domingo, 28 de setembro de 2008

BASTA DE IMPERIALISMO, INTERVENCIONISMO E TERRORISMO

Basta de imperialismo, intervencionismo e colonianismo, não é mesmo?

Esse Homem tem meu voto!
Pela PAZ!
Pela SOBERANIA DOS POVOS!
BASTA DE IMPERIALISMO!
BASTA DE INTERVENCIONISMO!
BASTA DE TERRORISMO!
El pueblo unido jamás será vencido!!!!!!
Evo Morales na ONU: “Embaixada dos EUA conspirou com terroristas”
“Esta Assembléia está sendo realizada no momento em que a REBELIÃO DOS POVOS percorre o MUNDO todo”, afirmou o Presidente da Bolívia.
“Desde o Sul brota a MENSAGEM para SALVAR O PLANETA, a HUMANIDADE e a VIDA.Esta Assembléia está sendo realizada no momento em que a rebelião dos povos percorre o mundo todo”, afirmou o presidente Evo Morales, em firme pronunciamento CONTRA A GUERRA, o INTERVENCIONISMO e o TERRORISMO, durante a 63ª Sessão da Assembléia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, na terça-feira, dia 23.
“Temos de construir um NOVO MUNDO SEM IMPERIALISMO NEM COLONIALISMO", disse, DEFENDENDO A SOBERANIA DOS POVOS, a PAZ, numa nova situação de maior EQUIDADE na DISTRIBUIÇÃO DE RIQUEZAS".
Evo EXIGIU ao governo de George Bush “retirar as tropas que mantém no IRAQUE, pois se ele não o faz, será o povo desse país que o expulsará”.
Esclareceu que na nova Constituição de seu país, que deve ser referendada pela população, esse princípio está consagrado “porque OS POVOS NÃO QUEREM GUERRAS, NEM INTERVENÇÕES. Na Bolívia, NÃO PERMITIREMOS BASES MILITARES DE QUALQUER PAÍS DENTRO DO NOSSO TERRITÓRIO”.
UNASUL
O presidente boliviano DENUNCIOU as ações terroristas de grupos que tentaram um “golpe civil” contra seu governo, “tentativa derrotada pela consciência do povo e pelo apoio dos países que formam a União de Nações Sul-Americanas, UNASUL”.
Relatou que havia escutado com atenção o discurso de George Bush nessa mesma sala, poucas horas antes.
“O presidente dos Estados Unidos condena o terrorismo. Porém, na Bolívia, os grupos da direita fascista e racista matam crianças e gente inocente, incendeiam gasodutos, bloqueiam as válvulas para exportar gás ao Brasil a à Argentina, e o governo norte-americano, através de sua embaixada, não condena esses ATOS REALMENTE TERRORISTAS. Eles é que são os principais aliados dessa campanha. O PRINCIPAL CONSPIRADOR CONTRA O NOSSO GOVERNO foi o embaixador dos EUA em La Paz, Philip Goldberg”, frisou, referindo-se ao agente do Departamento de Estado que recentemente EXPULSOU pela sua relação com o GOLPISMO.
Evo Morales lembrou que quando chegou ao governo encontrou um ESCRITÓRIO DA CIA no Palácio do Quemado.
Em 2005, enviados de Washington começaram a desmantelar armas das Forças Armadas e pretendiam controlar os militares com uma força especial de “luta contra o terrorismo”, preparada para liquidar dirigentes sociais antiimpe-rialistas.
“O governo norte-americano auto-proclamado polícia mundial contra o terrorismo NADA DIZ sobre os autonomistas terroristas. A partir de 14 e 15 de agosto, grupos conservadores começam a armar um golpe de Estado civil contra o governo. A coordenadoria da direita IMPEDE que as autoridades cheguem a quatro regiões do país, ataca o comando regional da polícia em Santa Cruz, BLOQUEIA caminhos para deixar sem alimentos as populações, CERCA instalações petroleiras, SABOTA as exportações de gás. TOMARAM 75 dependências do governo nacional, CALARAM o rádio e a televisão do Estado... A América Latina inteira CONDENOU O TERRORISMO, mas os Estados Unidos NÃO SE PRONUNCIOU”, disse.
Manifestou que na Bolívia os trabalhadores se levantaram contra os sistemas econômicos que só PRIVATIZARAM os recursos naturais e que geraram o SAQUEIO permanente. Assinalou também que as políticas PRIVATIZADORAS vindas do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional, não trouxeram NENHUMA SOLUÇÃO para as maiorias.
LEVANTE
“É uma luta histórica de nossos povos. Não acredito que possa haver PAZ com capitalismo. Há um LEVANTE GERAL DOS POVOS contra a miséria, a pobreza, as privatizações. Trabalhemos juntos e acompanhemos as lutas de nossos povos”, concluiu.
Os países da América Latina expressaram seu RESPALDO ao presidente Evo Morales, SAUDANDO-O pelo seu pronunciamento na 63ª Assembléia Geral das Nações Unidas, e pela VITÓRIA obtida no referendo do passado 10 de agosto.
A SOLIDARIEDADE foi expressa de forma UNÂNIME em café da manhã, na quarta-feira, dia 24, que ofereceu o presidente da Assembléia Geral das Nações Unidas, o nicaragüense Miguel D’Escoto, na sede da ONU, em homenagem ao mandatário boliviano.
Os representantes dos governos da América Latina participaram do ato.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Há um grande silêncio que está sempre à escuta...: ESTE CASO CAIU NO ESQUECIMENTO

Há um grande silêncio que está sempre à escuta...: ESTE CASO CAIU NO ESQUECIMENTO

CRIMES CONTRA A HUMANIDADE

Guerra imperialista deixa 5 milhões de crianças órfãs

Em 20 de março de 2003, as tropas norte-americanas invadiram o Iraque. Após cinco anos de invasão, a vida do povo iraquiano tornou-se um inferno.
Segundo pesquisa divulgada em 31 de janeiro deste ano pelo instituto britânico Opinion Research Business, mais de 1 milhão de pessoas já morreram em conseqüência da invasão.

Na verdade
, os EUA promovem no Iraque um dos maiores genocídios do nosso tempo.
Depois da invasão, o sistema de saúde e saneamento entrou em completo colapso.

De acordo com o jornal inglês The Independent, apenas 30% da população tem acesso a água apropriada para o consumo humano e mais de 70% das mortes entre crianças são devidas a doenças facilmente tratáveis, como a diarréia.
“A realidade é que não temos condições de dar tratamento algum para muitos dos pacientes”, diz o dr. Bassim Al Sheibani, médico da cidade iraquiana de Diwaniyah.
Recentemente, um surto de cólera tem se alastrado no país, devido à destruição do sistema de saneamento.
Mesmo o Iraque sendo o segundo maior produtor de petróleo do mundo, várias cidades estão tendo que aprender a sobreviver sem energia elétrica, gás de cozinha e combustível. Nessas condições, 50 a 60 mil iraquianos, por mês, abandonam tudo que lhes resta e juntam-se aos mais de 4 milhões de refugiados que a guerra gerou.

Todos os dias, os iraquianos são submetidos a maus-tratos das tropas norte-americanas. Suas casas são invadidas a qualquer hora do dia ou da noite.
Os iraquianos podem ser presos sem qualquer acusação.

Nas prisões sob o controle dos EUA, a tortura é uma prática comum.
Em 12 de março de 2006, 5 soldados norte-americanos invadiram uma casa na cidade de Al-Mahmudiyah, estupraram Abeer Qasim Hamza, jovem de apenas 14 anos, e em seguida mataram seus pais e sua irmã mais nova, de cinco anos.
Em 19 de março de 2004, as tropas norte-americanas bombardearam uma cerimônia de casamento na cidade de Mukaradeeb. Morreram 42 civis, entre eles 13 crianças.
Em 19 de novembro de 2005, na cidade de Haditha, 24 pessoas, entre homens, mulheres e crianças, foram fuziladas por soldados dos EUA. O episódio ficou conhecido como o Massacre de Haditha.

Infelizmente, esses são apenas alguns dos muitos crimes semelhantes que acontecem todos os dias, mas que são cuidadosamente censurados pelo governo de Bush.

Com tantas agressões e humilhações, o povo iraquiano tem aumentado sua resistência à invasão e os grupos insurgentes são cada vez mais fortes e contam com maior apoio da população.
De fato, o número de soldados estadunidenses mortos já chega a 4 mil e em todas as esferas do governo dos EUA já se planeja a retirada das tropas.
Porém, independentemente de quando os iraquianos irão conseguir conquistar sua liberdade, os crimes cometidos pelos EUA serão sentidos por muitos anos.
Hoje, já são 5 milhões de crianças iraquianas órfãs de

pai e mãe.

Que destino terão elas sem seus pais e vivendo em um país destruído?


Humberto Lima
Última Edição (Nº 98)

http://www.averdade.org.br/ler.php?secao=4&nota=67


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

PELA JUSTIÇA E LIBERDADE DOS POVOS

A atitude de Evo e Chávez é um exemplo.

Por Pedro Echeverría.

1. O governo do índio Evo Morales na Bolívia acaba de expulsar o embaixador ianque por apoiar os setores racistas de Santa Cruz, Tarija, Pando e Beni, departamentos onde as campanhas de ódio dos terra tenentes e os ricos contra o governo central, os levou até a pedir sua independência.

O governo dos EUA, desde que Morales tomou posse do governo em janeiro de 2006 não param de sabotá-lo e de procurar a melhor oportunidade para derrocá-lo.

Durante quase três anos o governo de Evo tem pretendido negociar com a oposição para estabelecer a paz, mas os interesses desses setores, estimulados pelo embaixador ianque, determinaram o divórcio entre os governadores desses departamentos que praticam a oposição racista.


2. Para apoiar com toda sua força a atitude de grande valentia de Evo se levanta a figura do presidente venezuelano Hugo Chávez que da forma mais conseqüente possível também pediu que o embaixador ianque abandonasse o território venezuelano mandando “à merda o governo gringo de Bush”.

Esse exemplo de Chávez parece ter se entendido até a Nicarágua e Honduras.

Embora aquelas infaustas e ilusas declarações de Chávez e Castro sobre a guerrilha das FARC tenham causado desânimo entre a esquerda radical, esta atitude do presidente venezuelano o reivindica.

Estas coisas não acontecem por linhas retas nem conforme os desejos, senão que obedecem a realidades concretas. Mas nem sempre temos que ser críticos.

3. É elementar esclarecer que norte-americanos ou estadunidenses são os habitantes dos EUA que sofrem, como todos os povos da América, a exploração e a repressão de seu governo.

Pelo contrário, os ianques ou gringos são essa minoria de poderosos empresários e governantes que além de submeter o povo de seu próprio país (EUA), ordenam as invasões, os saqueios e os assassinatos nas nações que submetem.

Ao povo desse país, o único que pode se criticar, é que não tenha sido capaz de frear seus governos assassinos, mas são respeitados; pelo contrário, seus governantes e grandes empresários são repudiados no mundo todo, com exceção de alguns governantes submetidos que se arrastam como lacaios frente a eles.

4. Fidel Castro, foi o primeiro governante que desde 1960, sem pelos na língua, se enfrentou abertamente ao governo ianque e Cuba o primeiro povo que massivamente apoiou seu governante quantas vezes este o convocou para se defender das agressões gringas.

Não foi nada simples que desde uma ilha de 10 milhões de habitantes, bloqueada política e economicamente por toda parte, em longos discursos de 3 a 6 horas frente a dezenas de milhares de cubanos, se falasse da situação dos povos da América e o mundo e do papel guerreirista e explorador do império estadunidense.

Os discursos de Castro e pelo menos seus primeiros oito anos de governo, foram verdadeiras lições de educação política para os cubanos e o mundo.


5. A partir de 1998, para recuperar nosso ânimo, aparece no governo da Venezuela o coronel Hugo Chávez.

Achávamos que seria um governo burguês militarista; porém, como aconteceu com Fidel Castro em 1959, as condições concretas de exploração e saqueio ianque nesses países da nossa América, os obrigou a tomarem medidas para poder servir seus povos.

Foi então quando Chávez se transformou no melhor continuador da obra de Fidel Castro na América Latina.

Na Cuba de Fidel é explicável essa confrontação porque estava saindo de uma profunda revolução armada, muito violenta, em que o povo mantinha uma grande exigência das demandas pelas que tinha lutado.

Mas na Venezuela?


6. Nem Fidel nem Chávez eram marxistas ou socialistas quando assumiram o governo, embora não se possa negar que muitos companheiros deles eram.

Foram as condições concretas de cada país, em que os investidores ianques saqueavam abertamente as riquezas enquanto suas populações viviam na maior miséria, fato que os transformou.

Mas, como todos sabemos, essas são as mesmas condições em que vivem quase todos os países da América Latina, da África e a Ásia e as mudanças que se requerem não surgem como em Cuba, Venezuela, Bolívia ou o Equador.

Isto quer dizer que nossas análises devem ser mais profundas e cuidadosas.

O que aconteceu por exemplo com Lula no Brasil, Tabaré do Uruguai e Bachelet do Chile, conhecidos como socialistas?


7. A realidade é que o comportamento de Evo Morales e de Hugo Chávez frente ao poderoso assassino mundial que ocupa a Casa Branca, é um exemplo para outros governos e para os povos da América.

Quantas décadas mais de medo, covardia e dependência teriam passado se Fidel Castro (em nome de um pequeno país, de uma ilha empobrecida a umas quantas milhas do maior império da história) não nos tivesse ensinado a dignidade e a valentia, apesar de ameaças, invasões e um grande bloqueio econômico?

Fidel demonstrou na prática que “sim, se pode” lutar contra o monstro, enquanto outros países (como o México e da América Central) morrem de medo de levantar a voz ou por fazer uma breve declaração que ofenda o governo ianque.


8. Mas o arremate de Chávez foi ainda mais radical.

Disse que apoiaria inclusive um movimento armado, uma guerrilha, se o presidente Morales fosse derrocado pelo governo de Bush.

Me parece que essa declaração por si mesma é uma advertência ao imperialismo dos EUA.

Essas palavras poderiam pôr em guarda os governos da Nicarágua, Equador, os mesmos bolivianos ao se demonstrar até onde querem chegar os EUA e seus aliados racistas de Santa Cruz e outros departamentos.

Não creio que os ianques queiram se aventurar mais uma vez quando no Iraque e o Afeganistão estão sendo varridos pelas forças rebeldes.

No México e vários países a oposição de esquerda começou a despertar realizando protestos em embaixadas e consulados gringos.

Devemos fortalecê-las.


9. Os governos da Colômbia, México e Peru são os mais incondicionais aos interesses do presidente Bush.

Tanto Uribe como Calderón e García conformam um grupo duro disposto a defender como der a política dos EUA na região.

Por isso os meios de (des)informação dedicam diariamente muitas horas para fazer campanhas contra Chávez e Morales.

No México não se pode esperar outra coisa dos grandes monopólios televisivos e radiofônicos.

Com a assessoria de ianques e espanhóis, os meios de (des)informação, em nome da liberdade de expressão, desataram enormes campanhas contra as lutas de justiça e liberdade dos povos.

Por esse motivo, os meios e homens livres, embora com espaços limitados, temos a obrigação de levantar a voz para ajudar o povo.


Créditos: Alquimia.org
Versão em português: Tali Feld Gleiser de América Latina Palavra Viva.

http://turcoluis.blogspot.com/2008/09/ianques-de-merda.html

terça-feira, 16 de setembro de 2008

EUA COM A MÃO NA AMÉRICA LATINA

Os EUA sempre consideraram a América Latina sua zona de influência, na verdade o seu quintal.
É a consolidação da velha máxima da "América para os americanos", que eles tomam ao pé da letra.
Já tinha lido o artigo referido e é certo que os EUA estão por trás de todos os movimentos na América Latina.
Quando quiseram, transformaram quase todos os países em ditaduras militares nas décadas de 60 e 70 e também quando decidiram, pela inspiração do democrata Jimmy Carter, todos voltaram a ser democracias vigiadas.
Sempre afirmei aqui no YR que o Bush estava muito ocupado com as questões do Iraque, Afeganistão, Irã, Coréia do Norte e que assim que tivesse um tempinho iria cuidar dos rebeldes, Hugo Chaves, Evo Morales e afins.
Talvez com a crise no Sistema Financeiro deixando todo mundo arrepiado, esses governos ainda ganhem um tempo extra, mas que ninguém se engane, com os republicanos no poder esses governos não terão vida longa, pode escrever.
Na crise boliviana não tem um dedo do Bush, tem uma mão inteira.
Pelo que já li, governadores rebeldes da chamada Meia Lua já estiveram nos EUA recebendo instruções de como agir.
A expulsão do embaixador americano da Bolívia, foi apenas uma reação do Evo Morales aos seus movimentos conspiratórios após o fracasso do referendo popular.
É a velha receita, união das Elites, Mídia, Políticos e EUA para derrubar um governo democrático que se recusa a atender seus interesses. Já cansei de ver esse filme nas Republicas de Bananas.
Um abraço!!!


leocaixa...

BRASIL A FORÇA DO POVO

LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO

1º PROGRAMA ELEITORAL DE LULA PRESIDENTE




Ultimo Programa de Lula no segundo turno

Integra do ultimo programa eleitoral onde a campanha de Lula exalta a importância da mulher brasileira e comenta os princpais avanços que o governo Lula proporcionou a todas as mulheres. Apresenta também o depoimento e o apoio de importantes mulheres em nossa sociedade ao presidente Lula.

domingo, 14 de setembro de 2008

OPINIÃO PÚBLICA IRAQUIANA

Abaixo um comentário de suma importância para melhor entendimento de fatos que se sucederam... e, ainda se sucedem.
Read....
You don't know "shit" about Iraq.
FOR STARTERS, you don't speak Arabic.
In fact, there's a pretty good chance you don't even know someone who speaks Arabic. Further, you probably don't even know what percentage of Iraqis speak Arabic.
I know for damn certain that you don't speak Kurdish.
SECOND, you have never been to Iraq.
You may have seen a few maps on TV, but you have never actually been there.
There is even a reasonable chance that you could not identify Iraq on a blank map.
Almost certainly you do not know which countries border Iraq, without looking at a map.
Its very likely you have never met anyone from Iraq, even if you have seen a few on TV.
THIRD, you probably know shit all about Islam.
You don't know what the word means in Arabic.
You don't know the difference between Sunni and Shiite Islam.
You don't know which type of Islam is more common in the region or in the world. you don't known when Ramadan is.
You don't know when Muslims pray.
You don't know where Mecca and Medina are.
you don't know why those two cities are so important in the religion.
You don't know when Mohammad lived.
You have never read the Koran.
You probably have even read part of it.
You don't know what is forbidden by Islam, or what is permitted.
You have maybe one Muslim friend.
FOURTH, you have no clue about the history of the region.
You have never heard of the Ottoman empire.
You don't know about regional politics and the nineteenth century.
You don't know what the British did in Iraq.
You don't know about WWI in the region.
You don't know when Iraq became independent.
You don't know when Saddam Hussein took power.
Even though you were alive the entire time, you don't know when the Iran-Iraq war took place.
Before the war started, you only knew the same of one city in Iraq--Baghdad.
FIFTH, you have no ******* idea what our military capability actually is.
You couldn't even guess within 300,000 troops how many are available for active duty.
You have no idea how many are deployed in different parts of the world.
You don't know the location of more than three military bases.
You don't know what type of weaponry, armor and vehicle the military currently uses.
You don't even know the order of ranks among enlisted men in the Marines.
Hell, you don't know if the Marines are part of the Army or if they are a separate branch of the armed services.
You don't know what the military budget is.
You don't know what congressional committees oversee military activities.
You don't know how long a standard tour of duty lasts.
You don't know the demographic composition of the armed forces.
SIXTH, you don't know anything about the so-called "Iraqi resistance."
You don't know what their motives are.
You don't know what their goals are.
You don't know how many of them there are.
You don't know what groups they are affiliated with.
You don't know how many are native Iraqis, how many are not from Iraq, or how many used to be part of Saddam's regime.
You don't know what kind of tactics they use.
You don't know how much public support they have.
You don't know if they are one group or several groups.
You don't know their political or religious beliefs.
You don't know if they are losing strength or gaining strength.
SEVENTH, you don't have the slightest clue about the structure of Al-Qaeda and other terrorist groups.
You don't know where they operate from.
You don't know where their funding comes from.
You don't know their plans.
You don't know their strengths or weaknesses.
You don't know which organizations operate out of which countries.
you don't know what their goals are.
You don't know where they draw their recruits from.
You don't know how many people hate them and how many people sympathize with them. You don't know what connections they have with each other or with current regimes.
You don't know how these organizations are run, or if there are factional splits within them. You don't know the names of more than three of their leaders.
You probably could not even write a definition of the word "terrorist."
EIGHTH, you probably have never been a civilian in a war zone.
You saw the attacks of 9/11 on television, but you probably didn't experience them, or know anyone who did.
Your town has probably never been bombed or invaded.
You have never seen your country overthrown in a violent coup.
You have probably never lived under a dictatorship.
You almost certainly do not know what its like to face jail simply for speaking up for your beliefs.
NINTH, you know absolutely nothing about Iraqi public opinion.
You don't know what people over there are thinking.
You don't know what people are thinking in different regions of the country.
You don't know what they would like to see in a government.
You have no idea what their idea of justice and democracy is.
You may have heard a snippet of a poll or two, but since you don't know how those polls were conducted, what the methodology is, and how scientific such a poll is in relation to other polls, you really have no ******* clue what even the so called "general" sentiment is.
You don't know how many Iraqis welcome the presence of U. S. troops.
You don't know how many Iraqis wish U.S. troops harm.
You don't know what people there are thinking, and you probably never will.
TENTH, you almost certainly do not know what its like to face combat.
There is a decent chance that you know someone how is facing combat, but you can't understand what they are going through.
ELEVENTH, what little you do know, or what little you think you know, comes entirely from the mass media.
You might question the way the media presents its stories, but you make no real effort to find information from other sources.
Hell, you don't even follow the events in the mass media that closely.
Maybe a couple of times a week you will actually watch the news all the way through. You know more about "Friends" or the "American Idol," than you know bout recent events in Iraq.
You certainly have never actually watched or read anything from Al-Jazeera, even though you often deride the way it covers the news.
Twelfth, you can't possibly have the slightest idea how things in Iraq will change as time progresses.
No one knows that. you can not see into the future.
You don't know how it all will end. You don't know what will happen next.
Thirteenth, you know jackshit about the United Nations and international diplomacy. You don't know which countries are in the "Arab League."
You can't name even half of the members of the U.N. security council.
You don't know when the U.N. was founded, and you have never read the U.N. charter.
you don't know where U.N. troops are currently deployed.
You don't know the budget of the U.N., and you don't know where that money comes from.
You don't understand U.N. voting procedures.
Maybe, just maybe you know what city the U.N. headquarters are in.
you certainly don't know all the members of NATO, the EU, or the "non-aligned" movement.
Fourteenth, you definitely do not know "what the world thinks about the U. S."
You do not have a clear understanding of the opinion of the U.S. in very many, if any, countries of the world.
Hell, you probably don't even know the names of more than six heads of state throughout the world, much less what they think of the U.S.
You don't even know why other countries think certain things about us.
You may have a guess, but let me tell you right now, that guess is probably way off.
Fifteenth, you don't know crap about economics.
you don't know how the federal reserve system works.
you don't know how OPEC works.
You don't know how the unemployment rate is defined.
You don't understand currency or gold markets.
There is absolutely no way you understand you these structures are connected to the building of a functioning nation-state.
Trade agreements?
Please.
You have never read one in your entire life.
Sixteenth, even though you always talk about Democracy, I bet you couldn't even define what you mean by that.
Go ahead and try.
Define it in three sentences or less.
Now, try to explain how that was achieved in this country.
Goooood luck.
Seventeenth, if you actually managed to come up with something about what you mean by Democracy and how it was achieved in America, try to come up with a way that "we" can go about accomplishing the same thing in Iraq in just a matter of a year or two, if ever.
When making this calculation, don't forget to take into account of the things I have pointed out to you that you don't know.
I'm only saying this so that you will stop pretending that you know the solution to "the situation in Iraq."
You don't have a clue.
Even if you did know all of the things I listed, you still would only have a cursory understanding of how to help "the situation."
Even then, the best you could do was offer a semi-demi-psuedo educated guess about the best course of action that would be rife with sweeping generalizations and the lacking in significant evidence.
Even then, you might as well use a dartboard.
However, you don't even have close to that cursory understanding of what is taking place, and neither do I.
Just about the only thing you and I can know for certain is that over 800 coalition troops have lost their lives in Iraq, and over 10,000 Iraqi civilians have also died.
These numbers can be proven.
Not much else can be.
Considering all of this, I would appreciate it if you stopped telling everyone what should be done over there.
You don't know what needs to be done, and I don't either.
This is something you need to remember in the future whenever another one of our "elected" officials tells us that a nation that has not attacked us is a "threat to our security" and that we need to engage in "regime change" to fix the situation.
When they say this, tell them bullshit.
when they say it will be a clean and easy procress, them htem bull ******* ****.
Please remember how messed up things are in reality, no matter how they sound in a neatly prepared speech.
Please remember how little you actually know about these situations, and beg "our leaders" to remember the same thing about themselves, because the last thing we need is to get into another situation like this that no one knows how to fix.
May Allah grant you wisdom and understanding.
Caso necessitem de tradução:http://www.google.com.br/language_tools?...