segunda-feira, 14 de setembro de 2009

PELA LIBERDADE DO POVO PALESTINO

É nossa obrigação como cidadãos decentes, seres humanos dignos, divulgar essas atrocidades contra o POVO PALESTINO e EXIGIR PUNIÇÃO aos malfeitores!

70 VIDEOS CRIMES - ISRAEL
70 VIDEOS CRIMES NAZISRAEL
OCCUPATION 101
Estou compartilhando este vídeo sobre o conflito entre Israel e Palestina para que ajude a divulgar a situação real dos fatos manipulados pelo jornalismo parcial.
Rabino Weiss ARRASA com o sionismo. Vão dizer que ele é anti-semita também?
------------------------------------------------------
ENTREVISTA ILAN PAPPE
Entrevista concedida a Silio Bocanera no ano passado.
Illan Pape, judeu israelense, historiador da Universidadede Haifa, em Israel.
------------------------------------------------------
AS NOTÍCIAS QUE O RESTO DO MUNDO NÃO VIU
Judeus anti-sionistas protestam em Telaviv contra o genocídio em Gaza
Judeus anti-sionistas prestam homenagem ao Presidente Ahmadinejad
------------------------------------------------------
Duas crianças mortas e uma tornada paralítica pelos soldados ASSASSINOS de nazisrael.
-----------------------------------------------------
GAZA - ISRAELENSES ATIRANDO EM AGRICULTORES
Israelenses assassinos atirando em agricultores em Gaza.
Depois não querem que os denunciemos.
-----------------------------------------------------
Entrevista absolutamente esclarecedora. Imperdível.>.>Jamile Latif representante da Federação das>Entidades>Palestinas no Brasil>.>
-----------------------------------------------------
Gaza - Nazisionistas atiram em pescadores
------------------------------------------------------
Jogador turco finca bandeira Palestina......no meio do campo num jogo do Sivasspor X Galatasaray.
vídeo:
------------------------------------------------------
Menina chorando na praia
-----------------------------------------------------
Soldados nazisionistas quebrando os ossos dos palestinos.
-----------------------------------------------------
NAZISIONISTA ATIRA EM PRISIONEIRO PALESTINO
Esta é a rotina do povo palestino e de quem manifesta contra israel.....
liberdade de imprensa só na internet mesmo!
-----------------------------------------------------
NAZISIONISTAS NÃO POUPAM NEM JORNALISTAS
-----------------------------------------------------
NAZISIONISTAS ESPANCANDO CRIANÇAS isso tb é rotina!
------------------------------------------------------
NAZISIONISTAS ROUBANDO TERRAS DOS PALESTINOS
Simples, eles chegam com um trator, com uma cerca dearrame e roubam a terra. E se alguém fala alguma coisa os nazisionistas gritam: NAZISTAS, VÃO PARA A ALEMANHA.
------------------------------------------------------
MOÇA PALESTINA DESARMADA ENFRENTA SOLDADOS NAZISIONISTAS
Moça Palestina desarmada enfrenta soldados
------------------------------------------------------
Sapatada no embaixador sionista na Suécia
------------------------------------------------------
Nazisrael: Protesto barcelona em jogo basquete
Protesto em Barcelona em jogo de Basquetedia 05 Fev, 2009.
Platéia recebe time de basquete deTel-Aviv com bandeiras e gritos de: Israel assassino do povo Palestino.
Ótimo, vale à pena ver o vídeo:
------------------------------------------------------
Testemunho de uma menina palestina sobrevivente em Zeitún..
AVISO: O TESTEMUNHO É FORTE DEMAIS..
------------------------------------------------------
israel atira nos fazendeiros em Gaza
Israel nao quer que os fazendeiros trabalhem.
Mataram um a semana passada qdo o mesmo estava trabalhando na SUA terra..
O grupo ISM - International Solidarity Movement - estáa companhando os fazendeiros para evitar que tropas de Israel os mate enquanto eles estão cultivando a sua terra.
ABSURDO!!!!.
More informations: http://ingaza.wordpress.com/
------------------------------------------------------
CRIANÇAS, MULHERES E IDOSOS ASSASSINADOS POR ISRAEL "MÉDICOS NA LINHA DE FOGO"
------------------------------------------------------
As fotos das crianças mortas são bastante fortes>.>
------------------------------------------------------>.>
Agradecimento ao mundo pelo apoio aos palestinos>de Gaza>.>
------------------------------------------------------
VÍDEO À MEMÓRIA DAS CRIANÇAS PALESTINAS
À memoria das crianças palestinas
Percebe-se porque tanto Yitzhak Rabin como Shimon Peres declararam, ainda na década de 1990, que desejavam que Gaza simplesmente desaparecesse, ou que sumisse no fundo do mar.
A existência de Gaza é um indício permanente das centenas de milhares de Palestinos que perderam suas casas para o Estado de Israel, que fugiram apavorados ou foram expulsos por temor à limpeza étnica executada por Israel há 60 anos, momento em que uma imensa onda de refugiados varria a Europa no pós Segunda Guerra Mundial, e um punhado de árabes expulsos de suas propriedades não importava ao mundo.
Mas agora o mundo deveria se preocupar.
Espremido nos poucos quilômetros quadrados mais densamente povoados do mundo, há um povo destituído, vivendo no isolamento, no esgoto, e, durante os últimos meses, na fome e no escuro, sancionados pelo Ocidente.
Gaza sempre foi insurrecional.
A "pacificação" sangrenta de Ariel Sharon, começando em 1971, levou dois anos para ser completada e não vaiser agora que conseguirão dobrar Gaza.
"É o lugar mais deplorável que já vi", disse Edward Said, certa vez, sobre Gaza.
"É um lugar terrivelmente triste devido ao desespero e à miséria em que vivem as pessoas.
Não estava preparado para encontrar campos que são piores do que qualquer coisa que eu tivesse visto na Áfricado Sul".
“A paz não passa pelo massacre” - Milton Hatoum
À memória de todas as crianças Palestinas que quando não morrem pelos ataques genocidas, morrem de FOME pelo boicote de israel:
------------------------------------------------------
EXTREMISMO SIONISTA
------------------------------------------------------
ÁRABES "MALVADOS" - HOLLYWOOD VILIFICANDO UM POVO
Árabes "Malvados"
Como Hollywood Vilificou um Povo
Documentário que expõe de maneira detalhada como o cinema de Hollywood, desde o início da sua história até os mais recentes blockbusters, mostrou os árabes de forma distorcida e preconceituosa.
O filme tem como apresentador o aclamado autor do livro “Reel Bad Arabs”, Dr. Jack Shaheen, Professor da Universidade de Illinois e estudioso do assunto.
O filme faz uma análise, baseado em uma longa lista de imagens de filmes, de como os árabes são apresentados como beduínos bandidos, mulheres submissas, homens violentos, sheiks sinistros ou idiotas perdulários, ou ainda como terroristas armados e prestes a explodir pessoas e lugares.
Uma maneira brilhante de mostrar em uma narrativa bem construída, como as imagens contribuíram e contribuem para formar os estereótipos em torno dos árabes, suas origens e sua cultura.
Para escrever o livro, o autor analisou mais de 900 filmes, o que possibilitou formar esta contra-narrativa, reforçando a necessidade de mostrara realidade e a riqueza da Cultura e da História Árabes.
O filme foi exibido em diversos festivais nos EUA, Europa e Mundo Árabe e recebeu o apoio do Comite Anti-Discrimição dos Árabes Americanos.
Filme completo legendado, para ver no Google Vídeo:
Em uma boa parte do filme fala de como Hollywood vilifica os palestinos e vitimizam os israelenses.
------------------------------------------------------
SHAME OF ERTAS
------------------------------------------------------
BARONESA REINO UNIDO DENUNCIA LOBBY ISRAELENSE
A baronesa denuncia os lobbies pró-Israel no Reino Unido e fala por experiência própria.
O video acontece na camara do Lords.
A camara dos Lordsé constituido por membros da nobreza herediários ou juizes(que se destacaram) aposentados etc etc.
Tem como funçao principal "retardar" as decisões da camara dos comuns (a camara eleita).
A baronesa é médica e foi membro da Camara dos Comuns (ou seja eleita) por muitos anos mas abandonou as eleições por pressões de seu partido (por posições anti Israel).
Em 2005 recebeu o titulo de baronesa (e ai passou a ter assento na camara dos Lords).
É membro do partido Liberal Democrata (o partido mais a esquerda na Inglaterra) e sempre foi militante da causa Palestina. E sempre pagou o pato por isso...
Sofreu todo tipo de pressões dentro do proprio partido porém NUNCA se retratou.
------------------------------------------------------Passou em 18/04/09 no SBT, Record e Band.
Pelo menos desta vez, a mídia comprometida teve a DIGNIDADE de mostrar a VERDADE.
MAIS UM CRIME DOS NAZISIONISTAS.
------------------------------------------------------
PIOR QUE O APARTHEID
israel hoje tem um sistema contra os palestinos muito pior do que o antigo regime de apartheid da África do Sul.
------------------------------------------------------
PALESTINA
Que este video não deixe de nos lembrar da luta e do sofrimento do povo Palestino!!
CANÇÃO INTERPRETADA POR MERCEDES SOSA.
TODA CONSTRUÇÃO FEITA NA AREIA TENDE UM DIA A DESMORONAR!!!
Liberdade a Palestina e ao Líbano.
------------------------------------------------------
BOICOTE À CONFERÊNCIA DA ONU SOBRE RACISMO
Racistas boicotam conferência da ONU
------------------------------------------------------
Os judeus martelam tanto na nossa cabeça o holocausto judaico, mas não se esqueçam que há um dia onde os palestinos lembram o seu sofrimento também..
Os palestinianos chamam ao que lhes aconteceu em 1948, a Nakba – a palavra árabe para catástrofe.
Foi perpetrada por líderes sionistas que tencionavam formar o estado de Israel em terras palestinianas sem os palestinianos.
Durante a Nakba, quase um milhão de palestinianos (metade da população nessa altura) foram brutalmente afastados das suas terras, aldeias e casas, fugindo apenas comos bens que conseguiram levar.
Muitos foram violados,torturados e mortos.
Para garantirem que não haveria nenhuma razão para os palestinianos regressarem, as suas aldeias e mesmo muitas oliveiras e laranjeiras foram tão eficientemente arrasadas que sobram poucos restos visíveis.
Quando a Nakba terminou, tinha havido 31 massacres documentados e provavelmente outros. Cerca de 531 aldeias e 11 bairros urbanos foram esvaziados dos seus habitantes.
Os antigos nomes árabes das aldeias e ruas foram hebreizados.
Mesquitas e igrejas cristãs antigas foram destruídas.
Parques temáticos, florestas de pinheiros (árvores nãonativas da região) e colonatos israelitas foram estabelecidos sobre muitas das antigas aldeias palestinianas.
Tudo isto visava eliminar qualquer vestígio físico de que a terra tinha pertencido aos palestinianos.
VIDEOS"Al Nakba"--The Palestinian Catastrophe of 1948
Nakba Conference April 2008 .
-----------------------------------------------------
NAKBA - A CATÁSTROFE PALESTINA DE 1948
------------------------------------------------------
Norman Finkelstein - 7 parts
Part 1
Part 2
-Ilan Pappé (at Oxford) - 4 parts
Part 1
Part 2
Part 3
Part 4
-I. Pappé 7 parts (at Plymouth)
Na Globo
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 1
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 2
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 3
The Ethnic Cleansing of Palestine by Dr. Ilan Pappe-Part 4
The Ethnic Cleansing of Palestine - Part 5
Ilan Pappé Speaks on Anniversary of al Nakba
-----------------------------------------------------
Documentário: Welcome to inspection point (30 minutos)
Welcome To Inspection Point (Part 1 of 3)
(Part 2 of 3)
(Part 3 of 3)
------------------------------------------------------
Jovens israelenses corajosos e honrados se postam contra o massacre do povo palestino.
------------------------------------------------------
Uma israelense "um pouco" fascista. Sim, esse tipo de gente existe. São SIONISTAS. São fascistas.Apóiam genocídios. Estimulam genocídios.
------------------------------------------------------
CRIANÇAS PALESTINAS
------------------------------------------------------
VIDEO HAARETZ - SOLDADOS ISRAEL HUMILHANDO PALESTINO
Soldados do mais "ético" exército do mundo e da única "democracia" do Oriente Médio com um palestino algemado e vendado (procedimento padrão) humilhando-o.
O próprio soldado colocou o vídeo na internet.
Não é preciso entender o que eles estão falando para saber que é uma prática minimamente repugnante e nojenta.
------------------------------------------------------
VIDEO MANIFESTAÇÃO A FAVOR DO ATAQUE A GAZA
Pois é...Os sionistas tentam explicar algo que um ser humano em condições normais nem tentaria. Ficaria sem palavras...
Nesse vídeo, alguns judeus que estavam ali simplesmente ficavam sem palavras diante das perguntas do reporter (que era judeu).
Essas pessoas que ficam sem palavras são as que não conseguem encontrar em sí os argumentos para defender uma barbárie e uma loucura.
No final do vídeo, o reporter judeu pergunta a uma senhora se ela o acha um bom judeu e ela responde que não, "voce não é um bom judeu".
São pessoas como essa senhora quese encontram num estado psicótico sem retorno...
VEJAM O VÍDEO E O REPÓRTER, UM JUDEU HONRADO, ARRASANDO COM OS SIONISTAS
------------------------------------------------------
POLICIAIS ISRAELENSES HUMILHAM PALESTINOS
Tiraram do ar o vídeo do Haaretz, mas nós encontramos a mesma cena em outra fonte, aí vai:
" Nós temos um regime que não é menos tirânico que o dos aiatolás".
"É verdade, há liberdade em Israel, mas somente paranós, os judeus. Nós temos um regime que não é menos tirânico que o dos aiatolás: o regime de oficiais e colonos nos territórios. Mas o que temos a ver com qualquer coisa dessas ? No Irã policiais dispersam manifestantes com violência, eles atiram e assassinam. E o que nós fazemos?"
Gideon Levy.
Policiais israelenses humilham palestino e divulgam vídeo na internet
by

PELO RETORNO DO PRESIDENTE MANUEL ZELAYA DE HONDURAS






O golpe militar em Honduras foi por petróleo. Sabiam dessa?


Ah, agora as coisas começam a ficar mais claras: tem petróleo na jogada golpista de Honduras.

Os interesses econômicos que sustentam o golpe em Honduras


Honduras tem muito petróleo, conforme mostraram as prospecções feitas por uma empresa norueguesa há um ano, a pedido do presidente Zelaya.

O presidente deposto acionou judicialmente as empresas estadunidenses que vendiam petróleo caro a seu país e se juntou ao grupo Petrocaribe, criado pela Venezuela.

O projeto de Zelaya para a nova Constituição previa que os recursos naturais de Honduras não poderiam ser entregues para outros países.


O artigo é de Frida Modak, ex-secretária de imprensa do presidente Salvador Allende.


Frida Modak - ALAI-AmLatina


Completou-se um mês do golpe de Estado em Honduras e, como em toda a ditadura, se mantém o Estado de Sítio, as garantias individuais existem só no papel e os poderes Legislativo e Judiciário são um apêndice do regime de fato.

Os hondurenhos, assim como a quase totalidade dos povos latinoamericanos, já viveram essa realidade antes e a rechaçam.

A comunidade internacional também rechaçou o golpe de 28 de junho e adotou acordos claros de condenação aos golpistas, demandando a restituição em seu cargo do presidente constitucional Manuel Zelaya. Mas as coisas já não são tão claras nem categóricas e os motivos são alheios aos interesses do povo hondurenho e dos latinoamericanos em geral.

Da mesma maneira, as justificações dadas pelos golpistas não são verdadeiras porque o golpe serve aos interesses do grupo de poder encabeçado pelo ex-vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, cujos operadores há tempo pululam pela região e buscam infiltrar-se nos governos.

O grupo de Cheney, do qual são parte também os Bush, se interessa fundamentalmente no petróleo, por isso INVADIRAM o Iraque e o Afeganistão, AVANÇARAM CONTRA o Irã e TENTAM DERRUBAR o presidente Hugo Chávez, fazem o mesmo com Evo Morales, ATACAM o presidente equatoriano Rafael Correa e DESEJAM o petróleo cubano da zona do golfo do México.

HONDURAS TEM MUITO PETRÓLEO, como disse Gerardo Yongno dia 19 de julho.

As prospecções foram feitas por uma EMPRESA NORUEGUESA há um ano, CONVOCADA pelo presidente Zelaya que, como já foi informado, ACIONOU JUDICIALMENTE as empresas estadunidenses que VENDIAM PETROLEO CARO a seu país e se juntou ao grupo Petrocaribe, criado pela Venezuela.

A empresa norueguesa que fez as prospecções e as financiou,entregou um relatório ao governo de Zelaya e ficou comuma cópia que pode negociar com empresas que estejaminteressadas na informação sobre essas reservas. Para além disso, porém, e isso se sabia, se fosse aprovadaa consulta destinada a determinar se deveria ser instalada a quarta urna nas eleições de novembro, na qual se votaria sim ou não à convocação de uma Assembléia Constituinte, o projeto de Zelaya na eventual nova Constituição era estabelecer que OS RECURSOS NATURAIS DO PAÍS NÃO PODERIAM ser entregues para outros países.

Em conseqüência, o PRETEXTO para o golpe de Estado foia consulta sobre a quarta urna, mas o objetivo foi EVITAR que se pudesse ditar uma Constituição que impedisse apoderar-se do petróleo hondurenho.

Nessa conspiração, estiveram Otto Reich e sua “fundação” Arcadia, e o embaixador estadunidense em Honduras, Hugo Llores, nomeado pelo governo de Bush e Cheney. Mas também participaram do complô os donos dos meios de comunicação, porque se estimava que a nova Constituição deveria promover uma DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA do espectro radioelétrico, garantindo a participação dos grupos comunitários. Daí a desinformação que sai hoje de Tegucigalpa.


As mediações


Na reunião da Assembléia Geral da OEA, realizada em São Pedro Sula, Honduras, viu-se que a secretária de Estado dos EUA NÃO GOSTOU da intervenção do presidente Zelaya em defesa da revogação da expulsão de Cuba desse organismo.

Dado o escasso conhecimento da sra. Clinton sobre a América Latina e estando ela rodeada de funcionários do “establishment” e de outros mais perigosos, como JOHN NEGROPONTE, sua reação ao golpe hondurenho foi superficial, assim como foram vagos os comentários iniciais feitos pelo presidente Obama.

Quando toda a América Latina e o Caribe, a Assembléia Geral das Nações Unidas e a União Européia já categoricamente o golpe e pediam a restituição de Zelaya, os EUA modificaram seu discurso e o Departamento de Estado propôs a mediação do presidente da Costa Rica, Oscar Arias, em um contexto que pedia, na verdade, ocumprimento dos acordos das entidades internacionais.

Arias, que não foi “o” pacificador da América Central, porque foram muitos, e que recebeu um prêmio Nobel da Paz destinado originalmente a Costa Rica por ser umpaís sem exército, aceitou a mediação e entregou uma proposta que foi rechaçada pelos golpistas porque defendia a restituição de Zelaya na presidência. Então, elaborou outra fórmula,que satisfaz melhor os INNTERESSES estadunidenses, na medida em que converte Zelaya em uma figura decorativa e antecipa as eleições de novembro, com o que se passa um borrão, zera-se a conta, e o golpe de Estado desaparece em um passe de mágica.

Esta segunda proposta tropeça no mesmo obstáculo; o regimede fato sequer aceitou a restituição de Zelaya no cargo de presidente e deu início a uma farsa mediante a qual “consultarão” os outros poderes.

O Legislativo se reuniu e tratou de vários pontos da proposta, menos o relativo à restituição do presidente.

O poder Judiciário tampouco aceitou esse ponto, sobretudo pelo fato de que o presidente da Corte Suprema já reconheceu que ele também poderia ocupar a presidência de acordo com a “Constituição”, justificando o golpe como “um caso de necessidade”.

Neste contexto, o secretário geral da OEA buscou outros mediadores: os ex-presidentes Ricardo Lagos, do Chile,e Julio Maria Sanguinetti, do Uruguai, aos quais se somaria o peruano Rafael Pérez de Cuellar, ex-secretário geral da ONU.

Ao escrever estas linhas ainda não havia sido formulada a idéia, mas outra equipe mediadora implicadar mais tempo ao regime de fato e, com isso, pode-se terminar avalizando a trapaça para chegar às eleições de novembro ou antecipá-las, deixando o golpe de Estadono limbo.


Os golpistas


Como se tornou visível, os golpistas vivem em um passado muito passado.

Quando se reuniram no Congresso para “substituir constitucionalmente” a Zelaya, a sessão parecia com a de uma confraria de séculos atrás, com todo um cerimonial que já não é empregado em parte alguma.

Seus chanceleres dão uma idéia do segmento social que representam.

Ortez, o primeiro deles, retratou a todos quando disse a respeito de Barack Obama: “esse negrinho não sabe onde fica Tegucigalpa”.

Mudaram-no de lugar, mas quando foi falar do secretário geral da ONU, repetiu a dose: “esse chinesinho que não me recordo como se chama”.

Ortez já está em sua casa, mas por ser imprudente e não porque suas palavras não representem o pensamento da soberba oligarquia hondurenha que tomou o poder, entre os quais há muitos com aparência de “negrinhos” e “chinesinhos” que não se vêm a sim mesmo como tais, mas sim ao povo que desprezam.

Portanto, o desafio que representa a reação popular ao golpe é intolerável.

O grupo golpista é liderado por Roberto Micheletti,um empresário do setor de transporte que fez fortuna.

Nunca conseguiu que seu partido, o Liberal, o nomeasse candidato à presidência; perdeu em todas as oportunidades que tentou e tem a fama de homem bruto.

Na Secretaria de Defesa dos Direitos da Mulher há três denúncias contra ele, sendo que nenhuma delas foi levada adiante pelo órgão.

Um dos incidentes ocorreu na reunião de seu partido que definiu o candidato presidencial do Partido Liberal para as eleições de novembro.

Micheletti não só perdeu, como foi vaiado pelos assistentes.

Como prêmio de consolação, deram a ele a presidência do Congresso e quando ia subir no palanque do encontro, uma jovem do grupo de protocolo, chamada Suyapa, pediu que ele esperasse um momento porque não tinham terminado de colocar as cadeiras.

Irritado pelas vaias que havia levado, Micheletti desferiu um tapa na cara de Suyapa, causando-lhe um corte na boca.


Um mês de protesto popular


Desde o momento em que os hondurenhos se inteiraram do golpe de Estado, é preciso recordar que os meios de comunicação foram censurados, e os protestos têm sido permanentes.


Os manifestantes estão na rua todos os dias e não estão dispostos a ceder.


A imprensa dos EUA reconheceu isso e realizou pesquisas rápidas junto aos manifestantes.

Eles responderam que Zelaya foi o primeiro Presidente que havia se preocupado com eles e que com quem podiam falar sem termos sobre seus problemas e aspirações.

O resultado dessas pesquisas foi publicado pelo Washington Post.


Em Honduras, que tem um pouco mais de 7 milhões de habitantes, a maioria é pobre, mas há cerca de 1,5 milhão que são absolutamente pobres.


O governo de Zelaya começou a se ocupar dessa parcela da população através do programa Rede Solidária, coordenado pela esposa do mandatário.

Para determinar o grau de pobreza, tiveram que fazer uma medição baseada em averiguar se comiam.

E se a resposta fosse afirmativa, perguntar o quê e quantas vezes ao dia.

Também foi preciso estabelecer onde e como viviam, se era em casas, se essas casas tinham portas e janelas, se tinham algum serviço, porque não tinham trabalho nem endereço fixo. Cerca de 200 mil famílias já tinha sido incorporadas ao programa e, desde o início do golpe, não recebem ajuda alguma.

Inclusive é possível que não alguns nem saibam o que ocorreu; outros saberão por causa da repressão.

No entanto, apesar do Estado de Sítio e do toque de recolher, aumenta a cada dia o número dos que chegam a El Ocotal, na Nicarágua, para somar-se ao acampamento daqueles que apóiam o presidente Zelaya, que se encontra ali, depois de ter ingressado em território hondurenho (e retornado).

O presidente solicitou às Nações Unidas o status derefugiado e a ajuda correspondente a todos os que estão ali para acompanhá-lo, porque se regressarem a Honduras estão ameaçados com uma condenação a seis anos de prisão por “traição à pátria”, a qual, pelo visto, só pertence aos golpistas.

Ao longo desta semana, estão convocadas greves e muitas outras manifestações de protesto.

A pergunta que fica é até que ponto podem seguir sendo ignoradas e reprimidas em defesa de interesses alheios e de um governo ilegítimo.

Ainda mais quando essa manipulação aponta também para toda a América Latina e para as instituições criadas recentemente: Unasul, Mercosul, Alba, Petrocaribe, Banco do Sul, Grupo do Rio e alguma outra que me escapa agora, na medida em que priorizam os interesses da região.


Frida Modak é jornalista, foi secretária de imprensa do presidente Salvador Allende, no Chile.

Tradução: Katarina Peixoto

A REALIDADE DA GUERRA CONTRA O IRAQUE

Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 1/3


Dahr Jamail relata a trageda da Invasão Americana no Iraque




Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 2/3



Dahr Jamail e a Realidade da Guerra no Iraque - 3/3

sábado, 12 de setembro de 2009

MANIFESTO DE GANDHI

Mohandas Karamchand Gandhi (1869-1948), mais conhecido como Mahatma Gandhi, foi o grande líder hindu na luta pela independência da Índia do colonialismo inglês.

Com sua filosofia de não-violência, tornou-se conhecido e admirado internacionalmente.Trata-se simplesmente de uma das grandes almas reencarnadas na terra do Ganges, com a missão de espalhar os ideais da paz entre os homens.


Sem dúvida alguma, Gandhi foi um avatar* enviado para ensinar aos homens da Terra as artes de Shanti**.


"A única revolução possível é dentro de nós"


Não é possível libertar um povo, sem antes, livrar-se da escravidão de si mesmo.


Sem esta, qualquer outra será insignificante, efêmera e ilusória, quando não um retrocesso.


Cada pessoa tem sua caminhada própria.


Faça o melhor que puder.


Seja o melhor que puder.


O resultado virá na mesma proporção de seu esforço.


Compreenda que, se não veio, cumpre a você (a mim e a todos) modificar suas (nossas) técnicas, visões, verdades, etc.


Nossa caminhada somente termina no túmulo.Ou até mesmo além...


Segue a essência de quem teve sucesso em vencer um império...


PENSAMENTOS MAHATMA GANDHI sintoniasaintgermain sintonia saint germain

"A minha fé mais profunda é que podemos mudar o mundo

pela verdade e pelo amor."

Gandhi


"Quem busca a verdade,quem obedece a lei do amor,


não pode estar preocupado com o amanhã".


( MAHATMA GANDHI)


"A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido.


Não na vitória propriamente dita".


( MAHATMA GANDHI)


Mohandas Karamchand Gandhi (Devanagari मोहनदास करमचन्‍द गान्‍धी), mais conhecido popularmente por Mahatma Gandhi ("Mahatma", do sânscrito "A Grande Alma") (Porbandar, 2 de Outubro de 1869 — Nova Déli, 30 de Janeiro de 1948) foi um dos idealizadores e fundadores do moderno estado indiano e um influente defensor do Satyagraha (princípio da não-agressão, forma não-violenta de protesto) como um meio de revolução. (Ver também: Mahatmas).
O princípio do satyagraha, freqüentemente traduzido como "o caminho da verdade" ou "a busca da verdade", também inspirou gerações de ativistas democráticos e anti-racismo, incluindo Martin Luther King e Nelson Mandela. Freqüentemente Gandhi afirmava a simplicidade de seus valores, derivados da crença tradicional hindu: verdade (satya) e não-violência (ahimsa).


Manifesto de Gandhi sobre os judeus na Palestina*



M. K. Gandhi
Harijan, 26 de novembro de 1938

In M.K.Gandhi, My Non-Violence
Editado por Sailesh K. Bandopadhaya
Navajivan Publishing House
Ahmedabad, 1960

Recebi muitas cartas solicitando a minha opinião sobre a questão judaico-palestina e sobre a perseguição aos judeus na Alemanha. Não é sem hesitação que ouso expor o meu ponto-de-vista.(1)
Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus. Eu os conheci intimamente na África do Sul. Alguns deles se tornaram grandes amigos. Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram. Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus. Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles. Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus.

No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça.
O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence.
Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar?
(2)
A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses.
É errado e desumano impor os judeus aos árabes. O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Os mandatos não têm valor. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.


O caminho mais nobre seria insistir num tratamento justo para os judeus em qualquer parte do mundo em que eles nascessem ou vivessem. Os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses.


Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?(3)



Este pedido por um lar nacional oferece várias justificativas para a expulsão dos judeus da Alemanha.


Mas a perseguição dos alemães aos judeus parece não ter paralelo na História.


Os antigos tiranos nunca foram tão loucos quanto Hitler parece ser.



E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável.(4)


Se houver sempre uma guerra justificável em nome da humanidade, a guerra contra a Alemanha para prevenir a perseguição desumana contra uma raça inteira seria totalmente justificável. Mas eu não acredito em guerra nenhuma. A discussão sobre a conveniência ou inconveniência de uma guerra está, portanto, fora do meu horizonte. Mas se não pode haver guerra contra a Alemanha, mesmo por crimes que estão sendo cometidos contra os judeus, certamente não pode haver aliança com a Alemanha. Como pode haver aliança entre duas nações que clamam por justiça e democracia e uma se declara inimiga da outra? Ou a Inglaterra está se inclinando para uma ditadura armada, e o que isso significa?
A Alemanha está mostrando ao mundo como a violência pode ser eficientemente trabalhada quando não é dissimulada por nenhuma hipocrisia ou fraqueza mascarada de humanitarismo; está mostrando como é hediondo, terrível e assustador quando isso aparece às claras, sem disfarces. Os judeus podem resistir a esta organizada e desavergonhada perseguição? Existe uma maneira de preservar a sua auto-estima e não se sentirem indefesos, abandonados e infelizes? Eu acredito que sim. Ninguém que tenha fé em Deus precisa se sentir indefeso, ou infeliz. O Jeová dos judeus é um Deus mais pessoal que o Deus dos cristãos, muçulmanos ou hindus, embora realmente, em sua essência, Ele seja comum a todos. Mas como os judeus atribuem personalidade a Deus e acreditam que Ele regula cada ação deles, estes não se sentiriam desamparados.
Se eu fosse judeu e tivesse nascido na Alemanha e merecido a minha subsistência lá, eu reivindicaria a Alemanha como o meu lar, do mesmo modo que um "genuíno" alemão o faria, e desafiaria qualquer um a me jogar na masmorra; eu me recusaria a ser expulso ou a sofrer discriminação. E fazendo isso, não deveria esperar por outros judeus me seguindo em uma resistência civil, mas teria confiança que no final estariam compelidos a seguir o meu exemplo.


E agora uma palavra aos judeus na Palestina:


Não tenho dúvidas de que os judeus estão indo pelo caminho errado. A Palestina, na concepção bíblica, não é um tratado geográfico. Ela está em seus corações. Mas se eles devem olhar a Palestina pela geografia como sua pátria mãe, está errado aceitá-la sob a sombra do belicismo britânico. Um ato religioso não pode acontecer com a ajuda da baioneta ou da bomba. Eles poderiam estabelecer-se na Palestina somente pela boa vontade dos palestinos.


Eles deveriam procurar convencer o coração palestino. O mesmo Deus que rege o coração árabe, rege o coração judeu. Só assim eles teriam a opinião mundial favorável às suas aspirações religiosas. Há centenas de caminhos para uma solução com os árabes, se descartarem a ajuda da baioneta britânica.



Como está acontecendo, os judeus são responsáveis e cúmplices com outros países, em arruinar um povo que não fez nada de errado com eles.
Eu não estou defendendo as reações dos palestinos. Eu desejaria que tivessem escolhido o caminho da não-violência a resistir ao que eles, corretamente, consideraram como invasão de seu país por estrangeiros. Porém, de acordo com os cânones aceitos de certo e errado, nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos.
(5)



Deixemos os judeus, que clamam serem os Escolhidos por Deus, provar o seu título escolhendo o caminho da não-violência para reclamar a sua posição na Terra. Todos os países são o lar deles, incluindo a Palestina, não por agressão mas por culto ao amor.
Um amigo judeu me mandou um livro chamado A contribuição judaica para a civilização(6), de Cecil Roth.

O livro nos dá uma idéia do que os judeus fizeram para enriquecer a literatura, a arte, a música, o drama, a ciência, a medicina, a agricultura etc., no mundo. Determinada a vontade, os judeus podem se recusar a serem tratados como os párias do Ocidente, de serem desprezados ou tratados com condescendência.


Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites.(7) Eles podiam somar às suas várias contribuições, a contribuição da ação da não-violência.

* NOTAS COMENTÁRIOS CONEXÕES


Ao contrário do que falsamente apregoam aqueles que defendem a ocupação da Palestina como um direito do povo judeu, Gandhi nunca voltou atrás em suas declarações e jamais deixou de denunciar essa escandalosa brutalidade e evidente injustiça como imperdoável crime contra a humanidade.
Em várias ocasiões Gandhi reiterou enfaticamente as suas denúncias sobre a violência do terrorismo judeu contra o povo palestino, como se pode ver claramente nestas suas declarações a alguns meses antes daquela esquisita Assembléia Geral da ONU presidida pelo brasileiro Osvaldo Aranha:
Entrevista de Gandhi à Agência Reuter, Harijan, em 18 de maio de 1947:
Qual a solução para o problema da Palestina?
Isso transformou-se num problema quase insolúvel. Se eu fosse judeu, eu lhes diria: Não sejam ingênuos ao abrigar o terrorismo, porque assim vocês maculam uma causa que, de um outro modo, poderia ser uma pretensão justa. Mas, se for meramente por uma questão política, acho que não há nenhum valor nessa pretensão. Por que os judeus deveriam pretender a Palestina? Eles são uma grande raça e tem grandes dons. Durante alguns anos na África do Sul convivi com muitos judeus. Se fosse por uma aspiração religiosa, certamente não haveria lugar para terrorismo. Eles deveriam se encontrar com os árabes e se tornarem seus amigos, e não depender da ajuda britânica ou americana para salvar os descendentes de Jeová.
Resposta de Gandhi à pergunta formulada pela United Press of America, The Bombay Chronicle, em 2 de junho de 1947:
Qual, em seu íntimo, seria a solução mais aceitável para o problema da Palestina?
O completo abandono pelos judeus do terrorismo e de outras formas de violência.
Tornei-me acaso vosso inimigo porque vos digo a verdade?
Gálatas 4: 16
(1) A estatura ética e política de Gandhi é absolutamente incontestável, e os grandes homens do século XX até hoje, o tiveram sempre como exemplo a seguir e imitar.
A sua lucidez e a sua coragem ao denunciar a injustiça e a insolência do povo inglês sobre a Índia e sobre o povo indiano, são as mesmas que demonstra neste manifesto de repúdio à violência dos nazistas na Alemanha, e à injustiça e brutalidade da invasão dos judeus na Palestina.
Portanto, é bastante significativo que este documento sobre o horror e a injustiça impostos aos palestinos, nunca tenha sido divulgado ou comentado por nossos atentos analistas políticos, nem tampouco seja citado por eruditos ou catedráticos das nossas universidades.
A única exceção, em português, devemos à Drª. Kátia Mendonça, da Universidade Federal do Pará que em seu trabalho, Ética e política no pensamento de Buber e Gandhi, sem citar a fonte de onde retirou o texto, aborda este Manifesto há tanto tempo ocultado. Mas, não obstante estar a usar o nome e a autoridade moral de Gandhi, logo se percebe que a oblíqua intenção da autora é abrir um leque de rasgados elogios ao sionista Buber e invocar uma plêiade de intelectuais judeus para desviar a atenção do texto, e assim tentar justificar, de algum modo, a perversidade sionista e a criminosa invasão e ocupação da Palestina.
Além desse desvio da cátedra universitária para fins de proselitismo judeo-sionista, e da impertinente comparação entre Buber e aquele homem evidentemente superior, o Mahatma Gandhi, decorre que temos sido enganados, durante décadas, por todos esses — historiadores, sociólogos, jornalistas — que por obrigação profissional e moral, deviam informar e esclarecer os cidadãos. Lamentavelmente não foi assim que essas pessoas agiram; ao contrário: sistematicamente esconderam e escamotearam as denúncias e advertências que expusessem ao mundo, a crueldade, a ganância e a violência dos judeus na Palestina.
O expressivo exemplo da deselegância desses acadêmicos, continua em outros trabalhos divulgados pela imprensa, e em diversas páginas da web, como se fossem pesquisas sérias e imparciais; encontra-se à venda nas livrarias, obras assinados por professores doutores de universidades famosas, que no decorrer de leitura mais cuidadosa vão mostrando sorrateiramente, o mesmo viés e a mesma ladina intenção que a professora paraense não soube disfarçar tão bem.
Em várias dessas "obras de fôlego" sobre a questão palestina, é demasiado evidente — e esclarecedor — que entre as inúmeras citações de textos de autores judeus, não se encontre nenhuma que aponte para trabalhos de professores de universidades palestinas, obviamente os que mais de perto conhecem o processo da invasão e ocupação dos seus territórios e pátria ancestral.
Enfim, é um campo maliciosamente minado, por onde devemos andar com atenção, pois, ao contrário da límpida objetividade do texto de Gandhi, os trabalhos desses acadêmicos, desviam-se do ponto fulcral da questão para enfatizarem aspectos secundários, ou pormenores irrelevantes e, desse modo, darem ao leitor a falsa impressão de que está sendo corretamente informado.
Por isso, é ainda mais espantoso, o "esquecimento" e a tentativa de apagamento da fundamentada e isenta denúncia de Gandhi sobre a injustiça e a brutalidade da ocupação da Palestina:
"O que está acontecendo na Palestina, não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico."

(2) "........ Por que eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? ........"
A oportuna sugestão de Gandhi ao indagar o porquê dos judeus não fazerem como os outros povos, decorre do fato histórico de estarem sempre envolvidos em fugas precipitadas ou invasões de terras prometidas e depois, também por ele conhecer a violência daqueles bandos de terroristas judeus como o Irgun, o Stern, o Haganah.
Já desde remota antiguidade, depois que Ramsés II, por algum grave motivo (que o bíblico narrador preferiu esquecer, ou contar de outra maneira) os expulsou do Egito, e depois que Iavé lhes prometeu as terras de Canaã (como se pode prometer bens e terras que pertencem a outros?) e Josué, com a celestial trombeta, demoliu as muralhas de Jericó e trucidou os seus habitantes, a história do "povo escolhido" tem sido esse interminável rol de intrigas e perfídias, traçando a obscura trajetória judia, até à invasão da atual Palestina, desta vez através de chantagens e subornos, tanques de sessenta e cinco toneladas e bombardeiros F-16.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Por que essa gente não faz como todos os outros povos nos países onde foram acolhidos, em lugar de estarem constantemente criando esse interminável mal-estar e constrangimento em todas as épocas e em todos os continentes por onde andaram? Por que essas pessoas não mudam as suas condutas e os seus procedimentos, em vez de acusarem perpetuamente a humanidade pelo resultado de suas próprias atitudes? Ou eles ainda acham que a humanidade inteira está errada, e que o "povo escolhido" é o dono da verdade? Se, como argumentam, apenas postulam o direito por uma pátria espiritual a fim de preservar a "identidade judaica", porquê eles, em vez de usurparem as terras de outro povo, não fazem como os católicos de todo o mundo, cuja pátria espiritual, o Vaticano, ocupa apenas algumas quadras, sem muralhas e sem canhões? Essas perguntas ocorrem a qualquer pessoa, mas as respostas a essas questões nunca foram convincentes, nem para alguém de tão boa vontade quanto o Mahatma Gandhi.

(3) "Se os judeus não têm um lar senão a Palestina, eles apreciariam a idéia de serem forçados a deixar as outras partes do mundo onde estão assentados? Ou eles querem um lar duplo onde possam ficar à vontade?"
Essa pergunta de Gandhi, também não é uma pergunta casual, ou meramente retórica, ao contrário, é o ponto focal da questão: Afinal, que Estado, ou povo, beligerante e expansionista como o judeu, não gostaria de ter os seus patrícios dirigindo — à vontade — os mais altos cargos e postos nos órgãos de segurança e de administração dos outros países?
Só os muito distraídos ainda não perceberam como os israelitas — com a sua habitual desfaçatez — vão usufruindo, descaradamente, as vantagens dessa indecente aberração:
Henry Kissinger e Alan Greenspan, o anterior presidente do Fed (o banco central "americano") cujo cargo foi ocupado pelo também judeu Benjamin Schalom Bernank, são claros exemplos, entre alguns milhares de cidadãos de origem judaica, nem sempre tão em evidência, mas que estão atuando, à vontade, em todas as camadas das nossas sociedades, nos governos, nas universidades, na imprensa, no mundo da arte, na indústria de diversão e suas obscuras e perversas ramificações, no cinema etc.. Isso é notório e irrefutável e, até certo ponto, "normal", não fosse essa flagrante incompatibilidade de intenções, ou descarado conflito de interesses. Por exemplo: poderia alguém, honestamente, propor Henry Kissinger (judeu-alemão naturalizado americano) como mediador entre palestinos e judeus?
Logo ao término da II Guerra Mundial, Henry Kissinger já era o Chefe da Contra Espionagem do Exército Americano; depois foi Assessor da Casa Branca, e a seguir, Secretário de Estado durante dois governos; agora é o Presidente da Comissão Independente de Inquérito sobre o 11 de setembro...
Para que essa esquisita situação das agências de inteligência americanas — e as dos outros países — não venha a se tornar um escândalo público, de tempos em tempos, para reiterar a sua "independência" e "soberania" junto à "opinião pública", os governos mandam prender um ou outro espião judeu a serviço dos interesses de Israel... Então, tudo volta ao normal, e os outros, continuam... à vontade.
Por aqui, não é difícil imaginar como estarão os nossos órgãos de segurança nacional, ou as nossas agências de pesquisa nuclear e espacial... Ainda agora, num "acidente" muito mal explicado, foram pelos ares juntamente com um foguete e a plataforma de lançamento, todos os engenheiros, cientistas e técnicos daquela equipe do nosso projeto aeroespacial. Um prejuízo incalculável na perda de vidas humanas e de saberes específicos em diversos ramos da ciência e da tecnologia nacional.
"Não admitiremos um outro Japão ao sul do equador." Henry Kissinger
Citado por Bautista Vidal em entrevista à revista Caros Amigos.
Com patrícios sempre tão bem posicionados, porquê Ben Gurion, ou Ariel Sharom, ou qualquer outro Primeiro Ministro de Israel, iam precisar de um serviço secreto, senão para justificar a origem dos movimentos de exata eficiência sugeridos aos terroristas do Irgun e do Stern, e agora às suas forças armadas, por esses mesmos "leais" cidadãos que foram acolhidos e abrigados em outros países de qualquer parte do mundo? Hoje podemos perceber, pelo decorrer da História, essa ancestral estratégia israelita, ou hebréia, ou judia, ou sionista, de induzir e incitar animosidades entre os povos e as nações, desde o antigo Egito e por toda a Idade Média, intrigando uns contra os outros, provocando conflitos locais e mundiais, cujos desastrosos resultados só interessam aos judeus e ao sinistro Congresso Mundial Judaico.
O chamado "conflito oriente-ocidente" é uma ladina falácia da imprensa judeo-sionista: São os judeus que odeiam tanto o islamismo, quanto o catolicismo. É a brutal ocupação da Palestina, e o expansionismo judeu que está contra os povos e as nações. O Vaticano exalta a paz entre os homens de boa vontade, ao contrário dos governos fantoches, europeus e americanos, tanto do norte, quanto do sul, reféns do tentacular lobby do judaísmo internacional.
Em todas as nações onde estão instalados — atropelando os órgãos competentes, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, e em grosseira afronta aos governos e às instituições nacionais — surgem inúmeras organizações judaicas como a criminosa Liga Anti-Difamação, ou a hipócrita Beth-Shalom e centenas e centenas de outras, ou "nacionais" ou estrangeiras, sempre com as mais variadas aparências e fachadas, mas cuja implícita e verdadeira função — além da disseminação de informações deturpadas e de contra-informação — é monitorar e patrulhar insolentemente, os cidadãos nacionais que tenham opiniões diversas daquelas da conveniência e dos interesses judaicos e da indecente Inquisição Sionista.
O Mossad, e as outras agências ditas de inteligência israelitas, não passam, em realidade, de gangues de psicopatas homicidas e de grupos de facínoras, para execuções extrajudiciais e assassinatos seletivos, em qualquer país ou região do planeta.
As ações de intimidação dessas "entidades religiosas", ou "organizações não governamentais", nem sempre dissimuladas, vão desde insinuações maldosas, dificuldades e empecilhos criados no ambiente de trabalho — com estratégias semelhantes às do assédio moral — até à perda de cargos e empregos, ou mesmo destruição de carreiras profissionais — o que é uma espécie de lento assassinato — e por fim, a assassinatos, como o de Naji Al-Ali.
Os recursos para sustentar essas organizações parasitas não vêm — como se faz entre as pessoas honestas — das suas comunidades e associações judaicas, ou dos abarrotados cofres dos banqueiros internacionais, mas são ladinamente subtraídos dos nossos próprios bolsos, através de certas "leis de incentivo" e de outras brechas e desvãos, por onde se exaurem aqueles recursos públicos que deviam ser destinados ao bem-estar e à educação do nosso povo.
Esses cidadãos com "duplo lar" têm acesso a segredos de estado e militares, e a tecnologias de ponta das nações mais desenvolvidas. Qualquer estratégia, seja de relações exteriores, seja da área econômica, ou em educação, ou na saúde, em qualquer país, sempre será do conhecimento de Israel muito antes de ser efetivada ou abandonada, assim como pesquisas avançadas, desenvolvidas em qualquer departamento ou instituto das nossas universidades.
É assim que é "produzida" a tão alardeada "tecnologia de ponta israelense" e a maioria dos Prêmios Nobel de que se jactam certos grupos judeus.
Por exemplo, a vacina "Sabin" (vacina oral de aplicação em gotas contra a poliomielite) em realidade foi descoberta e desenvolvida por alunos residentes do departamento chefiado pelo médico judeu Albert Sabin, o qual imediatamente registrou em seu próprio nome, como se fosse obra sua, a descoberta daqueles talentosos jovens, ingenuamente distraídos dos trâmites de registro de patentes, ou dos créditos por suas pesquisas e trabalho acadêmico.
Com essa mesma "genialidade", Albert Einstein já havia se apropriado do trabalho desenvolvido pelo matemático e filósofo francês, Henri Poincaré. Contudo, apesar da insistente campanha de instituições judaicas e da furiosa publicidade e propaganda sobre os méritos de Einstein, Cesar Lattes, assim como outros perquisadores, nunca se esquivou de denunciar esse roubo e essa fraude praticada pelo venerado cientista judeu.
Essa notável e esquisita característica da "inteligência judia", avança por todas as outras áreas do esforço humano; assim com na Física, também na Filosofia, ou na Psiquiatria, e até no chamado "milagre" das fazendas e granjas judias na Palestina, sempre se encontrará alguma espécie de roubo e de fraude: O decantado sucesso da "agrotecnologia israelita" só existe como o óbvio resultado do criminoso desvio das águas do rio Jordão e de outros importantes mananciais, o que vem provocando a acelerada degradação e desertificação daquelas antigas terras e campos, cuidadosamente cultivados por gerações e gerações de agricultores palestinos, desde tempos imemoriais.
Não é por acaso, nem por coincidência, que os enaltecidos sucessos da "genialidade" e competência israelitas, sempre sejam fruto de alguma espécie de ladino "desvio".
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Jung sabia muito bem do que estava falando; e é natural que nem todos concordem com o elevado pensamento do Mahatma Gandhi quando este diz que os judeus nascidos na França são franceses, da mesma forma que os cristãos nascidos na França são franceses. Sobre essa espécie de "dupla cidadania", Simon Wiesenthal, o mórbido "caçador" de nazistas, desprezando a sabedoria de Gandhi, afirma com o seu rancoroso nacional-socialismo judaico, e de maneira muito clara, que não há judeus franceses, ou judeus ingleses, e sim judeus que moram na França, ou judeus que moram na Inglaterra.
Insolentemente dizem o que querem, de acordo com as circunstâncias e conveniências, ou com o que lhes seja mais proveitoso e lucrativo em qualquer lugar ou país. Se agora são brasileiros, de uma hora para outra também irão dizer que não são brasileiros, mas apenas judeus que eventualmente moram no Brasil. Entretanto, a morte, a dor, a humilhação que levam à Palestina, e a outras nações do Oriente Médio, são mostradas na televisão, como se fosse um problema distante e localizado, sem graves conexões com outros países e nações, nem com o Brasil.
A descomunal vantagem em equipamentos militares — com recursos "drenados" de todos os países do mundo, sejam pobres ou ricos — informações estratégicas e influência diplomática, faz com que Israel não mais contenha a sua truculência nos territórios ocupados, nem a sua insolência na construção de mais e mais "assentamentos" de ladrões de terras por trás daquela vergonhosa muralha da prepotência judaica.
E o mundo, entorpecido, ou pela fome, ou pela desinformação — ou contra-informação — ou pelo egoísmo e preguiça das classes privilegiadas, assiste, atônito, à escalada da arrogância e da brutalidade israelitas.
A miséria que foi imposta ao Afeganistão, primeiramente por russos e depois por americanos — tanto faz, não importa qual é a marionete da vez — vai se espalhando, como mancha de tinta derramada sobre o mapa do Oriente Médio, à volta do usurpador judeu.
Logo será a vez de outras nações, pois, em sua ganância expansionista, Israel já exige que os seus títeres americanos e ingleses, ou de qualquer outra nacionalidade, ataquem aquelas nações islâmicas que não aceitam o jugo ocidental (leia-se capitalismo predatório e decadência moral).
Quando outro desses países estiver suficientemente debilitado por pressões políticas, diplomáticas e econômicas, e as classes médias do ocidente acreditarem que é lá que fermenta o "Império do Mal", esse país será invadido e ocupado por aquele exército de robôs, como aconteceu ao Iraque e ao Afeganistão, e como parece que logo acontecerá ao Irã, à Síria, ao Líbano.
Por trás da estupidez dessas nações testas-de-ferro — cujos cidadãos arcam com os custos da guerra e com o grave ônus da responsabilidade moral e o julgamento da História — acoberta-se o macabro lobby judeo-sionista, o verdadeiro mentor do que vem acontecendo em todo o Oriente Médio, e não por acaso, à volta do arrogante Estado judeu, no grande cinturão das maiores reservas de petróleo do mundo.
Agora já se ouve, ainda em voz baixa, que "está na hora de democratizar o Grande Médio-Oriente". Nada menos; e assim — sem nenhuma sutileza — vai aparecendo a outra obscura acepção e serventia para a complacente e elástica palavra "democracia", descaradamente conveniente para o sinistro projeto sionista. (Por aqui também já se ouve, nem tanto à boca pequena, uns descarados ensaios para se "democratizar a Amazônia"; e Israel, muito solícito, já se oferece para ajudar na nossa esquisita reforma agrária... talvez com a vasta experiência daqueles "colonos" usurpadores das terras e fazendas palestinas ...?)

(4) "E ele está fazendo isso com zelo religioso. Ele está propondo uma nova religião de exclusivo e militante nacionalismo em nome do qual, qualquer atrocidade se transforma em um ato de humanidade a ser recompensado aqui e no futuro. Os crimes de um homem desorientado e intrépido, estão sendo observados sob o olhar da sua raça, com uma ferocidade inacreditável."
Essa passagem também descreve admiravelmente o sionista Ben Gurion, e o genocídio que vem sendo perpetrado, desde então, contra o povo palestino por esses ministros-generais, sempre sob o olhar e o feroz aplauso e cinismo do povo judeu.
Auschwitz — o esquisito curinga da "argumentação" judeo-sionista, e desavergonhada "justificativa" para os hediondos crimes abençoados por seus fanáticos rabinos — avança em cada cidade palestina, em cada lar bombardeado, em cada raid dos tanques e helicópteros israelitas, e em cada gueto criado pela selvagem cupidez daqueles bandos de "colonos" judeus.
A indecente muralha, que já ultrapassa todas as medidas da dignidade humana, vai criando bolsões de miséria nas cidades, aldeias e povoados palestinos, somente comparáveis aos dos piores anos do Apartheid sul-africano. A cada ação do desvairado expansionismo israelita, demolindo casas e destruindo aldeias e campos cultivados com os seus macabros buldôzeres caterpillar, mais esses dirigentes judeus se assemelham aos piores carrascos da história da humanidade.
Aquela ferocidade que Gandhi referia com espanto e indignação, hoje é a indecente e mal disfarçada ferocidade racista apresentada pelos judeus em todo o mundo.

(5) "..... nada pode ser dito contra a resistência árabe face aos esmagadores acontecimentos."
Esta clara afirmação de Gandhi, apesar da sua inabalável postura de não-violência, ensina que a luta contra a injustiça e a barbárie israelitas, é um direito fundamental do povo palestino. Qualquer argumento que tente desvirtuar a importância do clamor da Nação Palestina por justiça — como faz o descarado "pacifista" judeu, Amos Oz — só pode vir daqueles que desprezam a justiça, e a dignidade do ser humano.
Israel, e as miríades de seus pequenos agregados e colaboradores — aqueles analistas-políticos e uns certos chefes-de-redação, cineastas, intelectuais e artistas aparentemente bem intencionados, uns professores universitários e outros do ensino médio — todos querem fazer crer que a Resistência desses povos e dessas nações contra a violência e injustiça que vêm sofrendo, seja uma simples questão de fanatismo religioso; como se a destruição de lares, habitações e lavouras de milhares de famílias, e o assassinato de parentes, amigos e vizinhos, não desencadeassem uma dolorosa revolta contra o Estado judeu e aqueles que o financiam.
A Intifada — a Revolta das Pedras — não é um movimento de fanáticos religiosos: É a indignação justa de um povo que vem sendo roubado, humilhado, dizimado — há cem anos — em sua própria terra, em seu próprio país e pátria ancestral; também não é um conflito entre Oriente e Ocidente (como pretendem as intrigas judeo-sionistas e a venenosa maquinação contra o Islã e o Catolicismo) mas a heróica luta da Nação Palestina contra o usurpador judeu.
Para se compreender a matriz e a manutenção do horror imposto ao povo palestino, é preciso reparar que os dirigentes de Israel são escolhidos pelos eleitores judeus — não por acaso, nem por coincidência — entre os mais violentos terroristas do Haganah, do Irgun e do Stern: Esses grupos de extermínio — cujos chefes agora são ministros e generais de Israel — mataram e torturaram famílias inteiras e arrasaram centenas de pequenas aldeias e povoados palestinos, já desde antes de 1917. Há documentos e relatos terríveis sobre as desvairadas atividades dessas organizações judias.
Todos os dias, Israel segue cometendo assassinatos e atos de metódico terrorismo de Estado contra crianças, velhos e mulheres de uma espoliada Palestina e seu povo abnegado.
Os massacres de Sabra e Chatila, e os requintes de terror perpetrados em Jenín, Ramallah, Bethlehem e Nablus pelos fanáticos soldados judeus, mostram o que esses tristes seres humanos — psicologicamente deformados — conseguem entender por humanidade e civilização.
A completa ausência de arrependimento ou remorso, o comportamento amoral, e a fundamental incapacidade de aprender com a História, são características da perversão, não só da personalidade psicopata desses dirigentes judeus mas, principalmente, daqueles que votam, e cinicamente os escolhem para essa hedionda função de exterminadores do povo palestino.

E tão espantosa quanto a bestialidade do Estado judeu, enquanto executa o seu macabro plano de extermínio de um povo e de uma nação, é a covarde neutralidade, ou a preguiçosa indiferença e alienação, dos meus amigos, dos meus vizinhos, e das pessoas nas ruas que não se importam.
Também não são poucos os que se calam, constrangidos e intimidados por um certo tipo de insolente patrulhamento, pois temem ser caluniados e perseguidos, de várias maneiras, como se eles é que fossem racistas. Mas não podemos mais tolerar essa chantagem da hipocrisia judeo-israelita; não é sobre raças que estamos falando, mas sobre assassinos e ladrões.
Falamos sobre um país que assalta bancos com as suas forças armadas; sobre usurpadores de terras e fazendas palestinas; sobre psicopatas sionistas e a sua furiosa estratégia expansionista, arrasando campos cultivados, casas, fábricas, hospitais e escolas; sobre pessoas hipócritas que há várias décadas vêm choramingando por um holocausto judeu, enquanto vão cometendo atrocidades e imoralidades contra a humanidade; sobre a selvagem ganância e a feroz cupidez dos "colonos" judeus por terras alheias; e sobre as monstruosidades perpetradas por Israel e seu povo delirante.

Não acredito que alguém ousasse chamar Gandhi de racista, ou anti-semita, por expressar a sua indignação frente às atrocidades cometidas pelos judeus contra o povo palestino:

O que está acontecendo na Palestina não é justificável por nenhuma moralidade ou código de ética.
Gandhi

A crescente mancha da invasão judia sobre a Palestina
Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.
Gandhi

É espantoso como as forças de "defesa" judias invadem as terras palestinas, e imediatamente instalam aqueles bandos de "colonos" enlouquecidos pela sanha dos seus fanáticos rabinos.
As táticas desses ladrões de terras — provoque o fato e discuta depois — são as mesmas de gangsters que primeiro barbarizam e aterrorizam os cidadãos, para depois "negociar".

Esses bandidos "religiosos", fortemente armados com metralhadoras Uzi e fuzis M-16, são apoiados por tanques de guerra do exército judeu, e por grandes torres de vigia daquela indecente muralha judaica, num terrível gueto às avessas: Neste exato momento, o horror do holocausto acontece do outro lado.

A chamada "opinião pública" vem sendo amaciada e enganada — há muitos anos — por uma cuidadosa campanha muito bem arquitetada, em que os judeus se apresentam sempre como "as eternas vítimas" mas, aquelas vítimas sem voz é que surgem como terroristas... enquanto os seus jovens vão sendo torturados e assassinados, as suas mulheres desrespeitadas, as suas terras usurpadas, os mananciais criminosamente poluídos ou desviados, as suas casas bombardeadas, a sua pátria arrasada...

Agora, frente aos fatos que ninguém pode negar, ou esconder — como fizeram por tantas décadas — muitas perguntas, há muito tempo reprimidas, precisam de urgentes respostas:
— Que devasso deus é esse Javé que induz seus adoradores ao embuste, ao roubo, ao assassinato?
— Que sinistros rabinos são esses que abençoam o hediondo genocídio do povo palestino?
— Que espécie de gente é essa que constrói o seu lar sobre os cadáveres das suas vítimas?

(6) "A contribuição judaica para a civilização"...
Essa descarada propaganda, e a cínica autopromoção com os méritos alheios, é a velha e conhecida característica da arrogância judaica, como também o é a ladina falácia judeo-sionista ao tentar cunhar a expressão "judaico-cristã" para denominar a nossa milenar civilização católica — a qual emana da arte e da filosofia gregas, do direito romano, e da religião cristã — e, dessa maneira, insinuar que a contribuição hebréia para a cultura ocidental teria se estendido para além do velho testamento, ou para fora das sinagogas:
"Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento."
C. G. Jung
The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934).
Contudo, precisamente por essa peculiar característica judaica, só muito recentemente o judaísmo passou a ter alguma importância no ocidente; e essa estrangeira influência — absolutamente perniciosa, como agora se vê — vem gradualmente transpirando e emergindo, através da obscuridade da maçonaria e do não menos sinistro judeo-sionismo, em suas várias modalidades de atuação, enquanto procuram nos despojar da nossa herança histórica e, rancorosamente, denegar e destruir os nossos valores ancestrais:
"Nós julgamos sempre que o Cristianismo consiste em pertencer à Igreja e perfilhar certa fé. Na realidade, o cristianismo é o nosso mundo. Tudo o que pensamos é fruto da Idade Média cristã, até a nossa ciência; em resumo, tudo o que se move dentro de nossos cérebros é, necessariamente, moldado por essa época histórica que vive, ainda, em nós, pela qual estamos definitivamente impregnados e que representará sempre, no mais distante futuro, uma camada da nossa constituição psíquica, nisso se assemelhando aos vestígios que o nosso corpo traz do seu desenvolvimento filogenético. A nossa mentalidade, a nossa concepção das coisas, nasceu na Idade Média cristã, quer se queira quer não. A época das luzes nada apagou. A marca do Cristianismo encontra-se, até, presente na maneira como o homem quer racionalizar o mundo. A visão cristã do universo é, assim, um dado psicológico que escapa às explicações intelectuais."
C.G.Jung
O homem à descoberta da sua alma, Brasília Editora, Porto, 1975, p. 411.

(7) "Eles podiam chamar a atenção e o respeito do mundo por serem a criação escolhida de Deus, em vez de se afundarem naquela brutalidade sem limites."
Se Gandhi tivesse assistido a esta escalada da imoralidade judeo-sionista, hoje não seria tão ameno em sua denúncia daquela "brutalidade sem limites" que agora atinge paroxismos nunca imaginados. O próprio Estado de Israel, tal como se mostra em sua estrutura
parasitária e tentacular, é uma aberração política e moral e imperdoável crime contra a humanidade. Nessa desavergonhada estratégia ancestral, os fanáticos rabinos do Congresso Mundial Judaico se mostram como "as eternas vítimas" mas insistem, cinicamente, que não há nenhuma conspiração em curso.
Há três mil e duzentos anos, Ramsés II já tinha visto essa mesma insídia e perfídia dentro do seu reino: Quanta inveja, quanto veneno, quanto rancor destilaram contra o brilho daquela avançada e poderosa nação que os havia recolhido — bando de analfabetos e esfarrapados nômades — e abrigado em sua sofisticada sociedade. Logo depois, os hicsos e os hititas, povos inimigos do Egito, se valeram da venenosa intriga e da ladina espionagem e traição de Moisés e de seus protegidos. Foram traídos exatamente por aquele que tinha sido protegido e educado por uma delicada princesa egípcia. Eis porquê os judeus foram expulsos... e dizem que a História não se repete... talvez para justificar essa dificuldade, ou a rígida incapacidade judaica de aprender com a própria História.
"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos por leis determinadas até por princípios opostos, e se não tinham os mesmos costumes e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."
Bernard Lazare
anarquista judeu
Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32
Se na conformação de nossas sociedades, alguém deve mudar alguma coisa em suas noções de ética e de convivência, sem dúvida devem ser aqueles que não costumam agir — como advertiu Gandhi — do mesmo modo como agem, naturalmente, todos os outros povos do planeta. Mas hoje parece que já não lhes basta a invasão e a ocupação da Palestina, que não lhes basta nos espionar e intimidar em nossos próprios lares, em nossas cidades e países, em nossa própria terra. Agora, em completo e arrogante desvario, já ameaçam os povos e as nações. Desprezam qualquer noção de sanidade e equilíbrio; não conseguem entender que além dos judeus, vivem neste mundo seis bilhões de seres humanos, e que não se pode enganar, nem calar tanta gente.
Apesar da estratégia orientada para desacreditar certos documentos e relatos esclarecedores sobre as suas obscuras atividades, e tentar ridicularizar o que eles chamam de "teorias de conspiração", a cada dia, mais evidente fica a insidiosa movimentação judeo-sionista; e a cada hora, a cada minuto, esse conluio vai se mostrando ainda mais insolente. Paralelamente ao recrudescimento da cínica campanha de falsificação dos fatos históricos — e violenta propaganda do "sofrimento" e da "superioridade" do povo judeu — através de filmes e desavergonhadas "descobertas" pseudo-histórico-científicas, em "reportagens" nos jornais e revistas e nas televisões, e em sites da web, também verificamos a criminosa sonegação de informações já nas fontes de pesquisa: As bibliotecas públicas e universitárias, vêm sendo alvo de vandalismo seletivo. Vários títulos e autores foram excluídos e eliminados dos fichários e estantes, com a conivência dos bibliotecários; outros, simplesmente vão sendo proibidos por força de leis forjadas, ou "reinterpretadas" à conveniência de última hora, como no tempo de Torquemada. Mas agora, contra essa indecente campanha obscurantista, somos nós que precisamos ler e comentar, com redobrada atenção, os livros e os textos proibidos pelo absurdo Índex judeo-sionista. Devemos procurar as edições citadas pela Academia Brasileira de Letras (Editora Civilização Brasileira, 1934 – 1938) pois algumas mais recentes — as que não foram proibidas — são incompletas e ladinamente modificadas, obviamente com o deliberado intuito de abalar a credibilidade e a legitimidade documental dos textos originais.
Ao publicarem os seus manifestos, Rogério César de Cerqueira Leite, Duas guerras que são uma só, e José Saramago, Das pedras de Davi aos tanques de Golias, diferentemente de outros intelectuais de língua portuguesa, tiveram a coragem e a honestidade de resgatar o direito à lucidez e à crítica; direito que vem sendo seqüestrado pela chantagem judeo-sionista, ao acusar de racistas, anti-semitas, ou reacionários, a todos os que não se deixam levar pelo jargão da propaganda judia de contra-informação.
Talvez por isso, muitos profissionais — historiadores, jornalistas, magistrados — fingem desconhecer indiscutíveis advertências, como as de Gandhi, e se esgueiram por entre falaciosos argumentos, ou certos textos de uns acadêmicos, para justificarem a sua frouxidão, ou esquisita moralidade. Quanta vergonha, quanta tristeza devem sentir esses homens e essas mulheres, já de idade madura, quando sozinhos à noite, vão se lembrando das tantas vezes que se omitiram e se esconderam, preguiçosos e acovardados.
Mas, quem sabe, talvez o exemplo de Rogério César de Cerqueira Leite e de José Saramago, ainda possa inspirar, a essas e a outras pessoas, as raras virtudes da coragem e da honra, e recuperar o significado daquele comentário do Mahatma Gandhi ao exortar os seus concidadãos para a luta contra o truculento usurpador: — O medo ainda tem alguma serventia, a covardia não.

Alfredo Braga - http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/gandhiepalestina.html