se governo leiloar petróleo"
Em entrevista, o Antonio Carlos Spis, da Executiva da CUT, ressalta que um amplo leque da esquerda – da CUT à Conlutas – está unido para RESISTIR aos leilões da ANP
Quando o governo diz que a culpa pelos leilões é da ANP e a ANP culpa o governo, é um jogo de empurra.
Esse crime de lesa-pátria é responsabilidade do governo Lula, assim como era do governo FHC, Collor.
Todos os governos que trouxeram políticas neoliberais, privatistas, são entreguistas.
Nesse aspecto, pelo cenário atual de grandes conquistas da Petrobras, se aprofunda ainda mais a distorção em relação à defesa do patrimônio e da soberania.
Vemos agora, com o exemplo dos cinco anos da guerra do Iraque, quais são os objetivos do Bu$h.
Quem não tem petróleo, tenta abocanhar com guerra e quem tem, procura preservá-lo.
É inadmissível a gente ver o governo brasileiro entregando as reservas de petróleo, principalmente num momento em que se divulga grandes conquistas.
Gente, por ser muito extenso eu passo o link para vocês lerem e relerem pois a coisa é séria:

sábado, 23 de agosto de 2008

ROUBO DE PETRÓLEO


ROUBO DE PETRÓLEO. Será que isso vai acontecer com o Brasil também?


NÃO PODEMOS deixar as grandes companhias de petróleo falarem mais alto que o interesse do povo iraquiano.

Eu acabei de ficar sabendo que a Avaaz - um grupo de ativismo online que eu faço parte - está organizando uma campanha para manter o petróleo iraquiano nas mãos do Iraque.

O governo americano está pressionando o governo iraquiano a passar uma Lei Nacional do Petróleo que pode dar a maioria do petróleo para empresas estrangeiras.

Mais de 900,000 pessoas de todas as partes do mundo já participaram de campanhas de importância global através da Avaaz.org.

Eles tiveram um grande impacto.

Essa petição será apresentada ao Parlamento Iraquiano - Sunita, Shiita e Kurdo - para que os líderes iraquianos saibam que o mundo os apóia em resistir às pressões do Bush.


Leia o email abaixo que eles me enviaram e assine a petição!---------------------------


Prezado(a) apoiador(a) da Avaaz,


Enquanto o derramamento de sangue aumenta, o Parlamento Iraquiano está sendo pressionado para passar uma LEI DO PETRÓLEO que pode dar um poder incrível para as companhias de petróleo estrangeiras controlarem os CAMPOS DE PETRÓLEO DO IRAQUE.


Bush colocou um prazo e as grandes companhias de petróleo estão fazendo sua pressão. Porém líderes iraquianos corajosos estão RESISTINDO- e eles precisam da nossa ajuda.


Membros do Parlamento Iraquiano - incluindo um Sunita, um Shiita e um Kurdo - vão ler a nossa petição de solidariedade para seus colegas no Parlamento Iraquiano.


Muitos estão em cima do muro, COM MEDO de ir contra a vontade do Bush.


Uma mensagem do mundo pode ser justamente o incentivo que eles precisam para continuar lutando.


Assine a petição hoje -- vamos levar 100.000 vozes para o Parlamento Iraquiano antes do voto:
http://www.avaaz.org/po/iraq_oil_law

Nossa mensagem é simples: nós apoiamos o direito soberano do Iraque sobre seu próprio petróleo, ele deve ser distribuído de maneira justa para o benefício do povo do Iraque, e o Parlamento Iraquiano deve decidir isso sem interferência estrangeira.

O petróleo representa 70% do PIB do Iraque.

Essa proposta de lei propõe acordos desleais beneficiando companhias de petróleo internacionais, acordos estes que não são aceitas em nenhum outro país do Oriente Médio por comprometerem os recursos do país por 20 a 30 anos.

Aqui está um recente depoimento do Chefe da Federação Iraquiana dos Sindicatos do Petróleo, Hassan Jum'a Awwad: "O Iraque está passando por um dos momentos mais difíceis porque todos estão especulando como lucrar com suas riquezas. Todos sabem que a Lei do Petróleo não beneficia o povo iraquiano, que só serve ao Bush, seus apoiadores e as empresas multinacionais".

É um raro sinal de esperança ver iraquianos se unindo, e essa lei é ruim o suficiente para unir muitos.

Eles estão pedindo a nossa ajuda, então vamos dizer a eles que o mundo os apóia no seu direito de determinar seu próprio futuro.


Assine a petição para conseguirmos 100.000 vozes antes deles apresentarem a petição para o Parlamento: http://www.avaaz.org/po/iraq_oil_law


Com esperança,


Ricken, Graziela, Tom, Paul e toda a equipe Avaaz


Nossa mensagem será lida no Parlamento Iraquiano em solidariedade ao povo do Iraque.


Juntos não podemos ser ignorados.




O PETRÓLEO É NOSSO

O que me dizem em relação a essa parte da entrevista?

Internacionalização foi lucrativa para as empresas multinacionais...
...a partir da posse do presidente Fernando Henrique
Siqueira - Em 1995, já como presidente da República o sr FHC ressuscitou o emendão do governo Collor e enviou ao congresso a proposta de modificação da Constituição em 5 assuntos da ordem econômica.
Entre eles, propunha a quebra do monopólio estatal do petróleo.
Com barganhas, pressões, chantagens e outros artifícios, conseguiu o seu intento depois de 42 anos de tentativas das multinacionais.
Em 1997, FHC (FERNANDO HENRIQUE CARDOSO) conseguiu aprovar o projeto de lei por ele enviado para regulamentar a mudança constitucional - A NOVA LEI DO PETRÓLEO (número 9478/97).
Nessa lei, foram inseridos vários artigos que ferem a Constituição e se prestam a facilitar a privatização/desnacionalização da Petrobras.
O ARTIGO 26 dá às empresas que produzirem o petróleo a propriedade dele.
O ARTIGO 60 permite que o petróleo seja exportado.
O ARTIGO 64 permite criar subsidiárias e privatizá-las.
No ano 1997, além de ter aprovado a quebra do monopólio estatal, FHC reduziu drasticamente os investimentos e colocou em marcha um plano de desmonte da empresa.
Dos 5 mil fornecedores criados pela empresa, 4.995 desapareceram depois de FHC ter aprovado a incorporação das fornecedoras multinacionais.
O sucateamento da Petrobras também causou grandes tragédias como o afundamento da plataforma P-36 e desastres ambientais, como os vazamentos de óleo no Paraná, em 2000, e na baía de Guanabara, em 2001.

O lema Petróleo é Nosso virou o grande mote da criação da Petrobras.
Porém, desde a sua fundação ela vem sendo perseguida.
No mesmo mês em que ela foi fundada, através da lei 2004, tornou-se um monopólio estatal.
O senador Assis Chateaubriand, de imediato, apresentou um projeto de lei para mudar a Lei 2004.
Havia a pressão da MULTINACIONAL Esso do Brasil, que fazia uma campanha enorme CONTRA a criação da estatal por "ESTAR DE OLHO" nas nossas reservas, só que durante mais de 70 anos O SOLO BRASILEIRO esteve À DISPOSIÇÃO dessas empresas e ELAS NÃO EXPLORARAM.
Mais tarde, quando foi aberto o contrato de risco na bacia de Campos, as grandes empresas estrangeiras assinaram 243 contratos, MAS NÃO QUISERAM EXPLORAR porque o risco era muito grande, pois teriam que desenvolver a tecnologia em PERFURAÇÃO em águas profundas; então a Petrobras INVESTIU US$ 50 bilhões, DESENVOLVEU a tecnologia e ACABOU DESCOBRINDO PETRÓLEO.
Mas, lamentavelmente, o FHC (Fernando Henrique Cardoso), ao abrir a economia através do Decreto Repetro, que ISENTA AS EMPRESAS ESTRANGEIRAS do imposto de importação (II) e NÂO ISENTA AS EMPRESAS NACIONAIS, ocasionou a falência de várias empresas nacionais.
De cinco mil empresas, mais de quatro mil foram FECHADAS OU VENDIDAS à EMPRESAS ESTRANGEIRAS.
A primeira tentativa da QUEBRA DO MONOPÓLIO foi feita em 1993, no governo Itamar Franco.
Porém, ele PERMITIU que os empregados das estatais fossem a Brasília conversar com os deputados e fornecer dados concretos sobre as atividades de cada empresa.
Os deputados não tiveram coragem de quebrar o monopólio.
Fizemos um trabalho de levá-los para visitar as instalações da Petrobras.
Ficaram maravilhados com o que viram nas instalações na Bacia de Campos.
A visão que os deputados tinham da estatal era produzida pela informação obtida através da mídia, que NESSA ÉPOCA fazia uma campanha enorme CONTRA O MONOPÓLIO.
Quando chegou o GOVERNO FHC, a primeira coisa que ele fez foi PROIBIR os funcionários das estatais de irem a Brasília para conversar com os deputados.
Criou o Decreto 2.503, em 25/02/1995, no qual criava um Serviço de Informação e Apoio Legislativo (Sial); tratava-se de um SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA, que VIGIAVA e INFORMAVA se havia algum funcionário de estatal CONVERSANDO com algum deputado.
O governo FHC mexeu no art. 177 da Constituição para QUEBRAR O MONOPÓLIO ESTATAL DO PETRÓLEO.
O art. 26 da lei de regulamentação é CLARO quando diz: A EMPRESA QUE PRODUZIR PETRÓLEO SE TORNA DONA DELE.
O art. 60 dessa mesma lei 9.478, permite a exportação do produto.
Então as áreas em que a Petrobras investiu na Bacia de Campos, agora estão sendo VENDIDAS, LEILOADAS POR PREÇOS IRRISÓRIOS.
Algumas áreas foram VENDIDAS COM ÁGIO de 53 mil % - foram OFERTADAS por US$ 100 mil e COMPRADAS por US$ 137 milhões, mostrando que foram OFERECIDAS por preços absolutamente irreais.
Comentários:
Faltou incluir nesse rol de falcatruas para beneficiar empresas estrangeiras o fato que a intenção do governo FHC era privatizar a Petrobrás por inteiro. Até a mudança do nome para Petrobrax já estava sendo cogitada (alguém ainda lembra?)..O FHC só não foi adiante pela manifestação contrária da opinião pública e pela revolta da base governista no Congresso Nacional.Mesmo assim, ele vendeu um grande número de ações na Bolsa de New York, numa manobra sórdida (um dia eu conto porque assisti), do então Presidente do Congresso Nacional, Antonio Carlos Magalhães (Que o diabo o tenha).O governo ficou apenas com o suficiente para manter o controle administrativo da empresa, pouco mais de 51% das ações com direito a voto. Antes, a participação do governo girava em torno dos 75%.Essa queda da participação governamental nos resultados da Petrobrás é que esta levando o governo a propor a criação de uma nova empresa para explorar o petróleo no chamado pré-sal da Bacia de Santos.Hoje, o governo fica com apenas 40% dos resultados da Petrobrás e com uma nova empresa, sua parte subiria para 90,4% segundo especialistas. 84% na nova empresa (média mundial), com mais 6,4% da Petrobrás.Lembremo-nos que a privatização (que eu chamaria de internacionalização) das nossas estatais foram feitas a toque de caixa e esta ai a Vale do Rio Doce como ótimo exemplo, porque o pais precisava desesperadamente de dólares para pagar os juros da Dívida IExterna e não havia entradas de capital nem em investimentos diretos (o país não crescia) nem de exportações (câmbio supervalorizado).O país só não quebrava de vez porque o FMI nos socorria de tempos em tempos, claro, fazendo inúmeras exigências.Cansamos de ver equipes do FMI vindo xeretar nossas contas e dar novas instruções a nossa equipe econômica.Alguém ainda se lembra do Sr. Pedro Malan viajando para a séde do FMI em NY, levando na pasta a Lei de Responsabilidade Fiscal, antes mesmo dela ter sido aprovada no Congresso Nacional em total desprezo pelos nossos políticos (eles sabiam com quem estavam lidando).Por isso, o Lula na primeira oportunidade pagou o que o Brasil devia ao FMI e ao Banco Mundial, para nos livrar dessa canga vexaminosa a cada 3 meses.Hoje o pais sofre com o volume de dólares que são enviados ao exterior a título de remessas de lucros e dividendos das filiais que se instalaram aqui. Qualquer queda nas nossas exportações, independente do motivo, vai colocar o pais em situação difícil.Pena que o povo tem memória curta e ainda acredita nesses entreguistas da riqueza pública, deveriam estar todos presos por lesa-pátria.Um abraço!!!

GOVERNO LULA TIRA DE LEILÃO ÁREAS PETROLÍFERAS PERTO DO PRÉ-SAL

Governo Lula tira de leilão áreas petrolíferas perto do pré-sal.
Boas novas?

O governo decidiu que retomará os leilões de concessões de exploração de petróleo só nas áreas localizadas em terra e em águas rasas, deixando de fora toda a camada pré-sal e as áreas próximas.
Toda a região em volta do pré-sal não será leiloada até que sejam definidas as novas regras de exploração de petróleo no país, que voltaram a ser discutidas pelo Planalto.
O Ministério de Minas e Energia vai propor no dia 22 de agosto ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) a retomada das rodadas de leilões.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu a reforma na lei do petróleo e disse querer que os lucros com a exploração do produto nas reservas na camada pré-sal sejam usados para "resolver definitivamente os problemas da educação".
Lula ainda ressaltou (veja íntegra, para assinantes) que não deseja que os lucros fiquem "na mão de meia dúzia de empresas".
"Esse patrimônio que está a 6.000 metros de profundidade é da União, de 190 milhões de brasileiros".

ENGENHEIRO DA PETROBRÁS CULPA CIA E HALLIBURTON PELO FURTO DE INFORMAÇÕES DA PETROBRÁS


Engenheiro da Petrobrás culpa CIA e Halliburton pelo furto de informações da empresa. Sabiam disso?


O Diretor de Comunicação da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), Fernando Siqueira, apontou a CIA (agência de inteligência dos Estados Unidos) e a empresa estadunidense Halliburton como os POTENCIAIS RESPONSÁVEIS pelo FURTO dos equipamentos da empresa com informações estratégicas e confidenciais sobre as descobertas recentes de grandes reservas de GÁS E PETRÓLEO na Bacia de Santos


Siqueira, em declaração ao Brasil de Fato, justifica sua hipótese argumentando que os Estados Unidos vivem uma situação delicada em relação ao abastecimento de petróleo e sendo O MAIOR CONSUMIDOR do planeta, é o maior interessado na obtenção destes dados.


O Brasil de Fato lembra ainda a Halliburton é uma das principais fornecedoras do Pentágono e mantém vínculos estreitos com membros do primeiro escalão do GOVERNO BU$H, como o vice-presidente Dick Cheney.

http://naperiferiadoimperio.blogspot.com...

NACIONALIZAÇÃO DA EXPLORAÇÃO DAS NOVAS RESERVAS DO PETRÓLEO DO BRASIL. QUE TAL?

Todos defendem a nacionalização da exploração das novas reservas cogitando, inclusive, a possibilidade de se criar mais uma estatal para promover a exploração, uma vez que a Petrobras é uma empresa de capital misto.
A idéia surge associada ainda à intenção de revisão da lei dos royalties pagos a municípios vizinhos das refinarias e plataformas da Petrobras.
Na legislação atual, apenas esses municípios são detentores dos lucros produzidos com a exploração e refino dos combustíveis e derivados.
Lula afirmou que o País tem em mãos uma oportunidade de reparar a dívida histórica que tem com a população mais pobre, carente de educação, saúde e alimentação de qualidade.
“O que vamos fazer com esse petróleo? Vender pura e simplesmente, quem quiser vir aqui tirar petróleo que venha e pode levar o quanto quiser?”, perguntou Lula, para em seguida responder:
“Não. Deus não nos deu isso para que a gente continue fazendo burrice. Deus deu um sinal. Mais uma chance para o Brasil”, afirmou o presidente.
“É preciso que a gente aproveite esse momento e tente discutir como vamos utilizar esse petróleo, quem vai explorar esse petróleo, se o lucro vai ficar apenas para uma empresa ou se parte desse lucro vai ficar para fazer as reparações históricas”, completou Lula.

A HALLIBURTON E O PETRÓLEO BRASILEIRO

A Halliburton e o nosso petróleo
É muito grave a denúncia da Associação dos Engenheiros da Petrobras: quem detém todas as informações técnicas do potencial brasileiro dos combustíveis fósseis é a Halliburton – a empresa de Dick Cheney – envolvida em NEGÓCIOS ESCUSOS nos Estados Unidos e em sua AVENTURA BÉLICA NO IRAQUE, por intermédio da Landmark Digital and Solutions.
Ela administra o banco de dados da Petrobras, SEM LICITAÇÃO, não obstante a Procuradoria-Geral da República ter exigido o processo, ainda em 2004.
A empresa PLANTOU um seu funcionário, o senhor Nelson Narciso, que a representava em Angola, como diretor da Agência Nacional do Petróleo.
Entre outras de suas funções, o senhor Narciso é quem define os blocos a serem licitados, que DEVE SER DECISÃO ESTRATÉGICA de interesse nacional.
Entendamos bem: a multinacional administra as informações e, mediante seu preposto na ANP, define as áreas a serem exploradas.
A lei 9.478, de 1997, determina que a Petrobras e as outras empresas encaminhem suas informações técnicas à Agência Nacional de Petróleo, responsável pelo banco de dados das reservas e operações extrativas do petróleo.
A ANP, sem licitação, contratou a subsidiária da Halliburton para fazê-lo.
A Halliburton é a mais conhecida das empresas CORRUPTORAS do mundo, e mantém 130 empresas subsidiárias fora dos Estados Unidos, o que lhe PERMITE FRAUDES costumeiras.
Corrompe nos Estados Unidos, em seus contratos com o governo, e no estrangeiro.
Em maio de 2003, ela foi multada em U$ 2,4 milhões, pela Security Exchange Comission, por SUBORNAR funcionário da Nigéria.
A entrega dos SEGREDOS geológicos nacionais a uma empresa estrangeira – e com a ficha da Halliburton – se tornou possível com a política nacional do petróleo do GOVERNO SOCIAL-DEMOCRATA que escancarou o Brasil entre 1995 e 2003.
O governo Vargas – com todos os seus imensos erros – teve o mérito de criar um projeto nacional de desenvolvimento fundado em nossos recursos naturais.
Depois de mais de quatro séculos de EXPLORAÇÃO colonial e neocolonial, chegara o tempo de – com o trabalho e a inteligência dos brasileiros – explorar os recursos do solo e subsolo, a fim de libertar a população da ignorância, das doenças e da miséria.
Mas o GOVERNO PASSADO decidiu sepultar a era Vargas, e ENTREGAR TUDO AOS ESTRANGEIROS!!!!!!!
O GOVERNO PASSADO, com a cumplicidade do CONGRESSO, AUTORIZOU A VENDA de 40% das AÇÕES da Petrobras a investidores estrangeiros.
Isso, na época, representava 2 bilhões de dólares.
Com o aumento dos preços do petróleo e a descoberta das grandes reservas, essa participação se elevou a 120 bilhões, segundo os cálculos do engenheiro Fernando Siqueira. As remessas de lucros referentes ao petróleo são de 6 bilhões de dólares ao ano – o que contribui para o DÉFICIT externo.
Além disso, em quase todos os países produtores de petróleo, as empresas ESTRANGEIRAS concessionárias pagam mais de 80% de seus lucros ao Estado.
No Brasil, POR GENEROSIDADE DO GOVERNO ANTERIOR, essa participação, variável, é, no máximo, de 40%.
Estuda-se agora o novo marco regulatório sobre a exploração do petróleo do pré-sal, que – mesmo com todas as violações constitucionais – continua PROPRIEDADE DA UNIÃO.
Trata-se de recursos que poderão resolver os mais graves problemas nacionais, como os da SAÚDE e da EDUCAÇÃO.
Só no Rio de Janeiro, há mais 20 mil pessoas na fila aguardando medicamentos fornecidos pelo governo.
Dados do alistamento eleitoral, por outro lado, revelam que menos de 3,5% do universo dos aptos a votar em outubro concluíram o curso universitário.
Se os LUCROS DO PETRÓLEO fossem utilizados no benefício de todo o povo brasileiro, não teríamos mais números assim para nos envergonhar.
Mas, mesmo nos meios ministeriais, encarregados de propor ao governo a nova política para a exploração das novas reservas, há os que deixam de lado o interesse nacional.
O caminho mais lógico será o de RETER, para o desenvolvimento social (educação, saneamento básico, saúde pública) pelo menos o que retêm outros países produtores: 80% dos resultados da exploração.
O melhor será a CRIAÇÃO DE NOVA EMPRESA, de capital TOTALMENTE NACIONAL E INALIENÁVEL, para explorar diretamente as NOVAS RESERVAS.
A era Vargas acabou?
Voltemos a ela.

HALLIBURTON E ANP. O QUE ME DIZEM?

...deveríamos estar em pânico.
A Halliburton está administrando o Banco de Dados de Exploração e Produção da Agência Nacional de Petróleo (ANP)!
No início da noite de ontem (18h08), o portal UOL postou a seguinte notícia da agência britânica BBC: “IRAQUE: EUA 'PAGARAM US$ 85 BI A TERCEIRIZADOS'
“O governo dos Estados Unidos pagou mais de US$ 85 bilhões (cerca de R$ 136 bilhões) a empresas privadas [leia-se principalmente a Halliburton e seu braço Blackwater] para desempenhar funções de apoio às suas operações militares no Iraque, diz um relatório divulgado nesta terça-feira.
De acordo com o trabalho elaborado pela Divisão Orçamentária do Congresso, que se apresenta como não-partidária, no início deste ano havia pelo menos 190 mil pessoas trabalhando sob contratos no país.
Segundo os autores, o número de profissionais terceirizados usados no Iraque é maior do que em qualquer outro conflito dos Estados Unidos.
Para cada membro das Forças Armadas americanas, há um terceirizado.
A maior parte dos gastos foi desembolsada com apoio logístico, construção, combustíveis e alimentação.
Ainda de acordo com o relatório, entre US$ 6 bilhões e US$ 10 bilhões foram gastos com serviços de segurança entre 2003 e 2007.
O documento, que foi encomendado pela Comissão de Orçamento do Senado, informa ainda que os gastos com terceirizados representam cerca de 20% do total gasto pelos Estados Unidos no Iraque.
Os dados devem dar mais munição a críticos da estratégia americana no país que acusam os terceirizados de prestar serviços superfaturados e de má qualidade.
No último ano, "PROFISSIONAIS" contratados pelos Estados Unidos para atuar no Iraque foram investigados por suposto envolvimento com mortes de iraquianos e a eletrocussão acidental de soldados americanos.”

ESPIÕES ROUBAM SEGREDOS DA PETROBRÁS. QUE SEGREDOS SÃO ESSES?

A Polícia Federal (PF) anunciou que abriu inquérito para apurar o furto de equipamentos com informações estratégicas da Petrobras.
Os investigadores desconfiam de espionagem industrial, mas ainda não há suspeitos de quem teria cometido o crime.
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informou que vai monitorar o caso.
As informações podem ser úteis para balizar o potencial de blocos próximos, que serão licitados em rodadas da Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP).
Por esse mecanismo, as empresas disputam a concessão de blocos para exploração de petróleo.
O FURTO ocorreu há alguns dias quando o equipamento era transportado de um contêiner da multinacional HALLIBURTON para a base de operações da estatal em Macaé (RJ).
De acordo com a PF, a Transmagno fazia o transporte.
Ou seja, quando foi roubado, o material NÃO ESTAVA sob a guarda da Petrobras, mas da empresa que presta serviços terceirizados para a companhia.
A HALLIBURTON é uma das principais empresas prestadoras de serviços para o setor petrolífero e teve como um de seus executivos o VICE-PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS, Dick Cheney.
Também atua em outras áreas, como "LOGÍSTICA" para operações militares.
Por orientação da Petrobras, a Halliburton não vai fazer nenhum pronunciamento.
A primeira informação dada pela Petrobras, pela manhã, era de que um notebook e dois discos rígidos haviam desaparecido, nos quais estariam informações sobre RECENTES DESCOBERTAS DE PETRÓLEO da companhia.
Depois, a assessoria da estatal afirmou que foram dois notebooks e um disco rígido.
Por fim, à tarde, ANUNCIOU APENAS que houve furto de informações, sem especificar em que forma.
A Petrobras não esclareceu sobre a qual campo de petróleo se referia pela manhã. Entretanto, no fim de 2007, anunciou com festa a descoberta de nova reserva de petróleo no poço de Tupi, na Bacia de Santos, estimada em até 8 bilhões de barris de óleo.
Sócio da Petrobras no empreendimento, o grupo britânico BG estima que as reservas do Tupi possam chegar a 30 bilhões de barris.

domingo, 17 de agosto de 2008

DECLARAÇÃO DE GUERRA


GRITAREI *

Enquanto me restem algumas polegadas de terra

enquanto me reste uma oliveira

uma laranjeira

um poço... um bosquezinho de cactus

enquanto me restem lembranças

uma pequena biblioteca

a foto de um antepassado... um muro

enquanto restem em meu país palavras árabes

e cantos populares,

enquanto restem manuscritos de poemas

e os contos de Antar Al´Absi

as guerras do apelo nas comarcas de Roma e da Pérsia

enquanto me restem olhos

livros

mãos

enquanto me reste... alento

gritarei de frente ao inimigo

gritarei, declaração de guerra

em nome de homens livres

operários, estudantes, poetas

gritarei... e que os parasitas

e os inimigos do sol

se fartarem do pão da vergonha

enquanto me reste alento

e alento me restará

minha palavra será o pão e a alma

entre as mãos dos guerrilheiros


*Samih Al Qassim – poeta palestino

sábado, 16 de agosto de 2008

MOMENTO OLÍMPICO DO BRASIL





César Augusto Cielo Filho (Santa Bárbara d'Oeste, 10 de Janeiro de 1987) é um nadador brasileiro. Tem 1,96m. Ganhou três medalhas de ouro e uma medalha de prata nos Jogos Panamericanos de 2007, no Rio de Janeiro.Ganhou também uma medalha de bronze nas Olimpíadas de Pequim em 2008 na prova dos 100m nado livre. Na semifinal dos 50m livre, César Cielo quebrou o recorde olímpico com o tempo de 21s34, que pertencia a Alexander Popov desde as Olimpíadas de Barcelona 1992.Ganhou Medalha de Ouro na natação nos 50 metros livres nas Olimpíadas de Pequim . Quebrando novamente o recorde olímpico com o tempo de 21s30, não quebrando o recorde mundial por 2 centésimos. Com essa medalha torna-se o primeiro brasileiro a ganhar uma medalha olímpica de ouro na natação.[1]






FÃ CLUBE DO CÉSAR CIELO OFICIAL:

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

A HALLIBURTON E O PETRÓLEO BRASILEIRO

A Halliburton e o nosso petróleo

É muito grave a denúncia da Associação dos Engenheiros da Petrobras: quem detém todas as informações técnicas do potencial brasileiro dos combustíveis fósseis é a Halliburton – a empresa de Dick Cheney – envolvida em NEGÓCIOS ESCUSOS nos Estados Unidos e em sua AVENTURA BÉLICA NO IRAQUE, por intermédio da Landmark Digital and Solutions.

Ela administra o banco de dados da Petrobras, SEM LICITAÇÃO, não obstante a Procuradoria-Geral da República ter exigido o processo, ainda em 2004.

A empresa PLANTOU um seu funcionário, o senhor Nelson Narciso, que a representava em Angola, como diretor da Agência Nacional do Petróleo.

Entre outras de suas funções, o senhor Narciso é quem define os blocos a serem licitados, que DEVE SER DECISÃO ESTRATÉGICA de interesse nacional.

Entendamos bem: a multinacional administra as informações e, mediante seu preposto na ANP, define as áreas a serem exploradas.

A lei 9.478, de 1997, determina que a Petrobras e as outras empresas encaminhem suas informações técnicas à Agência Nacional de Petróleo, responsável pelo banco de dados das reservas e operações extrativas do petróleo.

A ANP, sem licitação, contratou a subsidiária da Halliburton para fazê-lo.

A Halliburton é a mais conhecida das empresas CORRUPTORAS do mundo, e mantém 130 empresas subsidiárias fora dos Estados Unidos, o que lhe PERMITE FRAUDES costumeiras.

Corrompe nos Estados Unidos, em seus contratos com o governo, e no estrangeiro.

Em maio de 2003, ela foi multada em U$ 2,4 milhões, pela Security Exchange Comission, por SUBORNAR funcionário da Nigéria.

A entrega dos SEGREDOS geológicos nacionais a uma empresa estrangeira – e com a ficha da Halliburton – se tornou possível com a política nacional do petróleo do GOVERNO SOCIAL-DEMOCRATA que escancarou o Brasil entre 1995 e 2003.

O governo Vargas – com todos os seus imensos erros – teve o mérito de criar um projeto nacional de desenvolvimento fundado em nossos recursos naturais.

Depois de mais de quatro séculos de EXPLORAÇÃO colonial e neocolonial, chegara o tempo de – com o trabalho e a inteligência dos brasileiros – explorar os recursos do solo e subsolo, a fim de libertar a população da ignorância, das doenças e da miséria.

Mas o GOVERNO PASSADO decidiu sepultar a era Vargas, e ENTREGAR TUDO AOS ESTRANGEIROS!!!!!!!

O GOVERNO PASSADO, com a cumplicidade do CONGRESSO, AUTORIZOU A VENDA de 40% das AÇÕES da Petrobras a investidores estrangeiros.

Isso, na época, representava 2 bilhões de dólares.

Com o aumento dos preços do petróleo e a descoberta das grandes reservas, essa participação se elevou a 120 bilhões, segundo os cálculos do engenheiro Fernando Siqueira.

As remessas de lucros referentes ao petróleo são de 6 bilhões de dólares ao ano – o que contribui para o DÉFICIT externo.

Além disso, em quase todos os países produtores de petróleo, as empresas ESTRANGEIRAS concessionárias pagam mais de 80% de seus lucros ao Estado.

No Brasil, POR GENEROSIDADE DO GOVERNO ANTERIOR, essa participação, variável, é, no máximo, de 40%.

Estuda-se agora o novo marco regulatório sobre a exploração do petróleo do pré-sal, que – mesmo com todas as violações constitucionais – continua PROPRIEDADE DA UNIÃO.

Trata-se de recursos que poderão resolver os mais graves problemas nacionais, como os da SAÚDE e da EDUCAÇÃO.

Só no Rio de Janeiro, há mais 20 mil pessoas na fila aguardando medicamentos fornecidos pelo governo.

Dados do alistamento eleitoral, por outro lado, revelam que menos de 3,5% do universo dos aptos a votar em outubro concluíram o curso universitário.

Se os LUCROS DO PETRÓLEO fossem utilizados no benefício de todo o povo brasileiro, não teríamos mais números assim para nos envergonhar.

Mas, mesmo nos meios ministeriais, encarregados de propor ao governo a nova política para a exploração das novas reservas, há os que deixam de lado o interesse nacional.

O caminho mais lógico será o de RETER, para o desenvolvimento social (educação, saneamento básico, saúde pública) pelo menos o que retêm outros países produtores: 80% dos resultados da exploração.

O melhor será a CRIAÇÃO DE NOVA EMPRESA, de capital TOTALMENTE NACIONAL E INALIENÁVEL, para explorar diretamente as NOVAS RESERVAS.

A era Vargas acabou?

Voltemos a ela.

FONTE:http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?...

domingo, 3 de agosto de 2008

ABBAS, ADVOGADO DE ISRAEL

O Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, rejeitou veementemente as exigências do Hamas de que apenas as autoridades palestinianas e egípcias pudessem controlar a fronteira de Rafah.
“Nós não iremos aceitar novas condições; eles (Hamas) têm de voltar ao antigo acordo fronteiriço. Nós estamos mais preocupados com os interesses do povo palestiniano do que o Hamas. Se o Hamas realmente está com ele, que o deixe cumprir este acordo.”
Bem, será que Abbas sabe realmente do que é que está a falar?
De facto, como diz o provérbio árabe, se ele sabe, é uma verdadeira calamidade,
se ele não sabe, é uma calamidade ainda maior.
Eu digo isto porque o antigo acordo que regula os movimentos na fronteira de Rafah permite a Israel, o país que está a tentar dizimar 1,5 milhões de habitantes de Gaza deixando-os à fome, ter a palavra final sobre quando é que o posto fronteiriço deve estar aberto e quando é que deve estar fechado.
Todos nos lembramos de como milhares de palestinianos, incluindo estudantes, doentes, peregrinos e outros viajantes, tiveram de esperar do lado egípcio da fronteira durante semanas e meses, porque um oficial israelense do lado israelense da fronteira decidiu manter estas vítimas indefesas reféns dos seus caprichos e instintos canibais.De facto, este estranho sadismo, que o Sr. Abbas está caninamente agora a defender, foi responsável pela morte de dúzias de palestinianos que foram deixados no deserto, como se fossem animais, não seres humanos.
Vejam os importantes relatos que descrevem o infortúnio dos desamparados habitantes de Gaza e vão perceber do que estou a falar.
Como é que Israel conseguiu manter a fronteira fechada durante a maioria dos dias do ano?
Bem, foi muito simples.
De acordo com o “maravilhoso” acordo que Abbas está agora a exigir que o Hamas aceite incondicionalmente, o posto fronteiriço de Rafah não pode estar a funcionar sem a presença de monitores da União Europeia.
Mas os próprios monitores, que vêm de vários países da UE e alguns deles podem até estar a trabalhar para os serviços secretos israelenses, estão instalados no pequeno kibbutz israelense de Kerem Shalom, a alguns quilómetros do posto fronteiriço.
E de acordo com o infame acordo, eles não têm livre acesso ao posto a não ser que recebam previamente uma autorização diária por parte do exército de Israel.
Por seu lado, o exército israelense, agindo sob instruções do governo, simplesmente declarava, por rotina, a única estrada de Kerem Shalom para o posto fronteiriço de Rafah, como zona militar fechada, de forma a manter encerrada a fronteira.
Claro, o exército invocava “razões de segurança” para justificar o encerramento quase perpétuo, mas toda a gente, incluindo os próprios israelenses, sabe muito bem que as genuínas preocupações de segurança têm muito pouco a ver com as medidas tomadas por Israel, e o verdadeiro motivo é punir e atormentar os palestinianos.
Como mencionado, este flagrante abuso da autoridade não aconteceu num ou dois dias, ou mesmo em dez dias por mês. Esta era a norma, o modus operandi, e a fronteira esteve fechada 26 ou até 29 dias por mês, causando enorme sofrimento aos palestinianos.
Foi um processo deliberado e calculado com a intenção de atormentar, agredir, brutalizar e humilhar as pessoas de Gaza, e foi tudo feito com o carimbo de um “acordo internacional”.
Os líderes e estados membros da UE sabiam bem o que se passava em Kerem Shalom.
Mas eles foram tão desonestos moralmente e tão subservientes a Israel e aos Estados Unidos, que não mostrarem nenhuma objecção significativa à perseguição sistemática de Israel a uma população indefesa, cujos homens, mulheres e crianças se agarram à vida como fizeram muitos dos presos judeus no Gueto de Varsóvia há cerca de 67 anos atrás.
Por isso, eu gostaria de perguntar a Abbas e aos seus aliados e penduras que tanto falam e fazem barulho, dizendo servir os vitais interesses do povo palestiniano:
Como é que vocês pensam que permitir que Israel controle novamente a fronteira de Rafah vá servir os interesses do povo palestiniano?
Estão bêbados?
São estúpidos?
São cegos?
São ignorantes?
Aliás, em primeiro lugar, porque é que consideram que Israel deve estar envolvido no controlo da fronteira de Rafah?
Não é uma fronteira entre o Egipto e a Palestina?
Israel não declarou que terminou a sua ocupação da Faixa de Gaza?
O regime sionista não tem vindo a dizer ad nauseam que já não é responsável por Gaza?
Se assim é, porque é que insistem que seja o capataz dos escravos a ter a decisão final, o patrão máximo?
Isto é doentio, para não dizer mais, e mostra o tipo de subserviência umbilical da vossa parte em relação aos nefandos ocupantes.
Eu percebo que haja problemas entra a Fatah e o Hamas.
No entanto, trair o povo palestiniano e minar os seus interesses vitais com o objectivo de enfraquecer o Hamas e satisfazer Israel e bajular Washington, roça a traição, pura e simples.
O que mais se pode dizer sobre a colagem a um acordo inconcebível que permite que os diabólicos ocupantes nos aprisionem, atormentem e humilhem com impunidade… porque é o que o “acordo” diz.
Bem, o acordo pode ir para o inferno, mais os que os assinaram.
Resumindo, o Hamas tem razão a cem por cento.
A fronteira de Rafah tem de ser gerida em conjunto pelas autoridades palestinianas e egípcias.
E o regime de Ramallah pode, se quiser, fazer parte da gestão do posto fronteiriço, dentro de um processo geral de reconciliação entre Gaza e Ramallah.
No entanto, enquadrar Israel nesta situação é inaceitável.
A população de Gaza já sofreu mais do que suficiente nas mãos de Israel.
Não se pode permitir que para além de assassino e atormentador possa também ser aprisionador.
Será que Abbas vai perceber isto?
Duvido.